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4. Research Methodology

4.4. Data Collection

O diagnóstico de gestação foi realizado no dia 48 do experimento (27 dias após a data da retirada dos touros) por ultra-sonografia, utilizando um aparelho Aloka, modelo SSD-500, com transdutor retal linear de 7,5 MHz.

No dia do diagnóstico de gestação foi realizada a pesagem final, sendo 398,22 ± 46,94 e 406,00 ± 44,38 kg, os pesos médios para os tratamentos de maior e menor densidade nutricional, respectivamente. O peso médio inicial e o peso médio final dos animais foram utilizados para a realização do cálculo do ganho de peso médio diário durante todo o período de confinamento.

2.6. Análise Estatística

A taxa de concepção foi analisada por regressão logística pelos procedimentos LOGISTIC do SAS [10].

Foram incluídas no modelo as variáveis: tratamento, fase e a interação fase x tratamento. Ganho de peso médio diário (GMD) em quilogramas e ECC foram incluídos como co-variáveis. A homocedasticidade foi avaliada pelo teste de BROWN & FORSYTHE.

3. Resultados

Em ambos os tratamentos (maior e menor densidade nutricional), 67 animais foram observadas em cio, e somente esses foram mantidos para avaliação da taxa de concepção por ultra-sonografia no dia 48 do experimento (Figura 1). Foi observada tendência (P = 0,077) de efeito de tratamento na taxa de concepção, sendo diagnosticados como gestantes 44 animais no tratamento com maior densidade (67,57%) e 51 animais no tratamento com menor densidade nutricional da dieta (76,1%).

Não foi detectado o efeito de fase, bem como o da interação fase x tratamento (P > 0,10) na taxa de concepção. Na fase 1, 16 de 30 animais ficaram gestantes (53,3%) no tratamento de maior densidade e, 24 de 31 animais (77,4%) no de menor densidade. Na fase 2, os animais que receberam dieta com maior densidade nutricional apresentaram taxa de concepção de 75,7% (28 de 37), e de 75,0% (27 de 36) nos de dieta com menor densidade nutricional (Tabela 3).

O GMD não diferiu entre os tratamentos, e as vacas que apresentaram maior ganho de peso apresentaram efeito linear positivo na taxa de concepção (P < 0,05) independente de densidade nutricional da dieta (Figura 2).

Não foi detectado o efeito de condição corporal (P > 0,10) na taxa de concepção.

4. Discussão

A taxa de concepção observada nos animais que receberam dieta com maior densidade nutricional (65,7%) apresentou tendência de ser menor (P=0,077) que nos animais que receberam dieta com menor densidade nutricional (76,1%). Esta menor taxa de concepção pode estar relacionada à menor concentração de progesterona devido ao seu maior metabolismo [11, 12, 13], que influencia negativamente o desenvolvimento [14, 15] e a sobrevivência do embrião [16, 17, 18].

É importante observar que a menor concepção do grupo com maior densidade foi devida a menor concepção durante a fase 1 (Tabela 3), animais que foram cobertos entre 38 e 48 dias antes do diagnostico de gestação. Esses resultados sugerem que existem outros fatores associados à concepção em vacas consumindo maiores quantidades de concentrado, como o tempo de exposição e a densidade da dieta oferecida, bem como a possível ocorrência de distúrbios metabólicos sub-clínicos nestes animais. Possivelmente, a maior influência desses fatores seria após o ato da monta ou inseminação artificial, já que a taxa de concepção durante a fase 2 foi numericamente semelhante entre os tratamentos (75,7% maior densidade vs 75,0 % menor densidade).

As concentrações de FDN e CNE nas dietas com maior e menor densidade nutricional foram de 43,9 e 35,5 % vs 50,1 e 28,8%, respectivamente. Aumento da densidade da dieta aumenta a produção total de AGVs e a porcentagem de ácido propiônico [19].

Após a absorção no rúmen, o ácido propiônico é utilizado pelo fígado para a síntese de glicose (gliconeogênese), podendo originar em torno de 75%

da glicose liberada pelo fígado dos ruminantes. Outros precursores de glicose hepática são os aminoácidos, o lactato, e o glicerol [20]. O fígado é responsável por 85 a 90% da produção total de glicose do organismo [20].

