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8.2 Optimalisering med hensyn til Tverrsnitt

8.2.2 Dimensjonering knutepunkter

Por fim, após a geração da codificação de bacias hidrográficas de Pfafstetter (1989) para todas as áreas de contribuição hidrográfica, geram-se as informações hidrográficas para todos os objetos que compõem o núcleo do pacote de hidrografia.

4.5.6.1 Inserção do código de bacia na tabela com as áreas de contribuição hidrográfica ‘geoft_areacontribuicaohidrografica’

Nessa etapa, atualizam-se os dados referentes à codificação de bacias hidrográficas de Pfafstetter (1989) na tabela ‘geoft_areacontribuicaohidrografica’ a partir da tabela temporária ‘pghtb_pfafstetter_basin_codification’. Apesar do campo que armazena o código bacia da tabela de Áreas de Contribuição Hidrográfica ser composto por elementos únicos e não nulos, optou-se por não utilizar esse campo como chave- primária da tabela, visto que qualquer modificação geométrica nessa base poderia comprometer o significado da codificação da bacia. Assim, optou-se por criar uma coluna com dados numéricos seriais, únicos e não nulos para ser a chave-primária dessa tabela.

4.5.6.2 Inserção de dados na tabela de Cursos D’Água ‘geoft_cursodagua’

No modelo do banco de dados, a classe Curso D’água é resultante da agregação espacial da classe Trecho Drenagem, tendo como critério de agregação o código de curso d’água. Assim, para a criação da tabela de Cursos D’água, primeiro cria-se a coluna com os atributos geométricos para depois fazer a agregação geométrica dos trechos de drenagem que possuam o mesmo código de curso d’água.

O código de curso d’água é obtido a partir do código de bacia hidrográfica de Pfafstetter onde se eliminam os algarismos que representam as interbacias, ou seja, eliminam-se, da direita para a esquerda, os algarismos ímpares até o primeiro algarismo par.

Como os trechos da rede de drenagem que compõem a linha de costa atuam como agente integrador das bacias continentais, não faz sentido atribuir à linha de costa o código de curso d’água um elemento que na prática não é um curso d’água. Outro fato a ser observado é que todos os códigos de bacias associados aos trechos da linha de costa possuem somente algarismos ímpares em sua composição. A solução para esse problema seria deixar os códigos de curso d’água com valores nulos, porém, para manter a consistência de valores do banco de dados, optou-se por associar o valor zero para os códigos de curso d’água dos trechos da rede de drenagem que compõem a linha de costa.

4.5.6.3 Inserção dos dados da coluna da chave estrangeira da tabela ‘geoft_cursodagua’ na tabela ‘geoft_trechodrenagem’

Uma vez criada a tabela Curso D’água, atualiza-se a tabela Trecho Drenagem com as informações sobre quais trechos de drenagem compõem os cursos d’água por meio de chave-estrangeira. Apesar do campo que armazena os códigos de curso d’água ser uma chave candidata, também se optou por criar uma coluna com dados sequenciais, únicos e não nulos para representar a chave-primária.

4.5.6.4 Inserção dos níveis de codificação de bacia e de curso d’água

Entende-se como nível de codificação de bacias de Pfafstetter, o número de vezes que cada área de contribuição hidrográfica foi codificada pela metodologia de Pfafstetter (1989). O processo de codificação de bacias só é finalizado quando não houver nenhuma codificação de bacia repetida. Quanto maior for a densidade de drenagem de uma rede hidrográfica, maior será o nível de codificação de bacia de Pfafstetter dessa bacia. Uma forma mais fácil de calcular o nível de codificação de uma bacia é determinar o número de algarismos da codificação de bacia. De forma análoga, determina-se o nível de codificação de curso d’água a partir do número de algarismos desse código.

4.5.6.5 Inserção da Ordem de Curso D’água

Gravelius (1914), em sua proposta de codificação dos canais da rede de drenagem, propõe que todos os trechos que compõem o curso d’água principal da bacia que deságua no mar recebam a codificação 1 e que todos os trechos de cursos d’água que deságuem no curso d’água de codificação 1 recebam a codificação de ordem maior, 2, e assim sucessivamente.

