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5. Discussion

5.4. Conclusion

Disponível em http://www.copersucar.com.br/atuacao.html em Acessado aos 20/08/2011.

V . 3. 2. O GRUPO ARALCO

O Grupo Aralco é um dos associados da Copersucar. Foram realizadas visitas a duas unidades do grupo em agosto de 2011: Usina Generalco (em General Salgado) e Usina Figueira (em Buritama).

A história desse Grupo inicia-se em 1978, na cidade de Araçatuba, em uma área do município que foi desmembrada e originou a cidade de Santo Antônio do Aracanguá, sua atual matriz. É uma empresa familiar, de capital nacional. 246 247

245 Disponível em http://www.copersucar.com.br/perfil.html

246 Disponível em http://www.unica.com.br/noticias/show.asp?nwsCode=%7B62D3A2C5-C388-49BD-

9024-94F84735C919%7D Acessado aos 30/11/2010.

247 Disponível em http://www.aralco.com.br/historia.php Acessado aos 05/08/2010 e informações

188 Em 1999, O Grupo Aralco, tinha 12 acionistas e 380 funcionários; a empresa produzia, à época, 80 milhões de litros de álcool por ano e 65 mil toneladas de açúcar.248

As unidades do Grupo utilizam a mão-de-obra de aproximadamente 5.000 colaboradores durante a safra de cana, cuja parcela mecanizada é de 70%. Parte dessa mão-de-obra é contratada em Minas Gerais e em estados nordestinos (Piauí e Maranhão): de 1300 cortadores necessários para o corte de cana, cerca de 400 vem de fora: são três unidades e uma coligada, produzindo etanol na região noroeste de São Paulo, principalmente nos municípios de Santo Antônio do Aracanguá, Araçatuba, Auriflama, Birigui, Brejo Alegre, Buritama, Coroados, Estrela D'Oeste, Floreal, Gastão Vidigal, General Salgado e Glicério, entre outros.249

O Grupo é pioneiro na produção regional de álcool e tem capacidade instalada de 120.000 litros/dia. No início de suas atividades, processou 320.000 toneladas de cana em 1981.

A partir de 1983, o Grupo Aralco investiu na área agrícola e passou a cultivar cana. Modernizou a estrutura, ampliou a frota, investiu em equipamentos, comprou terras e fez parcerias com outros proprietários rurais.

Desde 1995 o Aralco produz açúcar cristal, cuja produção inicial era de 2.500 sacas/dia. Com as ampliações realizadas desde então, alcançou a marca de 11.000 sacas/dia. Atualmente sua capacidade de moagem apenas na Unidade Aralco é de 10.800 toneladas de cana/dia.

Em 2006 a administração da Usina Alcoazul passou a ser feita conjuntamente pelo Grupo Aralco, quando a capacidade de moagem era de 6.000 toneladas de cana/dia. Atualmente a unidade tem capacidade de moagem de 10.500 toneladas de cana/dia.

Em 2007 iniciou a construção da Usina Figueira, em Buritama, inaugurada no ano seguinte.

V. 3. 2. 1. Unidades do Grupo Aralco

 Usina Aralco: a primeira unidade, localizada em Santo Antônio do Aracanguá- SP, fundada em 1978 e produção iniciada em 1981. Capacidade de moagem:

248 Disponível em http://www.folhadaregiao.com.br/jornal/1999/11/16/economia.php Acessado aos

28/08/2011, e informações colhidas na empresa, em visita realizada no dia 16/08/2011.

189 2,6 milhões de toneladas de cana/ano, capacidade de produção diária de 500.000 litros de etanol e 550 toneladas de açúcar.

 Destilaria Generalco: A Destilaria Generalco, uma empresa fundada pelo agropecuarista Orlindo Tedeschi, em General Salgado, em 1983, com quarenta acionistas, foi adquirida em 1999 pelo Grupo Aralco, quando sua capacidade de moagem era de 4.000 toneladas de cana/dia; atualmente sua capacidade é de 7.600 toneladas/dia. A unidade produz apenas álcool, entretanto, quando de sua aquisição, a intenção era que passasse a produzir açúcar também.250

Com capacidade de moagem de 1,9 milhões de toneladas de cana/ano. Produz diariamente 680.000 litros de etanol.