Em ovelhas, Parr et al. [12] avaliaram o efeito de diferentes níveis de ingestão da dieta (mesma dieta) na taxa de passagem de sangue pelo fígado e, na concentração de progesterona e verificaram que animais que receberam maior quantidade de alimento apresentaram menor concentração de progesterona, devido ao aumento do fluxo sanguíneo para fígado, associado à alta eficiência do fígado em metabolizar progesterona (96%). Os níveis fornecidos foram: metade dos requisitos nutricionais de mantença, os níveis para atingir a mantença e duas vezes os requisitos nutricionais de mantença. Dados semelhantes foram observados em vacas Holandesas (secas e em lactação) por Sangsritavong et al. [13], verificando que vacas ao receberem diferentes quantidades de matéria seca apresentaram alteração no fluxo sanguíneo para o fígado, o qual aumentou imediatamente após a alimentação, atingindo o maior aumento duas horas após o fornecimento. Em vacas lactantes recebendo 2,2 vezes os requisitos nutricionais para mantença (2,2 M), o fluxo sanguíneo foi de 2017 litros/h, com 1,5 M, foi de 1871 litros/h, com 0,5 M foi de 1765 litros/h e em vacas não alimentadas (0 M), o fluxo sangüíneo foi de 1527 litros/h. Os autores concluíram que vacas com maior ingestão de matéria seca apresentam maior fluxo sanguíneo. O maior fluxo sanguíneo proporcionou maior taxa de metabolização de progesterona no fígado e menor concentração circulante desse hormônio, e a menor concentração foi

observada três horas após a alimentação (2,2 M = 1,96 ng/ml; 1,5 M = 1,95 ng/ml; 0,5 M = 2,35 ng/ml e 0 M = 2,58 ng/ml).

Em estudos no Brasil, Santos [21] trabalhando com vacas holandesas não lactantes com progesterona exógena (dispositivo intravaginal de progesterona) ou endógena (presença de corpo lúteo), mantidas em pastagem e recebendo quantidades diferentes de concentrado, em dois fornecimentos diários, observou que, as que recebiam oito quilogramas de concentrado por dia, apresentaram menor concentração plasmática de progesterona 4 e 12 horas após a ingestão do mesmo, do que aquelas que receberam dois quilogramas. Segundo Pescara et al. [22], vacas lactantes da raça brangus em pastejo, consumindo seis quilogramas de milho triturado uma vez ao dia, apresentaram concentrações plasmáticas de progesterona, no dia 7 após a inseminação artificial, inferior (P<0,05; 1,3 ± 0,1 ng/ml) àquelas que consumiram dois quilogramas (1,7 ± 0,1 ng/ml). Esses resultados estão de acordo com Rabiee et al. [23], que observaram diminuição na concentração de progesterona em vacas com alta ingestão de alimento, com Hommeida et al. [24], que também observaram que aumento da ingestão de matéria seca reduziu as concentrações de progesterona em vacas holandesas lactantes e com Vasconcelos et al. [25], que observaram diminuição na concentração de progesterona após ingestão de alimento. Segundo este autor, fornecendo a dieta 4 vezes em um período de 24 horas, sendo 25% desta a cada 6 horas de intervalo, não observou diminuição na concentração plasmática de progesterona. No presente experimento, o fornecimento foi realizado em 4 etapas, porém em um intervalo de 10 horas, desta forma, apesar de não

mensurado, acredita-se que a concentração plasmática de progesterona foi menor nos animais consumindo a dieta com maior densidade nutricional que nos animais consumindo a dieta com menor densidade nutricional.

Estes dados em conjunto mostram que, independente de espécie (vacas e ovelhas) ou raça (de leite ou corte), aumentando a ingestão de alimento e/ou quantidade de concentrado, ocorre diminuição na quantidade de progesterona circulante devido aumento do fluxo sanguíneo para o fígado.

