Uma maneira de avaliar o conhecimento, objetivando aferir sua importância e sua
utilidade para uma dada organização, é mapear as fontes de conhecimento, a fim de se
determinar a que tipo de conhecimento se refere, tácito ou explícito.
A pesquisa deste trabalho se baseou nas atividades dos coordenadores executivos da
INCOOP. Para a aplicação das conversões, as atividades foram tratadas como eventos. O foco
da pesquisa foi à identificação dos modos de conversão do conhecimento nas atividades
desses coordenadores, de acordo com o modelo de Nonaka e Takeuchi, e a partir de
entrevistas realizadas com estes coordenadores (seguindo roteiro do Apêndice B) na sede da
incubadora.
As atividades dos coordenadores foram levantadas em documentos da INCOOP, e a
partir das entrevistas foi possível verificar quais atividades os membros acreditam que sejam
de suas competências, para em seguida aplicar a conversão do conhecimento de Nonaka e
Takeuchi (1997).
A seguir são descritos os eventos que obtiveram maior destaque, por parte dos
coordenadores executivos entrevistados: participação em equipes e comissões, reuniões,
relatórios, assessorar empreendimento de economia solidária, projetos, oficinas e encontros,
sistematização, divulgação, articulação no âmbito da economia solidária e fomento a
economia solidária.
Em cada evento apontado foram sinalizadas as quatro conversões do conhecimento
proposta por estes autores: socialização, externalização, combinação e internalização. Os
eventos que foram mais destacados pelos entrevistados estão descritos abaixo, e para cada um
elaborou-se um quadro síntese para registrar as conversões ocorridas.
EVENTO 1 – Participação em equipes e comissões
Este foi o primeiro evento no qual se aplicou a conversão do conhecimento. O
coordenador é contratado para trabalhar em uma determinada equipe, que em sua maioria são
multidisciplinares. Cada coordenador assume papéis e responsabilidades dentro destas
equipes, de acordo com sua afinidade e motivação relacionadas à sua formação. Todos os
coordenadores entendem que a participação em equipes e em comissões são partes integrantes
de suas atividades na INCOOP.
É desejável que o coordenador executivo participe de pelo menos uma comissão
interna da INCOOP, sendo que nos últimos anos foram formadas as comissões: captação de
recursos, gerenciamento de projetos, acolhimento, infraestrutura e articulação externa
(ZANIN, 2011). A seguir são descritas as atividades destas comissões.
Comissão de captação de recursos: promover oficinas de captação e elaborar projetos
com a finalidade de complementar os existentes na incubadora.
Comissão de gerenciamento de projetos tem como atividades: planejar, executar,
monitorar e controlar o projeto de sua responsabilidade.
Comissão de acolhimento: processar demandas de visitas de pesquisadores de outras
instituições à incubadora. Esta atividade envolve alguns procedimentos para sua
viabilização, a saber: análise do pedido da visita, elaboração de programação para
receber os visitantes, providências junto aos órgãos da UFSCar e com o encerramento
da visita a elaboração de um relatório.
Comissão de infraestrutura: despender atenção aos equipamentos da incubadora
providenciando sua manutenção e divulgando as normas da incubadora para a utilização
de sua infraestrutura. O monitoramento também é um trabalho essencial, pois os
equipamentos estão disponíveis para todos da incubadora. A falta deste dificultaria a
localização dos equipamentos.
Comissão de articulação externa: participar de eventos/reuniões do movimento da
economia solidária em: fóruns nas três esferas públicas - municipal, estadual e
brasileiro; comissões; conselhos; Consumosol; Rede de ITCPs e Comitê Acadêmico de
Processos Cooperativos e Iniciativas Econômicas Associativas (PROCOAS) da
Associação de Universidades do Grupo de Montevidéu (AUGM).
Outras comissões são formadas a partir das necessidades pontuais da incubadora,
como, por exemplo, comissões responsáveis pela elaboração de relatórios para órgãos de
fomento.