Fotos V.1, V.2 e V.3: Cana para moagem e aspectos do interior da Usina Generalco.

Autoria própria.

 Usina Figueira: localizada em Buritama-SP, sua construção foi iniciada em 2007 e a primeira safra ocorreu em 2008. A Figueira produz apenas açúcar (VHP), para exportação, colocado no mercado pela Copersucar. A capacidade de produção diária é de 550 toneladas. Em 2008 foram moídas 800.000 toneladas de cana, e sua capacidade de moagem atual é de 1,2 milhões toneladas de cana/ano.

Fotos V.4, V.5 e V.6: Usina Figueira: aspectos externos e internos da unidade

Autoria própria.

250 Disponível em http://www.folhadaregiao.com.br/jornal/1999/11/16/economia.php Acessado aos

190 A Figueira vende o bagaço da cana para a produção de energia elétrica para a Cargill, Citrosuco e Equipav (Renuka). Conforme o supervisor que nos atendeu, a Figueira pode ser considerada uma unidade “perfeita”, seja em relação ao produto, ao número de funcionários (dispunham de 150 “colaboradores” na planta) e terras disponíveis, sem necessidade de ampliação. Sua operação é toda automatizada, com duas pessoas no controle em três turnos. Em sua região de atuação, também foram instaladas outras unidades recentemente: Renuka e Virgolino de Oliveira.

 Usina Alcoazul: a unidade é uma coligada que está localizada em Araçatuba (SP) e passou a ser administrada conjuntamente pela ARALCO em 2007. Capacidade de moagem atual de 2,5 milhões de toneladas de cana/ano, produção diária de 800.000 litros de etanol e 250 toneladas de açúcar.

Em 2010 o Grupo Aralco associou-se à Copersucar e a sua produção passou a ser comercializada por meio desta empresa a partir de 2011.

O Grupo tem capacidade de produção anual de 8.200.000 toneladas de cana- de-açúcar, transformando-a em etanol anidro, etanol hidratado e açúcar VHP. Com cerca de 70% da colheita mecanizada.251

V. 3. 4. A USINA SÃO LUÍS

Localizada no município de Ourinhos (SP), foi fundada em 1951 por Orlando Quagliato e família. Atualmente, é administrada pelos quatro filhos da segunda geração do fundador. Também participam da empresa seus filhos e genros, constituindo a Diretoria Executiva. A empresa define-se enquanto “uma das organizações mais tradicionais da região, gerando em torno de 3.200 empregos diretos”.

Em seu período inicial, no biênio 1951-52, a São Luís produziu 13.375 sacas de 60 kg de açúcar, enquanto em 2008-09 produziu 3.028.875 sacos de 50 kg de açúcar, 94.150.000 litros de álcool e 1.941,3 toneladas de levedura.252

251 Disponível em http://www.aralco.com.br/produtos.php A ARALCO produz açúcar cristal, etanol

anidro e etanol hidratado, para os mercados interno e externo. Atualmente toda produção é comercializada por intermédio da Copersucar, à qual é associada desde 2010. Fabrica açúcar VHP e açúcar cristal para empacotamento, comercializado sob a marca DOCYTO. Produz aproximamente 40% de açúcar e 60% de etanol. Produz aproximamente 40% de açúcar e 60% de etanol.

252 Informação disponível em http://www.usinasaoluiz.com.br/ Acesso aos 07/09/2009 e em visita

191 A Usina São Luiz participa do Centro de Tecnologia Canaviera (CTC), “uma associação civil de direito privado, criada em agosto de 2004, com o objetivo de realizar pesquisa e desenvolvimento em novas tecnologias para aplicação nas atividades agrícolas, logísticas e industriais dos setores canavieiros e, também, da UNICA - União da Agroindústria Canavieira de São Paulo, UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos e UDOP - Usinas e Destilarias do Oeste Paulista”253.