A dieta com maior densidade não apresentou, em relação à dieta de menor densidade, grande alteração no FDN total devido à composição bromatológica dos ingredientes que compuseram o concentrado (caroço de algodão e arroz integral triturado), os quais apresentam alta quantidade de FDN, porém com baixa efetividade. A quantidade de FDN proveniente da forragem foi quinze pontos percentuais inferior na dieta com maior densidade nutricional, 19,03% vs 34,17% (Tabela 2).

O FDN da forragem é importante para manter a ruminação, e esse deve apresentar efetividade física, ou seja, tamanho de partículas capazes de estimular a ruminação. Segundo Owens et al. [26] a dieta deveria conter teor mínimo de FDN de 25 a 30%, em relação à matéria seca total, sendo 75% desse proveniente de forragem, ou seja, a forragem deveria fornecer no mínimo 18,8 a 22,5% do FDN total fornecido pela dieta. Desta forma, os animais recebendo a dieta com maior densidade nutricional estavam no limite de FDN oriundo de forragem (19,03%), com grande possibilidade de apresentarem distúrbio metabólico (acidose ruminal). Quatro animais do tratamento com maior densidade nutricional da dieta foram retirados do

experimento durante a fase 1 do período de monta por diminuírem drasticamente a ingestão de alimento (Figura 1), e apresentarem diarréias com sinais característicos de acidose ruminal. Apesar de não detalhado neste estudo, as fezes dos animais dos diferentes tratamentos apresentaram grande diferença. Algumas características foram observadas no grupo de animais que receberam a dieta com maior densidade como, grande variação de consistência entre as fezes dos animais, presença de espumas, bolhas de gases e aumento do tamanho de partículas presentes, sinais característicos de acidose sub-clínica [27]. Estes sinais foram observados principalmente durante a fase 1 do período de monta, sendo que ao final da fase 2, as fezes dos animais dos dois tratamentos mostraram-se bastante semelhantes.

Não foi observada diferença no GMD (P > 0,10) entre os tratamentos, sendo 1,42 ± 0,50 e 1,34 ± 0,44 kg para o tratamento com maior e menor densidade, respectivamente. A distribuição de ganho de peso entre os grupos foi semelhante (teste de homocedasticidade - BROWN & FORSYTHE [10]).

Trabalhando com animais nelores em confinamento com diferentes relações volumoso:concentrado (100:0, 80:20, 60:40 e 40:60), Feijó et al. [28] observaram maior GMD quando forneceu dieta com relação 60:40 (0,882, 1,153, 1,351 e 1,270 kg, respectivamente), enquanto que em animais ½ sangue (Nelore x Pardo Suíço) a resposta foi crescente, ou seja, o maior GMD observado foi com a relação 40:60 (0,868, 1,009, 1,274 e 1,358 kg, respectivamente). Estes dados sugerem que a inclusão de maiores quantidades de concentrado na dieta de animais da raça nelore não reflete em maior ganho de peso.

O GMD observado foi 2,2% superior no tratamento com maior densidade (1,42 kg) e 27,6% no tratamento com menor densidade (1,34 kg) ao estimado pelo NRC [9] (1,39 vs. 1,05 kg, respectivamente). Este maior GMD observado no tratamento com menor densidade nutricional da dieta pode estar relacionado com ganho compensatório. Este ganho compensatório pode não ter sido observado no tratamento com maior densidade nutricional, pela possível ocorrência de acidose sub-clínica em alguns animais, o que pode ter influenciado negativamente o GMD, pois animais com acidose sub-clínica apresentam menor consumo de alimento e desempenho, mas podem não parecer doentes [26].

As vacas que apresentaram maior ganho de peso apresentaram maiores taxas de concepção independente de tratamento, sugerindo que estes animais poderiam estar com melhor saúde ruminal (mais adaptados ao aumento da densidade nutricional da dieta). Estes dados estão de acordo com Peters e Pursley [29], que observaram que vacas com produção de leite superior à média do rebanho, apresentaram maior taxa de concepção que vacas com produção de leite inferior à média, pois vacas que produzem grandes volumes de leite apresentam menor incidência de problemas de saúde.

