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5. Resultater og diskusjon

5.2 Problemstilling 2: Hvordan opplever grunneiere og jaktentreprenører konflikter med aktører i sine omgivelser?

5.2.3 Delproblemstilling 3: Hvordan håndteres konfliktene?

Os alunos, já habilidosos, devem atentar para o fato de que a escala circunstancialmente pode sofrer alterações de valor, cujo único valor que não se altera é o valor real. Aliás, deve ficar evidente que os próprios mapas, anteriormente utilizados, podem ter sido produtos de alterações de tamanho de escala. E, assim, a cada ampliação ou redução do mapa, a escala numérica deve ser calculada novamente. A regra de três é apropriada para esse cálculo. E a escala gráfica, cômoda nessa situação, manterá a proporcionalidade da alteração, provando logicamente que a dimensão real é fixa.

Ampliar ou reduzir “x vezes” significa fazer com que as dimensões lineares sejam multiplicadas ou divididas por “x”, determinando as dimensões do novo mapa e confirmando que a escala é sempre referida às dimensões lineares (DUARTE, 1988, p. 81).

9 A distância natural pode ser conhecida com boa aproximação por meio de medida de um perfil topográfico (sem exagero vertical) com auxílio de um barbante (QUEIROZ FILHO; DE BIASI, 2011, p. 191).

Para que se saiba a nova escala numérica de um mapa que tenha sofrido qualquer alteração em suas dimensões, precisa-se da “escala do original” e do “índice de alteração”. Para este, Duarte (1983, p. 45-47) apresenta como alternativa a obtenção pela divisão de uma dimensão qualquer, comum em ambos os mapas.

Na percepção de ter havido ampliação, divide-se o denominador da Escala do mapa original pelo “índice de alteração” ou, nesse caso, “fator de ampliação”. Nos casos de redução, multiplica-se o denominador da escala original pelo mesmo “índice de alteração” ou, nesse caso, “fator de redução” (DUARTE, 1983, p. 45-47, 1994, p. 125).

E quando o “índice de alteração” é dado em porcentagem? Neste caso, para escapar da armadilha do mesmo procedimento em relação ao denominador da escala, devemos proceder aos cálculos em relação ao numerador 1 que, por sua vez, ficará fracionado. Posteriormente, a fração é simplificada de modo que o numerador da escala torne a ser 1. Então é recomendável muita atenção ou adotar, da mesma forma, o numerador para os cálculos de alterações ao invés do denominador.

Outro procedimento é a busca de constatações por meio de novos cálculos dos elementos de escala em função das alterações ocorridas. Lançando mão das adaptações dos cálculos dos elementos de escala desenvolvidos nos tópicos culminantes para os objetivos da nossa programação de aprendizagem significativa de escala (“Cálculo de distância real”, “Cálculo de distância gráfica” e “Cálculo de escala”), em 1.3.3.2.3, particularmente nas páginas 63-65, o nosso objetivo aqui é que os alunos constatem, criticamente, quais elementos tiveram seus valores alterados em recíproca às das alterações da escala, adaptando-se cognitivamente a essa nova situação. Assim, as adaptações são:

 Novo cálculo de distância real (em linha reta e em linhas curvas muito e pouco sinuosas)  Novo cálculo de distância gráfica

 Novo cálculo de escala

Por fim, todos os métodos de alterações de escala têm os seus prós e contras. E, com exceção dos dois últimos a seguir, os demais métodos são ultrapassados10, porém, pedagogicamente úteis. Os métodos de ampliação e redução de escala são: compasso de

10 Ultrapassado é sinônimo de superado. Porém, por motivos ainda existentes, seja pelo grau de acesso a recurso digital seja pelo poder da simplicidade didática, alguns métodos podem ser utilizados com ressalvas que se fizerem necessárias. Exemplo: Método das quadrículas ou do papel milimetrado (material ainda vendido em lojas do ramo).

divisão proporcional (compasso de redução), triângulos semelhantes, câmara clara, quadrículas, pantográfico, fotográfico e digital.

E apesar de ser o mais avançado, o método digital de alteração de escala apresenta limitações, o que tem ocasionado advertências aos usuários, bem como a contrapartida de solução. Como advertências, o seu usuário, ao lançar mão de procedimentos como “zoom mais”, “zoom menos” ou “ajustes” pode causar erros como visualização grosseira, coalescência, projeção adulterada, etc., pois, no meio digital a escala de visualização não depende da escala na qual a carta topográfica foi elaborada. Essa conserva suas bases, mesmo quando há ampliação e redução. Em suma, a qualidade das informações é vinculada àquela do mapa original (FITZ, 2008, p. 23 e 54; IBGE, 1999, p. 28; QUEIROZ FILHO, 2009, p. 57-59; VIANNA, 2010, p. 146).

Como solução, por via de gerenciamento de visualização de representações cartográficas,

A utilização de múltiplas escalas, entretanto, pode ser gerenciada por alguns mecanismos do meio digital. Alguns programas, particularmente os Sistemas de Informações Geográficas (SIG), possibilitam uma alternativa para visualizar dados de escalas distintas e evitar problemas de posicionamento e de densidade de informações. Conforme a ampliação ou a redução da carta, o usuário visualiza arquivos com escalas de representação distintas (QUEIROZ FILHO, 2009, p. 59).

À guisa de conclusão, escala cartográfica ou de mapa, por si só, revela-se um tema fabulosamente grande por oferecer elementos inesgotáveis de aprofundamentos, particularmente no âmbito da Geografia acadêmica, independentemente das suas modalidades de formação profissional, das suas áreas de concentração e das linhas ou escolas de pensamento. Portanto, podemos reforçar a ideia de concentração de estudos teóricos e/ou aplicados de escala. Embora esta seja um instrumental passível de algum grau de imperfeição em mensurações, permanece como base ou ponto de partida da representação cartográfica. Assim, escala revela-se estratégica para a Geografia a partir do momento que esta demanda a representação do seu objeto de estudo em diferentes dimensões para a sua leitura e análise. Neste contexto, os estudantes de graduação de Geografia precisam estar conscientes do caráter estratégico de escala, da necessidade de desenvolver habilidades com sua manipulação e, portanto, da possibilidade dessa aquisição por meio de seu empenho e de orientações docentes adequadas. Para isto, reunimos importantes contribuições de diferentes fontes, organizando uma sistematização de escala cartográfica linear para exposições mais eficazes em prol do ensino-aprendizagem desse assunto, visando a alternativas de superação de

dificuldades nesse aprendizado, contando com o sucesso da nossa campanha, refletido na conscientização e na motivação dos alunos das graduações em Geografia do IGDEMA/UFAL.