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Danmark: Tegnkom og DNTMs fjerntolkeprosjekt

In document Kostnader og nyttevirkninger (sider 42-52)

Del I Telekommunikasjonstjenester for funksjonshemmede i Norge, Sverige og Danmark

2.3 Bildetolktjenestene

2.3.2 Danmark: Tegnkom og DNTMs fjerntolkeprosjekt

Carmona (2009, p. 19) apresenta quatro medidores de risco de performance de carteiras: “1- Índice de Treynor; 2-Índice de Sharpe; 3-Índice de Modigliani-Modigliani (M&M) e; 4-Índice de Sor- tino”.

A seguir serão detalhados os conceitos referentes a cada um desses quatro indicadores e em seguida apresentam-se as fórmulas correspondentes.

Carmona (2009, p.191) afirma que o “Índice de Treynor foi o primeiro capaz de medir a per-

formance da carteira que inclui o risco dela. Ele postulou dois componentes de risco: 1-Risco produzi-

do pela flutuação geral do mercado e; 2-Risco único da variação dos ativos da carteira.”

Para identificar o risco de flutuação do mercado ele (Treynor) introduziu a linha característica, que define a relação entre a taxa de retorno da carteira e a taxa de retorno da carteira de mercado. Ele notou que a inclinação dessa linha media a volatilidade relativa do retorno da carteira em relação ao retorno do mercado. Essa inclinação é chamada de coeficiente beta. (CARMONA, 2009, p.192).

Treynor ainda exclui do retorno observado da carteira o retorno que poderia ter sido obtido no período ao se aplicar os recursos num investimento livre de risco. No Brasil a taxa SELIC pode ser utilizada como a taxa livre de risco, pois representa a taxa utilizada para negociação dos títulos públi- cos federais de curto prazo.

Desta forma, o retorno líquido (após descontar o retorno livre de risco) é dividido pelo beta.

“Em uma carteira completamente diversificada, os retornos específicos de ações indi- viduais seriam anulados. Sua medida de desempenho ajustado ao risco (Treynor) pre- ocupa-se com o risco não-diversificável da carteira, que também conhecemos como risco de mercado ou sistemático e é medido pelo beta” (REILLY & NORTON, 2008, p.520-521).

Por sua vez, o Índice de Sharpe é uma medida de seleção. Conforme apresentado por RISK- METRICS GROUP (1999), “o Índice de Sharpe mede o retorno de um ativo acima da taxa de juros livre de risco, dividido pelo risco do ativo, ou seja, seu desvio-padrão”.

Leismann (2002, p.59) mostra a utilização desse indicador para “ponderar o retorno obtido pelo risco do ativo ou da carteira”.

Gitman (2006, p.204) mostra que “quando o modelo CAPM é representado graficamente, rece- be o nome de Linha de Mercado de Títulos (SML).”

Reilly & Norton (2008, p. 519) corroboram afirmando que “Sharpe propôs uma medida para avaliar o desempenho de carteiras seguindo de perto seu trabalho sobre o modelo de precificação de ativos (CAPM), lidando especificamente com a linha de mercado de capitais (CML)”.

O Índice de Modigliani-Modigliani (M&M) é um indicador de eficiência de investimentos que também considera a relação entre os retornos e o risco. Carmona (2009, p. 195) afirma que “a sua ca- racterística principal é a comparação do desempenho da carteira que se está avaliando com os resulta- dos apresentados pela carteira de mercado”. Nesta pesquisa, considera-se a carteira de mercado os re- sultados obtidos pelo IBOVESPA, que representa as ações do mercado acionário brasileiro com maior liquidez.

Ao retratar a carteira de mercado, Berk & Demarzo (2009, p. 396) afirmam que “é definida como a oferta total de títulos, as proporções devem corresponder exatamente às proporção do mercado total que cada título representa”.

