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Descriptive statistics for innovative work behavior and work engagement Figure 21 below shows the mean for each variable in innovative work behavior. In other

Hypothesis 5: There is a positive relationship between a high degree of work engagement and IWB

4. Results and discussion

4.1.1 Descriptive statistics for innovative work behavior and work engagement Figure 21 below shows the mean for each variable in innovative work behavior. In other

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Conclusão

O presente estudo iniciou-se com a revisão bibliográfica que nos permitiu integrar uma série de conhecimentos que nos orientaram na concretização desta dissertação que nos propusemos realizar, que aborda a problemática dos alunos com Dificuldades de Aprendizagem da leitura e da escrita, englobando os alunos disléxicos, a necessidade de uma pedagogia diferenciada em contexto de sala de aula e, ainda, a utilização de recursos TIC.

Depois de um período de reflexão e de um olhar retrospetivo, estamos hoje em condições de considerar que, apesar de todas as condicionantes e limitações que sempre e naturalmente se colocam à realização de um estudo desta natureza, foram atingidos, na sua maior parte, os objetivos que nos propusemos alcançar aquando do início deste trabalho de investigação e fomos capazes de obter respostas satisfatórias para as questões que nos guiaram ao longo de todo este processo.

Da referida reflexão, surgiram hipóteses para a mesma, tendo sido validadas as seguintes:

Hipótese 1 (Geral) – O sucesso da aprendizagem da leitura e da escrita das crianças depende de fatores pedagógicos;

Hipótese específica:

1.1. Um ambiente estimulante na sala de aula promove a apropriação da leitura e escrita.

É difícil encontrar um aluno que não fique fascinado e entusiasmado ao entrar em contato com as novas tecnologias da informação e comunicação. Os alunos que hoje se sentam nas carteiras das nossas salas de aula são verdadeiros nativos digitais. Assim, conscientes da importância que as novas Tecnologias da Informação e Comunicação desempenham no nosso quotidiano, são vários os autores a sugerir que cada vez se revela mais necessário possibilitar o contato dos alunos, ao longo de todo o processo de ensino/aprendizagem, com o mundo das novas tecnologias em geral, e com o computador, em particular.

O presente estudo mostra-nos que ainda haverá muito a fazer nas nossas escolas ao nível da utilização de recursos TIC, no desenvolvimento das competências básicas de leitura e escrita, de alunos com DA/Dislexia. Embora a grande maioria dos docentes

135 inquiridos (86%) considere importante a formação e atualização de conhecimentos na área das TIC, sabemos que nem todos procuram este género de formação específica, pois aquela que existe atualmente ou não existe ou é paga pelos docentes, afastando-os. Salientamos, ainda, a opinião dos inquiridos quanto à utilização de recursos TIC para o desenvolvimento da leitura e escrita de crianças com DA/Dislexia, na medida em que 61% considera vantajosa essa utilização e 47% dos docentes defendem que as TIC transformam positivamente a autonomia dos discentes no processo de ensino/aprendizagem.

Tal como defende Merrelho (Merrelho, 2010:8) “com o uso das novas tecnologias, as aulas poderão centrar-se mais nos alunos como construtores da sua própria aprendizagem e cabe ao professor o papel de organizar e coordenar as diversas atividades desenvolvidas no âmbito das TIC”. Neste sentido, torna-se urgente que o docente aprenda a agir, a inovar e a ativar de acordo com as mudanças a que vamos assistindo, no âmbito das novas tecnologias.

Mesmo que a maioria dos docentes se assuma como não possuindo formação suficiente para trabalhar com alunos com dificuldades no desenvolvimento dos processos básicos de leitura e escrita (88%), 42% utilizam às vezes os recursos TIC no desenvolvimento da leitura e escrita de alunos com DA, sendo que 27% deles o fazem com frequência, pois consideram que tais recursos aumentam os níveis motivacionais dos alunos para a aprendizagem, contribuindo para que desenvolvam hábitos de trabalho e autonomia e melhorem a sua autoestima e, igualmente, o seu sucesso educativo. É notório o esforço dos docentes para colmatar as dificuldades sentidas pelos alunos com dificuldades de aprendizagem, ainda que não se sintam suficientemente capacitados para isso.

O uso de recursos TIC numa qualquer situação de ensino-aprendizagem com alunos com DA/Dislexia pode ter diferentes objetivos pedagógicos: motivar esses alunos para a aprendizagem, promover a sua autoestima, transmitir-lhes conhecimentos específicos, colocá-los numa situação de trabalho autónomo, de pesquisa, de reflexão, de desenvolvimento de hábitos e métodos de trabalho e estudo… E, tais considerações, levam-nos a afirmar que os recursos TIC utilizados com alunos com DA/Dislexia no desenvolvimento dos processos básicos de leitura e escrita permitem que o professor trabalhe numa lógica de escola inclusiva, praticando a diferenciação pedagógica, atendendo às necessidades específicas de cada aluno. Neste sentido, os recursos TIC são potenciadores de sucesso educativo.

136 No entanto, é essencial que todo o professor tenha a consciencialização de que o recurso a diferentes materiais ou diferentes práticas não constitui, por si só, sinónimo de qualidade. Revela-se fundamental uma boa organização do processo, onde o mais importante não são os materiais a utilizar, mas antes a forma como serão utilizados. Conclui-se, assim, que, qualquer que se seja a tecnologia a utilizar na sala de aula, é essencial uma análise e preparação prévia, por parte do professor, a fim de verificar se esses recursos tecnológicos conduzirão a práticas diferenciadas e inovadoras, que atendam às reais dificuldades dos alunos e promovam o desenvolvimento de competências e aprendizagens efetivas e significativas.

Concluindo, é evidente com este estudo que muito ainda há a fazer ao nível da formação dos professores para o trabalho com alunos com dificuldades de aprendizagem da leitura e escrita/Dislexia, tanto na identificação e avaliação de alunos com este perfil de funcionalidade como, igualmente, no uso de algumas ferramentas web 2.0 no processo de ensino/aprendizagem destes alunos, de forma a ultrapassar dificuldades e atingir o sucesso educativo.

3.1. Linhas futuras de investigação

Após a conclusão desta dissertação, ficamos com a clara noção que diversas linhas de investigação ficam em aberto:

 Poderíamos aumentar a amostra;

 Relativamente à utilização de recursos TIC com crianças com dificuldades de aprendizagem na leitura e escrita/Dislexia, poderíamos comparar as conceções dos professores ensino básico que lecionam em zonas do litoral do país, com as conceções dos professores que lecionam em zonas do interior do país;

 Seria também pertinente estruturar um portal digital, destinado a esta problemática específica, sendo este composto por documentação e pareceres específicos ao processo de aquisição da leitura e da escrita, englobando a Dislexia e, ainda, por um leque de ferramentas web 2.0 que poderiam ser utilizadas em contexto de sala de aula, efetuando-se, igualmente, a sua avaliação em termos de vantagens e desvantagens para o processo de ensino/aprendizagem dos alunos.

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As Dificuldades de Aprendizagem da Leitura e Escrita/Dislexia – que

caminhos a seguir pelos professores do Ensino Básico?

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Bibliografia

Ainscow, M. (2000). Necessidades Especiais na Sala de Aula. Edições