6 Village project in Kun Elek. The NGO between government, village, informal structures
6.5 Village participation. What kind of participation, and who participates in what?
6.5.8 Community solidarity and social control
As atividades descritas e apresentadas neste documento evidenciam o cuidado que tivemos em articular as diversas áreas do saber por acreditarmos que as crianças tinham todo o benefício em receber o conhecimento como um todo.
No âmbito do 1º CEB, embora tivéssemos de cumprir o Programa do 1º CEB (ME, 2006) tentamos sempre que as nossas experiências de aprendizagem fossem de encontro às necessidades das crianças. Tentamos que as crianças experimentassem formas de trabalho diferentes que privilegiassem a interação, cooperação e colaboração. Tentamos criar formas de trabalho em grupos e a pares e tentamos diversificar as experiências de aprendizagem com diferentes materiais utilizados ao longo das aulas.
Centramos a nossa ação na organização de experiencias de aprendizagem, potencialmente ricas de significado, que fossem integradoras, diversificadas e desafiadoras das potencialidades das crianças. Nesse sentido, o nosso papel foi o de espicaçar a criança, responder às suas solicitações e organizar o ambiente educativo adequado ao grupo de forma a despertar a curiosidade e de lhes estimular o espírito de investigação, ou seja, pretendemos que a criança pensasse por si e que o professor não facilitasse/dificultasse mostrando como se faz ou antecipado respostas que a criança deveria encontrar.
No âmbito das experiências de aprendizagem desenvolvidas na biblioteca foi também nossa preocupação proporcionar às crianças experiências de aprendizagem que para além de integradoras fossem impulsionadoras da cooperação e colaboração, favorecendo a formação pessoal e social e, nesse sentido, socializadoras.
Além de vivenciarem acontecimentos especiais, de refletirem sobre as suas ideias e ações (apoiadas por nós), pensamos que as experiências de aprendizagem foram um instrumento fundamental, permitindo-nos observar/escutar, planificar, avaliar, as crianças e
ação para compreendermos aquilo que as crianças fazem, como percepcionam o mundo e quais os tipos de atividades que são mais importantes para o seu desenvolvimento.
Julgamos que é necessário manter a especificidade de cada um dos níveis educativos, contudo, compete-nos criar pontes entre os dois contextos de forma a organizarmos experiências de aprendizagem significativas.
Reconhecemos no entanto que existiram falhas, e por isso julgamos necessário continuar a apostar na nossa formação contínua, refletida e consciente que acompanhe a evolução e as exigências do mundo atual.
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