Nestes tipos de eventos ocorre a socialização, pois participam destas equipes e
comissões membros com diferentes atribuições e diferentes ingressos, sendo assim, os que
estão há mais tempo compartilham suas experiências, suas habilidades técnicas e seus
históricos com os novos coordenadores colaborando com a socialização do conhecimento.
Observou-se que com a participação nestes eventos, a externalização ocorre na
elaboração de planilhas necessárias às atividades das comissões, registro em atas e na
elaboração de projetos e de oficinas. Esta conversão colabora com a criação de conceitos a
partir da socialização.
No caso das comissões, que na maioria das vezes são acionadas de acordo com as
demandas da incubadora, os documentos disponíveis que foram frutos de outras comissões
são consultados para a elaboração das planilhas e/ou textos, acontecendo então outra forma de
conversão do conhecimento, a combinação. Este produto é divulgado para os membros da
incubadora para contribuições e ocorrendo a internalização.
A própria participação nestas equipes e comissões com as informações advindas de
diferentes atores experientes, contribui para a aquisição de novos modelos mentais,
impulsionando assim outra forma de conversão do conhecimento, a internalização. Esta
conversão também ocorre com estudo e análise dos documentos externalizados (planilhas,
atas, projetos, apresentações), tanto nas oficinas quanto nas equipes, incorporando o
conhecimento para tácito.
Observa-se no Quadro 11 as conversões do conhecimento referentes a participação em
equipes e comissões.
Quadro 11 – Síntese das conversões do conhecimento – Participação em equipes e
comissões
CONVERSÕES DO CONHECIMENTO
Socialização Externalização Combinação Internalização
Membros que estão a mais tempo na incu- badora compartilham suas experiências, suas habilidades téc- nicas e seus históricos com os novos coordenadores.
Elaboração de plani- lhas necessárias às ati- vidades das comissões, registro em atas e na elaboração de projetos e de oficinas.
Documentos disponí- veis que foram frutos de outras comissões são consultados para a elaboração das plani- lhas e/ou textos
Divulgação do produto das comissões/equipes. Estudo e análise dos documentos externali- zados (planilhas, atas, projetos, apresenta- ções). Divulgação do produto das comis- sões/equipes.
Fonte: Elaborado pela autora.
É possível identificar a relevância da inserção destes coordenadores nestas
equipes/comissões, promovendo a troca e o acúmulo de conhecimento nos quatro níveis da
conversão de conhecimento.
EVENTO 2 - Reuniões
Os coordenadores da incubadora participam e organizam diferentes reuniões que estão
relacionadas ao seu fazer, tais como:
- reuniões gerais – quinzenalmente;
- reuniões do projeto de desenvolvimento territorial – quinzenalmente;
- reuniões da equipe em que o coordenador está inserido – a periodicidade desta reunião é
acordada entre os participantes, normalmente, com frequência semanal ou quinzenal;
- reuniões de comissões – também variam de acordo com a demanda da incubadora;
- reuniões com pessoas externas à incubadora, como gestores públicos, setores da UFSCar,
empreendimentos de economia solidária, outras ITCPs, órgãos de fomento etc.
O foco desta pesquisa foi às reuniões ocorridas no âmbito interno da incubadora
(gerais, DT, equipe e comissões). Nestas reuniões são tratados assuntos de interesses de
todos, relacionados com questões gerais da incubadora e dos empreendimentos, do projeto
de desenvolvimento territorial (FAPESP) e assuntos relacionados a cada equipe e comissão,
propiciando a socialização. Com a participação neste evento, os membros interagem,
estabelecem diálogos e comunicação, compartilhando experiências, opiniões e pontos de
vista multidisciplinares (NONAKA; TAKEUCHI, 1997).
