6.5 Convergence rate analysis
6.5.1 Optimal time steps and estimates of β
P
ESAGEM DESÓLIDOS Célula de carga Válvula de bloqueio Painel de cont roleF
ICHADECONTROLE314
Esta ficha de controle deve ser utilizada quando a Medida de Controle 3 for indicada. Aqui são apresentadas as práticas corretas para a pesagem de quantidades médias e grandes de sólidos. Descreve os pontos mais im- portantes a serem seguidos para ajudar a reduzir a exposição aos agentes químicos. É importante que todas as indicações sejam seguidas à risca ou que medidas igualmente efetivas sejam adotadas. Esta ficha identifica os padrões mínimos a serem adotados para proteger a saúde nos ambientes de trabalho e, portanto, não pode ser utilizada para justificar um pa- drão inferior ao exigido para o controle da exposição a outros agentes para os quais maior nível de controle é requerido. Alguns produtos químicos são inflamáveis ou corrosivos, e os controles devem ser adaptados para também os abranger. Para mais informações, a FISPQ do produto deve ser consultada. As agências ambientais locais poderão exigir o cumprimento de regulamentos específicos para o descarte de resíduos e a emissão atmosférica de poluentes. Procure o órgão fiscalizador ligado à Secretaria do Meio Ambiente (estadual e/ou municipal) para obter informações sobre a regulamentação local e se ela é aplicável à sua empresa/atividade.
A
CESSO● A ent rada para a área de t rabalho deve ser cont rolada. Soment e os t rabalhadores que necessit am est ar ali e que foram t reinados para ut ilizar o equipament o e manusear os mat eriais com segurança t êm permissão para permanecer na área cont rolada.
● A ent rada e o equipament o de t rabalho devem est ar clarament e sinalizados.
● O t rabalho não deve ser realizado próximo às ent radas de ar da inst alação para garant ir que elas não sej am obst ruídas. A corrent e de ar deve passar pelo operador e ent ão pelo local onde se desenvolve a at ividade (nunca o cont rário), sendo ent ão direcionada para a saída.
P
ROJETOEE
QUIPAMENTO● Cert i
fi
que-se de que a célula de carga (recipient e de pesagem), a t ubulação, as conexões, as válvulas do sist ema e t oda a inst rument ação necessária sej am compat íveis com os produt os químicos ut ilizados e apropriadas àfi
nalidade a qual serão dest inadas. ● As conexões ent re o t anque de aliment ação, a célu-la de carga e o vaso recept or devem ser resist ent es à poeira e à prova de poeira.
● Deve haver um disposit ivo de cont role da aliment a- ção ent re o funil de aliment ação e a célula de carga. ● A área enclausurada deve ser su
fi
cient ement e gran- de para cont er o mat erial armazenado com folga. Isso minimiza a dispersão de poeira.196
● É preciso saber lidar com possíveis obst ruções (ent upiment os) sem violar a int egridade do sist ema enclausurado, por exemplo, ut ilizando plat aformas vibrat órias ou j at os de ar.
● Para facilit ar o acesso durant e a limpeza e a manut enção, o sist ema enclausurado deve ser dividido em seções.
● Ant es de ent rar no t anque de aliment ação (para execução de manut enção, limpeza ou remoção de obst ruções), deve-se isolar o equipament o, checar a presença de gases t óxicos e a concent ração de oxigênio, além de selecionar o EPR apropriado para a at ividade a ser realizada.
● No caso de sólidos combust íveis (e risco de explosão), considere a necessidade de inst alação de válvulas de alívio. O equipament o deve ser at errado corret ament e para evit ar a formação de ele- t ricidade est át ica. Toda a part e elét rica deve ser à prova de fogo.
● Para evit ar vazament os, o processo deve ser mant ido sob pressão negat iva.
