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No decorr er do pr esent e tr abal ho, e m r espost a aos questi onament os l evant ados, di ant e das pesqui sas ef et uadas e do mat eri al col et ado atr avés da entr evi st a r eali zada, consi der a- se que at ual ment e a ener gi a eóli ca encontr a- se e m u m cenári o pr omissor de expansão no Br asil, com pol íti cas gover na ment ai s de i ncenti vo par a a sua pr odução, al ém de de mandar u ma mar cant e pr esença nos úl ti mos l eil ões r eali zados pel o gover no para a co mposi ção da mat ri z ener géti ca br asil eira.

Cont udo, apesar do franca expansão, o set or eóli co car ece de mel hori as par a au ment ar sua pot enci al competiti vi dade e capaci dade de ger ação. Dest aca- se, conf or me o pr esent e est udo, a necessi dade de di minui ção da bur ocr aci a par a obt enção de e mpr éstimo apont ada pel os i nvesti dor es co mo u m per cal ço par a a ef eti va r eali zação dos cr onogr amas de tr abal ho, assi m co mo a pr eci são da ef eti va constr ução de li nhas de tr ans missão par a a ef eti va ger ação da ener gi a eóli ca e seu escoa ment o, per miti ndo a sua chegada às di stri bui dor as. Co mo vi mos, o atr aso de entr ega da ener gi a contr at ada par a as di stri bui dor as contri bui par a a queda da quali dade da ener gi a entr egue ao consu mi dor fi nal, assi m co mo a exi st ênci a de f al ha no abast eci ment o – or a pr oj et ado em um pl anej ament o ener géti co i nstit uci onal. O PROI NFA defi niti va ment e dest aca- se co mo u m mar co das pol íti cas gover na ment ai s par a o i ncenti vo de f ont es de ener gi a r enovávei s, pri nci pal ment e sua contri bui ção par a o set or eóli co, onde, co m seu i ncenti vo, not ou- se a expansão do set or no paí s medi ant e o fi nanci ament o do gover no, possi bilit ando os i nvesti ment os e m par ques eóli cos. A r egul ação br asil eira no set or el étri co co mo u m t odo, não excl ui ndo a eóli ca desse cenári o, vei o a f avor ecer u ma mai or cel eri dade no pr ocesso de pr odução, co mpr a e co mer ci ali zação de ener gi a atr avés de suas cl ar as r egr as di spost as nos contr at os est abel eci dos, al ém de tr azer mai s transpar ênci a e confi abili dade nos contr at os fi r mados entr e os agent es pr odut or es, di stri bui dor es e comer ci ali zador es de ener gi a.

Por fi m, apesar de t odo o avanço, r atifi ca- se a necessi dade de est udos par a mel hori a das pol íti cas vi gent es, a fi m de que possa m t or nar o pr esent e set or

mai s atr aent e a i nvesti ment os atr avés da di mi nui ção da bur ocr aci a dos pr ocessos. Assi m co mo, é oportuno i nf or mar da necessi dade da mudança do pr ocesso de li cit ação das li nhas de tr ans missão, cuj a constr ução não aco mpanha o cr onogr ama da constr ução dos parques, exi sti ndo, na mai ori a das vezes, um défi cit no t empo de t ér mino de um e no atraso da entr ega de outro.

Port ant o, apesar dos desafi os a ser em enfr ent ados pel a ener gi a eóli ca no Br asil, essa f ont e de ener gi a de monstr a- se u ma vi ável f ont e de i nvesti ment o e de co mpl ement o à matriz el étri ca br asil eira – o que confir ma o seu cr esci ment o e f ort al eci ment o no decorrer dos anos no mundo e, especifi cament e, no Br asil.

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