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In document Unge uføres levekår (sider 7-10)

Para St uart Hall,

É precisament e porque as ident idades são const ruídas dent ro e não f ora do discurso que nós precisamos compreendê-las como produzidas em locais hist óricos e inst it ucionais específ icos, no int erior de f ormações e prát icas discursivas específ icas, por est rat égias e iniciat ivas específ icas. Além disso, elas emergem no int erior do j ogo de modalidades específ icas de poder e são, assim, mais o produt o da marcação da dif erença e da exclusão do que o signo de uma unidade idênt ica, nat uralment e const it uida, de uma “ ident idade” em seu signif icado t radicional – ist o é, uma mesmidade que t udo inclui, uma ident idade sem cost uras, int eiriça, sem dif erenciação int erna.256

Se a ident if icação do moviment o roqueiro se f ormava em t orno de um cont role, de uma const ant e revisão de quem pert encia ou não ao moviment o,

255

Alabarces. Op. cit. , p. 47. 256

a part ir de ideais em comum; esse moviment o se conf ormou durant e um governo milit ar cuj a ut ilização de t emas e símbolos nacionalist as serviram como f orma de mant er uma out ra coesão, a do “ ser nacional argent ino” . Em Sobr e a hi st ór i a, Eric Hobsbawm lembra a import ância da hist ória para a manut enção dessa ident if icação:

Ora, a hist ória é a mat éria-prima para as ideologias nacionalist as ou ét nicas ou f undament alist as, t al como as papoulas são a mat éria-prima para o vício da heroína. O passado é um element o essencial, t alvez o element o essencial nessas ideologias. Se não há nenhum passado sat isf at ório, sempre é possível invent á-lo. De f at o, na nat ureza das coisas não cost uma haver nenhum passado complet ament e sat isf at ório, porque o f enômeno que essas ideologias pret endem j ust if icar não é o ant igo ou et erno mas hist oricament e novo.257

Em A invenção das t radições, Hobsbawm af irma que “ o próprio apareciment o de moviment os que def endem a rest auração das t radições, sej am eles ‘ t radicionalist as’ ou não”258 é o indício de que houve uma rupt ura, uma alt eração que provoca a necessidade de se buscar o rest abeleciment o de uma ordem ant erior. Dest e modo, a invenção da t radição é a conf ormação de um:

Conj unt o de prát icas, normalment e reguladas por regras t ácit a ou abert ament e aceit as; t ais prát icas, de nat ureza rit ual ou simbólica, visam inculcar cert os valores e normas de comport ament o at ravés da repet ição, o que implica, aut omat icament e, uma cont inuidade em relação ao passado.259

Nest e caso, não havia melhor f igura do passado que não o general José de San Mart ín, um dos próceres da independência da Argent ina, Peru e Chile. As biograf ias sobre San Mart ín cont am que ele nasceu no ano de 1778, em solo argent ino, onde viveu at é 1786, quando viaj ou para Espanha para complet ar os est udos em Madri. Filho de um milit ar espanhol, San Mart ín seguiu a mesma

257

HOBSBAWM, Eric. Sobre história. São Paulo: Cia. das Let ras, 1998, p. 17. 258

HOBSBAWM, Eric & RANGER. A invenção das tradições. São Paulo: Paz e Terra, 2002, p. 16. 259

carreira, marcada em sua primeira f ase pelas lut as dos espanhóis cont ra as t ropas de Napoleão Bonapart e.

A lut a pela independência da América t eve início com a sua admissão em loj as maçônicas que discut iam o t ema. Em viagem à Inglat erra, int egrou a Loj a Laut aro, f ormada por lat ino-americanos empenhados na libert ação das colônias espanholas. Em 1812, j á t enent e-coronel aos 34 anos, chegou a Buenos Aires para se unir à lut a pela independência argent ina, conquist ada em nove de j ulho de 1816, na Província de Tucumán. Por sua campanha milit ar com vit órias decisivas em event os como o Combat e de San Lorenzo, San Mart ín é considerado o pai da pát ria argent ina e seus rest os mort ais f oram t ransladados da França, onde veio a f alecer em 1850, para a Cat edral de Buenos Aires em 1880.

Cent o e cinqüent a anos depois daquele nove de j ulho, coube ao general Juan Carlos Onganía a honra de comandar, como president e da República, os f est ej os programados para celebrar a declaração da independência argent ina. Onganía, que havia sido empossado nos últ imos dias de j unho, realizava assim o sonho de presidir uma comemoração que cont ou com um at o solene na Casa de Tucumán, local da hist órica declaração e a realização de missas como a da Cat edral de Tucumán. Em Buenos Aires, a programação cont ou ainda um event o de gala, no Teat ro Colón, com a apresent ação da coreograf ia de bal l et criado para Est ancia Opus 8, t ema considerado como uma aut ênt ica expressão da música nacional260, compost o por Albert o Ginast era, sob inf luência de obra de José Hernández, Mart ín Fierro, expressão máxima do homem gaúcho dos pampas argent inos.