Carmona (2009, p. 195) mostra que o índice de Modigliani é dividido em duas partes: “a pri- meira parte revela qual deveria ser o desempenho da carteira de investimento para que ela apresente o mesmo risco da carteira de mercado, subtraindo (na segunda parte) deste resultado o prêmio pelo risco de mercado”. A equação de Modigliani & Modigliani será apresntada no próximo tópico, na metodolo- gia.

Por sua vez, o Índice de Sortino é apresentado por Carmona (2009, p. 195) como uma medida de downside-risk. Afirma que esse índice “diferencia-se do índice de Sharpe por abordar a análise de semivariância, um conceito diferenciado de risco denominado downside-risk que considera apenas va- riâncias em relação à média que possam representar perdas financeiras”. Pelo modelo de Sortino, as- sume-se somente as probabilidades de perda. É considerado o risco verdadeiramente importante para os gerentes de carteira e para os stakeholders.

A seguir são apresentadas as equações desses quatro métodos que serão utilizados para análise do desempenho das carteiras na parte prática em laboratório de informática.

Para calcular o Índice de Treynor, aplica-se a equação 1.

i i i RFR R T    (01) Em que:  i

T Índice de Treynor. Quanto maior o índice, melhor o desempenho da carteira.

i

R = Retorno médio da carteira i no período analisado.

RFR = Taxa média do ativo livre de risco. No caso, a taxa média da SELIC. i

 = Coeficiente beta da carteira, que é o declive da linha característica da carteira. Esse beta é medido dividindo-se a covariância entre os retornos pela variância do mercado, conforme mostra a equação 2.

Rm Rm Rj i Var Cov ,   (02) Em que: Rm Rj

Cov , = Covariância entre os retornos da carteira e o retorno do mercado. Rm

Var = Variância da carteira de mercado. Considera-se, nesta pesquisa, o Ibovespa como o retorno de mercado.

Para analisar o desempenho através do Índice de Sharpe, conforme apresentado por Riskmetrics Group (1999), utiliza-se a equação 3:

i i i RFR R S    (03) Em que:  i

S Índice de Sharpe. Quanto maior o índice, melhor o desempenho da carteira.

i

R = Retorno médio da carteira i no período analisado.

RFR = Taxa média do ativo livre de risco. No caso, a taxa média da SELIC. i

 = Desvio Padrão da carteira. Variabilidade em torno da média.

O índice de Modigliani & Modigliani é calculado a partir da Equação 04. ) ( ) (R RFR R RFR I i M carteira rm m            (04) Em que:  m

I Índice de Modigliani & Modigliani. Quanto maior o índice, melhor o desempenho da carteira.

i

R = Retorno médio da carteira i no período analisado.

RFR = Taxa média do ativo livre de risco. No caso, a taxa média da SELIC. carteira

 =Desvio Padrão da Carteira

Por fim, o modelo de Sortino é apresentado na equação 05.

n R R Min n R R Sortino f Carteira f Carteira 2 ) 0 ; 98 , 0 ( ) 98 , 0 (

   (05) Em que: 

S Índice de Sortino. Quanto maior o índice, melhor o desempenho da carteira.

Carteira

R = Retorno da carteira em cada momento de análise. f

R = Taxa do ativo livre de risco. No caso, a taxa SELIC.

Casos para análise

.../.../...

EXERCÍCIO : Em novembro de 2018, a empresa MERCOSUL Equipamentos para Tratores pre- tende iniciar a produção de cabines para tratores. Para tornar isso possível, será necessário um investi- mento de R$ 2.000.000,00 em máquinas e equipamentos. A empresa estima que poderá vender essa cabine especial por um período de 84 meses, quando estima que a própria indústria de tratores esteja vendendo os mesmos com esse tipo de cabine. A previsão de vendas é de 1000 cabines por mês, ao preço de R$ 900,00 cada uma. Os custos fixos com empregados, manutenção, depreciação, etc. estima- do é de R$ 100.000,00 (sendo R$ 30.000,00 de Depreciação, portanto, não desembolsáveis). Os custos variáveis, notadamente com matérias primas e custos de vendas, está estimado em R$ 500,00 por uni- dade. Além do custo variável 1 de R$ 500,00 por unidade existe um custo variável 2 proporcional ao preço de venda (comissões e impostos sobre vendas) que totaliza 10% do preço de venda. Desta forma, mantido o preço de R$ 900,00 o custo variável em R$ ficará em R$ 590,00 (R$ 500,00 + R$ 90,00 = R$ 590,00). O custo de oportunidade dos recursos para empresa é de 1,5% ao mês. O valor residual das máquinas e equipamentos do projeto estão estimados em R$ 600.000,00 ao final dos 7 anos (84 me- ses). Pede-se. 1 -Fazer a análise determinística a partir dos indicadores: VPL, TIR, IL, TR e PAYBACK. 2- Fazer a análise de sensibilidade do projeto para os indicadores: preço, custo fixo, custo variá- vel, quantidade e valor residual.

