A presente iniciativa tem como propósito fomentar o interesse, em especial do corpo docente, nas áreas cirúrgicas do curso de graduação em medicina da UFRN, para desenvolvimento de expertise em avaliação do estudante, principalmente em relação a habilidades práticas, essenciais na formação do médico geral. A ideia de organizar e disponibilizar no Laboratório de Habilidades Cínicas roteiros com a lista de materiais e recursos necessários para montagem de algumas estações nos parece uma maneira de estimular, inclusive, o treinamento de algumas habilidades e, consequentemente, a sistematização de avaliação. Dessa forma, também estaremos contribuindo para que o corpo docente sinta a necessidade de buscar programas de desenvolvimento docente para melhor capacitação.
Em curto prazo o impacto da iniciativa poderá ser a maior e melhor utilização do nosso Laboratório de Habilidades Clínicas, que ainda é pouco aproveitado pelos docentes e discentes. Com isso, poderemos utilizar a avaliação de habilidades como um instrumento formativo e de reflexão sobre o que está sendo contemplado na formação na área cirúrgica dentro do curso de medicina da UFRN.
É importante relatar a dificuldade que temos ainda na participação de boa parte dos docentes em atividades que necessitem de reuniões de planejamento, assim como daquelas que exijam mais tempo por parte do corpo docente, principalmente por conflito de horários. Em médio prazo o impacto almejado é o de melhorar a formação dos estudantes quanto ao desenvolvimento de habilidades práticas, especialmente aquelas recomendadas para o internato em cirurgia geral, no sentido de contemplar as competências para a formação do egresso.
No longo prazo o benefício esperado é que, à medida que alunos completem seu curso de graduação e comecem a atuar como médicos, possam se sentir mais seguros na utilização das habilidades adquiridas em ambiente simulado e protegido no seu curso de graduação da UFRN.
6. REFERÊNCIAS
1. Capra F. O ponto da mutação: a ciência, a sociedade e a cultura emergente. Cad. Dif. Tecnol. 1988; 5(1/3):187-196.
2. Mitre SM, Siqueira-Batista R, Girardi-de-Mendonça JM, Morais-Pinto NM, Meirelles CAB, Pinto-Porto C, et al. Metodologias ativas de ensino- aprendizagem na formação profissional em saúde: debates atuais. Ciênc. saúde coletiva. 2008;13(Suppl 2):2133-2144.
3. Almeida MTC, Batista NA. Ser Docente em Métodos Ativos de EnsinoAprendizagem na Formação do Médico. Rev. bras. educ. med. 2011;35(Suppl 4):468-476.
4. Mendonça ET, Cotta RMM, Lelis VP, Carvalho Junior PM. Paradigms and trends in higher education: the action research methodology as a teacher education strategy. Interface (Botucatu). 2015. 19(53):373-386.
5. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução nº 3, de 20 de junho de 2014.
6. Epstein RM, Hundert EM. Defining and Assessing Professional Competence. JAMA. 2002; 2(287):227-235
7. Santos WS. Organização Curricular Baseada em Competência na Educação Médica. Rev. bras. educ. med. 2011; 35(Suppl 1):86-92.
8. Deluiz N. O Modelo das Competências Profissionais no Mundo do Trabalho e na Educação: Implicações para o Currículo. Bol Técnico Senac. [periódico na internet] 2001 [acesso em Dez. 2015];
9. Varga CRR et al. Relato de experiência: o uso de simulações no processo de ensino-aprendizagem em medicina. Rev. bras. educ. med. 2009; 33(2): 291- 297
10.Silva RF, Aquilante AG, ZemMascarenhas SH, Kishi RGB, Varga CRR. Análise das Situações Simuladas da Prática Médica. Rev. bras. educ. med. 2012;36(2):204-211
11.Harden RM, Stevensons M, Downie WW, Wilson GM. Assessment of Clinical Competence using Objective Structured Examination. Br Med J. 1975;1(5955):445-447
12.Khan K, Pattison T, Sherwood M. Simulation in medical education. Med Teach. 2011; 33(1):1-3.
13.Troncon LEA. Avaliação do estudante de medicina. Medicina, Ribeirão Preto, Simpósio: Ensino médico de graduação. 1996; 29: 429-439.