Nest a época, Onganía acabava de assumir o comando do país, via golpe de Est ado, t ambém como uma espécie de herói, assim como os próceres da independência. Tudo graças à proj eção que t eve, como chef e da Guarnição do Corpo de Cavalaria do Campo de Mayo, na lut a pela legalidade cont ra uma f acção do Exércit o que crescia em t orno do president e José María Guido, inst it uído no cargo pelos próprios milit ares após a deposição do mandat ário Art uro Frondizi, dest it uído pelas Forças Armadas. Primeiro vice-president e do senado e f iliado ao part ido Unión Civica Radical (UCR), Guido se apresent ou

260

Cf . BUCH, Ernest o. The Bomarzo Affair – Ópera, perversión y dict adura. Buenos Aires: Adriana Hidalgo Edit ora, 2003.

para assumir o cargo que seguia vago ant e a indecisão ou a f alt a de consenso ent re os comandant es das Forças Armadas. José María Guido permaneceu no cargo por um ano e set e meses, período marcado, segundo o hist oriador Félix Luna, pela crescent e pressão sof rida pelo president e. Guido se viu cada vez mais obrigado a t rabalhar com minist ros e assessores de f ort e t endência ant iperonist a – os chamados goril as - por imposição de uma f acção do Exércit o, cada vez mais inclinada a promover um golpe dent ro do golpe, com a dest it uição de Guido.

A est a corrent e, se opôs uma out ra f acção, que se f ormou a part ir de vozes dissident es, de manif est os que quest ionavam os rumos do Exércit o, pronunciament os que provocaram a t ent at iva de uma reest rut uração nos quart éis de onde part iam essas vozes. Sob o comando de Onganía, a Guarnição do Corpo de Cavalaria do Campo de Mayo deu início a uma rebelião e assumiu, como f azia nas manobras de guerra, a cor azul como símbolo, deixando ao rival a cor vermelha. Est ava inst alado o conf lit o ent re Azuis e Vermelhos, que result ou na presença de t anques de guerra em pont os est rat égicos da cidade de Buenos Aires. Segundo relat a Luna, os Azuis ainda invest iram na divulgação dos ideais dos revolt osos:

Enquant o se maquinam t oda sort e de gest ões, os sublevados apoderam-se da t orre de t ransmissão de uma radiodif usora de Buenos Aires e começam a divulgar uma série de comunicados para esclarecer sua posição à opinião pública. Af irmam seu legalismo, apoio à aut oridade presidencial, repúdio a qualquer dit adura e a adesão a uma ampla saída eleit oral. “ Nós lut amos para que o povo vot e” , af irmava um daqueles comunicados, redigidos por alguns civis que compart ilhavam com os milit ares de Campo de Mayo aquelas j ornadas f ebris. Os comunicados – bem escrit os, int eligent ement e expost os – chegaram a 150, e o últ imo da série sint et izou a posição dos rebeldes no sent ido de “ mant er o at ual Poder Execut ivo e assegurar-lhe a suf icient e e necessária liberdade de ação. . . com o f im de concret izar, no menor t empo possível, a vigência da Const it uição” .261

Dest e modo, o conf lit o chegava às ruas, e os Azuis ganhavam a simpat ia da opinião pública a part ir de uma campanha cent rada na idéia de ordem e legalidade e na imagem de um coraj oso Onganía, que ganhava proj eção

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popular. Enquant o isso, Aeronáut ica e Marinha declaravam neut ralidade, apesar do reconhecido goril ismo da segunda. A popularidade dos Azuis provocou a suspensão da ordem que previa a t roca de comandos em f ocos revolt osos. E a vit ória da f acção f oi selada com a nomeação de Onganía como comandant e-em-chef e das Forças Armadas. Um comandant e que, de acordo com Luna, serviu de inspiração para a t orcida do Boca Juniors, que animava o t ime com os versos: “ ¡Melones! ¡Sandías! ¡A Boca no lo paran ni los t anques de Onganía!”262. No livro Yo f ui t est igo - Azul es y Col orados, Juan Carlos Cernadas Lamadrid e Ricardo Halac af irmam que:

La "popularidad" de Onganía en un primer moment o se debe a dos razones conexas. La primera es una caract eríst ica psicosocial: la necesidad de encont rar líderes que asuman los valores morales y espirit uales de un pueblo. La dest reza, el valor, la f uerza, la capacidad t áct ica son valores arraigados en el pueblo, que busca y encuent ra sus ídolos f undament alment e en dos campos: el deport ivo y el milit ar. En ambos se desencadena una lucha ent re dos bandos, lo que hace f ácil t omar la det erminación de est ar de un lado o del ot ro, cosa que no siempre sucede en la realidad, en la que se t ransit a, casi t oda la vida, por los mat ices.

