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André Lima, advogado, formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo em 1994, Mestre em Gestão e Política Ambiental pelo Centro de

Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília. Coordenador de

Biodiversidade e Florestas do Instituto Socioambiental (ISA), onde integra a equipe

do Programa de Política e Direito Socioambiental desde 1997. É membro do

Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) representante de ONGs

ambientalistas. Foi coordenador jurídico da Fundação SOS Mata Atlântica entre

1995 e 1997, período em que representou as organizações ambientalistas no

Conselho Estadual de Meio Ambiente de São Paulo.

Celso Salatino Schenkel, Engenheiro Florestal pela Universidade de Brasília em 1980 e especialista em Planejamento Regional pela ONU/Cepal. Desde fevereiro de

1994 é coordenador de Ciências e Meio Ambiente do Escritório da Unesco no

Brasil. De 1991 a 1994, ocupou a função de Coordenador do Núcleo Ambiental do

Departamento Nacional de Cooperativismo e Desenvolvimento Rural (Denacoop),

do Ministério da Agricultura, sendo responsável pela Unidade Técnica de Gestão

Ambiental do Projeto “Novas Fronteiras do Cooperativismo” (Pnud/BRA-011/92).

Como Diretor de Ecossistemas e Presidente-Substituto, foi autoridade

administrativa e representante do Ibama em várias instituições e conselhos, como

Cites, IUCN, Cobramab, Cnuc, CNPF, Comitê SPIXXII. Em 1990 e 1991, ocupou o

cargo de Diretor de Ecossistemas do Ibama, exercendo a Presidência do Ibama em

várias ocasiões como Presidente – Substituto, ocupando a Secretaria – Adjunta do

Diretor de Ecossistemas do Ibama. Membro da Comissão Interministerial de

estruturação do Ibama ocupou-se da formulação da Estrutura e do Regimento

Interno do Instituto. Ainda em 1989, foi designado coordenador da fusão dos

orçamentos dos órgãos formadores do Ibama. Integrante do GT3 do Programa

Nossa Natureza participou da concepção do novo modelo institucional para o setor

ambiental brasileiro em 1988, que resultou na criação do Ibama. Em 1985, assumiu

a função de Coordenador Geral de Planejamento da Sudhevea. Em 1982,

ingressou, por concurso público, na extinta Superintendência da Borracha-

Sudhevea, especializando-se em borracha natural por meio de cursos no Brasil, na

França e na África. Atuou na Amazônia como responsável técnico de empresa

privada, na área de silvicultura e explotação de madeiras.

Cláudio Carrera Maretti, Doutor em geografia humana em 2004, Mestre em Engenharia Geotécnica em 1989 e diplomado em geologia em 1981. Trabalha com

áreas protegidas, gestão e conservação ambiental por mais de 2 décadas.

Atualmente, trabalha na WWF-Brasil como coordenador, implementando o Programa

de Áreas Protegidas na Região Amazônica. Trabalhou na costa Sul do Brasil, costa

ocidental da África e Galápagos na América Latina; como servidor público do Estado

de São Paulo; como consultor da IUCIN e da Unesco no escritório da América

Latina.

Cristina Montenegro, Diretora Regional Adjunta do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente na América Latina e Caribe.

Eduardo de Souza Martins, biólogo e MSc em Ecologia. Atualmente é Sócio-Diretor da E-labore - Assessoria Estratégica em Meio Ambiente. Foi presidente do Ibama

por duas gestões, Secretário de Coordenação dos Assuntos de Desenvolvimento

Integrado do Ministério do Meio Ambiente, Coordenador do Programa Brasil do

Fundo Mundial para a Natureza (WWF), Coordenador técnico do Grupo de Trabalho

Amazônico (GTA), Secretário-adjunto da Secretaria de Meio Ambiente da

Presidência da República, Diretor de estudos e pesquisa do Instituto de Meio

Ambiente do Estado do Acre, Secretário Geral da Universidade Federal do Pará e

Coordenador do Programa do Trópico Úmido do CNPq. Também atuou como

Pesquisador do Núcleo de Primatologia do Museu Paraense Emílio Goeldi e em

universidades.

Henrique Brandão Cavalcanti, engenheiro civil, com especialidade em hidráulica e posterior aperfeiçoamento em ciências e engenharia nuclear. Atualmente, preside

uma organização sem finalidade lucrativa, Funatura, organização não-

governamental ambientalista, que se dedica principalmente à proteção do bioma

Cerrado. No Governo Federal, foi Ministro do Meio Ambiente e Amazônia Legal, no

Governo Itamar Franco. Anteriormente, Secretário Geral dos Ministérios de Minas e

Energia e também do Interior. Organizou a antiga Secretaria Especial de Meio

Ambiente do Ministério do Interior nos anos 70. Presidiu a Comissão de

Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, e foi delegado do Brasil à

Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano, em Estocolmo e sobre

a População, em Bucareste. Atuou como engenheiro, conselheiro, consultor ou

diretor de entidades públicas e privadas no Brasil e em entidades internacionais, nas

(Siderbrás), celulose e mineração (Caemi), certificação de pesca marítima (MSC em

Londres), recursos humanos (Laspau em Harvard), consumo sustentável (Oxford) e

segurança química (Fórum Intergovernamental), assim como projetos trans-

fronteiriços (OEA) e revisão institucional de programa (Banco Mundial). Dirigiu uma

organização não-governamental em Genebra, voltada para a transferência de

tecnologia ambiental de países industrializados para países em desenvolvimento.

Lecionou em universidades no Rio de Janeiro disciplinas em cursos de graduação e

extensão sobre energia elétrica e nuclear.

Juliana Santilli, Mestre em Direito Público pela Universidade de Brasília. Promotora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, ocupando o cargo

de Assessora da Procuradoria-Geral de Justiça. Sócia fundadora do Instituto

Socioambiental (ISA) e Professora nos cursos de Direito e Política Ambiental. Autora

do livro “Socioambientalismo e novos direitos: proteção jurídica à diversidade

biológica e cultural”.

Paulo Gustavo do Prado Pereira, engenheiro agrônomo, fitotecnista, graduado pela Universidade de Brasília, pós-graduado em projetos econômicos pela

Cepal/FAO/Ipea e microbiologia de alimentos pela Universidade de

Havana/Cuba/FAO/Opas. Atualmente, Diretor Sênior de Políticas Ambientais da

Conservação Internacional – Brasil. Foi consultor de organismos multilaterais e

bilaterais internacionais como o Pnud, Banco Mundial e Banco InterAmericano de

Desenvolvimento nas aéreas de agricultura, pesca, desenvolvimento florestal e meio

ambiente, trabalhando em diversos países da América Latina & Caribe e África. Ex-

Lutzemberguer na extinta Secretaria Especial de Meio Ambiente da Presidência da

República (Seman/PR), atualmente, denominada Ministério do Meio Ambiente.

Rodrigo Rossi Horochovski, Mestre em Sociologia pela Universidade Federal do Paraná. Professor e pesquisador da UFPR. Atualmente, desenvolve sua tese sobre

a influência das ONGs em processos de democratização no doutorado de Sociologia