14.Troncon LEA. Avaliação de habilidades clinicas: os métodos tradicionais e o modelo OSCE [Internet]. Olho Mágico. 2001; 1(8)
15.Nayar U, Malik SL, Bijlani RL. Objective structured practical examination: a new concept in assessment of laboratory exercises in preclinical sciences. Med Educ. 1986; 20(3):204-209
16.Khan KZ, Ramachandran S, Gaunt K, Pushkar P. The Objective Structured Clinical Examination (OSCE): AMEE Guide No. 81. Part I: an historical and theoretical perspective. Med Teach 2013; 35(9):1437- 1446
17.Khan KZ, Gaunt K, Ramachandran S, Pusshkar P. The Objective Structured Clinical Examination (OSCE): AMEE Guide No. 81. Part II: Organisation & Administration. Med Teach. 2013; 35(9):1447-1463
18.Ananthakrishnan N. Objective structured clinical/practical examination (OSCE/OSPE). J Postgrad Med. 1983;2(39):82-84
19.Malik SL, Manchanda SK, Deepak KK, Sunderam KR. The attitudes of medical students to the objective structured practical examination. Med Educ. 1988; 1(22):40-46
20.Rahman N, Ferdousi S, Hoq N, Amin R, Kabir J. Evaluation of objective structured practical examination and traditional practical examination. Mymensingh Med J. 2007; 16(1):7-11
21.Pramod Kumar GN, Sentitoshi, Nath D, Menezes RG, Kanchan T. Student's perspectives on objective structured practical examination (OSPE) in Forensic Medicine - a report from India. J Forensic Leg Med. 2015; 32:39-41.
22.Troncon LEA. Clinical skills assessment: limitations to the introduction of an “OCE” (objective structured clinical examination) in a traditional Brazilian medical school. Med J. 2004;122(1):12-17
23. Carline JD, Cook CE, Lennard ES, Siever M, Coluccio GM, Norman NL. Residents and faculty differences in students evaluations: implications for changes in a clerkship grading system. Surgery. 1986;100(1):89-94
24. Amaral FTV, Troncon LEA. Participação de Estudantes de Medicina como Avaliadores em Exame Estruturado de Habilidades Clínicas (Osce) Participation of Medical Students as Examiners in an Objective Structured Clinical Examination. Rev Bras Educ Med. 2007; 31(1):81–89
25.Epstein RM. Assessment in Medical Education. N Engl J Med 2007; 356:387-396
26.Yarmus L, Feller-Kopman D. Pneumothorax in the critically ill patients. Chest. 2012; 141(4):1098-10105
27. Tallo FS, Guimarães HP, Lopes RD, Lopes AC. Intubação orotraqueal e a técnica da sequência rápida: uma revisão para o clínico. Rev Bras Clin Med. 2011; 9(3):211-7
28. Samuels LE. Nasogastric and feeding tube placement. Roberts JR, Hedges RJ. Clinical Procedures in Emergency Medicine. 4th ed. Philadelphia, Pa: WB Saunders Company; 2004
29. Bennett RG. Selection of wound closure materials. J Am Acad Dermatol. 1988; 18:619-637
30. Adams B, Levy R, Rademaker AE, Goldberg LH, Alam M. Frequency of use of suturing and repair techniques preferred by dermatologic surgeons. Dermatol Surg.2006; 32(5):682-689
31. Thomsen TW, Setnik GS. Videos in clinical medicine. Male urethral catheterization. N Engl J Med.2006; 354:e22
32. Rigby D1. An overview of suprapubic catheter care in community practice. Br J Community Nurs. 2009; 14(7):278-284
33. Birolini, D. Utiyama EM; Steinman E. Cirurgia de emergência, 1th ed. Atheneu; 2001
34. Adams B, Levy R, Rademaker AE, Goldberg LH, Alam M. Frequency of use of suturing and repair techniques preferred by dermatologic surgeons. Dermatol Surg.2006; 32(5):682-689
35. Braner DAV, Lai S, Eman S, Tegtmeyer K. Central Venous Catheterization - Subclavian Vein. NEJM. 2007; 357:e26
36. WHO Library Cataloguing-in-Publication. Data Surgical care at the district hospital. 2003
7. APÊNDICES
Apêndice I – Estação punção torácica para alívio de pneumotórax hipertensivo26.
