• No results found

5.4 Validity and reliability

5.4.1 Convergent validity

Os resultados demonstram que as características encontradas nos sujeitos, nesta pesquisa, não divergem da literatura, quanto aos aspectos sóciodemográficos e condições de saúde. A população idosa residente na comunidade assistida pela ESF é, predominantemente, feminina, mora acompanhada e possui baixas escolaridade e renda familiar. Além disso, apresentam uma série de problemas de saúde que, associados às condições socioeconômicas desfavoráveis, podem comprometer sua autonomia e independência. Quanto aos hábitos de vida, apenas 14,1% praticavam atividade física regularmente, 66,6% tinham histórico de tabagismo e 16,1% consumiam bebida alcoólica.

Os idosos apresentaram autopercepção de saúde regular (66,6%) e as doenças mais prevalentes foram hipertensão arterial (60,6%) e diabetes (39,3%). A maioria fazia uso de medicação contínua (78,7%) e sendo a classe de drogas mais utilizadas as cardiovasculares (60,6%). Em relação a percepção dos idosos sobre sua capacidade funcional, a maioria apresentou independência para as ABVD (82,8) e expressiva dependência parcial nas AIVD (40,4%).

Quanto à funcionalidade familiar, os idosos apresentaram famílias funcionais (67,6%) e um importante quantitativo de famílias disfuncionais (32,3%). Não houve relação estatisticamente significativa entre capacidade funcional e funcionalidade familiar neste estudo. Houve associação significativa entre idade e classificação de AIVD (p=0,0235) e entre a autopercepção de saúde com APGAR familiar (p=0,0006). Também se observou associação com significância entre as variáveis ABVD e AIVD (p = 0,024).

Quanto aos domínios do APGAR de Família, o aspecto mais frágil foi o tempo que a família compartilha com o idoso, que pode revelar a inexistência de um cuidador ou a escassa presença da família, embora os idosos residam com familiares, na maioria dos casos. Essa parcela da população parece não participar ativamente dos processos decisórios da vida familiar e conviver um tempo inadequado e com pouco diálogo.

Foram identificados vários fatores de risco modificáveis como obesidade, sedentarismo, tabagismo e etilismo que se não forem controlados podem agravar as condições crônicas autoreferidas e comprometer os anos de vida com qualidade para os indivíduos acometidos por essas enfermidades, aumentando os custos para o sistema de saúde. Os problemas de saúde tendem a se agravar e aumentar com o avançar da idade. Hábitos saudáveis pode ser a chave para o controle dessas afecções, havendo a necessidade de uma intervenção educativa mais específica para a população idosa com o auxílio de recursos

didáticos atrativos e de fácil compreensão.

Em nosso meio, o envelhecimento populacional ocorreu de maneira muito rápida não tendo sido acompanhado pelo simultâneo desenvolvimento de políticas sociais e assistenciais para atender as novas demandas. Quando os idosos necessitam de auxílio terapêutico, observamos um movimento na dinâmica de funcionamento familiar para que ocorra uma adaptação a nova situação, de forma mais ou menos adequada, que culmina geralmente na eleição de um cuidador familiar que assuma o cuidado do membro idoso.

Conhecer a situação de saúde dos idosos e, principalmente, suas necessidades, possibilita planejar cuidados e direcioná-los para as intervenções específicas na implementação de sua assistência. Nessa perspectiva, considera-se esta investigação como um despertar para as questões ligadas à realidade dos idosos e suas famílias na comunidade, como ponto de reflexão para entender melhor a problemática vivenciada por essa população. Acreditamos assim, que o cuidado gerontológico adequado está relacionado a um planejamento cuidativo que vise melhorar a qualidade de vida do idoso, com um menor ônus para a família e a manutenção do equilíbrio do sistema familiar.

Não obstante, este estudo apresenta algumas limitações a serem superadas em investigações posteriores. Essas limitações dizem respeito ao fato do estudo ter sido desenvolvido apenas em uma UAPS e com amostra relativamente pequena, sendo utilizada uma proporção de disfuncionalidade baixa de 8,8% para o cálculo, onde existem proporções maiores em outros estudos e até mesmo no presente estudo.