Además de est a caract eríst ica común a t odos los pueblos - al menos los occident ales y "crist ianos" -, en una sociedad alt ament e milit arizada como la Argent ina, que desde 1943 a 1958 vivió o en una dict adura milit ar o gobernada por un líder de ese origen y los ot ros cuat ro años que la separan del moment o que est amos viendo, t uvo un gobierno civil que soport ó graves presiones de est e sect or, no es raro que part e del pueblo, dirigent es polít icos, e inclusive algunos dirigent es sindicales, pusieran sus oj os en las Fuerzas Armadas como si f ueran una especie de "semillero" donde se podía encont rar con f acilidad un "líder".263

Dest e modo, Onganía assumiu a presidência da Argent ina em 1966 com a popularidade de um líder dot ado de “ espírit o de lut a e coragem pessoal”264, e com valores morais provindos do crist ianismo, como relat a o hist oriador Robert Pot ash:

Onganía era uno de los of iciales argent inos que había est ado part icipando de ret iros religiosos conocidos como “ Cursos de Crist iandad” . Int roducido en la Argent ina por sacerdot es españoles, el “ cursillismo” subrayaba la relación de la doct rina crist iana con los desaf íos de la vida cont emporánea.265

262

Idem. Ibidem, p. 148. 263

CERNADAS LAMADRID, Juan Carlos & HALAC, Ricardo. Yo fui testigo - Azules y colorados. Buenos Aires: Edit orial Perf il, 1986, f ragment o disponível em www. magicasruinas. com. ar/ revdest o058e. ht m.

264

Luna. Op. cit. , p. 148. 265

Valores que est avam present es na At a da Revolução Argent ina, a cart a de princípios do governo milit ar de Onganía, que f oi complement ada com t rês anexos: Mensagem da Junt a Revolucionária ao povo argent ino; Est at ut o da Revolução Argent ina; e Obj et ivos polít icos – Fins da Revolução. Nest e últ imo anexo266, apresent ava-se ent re os obj et ivos gerais o de “ consolidar los valores espirit uales y morales” do cidadão argent ino. Uma preocupação que t ambém est ava present e na redação de document os como o de Pl aneament o y desar ol l o de l a acci ón del Gobi er no, que demonst rava o int eresse do governo em promover a “ unidad espirit ual y la consolidación moral” dos argent inos267.

Mas a popularidade com que cont ava Onganía no moment o de sua posse não durou muit o. Como relat a o capít ulo 2, a imagem do milit ar começou a ser arranhada com a repressão desat ada na Universidad de Buenos Aires cont ra prof essores e alunos que prot est avam no campus da universidade. Três anos mais t arde, a repressão mais uma vez cont ra est udant es result ou em puebl adas, manif est ações que ult rapassaram o âmbit o est udant il em cidades como Córdoba e Rosário.

Para o sociólogo Guillermo O’ Donnell, o uso da repressão evidencia uma das caract eríst icas do que ele chama de um “ Est ado burocrát ico-aut orit ário” , que visa int erf erir de “ modo cirúrgico” em uma realidade, para ext irpar aquilo que considera uma “ enf ermidade” . Nest e cont ext o, O’ Donnell af irma que é uma caract eríst ica própria do “ Est ado burocrát ico-aut orit ário” , como de Onganía e seus dois sucessores, a supressão da part icipação popular e, conseqüent ement e, da cidadania:

Es um sist ema de exclusión polít ica de un sect or popular ant es act ivado, al que somet e a severos cont roles t endient es a eliminar su previa presencia en la escena polít ica, así como a dest ruir o capt urar los recursos (en especial los crist alizados en organizaciones de clase y movimient os polít icos) que sust ent aban dicha act ivación. Est a exclusión, además, est á orient ada por la det erminación de imponer un part icular t ipo de orden en la sociedad y viabilizarlo hacia el f ut uro, como condición necesaria para consolidar la dominación social que garant iza y para,

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Act a-Anexo 3:Obj et ivos polít icos – Fines de la Revolución. Obj et ivos generales. In: Bolet ín of icial de la República Argent ina. Buenos Aires: Presidencia de la Nación, edição de 19 de j ulho de 1966.

