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DEBATT OG VEDTAK I STORTINGET

In document Om representant- forslag i Stortinget (sider 24-28)

Anexo I: Ácido Fosfórico Comercial Anexo II: Glicerina USP

Anexo III: Implementação do Novo Método de Análise do Ácido Fosfórico Anexo IV: Procedimentos Experimentais Realizados na Empresa

Anexo V: Observações Experimentais Realizadas Durante o Projeto Anexo VI: Procedimento Experimental Adotado na Empresa

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Anexo I: Ácido Fosfórico Comercial

i. Observações Experimentais

O parâmetro avaliado para a caracterização do ácido fosfórico comercial em questão foi a massa volúmica, cujos dados se encontram dispostos na Tabela I.1.

Tabela I.1: Dados obtidos durante a determinação da massa volúmica das amostras em estudo, ρH3PO4

mH3PO4/g Vsolução/mL ρH3PO4/(g/mL)

Líquido 41.2825 ± 0.0001 25 ± 0.04 1.6513 ± 0.0026

Descongelado 43.3191 ± 0.0001 25 ± 0.04 1.7328 ± 0.0028

A Tabela I.2 apresenta os dados que relacionam a massa volúmica de uma amostra de ácido fosfórico, com a pureza da amostra.

Tabela I.2: Relação entre a massa volúmica de uma amostra de ácido fosfórico e a sua pureza (Green & Perry,

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A Figura I.1 apresenta o diagrama de fases do ácido fosfórico, que relaciona a temperatura de congelação de um solução de ácido fosfórico, º C, com a concentração do ácido fosfórico, %.

Figura I.1: Diagrama de fases do ácido fosfórico (PotashCorp, 2015).

ii. Procedimento Experimental

o Massa Volúmica

 Material e equipamento:  Balança analítica;

71  Balão volumétrico;

 Funil;

 Pipeta de Pasteur.  Procedimento:

Coloca-se o balão volumétrico na balança e tara-se o seu peso. De seguida procede- -se à transferência do produto para o balão volumétrico, acertando o volume pelo menisco. O valor da massa medida deve ser anotado.

 Cálculos:

A massa volúmica de uma amostra é determinada através da Equação 18.

� =

Onde corresponde à massa da amostra pesada, corresponde ao volume do balão utilizado e � corresponde à massa volúmica da amostra.

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Anexo II: Glicerina USP

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ii. Procedimentos Experimentais

a) Massa Volúmica

Executar procedimento descrito no Anexo I. ii. a). b) Índice de Refração  Material e equipamento:  Refratómetro Abbe, 19.5 °C  Reagentes:  Álcool etílico  Procedimento:

Colocam-se as amostras no refratómetro, sendo que entre cada amostra este deve ser limpo com álcool etílico, e o valor do índice de refração anotado. Cada amostra deve ser analisada em triplicado.

c) Pureza  Material e equipamento:  Cromatógrafo para HPLC;  Balão volumétrico de 250 mL (± 0.15 mL);  Balança analítica (± 0.0001 g);  Pipeta de Pasteur;  Esguicho.  Procedimento:

Para cada amostra prepara-se uma solução de 10 g/L, pesando-se cerca de 2.5 g de cada amostra para cada balão de 250 mL e perfazendo o volume com água desmineralizada.

As amostras são injetadas, em triplicado, na coluna de HPLC e registam-se os valores correspondentes da área do pico de glicerol. Através da curva de calibração é

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possível descobrir o teor de glicerol em cada amostra.  Cálculos:

A concentração das soluções preparadas para análise determina-se através da Equação 19.

=

Onde, a m corresponde à massa da amostra pesada para preparar a solução e V corresponde ao volume da solução preparada.

Para determinar a concentração da amostra é necessário recorrer aos dados da amostra da glicerina original, como a sua concentração e a área do pico de glicerol correspondentes.

Assim sendo, através da Equação 20 é possível determinar a concentração da amostra.