A comercialização de sua produção (açúcar e álcool) é feita exclusivamente, desde 1959, pela Copersucar.254

A produção de levedura é comercializada diretamente na empresa. Processos de produção:255

 Açúcar cristal: “fabricado na forma cristalizada, sem refino, a partir da cana- de-açúcar, após a clarificação do caldo da cana por tratamento físico-químico, seguindo os padrões da Copersucar. Usado principalmente como adoçante na indústria alimentícia em geral”, utilizado em: “bebidas, balas, biscoitos, chocolates, e também como matéria-prima para produção de açúcar refinado”.  Etanol: “produzido a partir de um processo de fermentação do caldo da cana- de-açúcar. A Usina São Luiz, produz etanol hidratado carburante de acordo com as especificações ANP - Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, para a utilização direta nos veículos a álcool/flexfuel. Os processos de fermentação e de tratamento do fermento são realizados de forma contínua, e geram um excedente de células para a produção de leveduras secas”.

 Bagaço: “Dentre os resíduos do processo de industrialização da cana, temos o bagaço como fonte de produção de energia elétrica limpa, capaz de abastecer toda a unidade industrial e todas as fazendas de cana ao redor. Além disso, possui excedente que será utilizado na produção de energia elétrica para exportação a uma concessionária”256.

253 Informação disponível em http://www.usinasaoluiz.com.br/ Acesso aos 07/09/2009

254 Informação colhida em visita à empresa, no dia 21/08/2009 e também disponível em

http://www.usinasaoluiz.com.br/ Acesso aos 07/09/2009.

255 Informações colhidas em visita à empresa, em 21/08/2009 e disponível em

http://www.usinasaoluiz.com.br/ Acesso aos 07/09/2009.

256 Previa-se o início do processo de coogeração para a safra de 2009, e seu aumento gradativo até o

aproveitamento total do combustível. Disponível em http://www.usinasaoluiz.com.br/ Acesso aos 07/09/2009.

192  Bagaço hidrolisado: produzido “através do processo de hidrólise térmica, com a finalidade de servir de volumoso em rações para animais, principalmente os ruminantes”.

 Levedura seca (inativa e autolisada): “obtida da fermentação do caldo da cana-de-açúcar, produzida pelo processo spray-dryer. Possui elevado conteúdo protéico e atende o mercado produtor de rações para animais”.

 Óleo fúsel: “subproduto do processo de destilação, (...) constituído principalmente de álcool isoamílico, é fornecido para a indústria química que o utiliza para a produção de solventes, vernizes, fixador em perfumaria, dentre outros”.

V. 3. 5. A COSAN (GRUPO OMETTO)

Era o maior grupo privado do setor, mas a partir da transformação da Copersucar em S.A., a Cosan passou para a segunda colocação. Produz açúcar cristal, açúcar refinado marca Da Barra e União; açúcar demerara e orgânico, etc., além de achocolatados, misturas para bolos, refresco, gelatina e pudim; e também álcool (para exportação).

O quadro V. 5 exibe a localização e a produção das unidades do grupo.

De acordo com a empresa, “As operações com açúcar e etanol são realizadas por meio de 23 usinas, quatro refinarias e dois terminais portuários, sendo um para o açúcar e outro para o etanol (...)”257.

O Grupo Cosan anunciou a incorporação de sete empresas que, somadas, possuiam valor de R$ 182 milhões, entre elas: Jump, Mundial, Alcomira, ABC 125, ABC 126, Aguapar e Bom Retiro. A Jump é a que possui maior valor, R$ 57,8 milhões.258

Em junho 2009, a Cosan finalizou a incorporação da Usina Nova América. Com essa importante aquisição, incorporou o açúcar “União”, líder do mercado, e ainda as marcas “Dolce”, “Neve” e “Duçula”.