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después de lograda la normalización de la economía, ret omar un crecimient o económico f uert ement e int ernacionalizant e y sesgador de la dist ribución general de recursos.268

Segundo O’ Donnell, uma exclusão que visa a const rução de um novo cenário, proj et ado para o f ut uro:

Dicha exclusión es considerada condición necesaria para rest aurar el cuerpo de la nación, organismo con part es enf ermas al que, por su proprio bien, se le debe pract icar la cirurgía de por lo menos aquella exclusión. Est o, claro est á, ent raña redef inir el ámbit o de la nación, al que no pueden pert enecer ni los agent es de su enf ermidad ni las part es que han logrado cont agiar. Ellas son el enemigo, int erno al cuerpo de la nación, el “ no-nosot ros” de la nueva y saludable nación que se proyect a const ruir desde las inst it uciones del BA. Cuando desde ellas se habla de la nación, el ref erent e ment ado se ha encogido, por la propia lógica del discurso, a un “ nosot ros” menos comprensivo que el habit ual al que sólo se podría pert enecer a t ravés de coincidir en el proyect o socialment e armonioso y t ecnocrát ico de la f ut ura nación.269

Uma operação que visa, de acordo com o sociólogo, ext irpar uma enf ermidade - o comunismo, o peronismo, o sindicalismo - a part ir de uma int ervenção realizada por agent es ext ernos, os milit ares inst alados no poder via golpe de Est ado. Dest e modo, a redução do “ nós” possibilit a a execução dos planos de normalização da economia ao suprimir ou reduzir as vias legais de cont est ação, para assim e segundo O’ Donnell, promover o f ort aleciment o do sist ema capit alist a, ameaçado pelas “ enf ermidades” . Por out ro lado, o sociólogo af irma que a redução do “ nós” e dos canais de mediação t em seus ef eit os colat erais:

Pero dicha eliminación suprime las mediaciones que t ransponen, parcial pero ef ect ivament e, la cot idianidad de la sociedad civil al plano de lo público, a la elaboración de ident idades colect ivas del suj et o social em t ant o miembro de la nación, en t ant o ciudadano y event ualment e en t ant o pueblo. Ant e el vacío así creado, las inst it uciones del BA insist en con una sat uración de la simbología pat riót ica y marcial de la nación.270

268

O’ Donnell. Op. cit. , p. 75. 269

Idem. Ibidem, p. 77. 270

De acordo com a análise de O’ Donnell, est a é a explicação para a valorização aos símbolos da pát ria argent ina, como a bandeira nacional, e a hist ória do país que, para o sociólogo Juan Cruz Esquivel, era uma hist ória cont ada a part ir de uma releit ura f eit a pela Igrej a Cat ólica. Em Os bispos e a pol ít i ca na Ar gent i na: a Igr ej a Cat ól i ca nos t empos de Al f onsín e Menem, Cruz Esquivel narra a t raj et ória da inst it uição que se apresent ava, nos anos 1960, dividida ent re duas corrent es, uma f ormada pela hierarquia t radicional e uma out ra, surgida a part ir de uma renovação de gerações, compromet ida com o t rabalho social em f avelas e bairros pobres, as vil l as miserias.

Como vimos no capít ulo 2, est a últ ima f acção acabou por se aproximar do peronismo, t ido ent ão como um moviment o capaz de produzir as mudanças necessárias para melhorar a condição de vida de uma parcela da sociedade que at é ent ão a Igrej a Cat ólica, at é mesmo quando os assist ia mat erialment e, t inha soment e a preocupação de evangelizar.

Enquant o est a corrent e de assumido compromisso social se reunia em t orno de organismos como o Movimient o dos Sacerdot es para el Tercer Mundo, impulsionado em grande part e pelo papado de João XVIII e pela int erpret ação que esses sacerdot es f izeram do Concílio Vat icano II, a corrent e t radicional invest ia, t ambém a part ir da leit ura que realizara do mesmo document o, na evangelização e em uma campanha para o desenvolviment o de moviment os leigos, assim como f oi f eit o t rint a anos ant es, durant e a chamada “ década inf ame” .

Foi nest a época, nos anos 1930, que a Igrej a Cat ólica conseguiu ret omar o espaço perdido durant e os quase quinze anos em que a Unión Civica Radical permaneceu no comando do país, com a primeira presidência de Hipólit o Yrigoyen ent re os anos de 1916 e 1922; o governo de Marcelo T. Alvear de 1922 a 1928; e o segundo mandat o de Yrigoyen, int errompido em 1930 pelo golpe de Est ado que deu início a uma série de manobras inst it ucionais, de f raudes eleit orais que marcaram o período como a “ década inf ame” . Nest e cenário, a Igrej a Cat ólica seguiu seu processo de recrist ianização, baseado em uma campanha para a f undação de moviment os leigos, como Asociación Cat ólica Argent ina, a ACA, criada em 1931 a part ir da j unção das ligas de Damas Cat ólicas e da Juvent ud Feminina Cat ólica, da

Associación de Hombres Cat ólicos e da Federación de la Juvent ud Cat ólica271. Segundo Cruz Esquivel,

A Igrej a propôs uma releit ura da hist ória argent ina, reaf irmou sua import ância

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