Desse modo, reforça-se a necessidade de realizar outras pesquisas dessa natureza, inclusive em outras regionais de Fortaleza, para obtenção de um panorama mais ampliado das realidades de saúde da população idosa e do seu convívio familiar, objetivando assim, bases mais seguras e concretas para o planejamento de estratégias e o atendimento integral à saúde das pessoas idosas e suas famílias.

Reconhece-se que esta pesquisa não se constitui em um esgotamento na identificação da disfuncionalidade familiar e os fatores associados, uma vez que refletiu uma abordagem temporal inerente ao estudo transversal, ao qual não se permite inferir causalidade. Os achados do presente estudo podem contribuir para que os profissionais da ESF considerem a dinâmica familiar e os fatores associados a sua funcionalidade no planejamento e direcionamento de suas ações. O conhecimento da funcionalidade familiar e da capacidade funcional de idosos é importante para o desenvolvimento de estratégias de assistência domiciliária mais efetiva, capaz de assistir às demandas crescentes dos idosos e de suas famílias.

REFERÊNCIAS

AGUIAR, E.S.S.; GOMES, I.P.; FERNANDES, M.G.M.; SILVA, A.O. Representações sociais do cuidar de idosos para cuidadores: revisão integrativa. Rev. enferm. UERJ. v. 19, n. 3, p. 485-490, 2011. Disponível em:< http://www.facenf.uerj.br/v19n3/v19n3a25.pdf> Acesso em: 24 jun. 2015.

ALMEIDA, A.V.; MAFRA, S.C.T.; SILVA, E.P.; KANSO, S. A Feminização da Velhice: em foco as características socioeconômicas, pessoais e familiares das idosas e o risco social. Textos & Contextos. Porto Alegre, v. 14, n. 1, p. 115-131, jan. / jun. 2015.

AMENDOLA, F.; OLIVEIRA, M.A.C.; ALVARENGA, M.R.M. Influência do apoio social na qualidade de vida do cuidador familiar de pessoas com dependência. Rev. esc. enferm. USP, São Paulo, v. 45, n. 4, p. 884-889, 2011.

ALVES, L.C.; LEITE, I.C.; MACHADO, C.J.. Fatores associados à incapacidade funcional dos idosos no Brasil: análise multinível. Revista de Saúde pública, v. 44, n. 3, p. 468-478, 2010.

ARAÚJO, C.L.; MANUCUSSI, E.; FARO, A.C. La práctica de actividad física en adultos mayores del Valle del Paraíba. São Paulo, Enfermeria Global, v.11, n.28, p. 204-12, out. 2012.

ATHAYDE, E.S.; GIL, C.R.R. Possibilidades do uso do genograma no trabalho cotidiano dos médicos das equipes de saúde da família de Londrina. Revista Espaço para a Saúde.

Londrina, v.6, n.2, p.13-22, jun. 2005.

BARRETO, T.S.G. Políticas Públicas, Envelhecimento e Alzheimer: contextualização dos marcos legais. Revista Portal de Divulgação. n.41, Ano IV. Jun/Jul/Ago, 2014. Disponível em:< http://www.portaldoenvelhecimento.com/revista-

nova/index.php/revistaportal/article/view/457>Acesso em jun. 2015.

BATISTA, N.C.; CRISPIM, N.F. A interferência das relações familiares no processo de envelhecimento: um enfoque no idoso hospitalizado. Kairós gerontologia. Revista da Faculdade de Ciências Humanas e Saúde. V. 15, N. 3, P. 169-189, 2013.

BELUSCI, D.G.P. Programa Saúde da Família II: manual para o dia a dia das equipes de saúde da família. 2 ed. São Paulo: Lawbook, 2010. 240p.