= �

i i × i i

Onde, i i corresponde à concentração da amostra original medida no HPLC, � i i corresponde à área do pico do glicerol da amostra original e e � corresponde à concentração que se pretende conhecer e à área do pico da amostra de interesse, respetivamente.

Conhecido o valor da concentração da amostra de interesse, procede-se ao cálculo do teor de glicerol presente na amostra, através da Equação 21, onde, i corresponde à concentração da amostra determinada através da Equação 19 e i corresponde à concentração calculada através da Equação 20.

% = ii ×

Equação 20 Equação 19

75 Construção da curva de calibração

 Material e equipamento:  Balão volumétrico de 250 mL (± 0.15 mL);  Balão volumétrico de 50 mL (± 0.06 mL);  Pipeta de Pasteur;  Pipeta volumétrica de 20 mL (± 0.10 mL);  Pipeta graduada de 10 mL (± 0.02 mL);  Balança analítica (± 0.0001 g);  Esguicho.  Procedimento:

Prepara-se num balão volumétrico de 250 mL uma solução mãe de glicerina USP com uma concentração de 16 g/L e regista-se a sua concentração exata. De seguida, procede-se à preparação de 4 soluções-padrão de 20 %, 40 %, 60 % e 80 % a partir da solução-mãe, por diluição.

Cada uma das soluções preparadas é injetada na coluna e a área de cada pico apontada. A curva de calibração construída permite a determinação da concentração de glicerol em cada amostra.

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Anexo III: Implementação do Novo Método de Análise do Ácido Fosfórico

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ii. Procedimentos Experimentais

Padronização da solução de hidróxido de sódio 0.1 mol/L

Para a padronização da solução de NaOH utiliza-se biftalato de potássio, previamente seco durante 1 h a 2 h na estufa, a 110 °C. De seguida pesam-se duas amostras de biftalato entre 0.6 g e 0.7 g, com uma precisão de 0.0001 g e transfere-se cada uma das amostras para erlenmeyers de 250 mL, adicionando 25 mL (± 0.10 mL) de água desmineralizada. Agita-se com cuidado até o biftalato se encontrar completamente dissolvido.

De seguida, procede-se à titulação das soluções com a solução de NaOH 0.1 mol/L, usando-se duas gotas de fenolftaleína como indicador, até à viragem de incolor para cor-de- rosa claro transparente. Aponta-se o volume de titulante gasto e procede-se ao cálculo da concentração material da solução de NaOH.

 Cálculos:

A reação que ocorre entre o titulante, NaOH, e o padrão primário, o biftalato de potássio, que apresenta fórmula química C8H5KO4, é a seguinte:

NaOH + C8H KO → NaC8H KO + H O

Sabendo a massa de biftalato utilizado e a sua massa molar, 204.24 g/mol, determina- se a quantidade de matéria que corresponde ao biftalato utilizado, através da Equação 22:

C8H =

De seguida, procede-se ao cálculo da concentração material do titulante. Com recurso à equação da reação entre os dois compostos verifica-se que:

C8H = H

⇔ C8H = H × H

⇔ H= C8H

H

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a) Massa Volúmica

Executar o procedimento escrito no Anexo I. ii. a). b) Pureza  Materiais e equipamentos:  Pipeta volumétrica 20 mL (± 0.10 mL);  Balão volumétrico 250 mL (± 0.15 mL);  Erlenmeyer 250 mL;  Pipeta de Pasteur;  Esguicho;  Bureta 50 mL (± 0.05 mL);  Gobelé 100 mL;  Potenciómetro.  Reagentes e indicadores:

 Solução de hidróxido de sódio, NaOH 0.1 mol/L;  Biftalato de potássio;

 Indicador alaranjado de metilo;  Indicador timolftaleína.