Além dessa aquisição, a empresa também realizou outros negócios: em 2008 adquiriu a Esso Brasileira de Petróleo S.A., e passou a atuar na distribuição de

257 Informação disponível em http://www.cosan.com.br/ Acesso aos 16/08/2009.

258 Disponível em http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=15698 Acessado aos

193 combustível com as marcas “Esso” e “Mobil”; foi responsável, ainda, por outras associações, como a criação da Raízen, em associação com a Shell, em 2010.

Quadro V.5: Unidades do Grupo Cosan

UNIDADES FUNDAÇÃO E

LOCALIZAÇÃO MOAGEM AÇÚCAR ETANOL POTÊNCIA

Costa Pinto 1936 – Piracicaba (SP) 24.000 ton./dia 41.500 scs/dia 1.250m³/dia 9,4 MW Santa Helena 1951 – Rio das Pedras 11.000 ton./dia 24.000 scs/dia 350 m³/dia 4.4 MW São Francisco 1948 – Elias Fausto 8.400 ton./dia 22.000 scs/dia --- 4,2 MW Ipaussu 1982 – Ipaussu (SP) 11.000 ton./dia 25.000 scs/dia 360 m³/dia 6,0 MW Diamante 1945 – Jaú (SP) 11.000 ton./dia 24.000 scs/dia 430 m³/dia ---

Serra 1953 – Ibaté (SP) 10.000 ton./dia 24.000 scs/dia 340 m³/dia 15,0 MW Rafard 1883 – Rafard (SP) 13.500 ton./dia 27.000 scs/dia 550 m³/dia 12,2 MW Univalem 1976 – Valparaíso (SP) 12.000 ton./dia 19.000 scs/dia 650 m³/dia 8,0 MW

Gasa 1996 – Andradina (SP) 6.800 ton./dia 8.000 scs/dia 420 m³/dia 4,0 MW Junqueira 1910 – Igarapava (SP) 16.000 ton./dia 24.000 scs/dia 900 m³/dia 18,0 MW

Barra 1945 – Barra Bonita 37.000 ton./dia 60.000 scs/dia 1.800 m³/dia 19,0 MW Dois Córregos 1947 – Dois Córregos 7.500 ton./dia 18.500 scs/dia 220 m³/dia 4,5 MW

Destivale 1980 – Araçatuba (SP) 7.500 ton./dia 7.600 scs/dia 520 m³/dia 3,2 MW Mundial 1979 – Mirandópolis 7.500 ton./dia 10.500 scs/dia 330 m³/dia 2,8 MW Bonfim 1948 – Guariba (SP) 24.000 ton./dia 45.000 scs/dia 1.100 m³/dia 18,0 MW Tamoio 1907 – Araraquara 7.300 ton./dia 18.000 scs/dia --- 3,6 MW Bom Retiro 1913 – Capivari 7.200 ton./dia 12.000 scs/dia 350 m³/dia 5,6 MW Tarumã 1944 –Tarumã 22.000 ton./dia 35.000 scs/dia 850 m³/dia 22,5 MW Maracaí 1957 –Maracaí 16.500 ton./dia 32.000 scs/dia 600 m³/dia 46 MW Paraguaçu

Paulista

1982 – Paraguaçu

Paulista 6.000 ton./dia 8.000 scs/dia 300 m³/dia 6,4 MW Benálcool 1980 – Bento de Abreu 6.300 ton./dia 10.500 scs/dia 235 m³/dia 4,2 MW

Jataí (Previsão de término: outubro 2009) Jataí (GO) 4.000.000 de toneladas N/D 370.000 m³ 105 MW (excedente: 77 MW) Caarapó 2006 Caarapó (MS) 9.200 ton./dia 20.000 scs/dia 450 m³/dia 51 MW Fonte: Informações disponíveis em http://www.cosan.com.br/ Acessado 06/09/2009. Elaboração do autor.