BORGES, C.L.; SILVA, M.J.; CLARES, J.W.B.; NOGUEIRA, J.M.; FREITAS, M.C. Características sociodemográficas e clínicas de idosos institucionalizados: contribuições para o cuidado de enfermagem. Rev. Enferm. UERJ, Rio de Janeiro, v. 23, n. 33, p.81-7.

mai./jun. 2015.

BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. População residente por sexo, situação e grupos de idade (Censo 2010). IBGE, 2010a. Disponível em:

<http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/listabl.asp?c=200&u=1474&z=t&o=4&i=P> Acesso em: ago. 2014.

_____. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Síntese de Indicadores sociais: uma análise das condições de vida da

população brasileira. IBGE, 2010b. Disponível em:

<http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/indicadoresminimos/sint eseindicsociais2010/SIS_2010.pdf> Acesso em: ago. 2015.

______. Pesquisa Nacional de Saúde – 2013: percepção do estado de saúde, estilo de vida e doenças crônicas. Brasil, grandes regiões e unidade da federação. Rio de Janeiro: IBGE, 2014. Disponível em: <http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv91110.pdf>. Acesso em: 28 jun. 2015.

______. Estatuto do Idoso, lei nº 10.741 de 01 de outubro de 2003. Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm> Acesso em: Jan. 2015.

______. Constituição (1988). Constituição da república Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988. 292 p.

______. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP). Resolução nº 466/12 sobre pesquisa envolvendo seres humanos.

Brasília, DF: Dez./2012.

______. Ministério da Saúde. Portaria GM nº 1.395, de 10 de dezembro de 1999. Aprova a Política Nacional de Saúde do Idoso e dá outras providências. Brasília (Brasil): Ministério da Saúde; 1999.

______. Ministério da Saúde. Portaria nº 399/GM, de 22 de fevereiro de 2006. Divulga o Pacto pela Saúde 2006 – Consolidação do SUS e aprova as Diretrizes Operacionais do Referido Pacto. Brasília (Brasil): Ministério da Saúde, 2006a.

______. Ministério da saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Saúde da

Pessoa Idosa - PNSPI. Portaria nº 2.528, Out/ 2006. Diário Oficial da União, Poder

Executivo, Brasília (Brasil): Ministério da Saúde, 2006b.

______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília, 2006c.

______. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Envelhecimento e

saúde da pessoa idosa. Brasília: Ministério da Saúde; 2007. (Série Normas e Manuais -

Cadernos de Atenção Básica, nº 19).

______. FEDERAL, Senado. Estatuto do idoso. Brasília (DF): Senado Federal, 2003. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1º de julho de 2013. Rio de Janeiro: IBGE; 2013. Disponível em:

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/estimativa2013/ Acesso: 07 Out. 2016. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Síntese de indicadores sociais: uma análise das condições da vida da população brasileira 2013. Rio

de Janeiro: IBGE; 2013. Disponível em: <http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv66777.pdf >Acesso: 07 Out. 2016.

CAMARANO, A.A., (Organizadora). Cuidados de longa duração para a população idosa:

um novo risco social a ser assumido? Rio de Janeiro: IPEA; 2010.

CHAIMOWICZ, F. (Org.); BARCELOS, E.M.; MADUREIRA, M.D.S.; RIBEIRO, M.T.F.

Saúde do Idoso. 2 ed. Belo Horizonte: NESCON UFMG, 2013.167p.

CLARES, J.W.B.; FREITAS, M.C; ALMEIDA, P.C.; GALIZA, F.T.; QUEIROZ, T.A. Perfil de idosos cadastrados numa unidade básica de saúde da família de Fortaleza-CE. Rev Rene, v. 12, p. 988-94, 2011.

COSTA NETO, A.M; SANTOS, A.G.; AZEVEDO, G.A.V.; PEREIRA, C.; COSTA, B. Hábitos de vida e o desempenho de idosos nas atividades básicas da vida diária.Rev. Enferm. UFPE on line., Recife, v. 7, n. 7, p.4663-9, jul., 2013.