 Alternativa 1:

Pesam-se 2 g da solução de ácido fosfórico comercial com uma precisão até 0.0001 g, transferindo-se quantitativamente para o balão volumétrico de 250 mL e perfazendo-se o volume com água desmineralizada. De seguida, transferem-se 25 mL da solução para um erlenmeyer de 250 mL e adicionam-se 4 gotas do indicador alaranjado de metilo. Posteriormente, procede-se à titulação da solução com a solução de NaOH 0.1 mol/L padronizada, até se verificar a viragem do indicador de vermelho transparente para cor-de-laranja claro transparente. Mede-se o valor do pH do titulado e quando se atingir um pH de 4.6, termina-se a titulação, anotando-se o volume de titulante gasto.

79 Adicionam-se 4 gotas do indicador timolftaleína ao meio e continua-se com a titulação, até se verificar a viragem do indicador de amarelo para azul e o valor do pH se verificar ser de 9.45. Apontam-se os valores do volume de titulante gasto e determina-se o teor de ácido fosfórico presente na amostra.

 Alternativa 2:

Pesam-se 2 g da solução de ácido fosfórico comercial com uma precisão até 0.0001 g, e transferem-se quantitativamente para o balão volumétrico de 250 mL, perfazendo.se o volume com água desmineralizada. De seguida, transferem-se 25 mL da solução para um erlenmeyer de 250 mL e adicionam-se 4 gotas do indicador alaranjado de metilo. Posteriormente, procede-se à titulação da solução com a solução de NaOH 0.1 mol/L padronizada, até se verificar a viragem do indicador de vermelho transparente para cor-de-laranja claro transparente, anotando-se o volume de titulante gasto na primeira titulação.

De seguida, adicionam-se 10 gotas do indicador fenolftaleína ao meio e continua-se com a titulação, até se verificar a viragem do indicador de alaranjado para cor-de-rosa. Apontam-se os valores do volume de titulante gasto e determina-se o teor de ácido fosfórico presente na amostra.

 Alternativa 3:

Pesam-se 2 g da solução de ácido fosfórico comercial com uma precisão até 0.0001 g, e transferem-se quantitativamente para o balão volumétrico de 250 mL, perfazendo.se o volume com água desmineralizada. De seguida, transferem-se 25 mL da solução para um erlenmeyer de 250 mL e adicionam-se 4 gotas do indicador timolftaleína. Posteriormente, procede-se à titulação da solução com a solução de NaOH 0.1 mol/L padronizada, até se verificar a viragem do indicador de incolor para azul claro transparente, anotando-se o volume de titulante gasto.

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 Cálculos:

As equações da reação entre o ácido fosfórico e o hidróxido de sódio na primeira e segunda titulação são as seguintes:

1ª titulação: H PO + NaOH → NaH PO + H O 2ª titulação: H PO + NaOH → Na HPO + H O

A concentração molar do titulado é determinada da seguinte forma, através da Equação 2:

i = H

⇔ i × i = H × H

⇔ i = H × H

i

Utilizando a i é possível determinar a concentração molar da amostra de ácido fosfórico:

H = i

⇔ H × H = i ×

⇔ H = i H × i

�H

Sabendo a concentração molar da amostra de ácido fosfórico, procede-se ao cálculo da concentração mássica da amostra:

H = H × H

Após a determinação da concentração mássica da amostra, determina-se o teor de ácido fosfórico presente na amostra, em percentagem, de ácido fosfórico comercial Equação 23

81 através da Equação 24:

% = �HH ×

Onde, H corresponde à concentração mássica, determinada a partir da Equação 23 e �H corresponde à massa volúmica da amostra de ácido fosfórico.

Para calcular a pureza da amostra através dos dados obtidos na segunda titulação e da titulação com timolftaleína realizam-se as etapas anteriormente descritas com a alteração na Equação 2, que apresenta a seguinte forma:

× i = H

Uma vez que se trata de uma reação ácido-base, onde as unidades de reação são os protões, a Equação 2 representa a 2.ª titulação o ácido fosfórico, onde este consegue doar 2 protões e o NaOH apenas consegue receber 1 protão.

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