É conhecido que fatores nutricionais como o balanço energético negativo [30, 31, 32] e altas quantidades de proteína bruta na dieta [33], influenciam negativamente a reprodução de vacas de leite de alta produção, porém não encontramos trabalhos que relacionam a ocorrência de acidose sub-clínica e suas possíveis conseqüências na reprodução. São limitadas as informações sobre acidose ruminal sub-clínica devido à dificuldade de diagnosticar a

ocorrência desse distúrbio [34]. Mais atenção deveria ser dada a esse fator, pois para atingir altas produções de leite, altas quantidades de grãos são adicionadas às dietas, tornando mais propensa a ocorrência desse problema metabólico. Oetzel et al. [35] encontraram incidência de 20,1% de acidose sub- clínica em vacas entre 1 e 120 dias em lactação, em fazenda comercial de gado de leite do estado de Wisconcin, nos Estados Unidos.

Estudos sugerem diferentes momentos para falha da gestação e fatores associados. Sartori et al. [36] verificaram que embriões de vacas lactantes apresentam qualidade inferior que novilhas e vacas não lactantes 5 dias após a fertilização, no verão e inverno, respectivamente, possivelmente devido à alta ingestão de matéria seca e efeito deletério do estresse térmico associados à produção de leite durante o verão. Quanto maior a concentração sérica de progesterona no dia 7 após o estro, maior foi a probabilidade de concepção no dia 25 após a inseminação artificial, enquanto que nos animais que receberam embrião, não houve efeito na concentração sérica de progesterona na probabilidade de concepção, sugerindo a importância da concentração de progesterona nos primeiros sete dias [37]. Binelli et al. [38] sugerem que o período crítico para a manutenção da gestação é entre os dias 15 e 17 após o estro. Nesse período o bloqueio da luteólise é dependente da habilidade do concepto em produzir os sinais antiluteolíticos, para inibir a produção de prostaglandina, mantendo o corpo lúteo e, consequentemente, a gestação. Chagas e Silva et al. [29] avaliando a relação entre a concentração plasmática de progesterona e a sobrevivência do embrião, consideraram gestantes as receptoras que apresentavam concentração plasmática de progesterona no dia

0 menor que 1 ng/ml, no dia 7 após o estro, maior ou igual a 1 ng/ml e no dia 21, maior ou igual 2 ng/ml. Os animais foram posteriormente diagnosticados por palpação retal ou ultrasson com 45-60 dias de gestação. As concentrações plasmáticas de progesterona no dia 21 foram significativamente (P < 0,001) maiores nas receptoras gestantes (6,00 ± 0,17 ng/ml) nos dia 45-60, que naquelas pressupostas como gestantes no dia 21 mais diagnosticadas como vazias (4,79 ± 0,23 ng/ml) aos 45-60 dias de gestação, e os autores sugerem que a morte do embrião pode ocorrer após o dia 21. Lopes-Gatius et al. [39] avaliaram a morte fetal precoce (42 dias após a fertilização) em três rebanhos comerciais de gado de leite na Espanha, em um período de 2,5 anos. Os animais foram diagnosticados por ultra-sonografia entre 36 e 42 dias após a inseminação artificial, e as vacas gestantes foram divididas aleatoriamente em dois tratamentos: T1 = Controle (vacas não tratadas, n = 549) e T2 = Vacas tratadas (n = 549) com dispositivo intravaginal de progesterona (PRID). O PRID foi mantido nos animais por 28 dias e as vacas foram submetidas à palpação retal com 90 dias de gestação para outro diagnóstico de gestação. Foi observada diferença (P<0,0001) entre os tratamentos, sendo 12% (66/549) a perda de gestação no T1 e 5,3 % (29/549) no T2. Os autores concluíram que a suplementação intravaginal com progesterona apresenta potencial para reduzir a incidência de perda de gestação no período fetal inicial. Estes dados em conjunto mostram que falha de gestação pode ocorrer devido a vários fatores e em diferentes momentos.

Resultados deste experimento sugerem que as falhas de concepção nos animais que receberam a dieta com maior densidade nutricional podem ter

ocorrido pela menor concentração plasmática de progesterona tardia e/ou pela possível ocorrência de acidose ruminal sub-clínica durante a fase 1 do período de monta, porém o delineamento deste experimento não permite identificar se estes fatores atuam isoladamente ou em conjunto.

