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Den samtykkekompetente pasienten

5.2 Pasientens medbestemmelse og kommunikasjon med pasienten/pårørende

5.2.1 Den samtykkekompetente pasienten

Cynthia Stelita Schalch22

Eixo Temático e Tema: EIXO 2: Políticas, Programas e Práticas de Educação Ambiental.

Cenários da Pesquisa, Informação e Comunicação em Educação Ambiental.

Palavras-Chave: Rede de Educação Ambiental (REA); Educação Ambiental; Projetos

Ambientais.

Resumo Expandido: Este trabalho, apresenta-se na forma de um estudo de caso, que

teve por objetivo identificar e divulgar os princípios, tendências e desafios, afinidades e particularidades, presentes na formação da Rede de colaboração de Educação Ambiental no município de São Vicente, litoral do Estado de São Paulo. Tal rede foi iniciada em janeiro de 2017, numa atuação conjunta de diferentes secretarias da prefeitura municipal (Secretaria Municipal de Turismo; Secretaria Municipal de Educação; Secretaria Municipal do Meio Ambiente) e órgãos vinculados ao Governo Estadual (Secretaria Estadual de Educação; Parque Estadual Xixová-Japuí; APA Litoral Centro, Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, ALESP) e representantes da sociedade (ONG ECOMOV); com o objetivo principal de estruturar projetos e ações de preservação e recuperação ambiental da região. Conforme defende Brito (2017), o cenário ambiental atual requer mudanças nos modelos de desenvolvimento global e requerem esforços colaborativos e coletivos de toda a sociedade humana, norteados por políticas públicas sustentáveis associando a preservação e conservação ambiental, com mudanças nas relações humanas frente a tais questões. (BRITO, 2017, p.14). A problematização da pesquisa permeou um questionamento comum a todos que trabalham com Educação Ambiental, “A formação de Redes de Educação Ambiental são positivas frente a mudanças de postura de comunidades específicas, quais desafios e princípios apresentam?”. Segundo Sorrentino (2011), a solução dos desafios na construção da sustentabilidade, dependem diretamente do grau de participação de cada indivíduo, através da mobilização e adoção de responsabilidades individuais e coletivas, a nível local, regional e global (SORRENTINO, 2011). Neste sentido, esta pesquisa fundamentou-se na metodologia qualitativa, iniciando-se com uma revisão bibliográfica sobre as principais características e importância da constituição de Redes Colaborativas de Educação Ambiental, bem como das principais dificuldades e particularidades que permeiam a formação de tais redes. Na sequência foram coletados dados primários e secundários junto aos setores e agentes participantes no processo de formação da Rede de Educação Ambiental do município de São Vicente/SP, bem como com observação direta das reuniões realizadas. Os dados coletados foram analisados e compilados,

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sendo apresentados os princípios e desafios que envolveram a formação desta Rede de Educação Ambiental (REA).Nos resultados coletados, um dos pontos de discussão que representa um desafio, está relacionado a adesão dos diversos setores, tanto públicos quanto privados; outro desafio apresentado foi de que maneira transformar ações de Educação Ambiental já desenvolvidas por parte dos setores participantes, em Projetos a serem perpetuados junto ao município e com a participação e inclusão de toda a REA. Como defende Barbosa (2008), “a perspectiva sistêmica atualmente adotada pela EA no país indica que políticas educacionais... sejam potencializadas com sinergia de ações e esforços intersetoriais”. Neste sentido, a formação efetiva da REA/SV representa um dos grandes desafios iniciais a serem superados. Nas duas primeiras reuniões os participantes, tanto no campo do meio ambiente, educação municipal e estadual, quanto da área do Preservação e Conservação, firmaram parcerias para associar ações de EA com práticas já desenvolvidas junto as Unidades de Conservação locais. No caso dos órgãos vinculados a Educação Formal, os representantes municipais e estaduais definiram e estipularam as primeiras ações da REA/SV. O foco foi a gestão de resíduos sólidos no município, bem como a conscientização das crianças quanto a preservação e conservação de recursos, descarte irregular de resíduos e outras questões de reciclagem e reutilização de materiais; o público alvo da ação apresentada pela APA Litoral Centro, focou nos estudantes de diferentes faixas etárias das Unidades Escolares municipais e estaduais, com uma sequência já programada de atividades a serem desenvolvidas por cada escola, com o objetivo de formar alunos multiplicadores junto a comunidade a que pertenciam, ou seja, formar para compartilhar. O município de São Vicente, passa pela maior crise em relação ao descarte irregular de resíduos sólidos dos últimos anos, o que levou a REA/SV a iniciar suas atividades neste campo de atuação. A ação da rede (REA/SV) foi fundamentada na mudança de postura da população em geral, e o apoio da Educação Ambiental, neste sentido, defendem Furiam e Günther (2006), que:

“Os objetivos fundamentais da Educação Ambiental são os de levar às pessoas informações que estimulem a tomada de consciência, e ao desenvolvimento de atitudes e comportamentos para que possam participar, ativa e positivamente, no seu entorno. ” (FURIAM; GÜNTHER; p. 9; 2006).

De acordo com os resultados parciais apresentados, as premissas básicas da formação da REA no município de São Vicente, foram a união de esforços nos diferentes setores da sociedade, com o objetivo de fortalecer e reunir, esforços individuais em ações e projetos coletivos em prol do efetivo desenvolvimento da Educação Ambiental no município, utilizando tais mudanças como ferramenta estratégica de gestão pública para a Sustentabilidade. Dentre os desafios apresentados está a concepção da formação de um coletivo com representantes de diferentes setores da sociedade e do poder público, para de fato atuarem de maneira integrada com a consolidação de Projetos de Educação Ambiental que ultrapassem ações locais e que se transformem em Projetos Municipais a serem desenvolvidas a longo prazo e que realmente impactem no comportamento da população, atribuindo a esta, a transformação de atitudes para o desenvolvimento da sustentabilidade em âmbito local e que se transfira ao âmbito regional e global. Demais princípios, tendências e desafios da formação desta REA, serão apresentados nos resultados finais desta pesquisa.

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PERCEPÇÃO DOS MUNÍCIPES