Lista de materiais e recursos necessários para montagem do cenário: 1 01 Manequim que permita descompressão torácica por pneumotórax
hipertensivo 2 01 jelco número 14 3 01 torneira de 03 vias 4 01 pinça de antissepsia 5 Antisséptico 6 01 campo fenestrado 7 Gazes estéreis 8 Esparadrapo
9 Auxiliar – ator/atriz que representará o papel de um auxiliar de enfermagem
Comando: Realize a descompressão torácica do pneumotórax hipertensivo.
Considere que já está devidamente paramentado e o procedimento é de urgência. Tempo 05 minutos.
Apêndice II - Estação intubação orotraqueal27.
Lista de materiais e recursos necessários para montagem do cenário: 1 01 Manequim que permita realização de intubação orotraqueal
2 01 Laringoscópio e lâmina curva 3 01 Máscara facial 4 01 ambu 5 01 oxigênio suplementar 6 01 tubo orotraqueal 7 Seringa de 20 mL 8 Estetoscópio
9 Material para fixação 10 Anestésico spray
11 Auxiliar – ator/atriz que irá representar o papel de um auxiliar de enfermagem
Realize a intubação orotraqueal. Considere que já está devidamente paramentado e o procedimento é de urgência, já realizada sedação. Tempo 05 minutos.
Apêndice III - Estação troca de sonda de gastrostomia28.
Lista de materiais e recursos necessários para montagem do cenário: 1 01 Manequim que permita a troca de sonda de gastrostomia
2 01 sonda vesical de demora tipo Foley de duas vias número 16 ou 14 Fr 3 01 sonda de alívio número 14 para utilizar tampa e acoplar na via de
drenagem da sonda de Foley
4 01 seringa de 20 mL que acople a via de enchimento da sonda de gastrostomia
5 20 mL de água destilada 6 01 tubo de xilocaína geleia 7 01 campo fenestrado 8 Gazes estéreis 9 Antisséptico
10 Pinça para antissepsia
11 Auxiliar – ator/atriz treinado(a) para fazer o papel de auxiliar de enfermagem
Comando: Realize a troca de sonda de gastrostomia. Considere que já está
devidamente paramentado. O procedimento já foi explicado ao paciente. A sonda anterior já foi retirada. Tempo 05 minutos.
Apêndice IV – Estação preparação de mesa cirúrgica para realização de sutura de face31.
Lista de materiais e recursos necessários para montagem do cenário:
1 Mesa cirúrgica
2 Manequim que permita realização de sutura 3 Fio de sutura nylon 5.0 ou 4.0
4 Diversos fios de sutura tamanhos variados
5 Campo fenestrado
6 Par de luvas estéreis
7 Luvas de procedimento
8 Porta-agulha
9 Pinça elástica denteada
10 Tesoura de Mayo
11 Tubo de anestésico local injetável 12 Agulha 25 por 7 e outra 40 por 12
13 Seringa de 10 mL
14 Gazes estéreis
15 Compressa
Comando: Separe o material para realização de sutura cutânea superficial em
face e realize a sutura. Tempo 05 minutos.
Apêndice V – Estação sondagem vesical de demora por via uretral utilizando sonda tipo Foley de duas vias31.
Lista de materiais e recursos necessários para montagem do cenário: 1 01 Manequim que permita sondagem vesical de demora por via uretral 2 01 sonda vesical de demora tipo Foley de duas vias número 16 ou 14 Fr 3 01 coletor de urina fechado
4 02 seringas de 20 mL, sendo 01 que acople a sonda vesical 5 20 mL de água destilada
6 01 tubo de xilocaína geleia 7 01 campo fenestrado 8 Gazes estéreis 9 Antisséptico
10 Pinça para antissepsia
11 Auxiliar – ator/atriz – Devidamente treinado(a) para ser auxiliar de enfermagem
Comando:
Realize a sondagem vesical de demora por via uretral. Considere que já está devidamente paramentado e o procedimento já foi explicado ao paciente. Tempo 05 minutos.