5. Conclusões

Animais que receberam dieta com maior densidade nutricional apresentaram menor concepção.

Tabela 1. Composição da dieta oferecida para o tratamento com maior e menor densidade nutricional, com base na matéria seca total

Ingredientes Maior Densidade

Nutricional (%)

Menor Densidade Nutricional (%)a

Silagem de Sorgo 33,51 60,15

Sorgo Integral Triturado 30,61 14,15

Arroz Integral Triturado 19,02 14,49

Caroço de Algodão 13,94 8,96

Núcleo Mineral 2,92 2,25

Tabela 2. Composição bromatológica estimada da dieta para cada tratamento (com base na matéria seca total), ganho médio diário esperado e relação volumoso:concentrado

Tratamentos Porcentagem na Matéria

Seca Total (%) Maior Densidade

Nutricional Menor Densidade Nutricional Mas 54,37 41,46 NDTb 68,95 65,53 PBc 11,62 9,87 EEd 5,97 4,98 FDN Totale 43,85 50,11 FDN da Forragemf 19,03 34,17 FDN do Concentradog 24,82 15,94 CNEh 35,50 28,80 GMD Esperadoi 1,39 1,05 Relação Volumoso:ConcentradoJ 34:66 60:40

MSa: Matéria Seca; NDTb: Nutrientes Digestíveis Totais; PBc: Proteína Bruta; EEd: Extrato Etério; FDN Totale: Fibra em Detergente Neutro Total da Dieta; FDN da Forragemf: Porcentagem de FDN Total proveniente da forragem; FDN

do Concentradog: Porcentagem de FDN Total proveniente do concentrado; CNEh: Carboidrato Não-Estrutural; GMD Esperadoi: Ganho médio esperado,

segundo o nível 2 do NRC 1996; Relação Volumoso:ConcentradoJ: Proporção entre volumoso e concentrado da dieta.

Tabela 3. Taxa de concepção por tratamento e fase da monta (número de vacas gestantes/número de animais cobertos).

Taxa de concepção, % (gestantes/total) Tratamento

Fase 1* Fase 2** Total***

Maior Densidade Nutricional 53,3 (16/30) 75,7 (28/37) 65,7 (44/67) a Menor Densidade Nutricional 77,4 (24/31) 75,0 (27/36) 76,1 (51/67) b

a,bValores seguidos por letras diferentes na mesma coluna diferem entre si

(P=0,077).

*Fase 1 = Dia 0 ao dia 10 do período de monta (38 a 48 dias de monta no momento do diagnóstico de gestação);

**Fase 2 = Dia 11 ao dia 21 do período de monta (27 a 37 dias de monta no momento do diagnóstico de gestação);

***Total = Taxa de concepção por tratamento.

Fase 1b

Fase 2c

Dia -15 Dia 0 Dia 10 Dia 21 Dia 48 ↓ 15 dias ↓ 22 dias ↓ 27 dias ↓ Período de Adaptação Período de Monta Período Pós Monta

- Avaliação - Mudança na dieta - Retirada dos Touros - DGd

Iniciala - Entrada dos Touros

Figura 1. Representação esquemática do cronograma do experimento.

aDiagnóstico de gestação por palpação retal para seleção de vacas não-

gestantes, pesagem inicial e avaliação de escore de condição corporal, com escala de 1 a 5 [8];

bFase 1 = Dia 0 ao dia 10 do período de monta (38 a 48 dias de monta no

momento do diagnóstico de gestação);

cFase 2 = Dia 11 ao dia 21 do período de monta (27 a 37 dias de monta no

momento do diagnóstico de gestação);

0 20 40 60 80 100 120 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6 1.8 2 2.2 2.4 2.6 2.8 GMD (kg) C onc epç ão ( % )

Maior densidade nutricional Menor densidade nutricional

Figura 2. Projeção da taxa de concepção para a dieta com alta e baixa densidade nutricional, de acordo com o ganho de peso médio diário (GMD) ajustado.

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