Observa-se que ocorre a externalização neste tipo de evento, pois todos os
coordenadores, em algum momento, se posicionam como relator destas reuniões, permitindo o
registro do conhecimento. Ficou acordado, entre os membros da incubadora, que as funções
de moderação e relato das reuniões gerais e DT devem ser rodiziadas, dentro de um prazo
estipulado de cerca de dois meses; tanto as reuniões gerais quanto as reuniões DT acontecem
nas sextas-feiras pela manhã, sendo numa semana uma e na semana seguinte a outra. O
rodízio nestas atividades possibilita o aprendizado, por parte de todos os membros da equipe,
de como moderar uma reunião e como proceder na organização dos temas debatidos em
reuniões. Este rodízio também impede que algumas pessoas fiquem sobrecarregadas, com
excesso de tarefas, dado que estas atividades exigem o preparo antecipado dos pontos que
serão discutidos, sua organização e concluindo com envio por meio de correio eletrônico da
Ata para os membros.
Outro momento de externalização diz respeito aos produtos destas reuniões, como é o
caso, por exemplo, de planilhas que surgiram a partir de sistematizações de algum assunto
pautado nas reuniões. A necessidade de sistematizar assuntos pautados nestas reuniões é
constante; estas planilhas são enviadas para todos os membros da incubadora para que se
manifestem e completem com dados de suas equipes a fim de contribuir com a demanda
apontada. Um exemplo que ocorreu neste período pesquisado foi à elaboração coletiva de uma
planilha de levantamento de necessidades de contratação de coordenadores ou bolsistas. Cada
membro responsável pela equipe apontava sua demanda para que na próxima reunião este
assunto voltasse com mais informações, necessárias para subsidiar decisões a serem tomadas.
Após sua sistematização, este assunto era pautado novamente na reunião e estas demandas
eram passadas (socializadas) para todos os presentes na reunião e as decisões são enviadas a
todos da incubadora.
Com as trocas e as combinações deste evento acontece a combinação. A combinação
de diferentes conhecimentos explícitos acontece com a elaboração das próprias atas em si que
ficam armazenadas no servidor da incubadora. Outro momento desta conversão são os
produtos das reuniões que receberam acréscimo de conhecimentos explícitos dos membros na
sua execução.
Os documentos como: atas e produtos destas reuniões, e os históricos orais dos
membros presentes neste evento, propiciam a internalização. É a partir da leitura destes
documentos e dos relatos dos membros presentes neste evento é que o conhecimento é
transformado em tácito, portanto, colaborando com a internalização do conhecimento. Mesmo
os membros que não comparecem às reuniões têm a chance de internalizar o conhecimento
por receberem via email o relato e o produto da reunião para leitura.
Quadro 12 – Síntese das conversões do conhecimento - Reuniões
CONVERSÕES DO CONHECIMENTO
Socialização Externalização Combinação Internalização
Os membros intera- gem, dialogam, se comunicam compar- tilhando experiên- cias, opiniões e pon- tos de vista multidis- ciplinares.
Relatoria e produtos de reuniões, por exemplo, planilhas.
Elaboração da própria ata em si, que são armazenadas no com- putador da incubadora.
Leitura de documentos e relatos dos membros. Mesmo os membros que não comparecem às reuniões têm a chance de internalizar o conhecimento por receberem via email o relato e o produto da reunião para leitura.
Fonte: Elaborado pela autora.
As reuniões são instâncias de decisões da INCOOP, ao aplicar a conversão neste tipo
de evento, nota-se a ocorrência das quatro conversões do conhecimemnto.
EVENTO 3 - Relatórios
Todos os coordenadores da incubadora participam na elaboração de relatórios, sendo
estes em sua maioria para órgãos de fomento. Além dos coordenadores, outros membros da
incubadora também participam desta elaboração. Cada equipe/meta da INCOOP fica
responsável por uma parte do relatório. Nestes momentos as experiências de cada equipe são
compartilhadas para todos, a partir de suas práticas, ocorrendo assim a socialização. É
também por meio da comunicação e diálogo frequente que as habilidades técnicas dos
coordenadores são compartilhadas.