Apêndice VI - Estação de troca de sonda de cistostomia32.
Lista de materiais e recursos necessários para montagem do cenário: 1 01 Manequim que permita passagem de sonda vesical por orifício de
cistostomia
2 01 sonda vesical de demora tipo Foley de duas vias número 16 ou 14 Fr 3 01 coletor de urina fechado
4 02 seringas de 20 mL, sendo 01 que acople a via de enchimento da sonda vesical
5 20 mL de água destilada 6 01 tubo de xilocaína geleia 7 01 campo fenestrado 8 Gazes estéreis 9 Antisséptico
10 Pinça para antissepsia
11 Auxiliar – ator/atriz que fará o papel de auxiliar de enfermagem
Comando: Realize a sondagem vesical pelo orifício da cistostomia.
Considere que já está devidamente paramentado. O procedimento já foi explicado ao paciente. E a sonda antiga já foi retirada. Tempo 05 minutos.
Apêndice VII- Estação cricotireoidostomia33.
Lista de materiais e recursos necessários para montagem do cenário: 1 01 manequim que permita realização de cricotireoidostomia
2 01 Máscara facial 3 01 ambu
4 01 oxigênio suplementar
5 01 tubo de anestésico local injetável 6 01 agulha 25 por 7 e outra 40 por 12 7 01 seringa de 10 mL
8 01 bisturi e cabo
9 01 pinça cirúrgica tipo Kelly
10 01 cânula de traqueostomia com tamanho a depender do manequim ou tubo traqueal de pequeno calibre
11 01 seringa de 20 mL que acople na cânula de traqueostomia para enchimento do cuff
12 01 tubo de xilocaína gel 2% 13 01 estetoscópio
14 01 fita para fixação do tubo 15 01 campo fenestrado 16 Gazes estéreis
17 Auxiliar – ator/atriz treinado(a) para representar papel de auxiliar de enfermagem
Comando: Realize a cricotireoidostomia. Considere que já está devidamente paramentado. Paciente monitorizado e realizada pré-oxigenação. Tempo 05 minutos.
Apêndice VIII – Estação sutura cutânea em membro superior34.
Lista de materiais e recursos necessários para montagem do cenário: 1 01 manequim que permita realização de sutura cutânea
2 01 seringa de 10 mL para anestesia local 3 01 agulha 25 x 07 e 01 agulha 40x12 4 01 frasco de anestésico local injetável 5 01 fio de sutura tipo nylon 4.0 ou 3.0 6 01 pinça cirúrgica denteada
7 01 porta-agulha 8 01 tesoura de fio 9 01 campo fenestrado 10 Gazes estéreis 11 Antisséptico
12 Pinça para antissepsia 13 Esparadrapo
14 Auxiliar – ator/atriz treinado(a) para representar o papel de auxiliar de enfermagem
Comando:
Realize a sutura cutânea em ferimento superficial no membro superior. Considere que já está devidamente paramentado e o paciente informado sobre o procedimento e já tenham sido fornecidas orientações para após o procedimento. Tempo 05 minutos.
Apêndice IX - Estação punção acesso venoso central35.
Lista de materiais e recursos necessários para montagem do cenário: 1 01 manequim que permita realização de punção de acesso venoso central 2 01 fio de sutura tipo nylon 4.0 ou 3.0,
3 01 seringa de 10-20 mL
4 01 kit de punção de acesso venoso (agulha, cateter e protetor da agulha)
5 01 porta-agulha 6 01 tesoura de fio 7 01 campo fenestrado 8 01 equipo de soro
9 01 frasco de soro fisiológico 0,9% 10 01 tubo de água bidestilada 11 Gazes estéreis
12 Auxiliar – ator/atriz treinado(a) para representar o papel de um auxiliar de enfermagem
Comando: Realize a punção venosa central no paciente. Considere que já
está devidamente paramentado, foi realizada antissepsia, o local anestesiado e o paciente informado sobre o procedimento. Tempo 10 minutos.
Apêndice X - Estação paramentação cirúrgica36.