3- Faça simulações alterando simultaneamente as variáveis chaves. Faça 5 simulações (visão mui- to pessimista, visão pessimista, visão prevista ou mais provável, visão otimista e visão muito otimista). Quais os valores dos indicadores VPL, TIR, IL, TR e PAYBACK em cada uma das simulações. 4 - Faça a análise de risco do projeto. Faça a análise estabelecendo intervalos de variação das va- riáveis. Faça 1000 simulações e verifique a probabilidade de obtenção dos indicadores de viabilidade do projeto, bem como a probabilidade de ocorrência das próprias variáveis. Estabeleça valores míni- mos e máximos para cada variável (para distribuição Triangular). Qual o VPL mínimo, VPL máximo, VPL médio e Probabilidade de Perda e de Ganho. 5) Com dados básicos esperados, Responda também as seguintes questões: a) Qual a quantidade de equilíbrio?...

b) Qual o preço de equilíbrio?...

c) Qual o preço para que o Payback Descontado seja de 18 meses?...

d) Qual o custo variável de Equilíbrio (Sem e Com os 8%)? A)SEM:...COM:...

e) Qual o Custo Fixo de Equilíbrio? Desembolsável:...Total:...

f) Utilizando a Função Atingir Meta e considerando a Equação da Demanda da letra “g”, identifique os preços e quantidades para atingir VPLs de R$ 2,0milhões e R$ 2,5milhões.

Nome do Projeto:...

Nome:... ...

A Toledo SA, uma grande empresas industrial, está analisando a possibilidade de substituir um de seus tornos por um de três novos equipamentos: Torno A e Torno B e Torno C. O Torno A é um equipamento altamente automatizado, com controle computadorizado; o Torno B é um equipamen- to menos caro e que usa tecnologia convencional. O Torno C tem vida útil só de cinco anos. Para analisar as alternativas, Mário Grana Alta, um analista financeiro, preparou estimativas do investi- mento inicial e das entradas incrementais (relevantes) de caixa, associadas a cada um dos tornos. Elas são apresentadas a seguir:

Torno A Torno B Torno C

Investimento Ini- cial 660.000,00 360.000,00 460.000,00 1 128.000,00 80.000,00 80.000,00 2 182.000,00 80.000,00 80.000,00 3 166.000,00 80.000,00 170.000,00 4 168.000,00 80.000,00 170.000,00 5 50.000,00 16.000,00 170.000,00 6 50.000,00 20.000,00 7 50.000,00 60.000,00 8 50.000,00 60.000,00 9 50.000,00 60.000,00 10 300.000,00 187.000,00

Mário planeja analisar os projetos.

Mário acredita que os tornos são investimentos com o mesmo risco e que a aceitação de qual- quer um deles não afetará o risco geral da empresa. Portanto, decide aplicar o custo de capital da em- presa, 10% a.a., ao analisar as duas alternativas. A Toledo SA exige que todos os projetos tenham um

payback de quatro anos. Sobra de recursos são aplicados a 6% a.a. e empréstimos são obtidos a 12%

a.a.

Pergunta-se:

1) Calcule o VPL de cada projeto e o VPLa (usando a função PGTO). A escolha

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