A externalização acontece por meio da escrita do relatório. Os coordenadores
descrevem tudo que ocorreu na equipe em que trabalharam durante o período de vigência do
projeto, descrevendo suas experiências e o conhecimento proveniente destas.
Verifica-se a combinação ao agrupar todas as partes elaboradas individualmente, ao
todo do relatório.
A internalização ocorre na leitura do relatório. Após ser finalizado, o relatório é
enviado a todos os membros para que possam conhecer o trabalho completo (tendo em vista
que a colaboração de cada um diz respeito à atividade que desenvolve), e acessar suas
informações quando necessário. Neste evento a internalização normalmente é de partes do
relatório que foram elaborados pela equipe e não do relatório completo.
Observa-se no Quadro 13 a síntese das conversões do conhecimento referentes ao
evento relatórios.
Quadro 13 – Síntese das conversões do conhecimento - Relatórios
CONVERSÕES DO CONHECIMENTO
Socialização Externalização Combinação Internalização
Experiências de cada equipe são compar- tilhadas para todos. Comunicação e diá- logo frequente. Escrita do relatório. Descrevem suas experiências e o conhecimento prove- niente destas. Agrupamento de todas as partes elaboradas in- dividualmente, ao todo do relatório.
Leitura do relatório.
Fonte: Elaborado pela autora.
Neste evento as quatro conversões do conhecimento também ocorrem colaborando
com a geração e troca para novos conhecimentos.
EVENTO 4 - Assessorar empreendimento de economia solidária
A principal atividade referente a esta assessoria é oferecimento de subsídios para que o
grupo incubado possa permanecer independente, sem necessidade de apoio externo, ou seja,
que tenha capacidade para tomar suas próprias decisões; frente a isso, outras atividades são
requeridas aos coordenadores, tais como: monitorar e acompanhar estes empreendimentos,
oferecer cursos e oficinas para capacitação, participar de reuniões, participar de assembléias
gerais com todas as pessoas do empreendimento, além de outras atividades que se fazem
necessárias.
No momento das entrevistas (2011) dois coordenadores não estavam desenvolvendo
atividades de assessoria, embora um deles já tenha assessorado EES. Para a incubadora é
desejável que todos os membros assessorem ou já tenham passado por um processo de
assessoria na incubação de um empreendimento.
Com este evento os coordenadores têm a oportunidade de socializar o conhecimento,
transferindo-o da universidade às pessoas que dele necessitam por meio de um processo de
troca contínua – aprendem ao mesmo tempo em que ensinam -, compartilhando experiências
de outros empreendimentos, ocasionando, assim, a socialização.
A partir dos cursos e das oficinas, a externalização se torna possível, sendo este
momento no qual tanto os coordenadores quanto os seus parceiros registram o conhecimento.
Com estas experiências, os coordenadores escrevem artigos e participam de eventos,
divulgando a todos os interessados na temática da economia solidária os assuntos relativos às
atividades que desenvolveram.
A combinação do conhecimento acontece por meio de registros dos coordenadores no
servidor da incubadora e na entrega de cópia do trabalho apresentado ou publicado. Na
maioria das vezes, lá estão armazenados arquivos dos trabalhos e dos pôsteres apresentados
em eventos acadêmicos.
O processo de internalização ocorre pelo acúmulo do conhecimento destes
coordenadores em relação ao assessoramento ao empreendimento de economia solidária,
gerando um novo conhecimento tácito que poderá ser socializado com os outros
coordenadores. Ao entrar em contato com as pessoas dos empreendimentos, ouvindo suas
histórias orais, procurando atender às suas demandas, os coordenadores se deparam com
situações que geram reflexões e necessidades de busca por novos conhecimentos.
O Quadro 14 sintetiza as conversões do conhecimento do evento 4.