● O ar exaurido, puri
fi
cado, deve ser liberado em lugar seguro fora do prédio, longe de port as, j anelas e ent radas de ar. Deve-se t omar cuidado para que o ar descart ado não afet e a vizinhança.T
ESTESEMANUTENÇÃO● O equipament o deve ser mant ido em bom est ado de conser vação e funcionando com e
fi
ciência. Precisa ser examinado e t est ado minuciosament e com base no seu desempenho planej ado, de acor- do com as recomendações do fabricant e, ao menos uma vez por ano.● As informações sobre o desempenho planej ado para o equipament o são fornecidas pelo fabricant e. Quando não, uma pessoa especializada t erá a t arefa de det erminá-las. Est as informações serão guardadas para que sir vam de comparação com os result ados de t est es fut uros.
● Para o ser viço de manut enção do equipament o, deve ser adot ado um sist ema de “ permissão para a execução de manut enção” .
● Ant es de abrir o sist ema, por exemplo, para purga ou lavagem, deve-se cert i
fi
car se exist em pro- cediment os específi
cos descrit os e document ados. Tais procediment os devem ser seguidos passo a passo e acompanhados por um responsável.● Não é permit ida a ent rada nos t anques de armazenament o sem os devidos procediment os de se- gurança. É preciso ant es veri
fi
car os riscos, a presença ou não de subst âncias infl
amáveis e se a quant idade de oxigênio no int erior do compart iment o est á dent ro de níveis aceit áveis (ent re 19,5% e 22%). Not e que a ent rada ou o t rabalho realizado em t ais locais pode criar sit uações de risco à saúde do t rabalhador (cont at o com sediment os que fazem mal à saúde ou soldagem no int erior, o que consome o oxigênio local).● O sist ema de vent ilação local exaust ora deve passar por manut enção periódica anual e est ar sempre em perfeit as condições de funcionament o. Para isso, é import ant e conhecer as especi
fi
cações de desempenho fornecidas pelo fabricant e. Caso est es dados não est ej am disponíveis, cont rat e um engenheiro especializado em vent ilação para det erminar qual é o desempenho desej ável.● Con
fi
ra visualment e, pelo menos uma vez por semana, se os equipament os possuem sinais de dano. Em caso afi
rmat ivo, consert e-os de imediat o. Eles não devem ser ut ilizados se houver suspeit a de que não est ej am funcionando efet iva e efi
cient ement e. O t rabalho deve ser int errompido at é que os equipament os sej am reparados.H
IGIENEEMANUTENÇÃODA LIMPEZANOLOCALDETRABALHO● Soment e o mat erial que será ut ilizado no dia deverá permanecer na área de t rabalho. ● Garant ir a limpeza diária dos equipament os e da área de t rabalho ao seu redor.
● O derrame de líquidos ou sólidos é a maior causa da formação de vapores e poeiras no local de t rabalho. Devem ser cont idos, removidos, mas a área deve ser limpa imediat ament e.
● Não ut ilizar vassouras ou ar comprimido, mas sim panos úmidos ou aspiradores de pó para a limpeza dos equipament os e da área de t rabalho.
● Os recipient es devem ser t ampados imediat ament e após a ut ilização.
● Devem ser armazenados em lugar seguro, onde não serão dani
fi
cados, e descar t ados em local apropriado.E
QUIPAMENTODEPROTEÇÃOINDIVIDUAL(EPI)
● Produt os químicos alocados no grupo S podem causar danos em cont at o com olhos e pele ou ent rar no corpo at ravés da epiderme e causar danos. Nest e caso, consult e as orient ações cont idas na
fi
cha de cont role Sk100.● Para se escolher o EPI adequado, deve-se consult ar a FISPQ ou o fornecedor do produt o.
● O equipament o de prot eção respirat ória (EPR) não é exigido para as t arefas rot ineiras. Porém, ele pode ser necessário para as at ividades de limpeza e manut enção ou quando há cont at o diret o com mat erial derramado, poeiras e vapores.