Tanto a codificação de Gravelius (1914) quanto a de Pfafstetter (1989) utilizam em suas propostas o elemento lógico curso d’água, que compreende a junção de todos os trechos da rede de drenagem que seguem da foz até a nascente das bacias. Por esse motivo, a codificação de Gravelius (1914) pode ser obtida facilmente a partir do código de bacias de Pfafstetter, por meio do cálculo do número de algarismos pares desse código. Como padronização, a ordem de curso d’água do elemento lógico que compõe a linha de costa na tabela curso d’água recebe o valor zero.

4.5.6.6 Inserção de dados na tabela ‘geoft_baciahidrografica’

No modelo conceitual do banco de dados proposto para esse trabalho a classe Bacia Hidrográfica é resultado da agregação espacial da classe Área de Contribuição Hidrográfica tendo como elemento agregador o atributo código de bacia em um determinado nível de bacia. Assim, são incluídas na tabela ‘geoft_baciahidrografica’ as geometrias com as agregações espaciais indo dos níveis 1 a 5.

4.5.6.7 Inserção de dados na tabela ‘geoft_cursodaguaprincipal’

A tabela ‘geoft_cursodaguaprincipal’ é resultado da inserção dos cursos d’agua da tabela ‘geoft_cursodagua’ que possuam nível de curso d’água menor ou igual ao nível de curso d’água de referência. Assim, em cada nível existe um elemento da tabela ‘geoft_baciahidrografica’ para cada elemento na tabela ‘geoft_cursodagua’. Dessa forma, segue-se o princípio de um trecho de drenagem para cada área de contribuição hidrográfica.

Como tanto na tabela ‘geoft_cursodaguaprincipal’ quanto na tabela ‘geoft_baciahidrografica’ estão armazenados todos os níveis de cursos d’água e de bacias hidrográficas, respectivamente, pode-se utilizar a funcionalidade view do banco de dados para visualizar somente as informações nos níveis de interesse.

4.5.6.8 Atualização de dados na tabela ‘geoft_pontodrenagem’

A tabela ‘geoft_pontodrenagem’ representa a tabela com os nós da rede de drenagem. No caso da rede de drenagem ser representada por uma bacia costeira, deve- se identificar o nó do início da rede de drenagem. De acordo com a proposta de codificação de bacias hidrográficas de Pfafstetter (1989) a codificação das bacias da América do Sul ocorre no sentido horário da linha de costa. Assim, no sentido horário da linha de costa, identifica-se o nó de origem do último trecho de drenagem que representa a linha de costa e a ele é atribuído o valor true à coluna ‘ptd_id_ds_iniciorededrenagem’. No exemplo abaixo, o trecho da rede de drenagem que possui o nó com o início da rede de drenagem é o de número 74. No caso de representação de uma rede de drenagem continental, o ponto fim drenagem é a própria foz da bacia. No caso de bacia costeira, o nó que representa o fim da rede de drenagem é o nó de destino do primeiro trecho dos trechos que representam a linha de costa no

4.5.6.9 Inserção de dados na tabela ‘geoft_pontoiniciodrenagem’

Povoa-se a tabela ‘geoft_pontoiniciodrenagem’ com os pontos da tabela ‘geoft_pontodrenagem’ que possuam valor de valência igual a 1, com exceção do ponto que representa o ponto fim da drenagem. Na massa de teste de dados utilizado nesse trabalho, o trecho que possui o ponto fim da drenagem é o de número 70. A seguir são atualizadas as informações a respeito dos nós que representam o início da rede de drenagem.

4.5.6.10 Inserção de dados na tabela ‘geoft_pontofimdrenagem’

Como já dito, o ponto fim drenagem da rede hidrográfica, ou foz da bacia, é o nó de destino do trecho que contém a foz da bacia, nesse caso, identificador do trecho igual a 70.

4.5.6.11 Inserção de dados na tabela ‘geoft_confluencia’

Povoa-se a tabela com os nós que representam a confluência da rede de drenagem a partir dos nós da tabela ‘geoft_pontodrenagem’ que possuem valência igual a 3.

4.5.6.12 Inserção dos relacionamentos topológicos

Por fim, atualizam-se os valores referentes ao relacionamento topológico entre as classes Trecho Drenagem-Curso D’água e Curso D’água-Curso D’água Principal como sendo igual a 13, ou do tipo Linha EM Linha. Já o relacionamento entre as classes Ponto Início Drenagem, Ponto Fim Drenagem e Confluência com a classe Ponto Drenagem é do tipo Ponto EM Ponto ou valor igual a 9 da tabela de relacionamento topológico de classes.

4.6 Vantagens Computacionais do Sistema de Codificação de Bacias Hidrográficas