Quadro 14 – Síntese das conversões do conhecimento – Assessorar empreendimento de
economia solidária
CONVERSÕES DO CONHECIMENTO
Socialização Externalização Combinação Internalização
Compartilhar experi- ências de outros em- preendimentos
Registram o conhe- cimento. Escrevem ar- tigos, participam de eventos, divulgando a todos os interessados. Registros no servidor da incubadora e na entrega de cópia do trabalho apresentado ou publicado.
Ouvindo histórias orais das pessoas dos empreendimentos.
Também é importante que ocorra às quatro conversões do conhecimento neste evento,
assim o conhecimento criado e compartilhado corrobora com a sobrevivência dos
empreendimentos por eles incubados. Observa-se que isto ocorre na incubadora.
EVENTO 5 - Projetos
Os recursos obtidos pela INCOOP provêm de projetos submetidos a órgãos de
fomento. Para isso, o núcleo participa de editais e submete projetos, com a finalidade de obter
recursos suficientes de modo a garantir a infraestrutura da incubadora (contratações, compras,
recursos gráficos etc.). Este assunto é levado como ponto de pauta nas reuniões gerais. Nestas,
depois de demonstrado interesse do coletivo da incubadora em participar do edital, o projeto é
elaborado. Várias etapas se sucedem até a submissão do projeto: divulgação do edital para a
equipe, discussão em reunião geral, escolha dos responsáveis pela elaboração do projeto,
levantamento das necessidades (assim que previstas nas alíneas do edital), redação e
submissão. Após aprovação do projeto, este deve ser implementado, monitorado,
acompanhado, controlado e são elaboradas planilhas a fim de sistematizá-lo e divulgá-lo com
mais rapidez aos membros. Um exemplo de planilha é a discriminação dos recursos
aprovados; por meio desta os membros tomam conhecimento dos valores previstos em cada
alínea e, coletivamente, decidem como utilizar o recurso. A partir destas planilhas todos os
membros terão a informação do total aprovado e disponibilizado para atender as demandas da
incubadora, conforme previsão no projeto. O projeto é divulgado eletronicamente para os
membros e relatórios são elaborados, conforme previsão do projeto.
Ocorre a socialização com a divulgação dos editais aos membros da incubadora a fim
de se obter decisões sobre a participação em concorrer ou não nos editais. Neste momento as
decisões são consensualizadas em reuniões gerais. Outro momento de socialização acontece
quando os membros da incubadora fazem uma apresentação do projeto para algum parceiro.
A externalização ocorre com a elaboração do projeto em si e também com o
levantamento das necessidades (baseadas nos recursos e na infraestrutura necessária para as
atividades da incubadora), que como resultado gera planilhas elaboradas pelos membros da
incubadora.
Ocorre a combinação com o agrupamento dos documentos, projetos e relatórios
armazenados na incubadora. Os projetos, relatórios, planilhas, mapas etc, são arquivados na
INCOOP para que fiquem disponíveis a todas as pessoas da incubadora, sendo também
consultados para a elaboração de novos projetos e relatórios. Estes documentos também são
disponibilizados para os novos coordenadores contratados para que conheçam e se integrem
às atividades da INCOOP.
A internalização acontece no momento em que a equipe responsável pela sua
elaboração estuda e assimila a documentação pesquisada na incubadora ao elaborarem os
documentos.
No Quadro 15 estão sintetizadas as conversões do conhecimento do evento projetos.
Quadro 15 – Síntese das conversões do conhecimento - Projetos
CONVERSÕES DO CONHECIMENTO
Socialização Externalização Combinação Internalização
Divulgação dos edi- tais aos membros da incubadora. Apresen- tação do projeto para algum parceiro.
Elaboração do projeto e de planilhas.
Agrupamento dos do- cumentos: projetos, re- latórios, planilhas, ma- pas etc, são arquivados na INCOOP. Estudo e assimilação da documentação pes- quisada na incubadora ao elaborar documen- tos.
Fonte: Elaborado pela autora.