● Algumas t arefas de manut enção podem exigir a ent rada em espaços con
fi
nados onde o ar respirável é escasso. Nest es casos, é preciso ident ifi
car os locais e, ao realizar t ais at ividades, ut ilizar um EPR com supriment o de ar mandado.● O EPI deve ser mant ido em lugar limpo e subst it uído quando necessário. Quando fora de uso, deve ser guardado em segurança para não ser dani
fi
cado ou cont aminado.● O EPI deve ser renovado periodicament e ou subst it uído quando dani
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cado. Rej eit e as máscaras e as luvas descart áveis após cada ut ilização.T
REINAMENTOESUPERVISÃO● Os t rabalhadores devem ser informados sobre os danos à saúde causados pelas subst âncias que ut ilizam no t rabalho e as razões para a adoção de cont roles e de EPI/ EPR.
● Devem ser t reinados para manusear produt os químicos com segurança, veri
fi
car se os cont roles est ão funcionando, ut ilizar o EPI corret ament e e saber o que fazer se algo der errado.● Deve haver um sist ema que veri
fi
que a exist ência de mecanismos de cont role e se eles est ão sendo seguidos.3
Medida de controle 3P
ESAGEM DELÍQUIDOS Aliment ação Exaust ão Processo Painel de cont role Célula de cargaF
ICHADECONTROLE315
Esta ficha de controle deve ser utilizada quando a Medida de Controle 3 for indicada. Aqui são apresentadas as práticas corretas para a pesagem de quantidades médias e grandes de líquidos. Descreve os pontos mais im- portantes a serem seguidos para ajudar a reduzir a exposição aos agentes químicos. É importante que todas as indicações sejam seguidas à risca ou que medidas igualmente efetivas sejam adotadas. Esta ficha identifica os padrões mínimos a serem adotados para proteger a saúde nos ambientes de trabalho e, portanto, não pode ser utilizada para justificar um pa- drão inferior ao exigido para o controle da exposição a outros agentes para os quais maior nível de controle é requerido. Alguns produtos químicos são inflamáveis ou corrosivos, e os controles devem ser adaptados para também os abranger. Para mais informações, a FISPQ do produto deve ser consultada. As agências ambientais locais poderão exigir o cumprimento de regulamentos específicos para o descarte de resíduos e a emissão atmosférica de poluentes. Procure o órgão fiscalizador ligado à Secretaria do Meio Ambiente (estadual e/ou municipal) para obter informações sobre a regulamentação local e se ela é aplicável à sua empresa/atividade.
A
CESSO● A ent rada para a área de t rabalho deve ser cont rolada. Soment e os t rabalhadores que necessit am est ar ali e que foram t reinados para ut ilizar o equipament o e manusear os mat eriais com segurança t êm permissão para permanecer na área cont rolada.
● A ent rada e o equipament o de t rabalho devem est ar clarament e sinalizados.
● O t rabalho não deve ser realizado próximo às ent radas de ar da inst alação para garant ir que elas não sej am obst ruídas. A corrent e de ar deve passar pelo operador e ent ão pelo local onde se desen- volve a at ividade (nunca o cont rário), sendo ent ão direcionada para a saída.
P
ROJETOEEQUIPAMENTO● Para pesar quant idades
fi
xas de líquidos, devem ser ut ilizadas células de carga ou medidores de vazão.● Quando necessário, pode-se acoplar um agit ador ao recipien- t e de pesagem para homogeneizar a solução.
● Para evit ar o excesso de aliment ação, deve-se providenciar um alarme/ sensor de alt a sensibilidade (precisão/ performan- ce). Ele int erromperá a aliment ação (fechando a válvula de aliment ação ou int errompendo o funcionament o da bomba). ● Cert i
fi
que-se de que o recipient e de pesagem, a t ubulação,válvulas do sist ema e t oda a inst rument ação necessária sej am compat íveis com os produt os químicos ut ilizados.
● O recipient e de pesagem deve ser provido de um sist ema de exaust ão adequado para evit ar a pressurização. O vapor exaurido, puri