Lista de materiais e recursos necessários para montagem do cenário: 1 01 par de luvas estéreis e 01 caixa de luva de procedimento
2 01 compressa estéril 3 01 capote estéril
4 01 ator/atriz treinado(a) para representar o papel de um auxiliar de enfermagem
01 ator/atriz
Comando: Coloque capote estéril e luva estéril para realização de procedimento cirúrgico. Você já realizou a escovação e acabou de sair da bancada de escovação. Tempo 05 minutos.
XI – Questionário
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO
PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE (MPES)
Questionário sobre a percepção dos estudantes em relação a vários aspectos da atividade Instruções de resposta ao questionário:
A procura por uma melhoria do sistema de avaliação do curso de medicina
da UFRN é um compromisso assumido pelo Programa de Pós-Graduação
Mestrado Profissional em Ensino na Saúde (MPES).
Neste sentido, conhecer o grau de satisfação dos alunos com o método é fundamental.
Colabore com esta meta, preenchendo o questionário a seguir com sua opinião objetiva sobre este tipo de avaliação de habilidades através do Objective Structured Practical Examination (OSPE).
Não há respostas certas ou erradas relativas a qualquer dos itens e o questionário é de natureza confidencial e anônima.
1 - Satisfação com…
1 = Muito Insatisfeito, 2 = Insatisfeito, 3 = Pouco Satisfeito,
4 = Satisfeito e 5 = Muito Satisfeito.
Grau de Satisfação Registre aqui as suas sugestões de melhoria 1 2 3 4 5 Em relação à atividade de HOJE:
Método de avaliação aplicado (OSPE) para o aprendizado de
habilidades
Aprendizado sobre o método
propriamente dito
Organização da avaliação Número de Estações Espaço físico utilizado
2 - Percepção sobre...
1 = Discordo plenamente, 2 = Discordo, 3 = Não discordo nem concordo, 4 = Concordo e 5 = Concordo
Plenamente. Percepção Registre aqui suas sugestões de melhoria 1 2 3 4 5 Em relação às estações:
Os materiais usados estavam
adequados à tarefa exigida O tempo disponibilizado para
realizar a tarefa foi suficiente O grau de dificuldade da(s)
tarefa(s) foi adequado Os comandos das tarefas
estavam claros
Os conteúdos abordados na
avaliação têm relevância para
a formação médica
3 - Percepção sobre...
1 = Discordo plenamente, 2 = Discordo, 3 = Não discordo nem concordo, 4 = Concordo e 5 = Concordo Plenamente. 1 2 3 4 5 Registre aqui suas sugestões de melhoria Em relação à minha participação:
Eu estava motivado para
participar da atividade Eu entendi a tarefa Meu desempenho na
realização das tarefas foi bom Consegui controlar meu nível
de ansiedade para realizar as
tarefas
Aprendizado das tarefas
1) Estação avaliada:
( ) Descompressão torácica
( ) Conhecimento dos materiais necessários para sutura ( ) Paramentação cirúrgica
( ) Troca de gastrostomia ( ) Intubação orotraqueal
2) Sua participação nesta estação foi:
( ) “Médico” ( ) “Ator” colaborador na estação ( ) Avaliador Muito obrigado pela sua colaboração.
Apêndice XII – Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE (MPES)
Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE)
Estamos fazendo um convite para você participar como voluntário da pesquisa Avaliação estruturada em desempenho de atividade prática: experiência na utilização do método com os alunos do curso de graduação em medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, de responsabilidade de Rodrigo Trigueiro Morais de Paiva.
Esta pesquisa pretende avaliar o desempenho de um grupo de estudantes do curso de graduação em medicina no período 2015.2 da Universidade Federal do Rio Grande do Norte quanto ao seu desempenho em atividades práticas em cenários pré-estabelecidos. Acreditamos que ela seja importante porque a avaliação estruturada em desempenho de atividade prática é um método de avaliação já implementado com sucesso em outras instituições e ainda pouco utilizado no curso de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Para sua realização o estudante passará por cinco cenários com atividades pré-estabelecidas em diferentes papéis, podendo executar a tarefa da estação, ser avaliador ou auxiliar na realização da atividade. Um avaliador devidamente treinado também estará presente. Ao final o estudante irá responder a um questionário de satisfação. Seu resultado de avaliação será sigiloso. Sua participação é voluntária.