V. 3. 6. O GRUPO ODEBRECHT

O Grupo Odebrecht atua no setor através da ETH Bioenergia, braço da empresa criado com o objetivo de investir cerca de US$ 1,05 bilhão na construção de três usinas de açúcar e álcool, empresa criada em 2007.

Possui duas unidades no estado de São Paulo (Alcídia, em Teodoro Sampaio, adquirida em 2007259; e Conquista do Pontal, em Mirante do Paranapanema,

259 Esta unidade moeu 1,3 milhão de toneladas e produziu 85 milhões de litros de etanol e 57 mil

toneladas de açúcar na safra 2008/09 (Disponível em www.eth.com/index.cfm/16/pt/sao_paulo. Acessado aos 06/09/2009).

194 construída em 2009260); duas no Mato Grosso do Sul (Deodapolis e Nova Alvorada do Sul).

Duas outras unidades serão localizadas no município de Caçú (ao que consta, uma já estaria em operação) e outra unidade prevista para Itarumã, Goiás. Cada unidade processará 5 milhões de toneladas de cana.

As unidades produzirão açúcar e álcool e vão cogerar energia a partir do bagaço de cana. Com o objetivo de integrar comercialização e logística à produção, a ETH pretende estar entre os líderes do setor, e para isso, investe R$ 5 bilhões na criação de três pólos produtivos, localizados nos estados de São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul. Ao todo, são mais 520 mil hectares de área destinada ao cultivo de cana-de-açúcar261

V. 3. 7. A INFINITY BIO-ENERGY

A Infinity Bio-Energy foi criada em 2005 em uma associação entre uma empresa americana de investimentos chamada Kidd & Company e a consultoria brasileira Worldinvest.262 A empresa iniciou suas operações com a aquisição das usinas Ibirálcool, localizada em Ibirá (sul da Bahia), Cepar (São Sebastião do Paraíso/MG), e Agromar (Rio Grande do Norte). A Ibirálcool encontra-se a 80 quilômetros da Alcana, unidade localizada em Nanuque (norte de Minas), a primeira usina adquirida no país.263

A Infinity Bio-Energy contabilizava, em 2008, 8 aquisições realizadas, com “14,5 milhões de capacidade de moagem” em “6 usinas: Usinavi, Alcana e Cridasa, adquiridas em 2006, Disa em 2008 e Paraiso e Ibiralcool (Brownfields adquiridos em 2007 e prontos para operação em 2008)”, além de “2 projetos (operacionais em 2009/10): Montasa e Laranjaí (instalação dos ativos Agromar)”.264 Entretanto, em 2009 a empresa entrou em recuperação judicial, pois investiu cerca de US$ 500

260 Possui capacidade de moagem de 3 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. (Disponível em

www.eth.com/index.cfm/16/pt/sao_paulo. Acessado aos 06/09/2009).

261 A empresa “já controla duas usinas na região do Pontal do Paranapanema”, no estado de São

Paulo, com investimentos da ordem de US$ 300 milhões: a usina Alcídia (Teodoro Sampaio, SP), adquirida em maio de 2007, e uma outra em construção também na área do Pontal. Valor Econômico. “Odebrecht investirá US$ 1,05 bilhão em três usinas em Goiás”. Agronegócios, 26/09/2007, pg. B14.

262“Infinity Bio-Energy pede recuperação judicial”. Valor Econômico, 20/05/2009. 263

Valor Econômico. “Infinity compra outras três unidades de álcool”. Agronegócios, 25/09/2007, pg. B13

195 milhões mas acumulou dívidas de cerca de R$ 1 bilhão e com a crise econômica estava em dificuldade para se recuperar.265

Em 2010, o Grupo Bertin assumiu as usinas da empresa. Apesar de fundir-se com o Grupo JBS, o Bertin manteve algumas operações separadas, como por exemplo, o setor de biodiesel, construção e infraestrutura. Com a Infinity, o setor de álcool ganha mais força no grupo, que já é sócio da Usina São Fernando, em Mato Grosso do Sul.266