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Der deutsche Offizier bis hin zum Stabsoffizier Die Ausbildung in der Bundeswehr hat stets zum Ziel,

3 Forsvaret und Bundeswehr – zwei verbündete Heere im Vergleich

3.1 Führung am Beispiel: Dienstgradstruktur Grundsätzlich unterscheidet die Bundeswehr ihre

3.2.1 Der deutsche Offizier bis hin zum Stabsoffizier Die Ausbildung in der Bundeswehr hat stets zum Ziel,

Número de Entrevistados que declararam a obtenção de rendimentos mensais

3 3 11 7 2 3 3 R$ 1.001,00 a 1.500,00 R$ 1.501,00 a 2.000,00 R$ 2.001,00 a 3.000,00 R$ 3.001,00 a 4.000,00 R$ 4.001,00 a 5.000,00 R$ 5.001,00 a 8.000,06 Mais de R$ 8.000,00

Apenas para termos um parâmetro para avaliarmos os níveis de rendimento declarados pelo s informantes, é necessário considerarmos que de acordo com os dados do Censo Demográfico

2000 do IBGE, existem

“um pouco mais de 15,4 milhões de famílias de classe média, o que equivaleu a 31,7% do total de famílias existentes no país. Esse segmento populacional possuía uma renda familiar mensal entre R$ 985,00 [6,5 salários mínimos] e R$10,982,00 [72,7 salários mínimos]. Em valores de novembro de 2005, o piso e o teto da renda mensal das famílias de classe média equivaliam a R$ 1.556,30 e R$ 17.351,56, respectivamente, se corrigidos pelo INPC/IBGE. Ao se converter esse mesmo número de famílias em quantidade de pessoas, chega-se ao contingente de aproximadamente 57,8 milhões de brasileiros pertencentes à classe média brasileira. A partir disso, nota-se que a renda familiar per capita passa a ser de R$ 263,00 [1,7 salário mínimo por membro familiar] e R$2.928,00 [19,4 salários mínimos por membro familiar]” (GUERRA, 2006, p. 64).

Com relação à quantidade de horas de trabalho diário, o quadro abaixo demonstra que as respostas obtidas apresentam ampla variação. Há desde 1 informante que trabalha 4 horas por

dia, até 1 que trabalha quase que em tempo integral, só pára para dormir, como relatou o empresário que têm sua residência junto à sua empresa de médio porte. Mas totalizando aqueles

que declaram trabalhar de seis a nove horas por dia, chegamos a um grupo de dezesseis indivíduos. Quatorze informantes trabalham mais que dez horas por dia. Um dos informantes

disse não saber ao certo a quantidade de horas que trabalha diariamente e não quis dar um número inexato. É relevante correlacionarmos os dados acima apresentados com os dados

referentes à classe média brasileira. Segundo Guerra, “o chefe de família de classe média no Brasil possui uma jornada semanal de trabalho equivalente a 48,3 horas, 4,1% acima da jornada

do conjunto dos chefes de família ocupados no país” (GUERRA, 2006, p. 85).

2.3 – Religiosidade

No questionário aplicado, uma questão trata da religião dos genitores. A predominância é de genitores católicos, religião informada pelos respondentes como a adotada por 24 mães e 22 pais. Os evangélicos estão representados entre 4 mães e 1 pai. Dois pais e duas mães foram declarados de religiosidade “cristã’. Entre as mães, ainda, duas foram declaradas “católicas espíritas”, mesma declaração atribuída pelos informantes a dois pais. Entre os pais também

constam 5 sem religião. É interessante o fato de que não observamos em nenhum dos casos a presença de religiões de matrizes africanas. É possível que estejamos aqui diante daquelas

situações tão comuns em se tratando de religiosidade brasileira, em que as tradições religiosas de origem africanas não são assumidas, mas estão embutidas em outras religiões oficiais, talvez

herança da história da vinda dos africanos para o Brasil, fenômeno que assim foi interpretado pelo professor Reginaldo Prandi:

Se a religião negra, ainda que em sua reconstrução fragmentada, era capaz de dotar o negro de uma identidade negra, africana, de origem, que recuperava ritualmente a família, a tribo e a cidades perdidas para sempre na diáspora, era por meio do catolicismo, contudo, que ele poderia se encontrar e se mover no mundo real do dia-a-dia, na sociedade do branco dominador, que era o responsável pela garantia da existência do negro, ainda que em condições de privação e sofrimento, e que controlava sua vida completamente. Qualquer tentativa de superação da condição escrava, como realidade ou como herança histórica, implicava primeiro a necessária inclusão no mundo branco (PRANDI, 1999, p. 96).

Ao incorporarmos a interpretação acima, como pertinente para entendermos a ausência de denominações religiosas afro-brasileiras entre os entrevistados e seus genitores, pode parecer que ao relacionarmos as identidades religiosas atuais à escravidão no Brasil seja forçar uma situação, porém, as condições históricas nas quais estavam inseridos os pais dos informantes,

possivelmente estivessem permeadas pela religiosidade afro-brasileira, com maior ou menor ênfase, uma vez que os 24 dos informantes nasceram até 1969, seus pais viveram em uma época em que as circunstâncias em que ocorreu a Abolição da escravidão no país, bem como suas decorrências mais aparentes, estavam ainda bem próximas à memória. Neste sentido, pode-se inferir que os in formantes que obtiveram mobilidade social, no que se refere à identidade

religiosa, assumiram que suas famílias eram ou são adeptas de religiões de origem européia. Para aqueles que afirmaram que os pais eram “espíritas”, perguntei se esta afirmação estava

relacionada às religiões de matrizes africanas, ao que responderam que não. Estes dados sobre a pertença religiosa dos pais dos informantes é também demonstrativo do número minoritário de

adeptos de religiões afro-brasileiras na cidade de Maringá. Segundo o Censo do IBGE de 2000, apenas 135 munícipes se declaram adeptos do Candomblé ou da Umbanda. Embora

cidade de Maringá seja maior, esta condição de religiosidade não declarada talvez tenha ocorrido também nesta pesquisa, o que também pode ser demonstrado através da resposta sobre a

religiosidade católica dos pais dada por um informante, embora fosse do meu conhecimento que o seu pai já havia exercido a atividade de pai-de-santo.

Quanto à filiação religiosa dos pesquisados, 20 declararam professar alguma religião. Destes, 13 se declararam católicos, 1 cristão-católico, 1 Seicho No Ye, 2 Kardecistas, 2

evangélicos e 1 cristão. Dos entrevistados, 12 não professam religião alguma. Novamente é relevante ressaltarmos a não declaração de filiação religiosa afro-brasileira, como um dos

componente da identidade dos informantes.