A sua participação constará da análise do seu desempenho durante o método aplicado de avaliação estruturada em desempenho de atividade prática, da sua capacidade de avaliação e de auxiliar a realização da tarefa da estação. Sua identidade será mantida em sigilo, a fim de evitar exposição ao participante, pois existe um pequeno risco de sentir constrangimento durante a realização da atividade. Esse constrangimento, por exemplo, pode se dever ao não entendimento da tarefa elaborada ou ao desconhecimento acerca das etapas necessárias para sua conclusão. Não foi observado outro tipo de risco ou desconforto ao qual o participante estaria sujeito. Para minimizar esse risco, além do sigilo, a equipe de pesquisa disponibiliza pessoal treinado para esclarecer eventuais dúvidas. Os benefícios que esperamos com este estudo são o de melhorar o ensino e avaliação das habilidades práticas dos estudantes de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Mestrado Profissional em Ensino na Saúde (MPES) Av. Nilo
Peçanha, 620. Terceiro subsolo do HUOL. Setor de serviços. Petrópolis Natal/RN. CEP: 59020-300
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE (MPES)
É importante esclarecer que você não é obrigado a participar. Durante todo o período da pesquisa você tem o direito de tirar qualquer dúvida ou pedir qualquer outro esclarecimento, bastando para isso entrar em contato com algum dos pesquisadores ou com o Conselho de Ética em Pesquisa. Você tem garantido o seu direito de não aceitar participar ou de retirar sua permissão, a qualquer momento, sem nenhum tipo de prejuízo ou retaliação pela sua decisão. A pesquisa está de acordo com a Resolução 466/12 da CONEP.
As informações desta pesquisa serão confidenciais, e serão divulgadas apenas em eventos ou publicações científicas, não havendo identificação dos voluntários, a não ser entre os responsáveis pelo estudo, sendo assegurado o sigilo sobre sua participação. Poderão ser utilizadas imagens, não serão utilizados materiais biológicos.
Os gastos necessários para a sua participação na pesquisa, caso existam, serão assumidos pelo pesquisador principal, Rodrigo Trigueiro Morais de Paiva. Fica também garantida indenização em casos de danos comprovadamente decorrentes da participação na pesquisa, conforme decisão judicial ou extrajudicial, sendo de responsabilidade do pesquisador principal, Rodrigo Trigueiro Morais de Paiva.
Autorização:
Eu (Letra de Forma), _____________________________________________, após a leitura (ou a escuta da leitura) deste documento e ter tido a oportunidade de conversar com o pesquisador responsável, para esclarecer todas as minhas dúvidas, acredito estar suficientemente informado, ficando claro para mim que minha participação é voluntária e que posso retirar este consentimento a qualquer momento sem penalidades ou perda de qualquer benefício. Estou ciente também dos objetivos da pesquisa, dos procedimentos aos quais serei submetido, dos possíveis danos ou riscos deles provenientes e da garantia de confidencialidade e esclarecimentos sempre que desejar.
Mestrado Profissional em Ensino na Saúde (MPES) Av. Nilo Peçanha,
620. Terceiro subsolo do HUOL. Setor de serviços. Petrópolis Natal/RN. CEP: 59020-300
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO
PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE (MPES)
Diante do exposto, expresso minha concordância de espontânea vontade em participar deste estudo.
x______________________________________________________________ Assinatura do voluntário ou de seu representante legal
_______________________________________________________________ Assinatura de uma testemunha
Declaro que obtive de forma apropriada e voluntária o Consentimento Livre e Esclarecido deste voluntário (ou de seu representante legal) para a participação neste estudo.
_______________________________________________________________ Assinatura do responsável pela obtenção do TCLE
Dados dos pesquisadores:
Nome: Rodrigo Trigueiro Morais de Paiva. Endereço: Rua Açu, 502, Tirol, CEP: 59020-110. Telefone: (84) 99887267. E-mail: [email protected] Dados do CEP responsável pela autorização da pesquisa:
Endereço: Av. Nilo Peçanha, 620 - Petrópolis - Natal/RN. Fone: (84) 3342 5003,