CULLUM, N.; CILISKA, D.; HAYNES, R.B.; MARKS, S. Enfermagem baseada em evidências: uma introdução. Porto Alegre: Artmed, 2010. 382p.

DUARTE Y.A.O. Família: rede de suporte ou fator estressor. A ótica de idosos e

cuidadores familiares. [these] São Paulo (São Paulo): Universidade de São Paulo -Escola de

Enfermagem; 2001. 196p.

FARIAS, R.G.; SANTOS, S.M.A. Influência dos determinantes do envelhecimento ativo entre idosos mais idosos. Texto and Contexto Enfermagem, v. 21, n. 1, p. 167, 2012.

FIGUEIREDO, M.H.J.S.; MARTINS, M.M.F.S. Avaliação familiar: do modelo calgary de avaliação da família aos focos da prática de enfermagem. Rev. Cienc. Cuid. Saúde. Maringá, v.9, n.3. p.552-559, 2011. Disponível em:

<http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/CiencCuidSaude/article/viewFile/12559/6651> Acesso: 07 Out. 2016.

FELICIANO, A.B.; MORAES, S; FREITAS, I.M. O perfil do idoso de baixa renda no Município de São Carlos, São Paulo, Brasil: um estudo epidemiológico. Cadernos de saúde pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 6, p.1575-1585, nov. / dez. 2004.

FERNANDES, T.O.; SOARES, S.M. O desenvolvimento de políticas públicas de atenção ao idoso no Brasil. Rev Esc Enferm USP, v.46, n.6, p.1494-1502, 2012. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v46n6/29.pdf> Acesso em 21 jan. 2015.

FORTALEZA. Prefeitura Municipal. Descrição da Secretaria Executiva Regional V. Fortaleza, 2013. Disponível em :< http://www.fortaleza.ce.gov.br/regionais/regional-V> Acesso em: 21 de jan. 2015.

______. Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico. Desenvolvimento humano, por bairro, em Fortaleza. Fortaleza, 2014. Disponível

em:http://www.fortaleza.ce.gov.br/sites/default/files/u2015/25.02.2014_pesquisa_finalizada.p df. Acesso em: Jun 2015;

Saúde – CEAPS: consolidado geral das equipes CNES. Abr 2015. Fortaleza, 2015a.

______. Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de Saúde. Célula de Atenção às condições crônicas. Imunizações: campanha de vacinação contra influenza. Abr 2015. Fortaleza, 2015b.

FREITAS, E.V.; MIRANDA, R.D. Parâmetros clínicos do envelhecimento e avaliação

geriátrica ampla. In: Tratado de Geriatria e gerontologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara

Koogan, 2006. p. 900-909.

FREITAS, E.V.; MIRANDA, R.D. Tratado de Geriatria e gerontologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1741p.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

GRATÃO, A.C.M.; TALMELLI, L.F.S.; FIGUEIREDO, L.C.; SANTOS, J.L.F.; ROSSET, I; FREITAS, C.P.; RODRIGUES R.A.P. Dependência funcional de idosos e sobrecarga do cuidador. Rev. Esc. Enferm.USP, São Paulo, n. 47, v.1, p.137-44, 2013.

GUTIERREZ, D.M.D.; MINAYO, M.C.S. Produção de conhecimento sobre cuidados da saúde no âmbito da família. Ciênc. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, n. Supl.1, v.15, Jun.2010. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-

81232010000700062&script=sci_arttext>. Acesso em: Jan.2015.

GONÇALVES, S. X.; BRITO, G. E. G.; OLIVEIRA, E. A.; CARVALHO, D. B.; ROLIM, I. B.; LUCENA, E. M. F. Capacidade funcional de idosos adscritos à Estratégia Saúde da Família no município de João Pessoa-PB. Rev. Bras. Ciênc. Saúde, v. 15, n. 3, p. 287-94, 2011.

JANSSEN, I. Influence of sarcopenia on the development of physical disability: the cardiovascular health study. J Am Geriatric Soc, v.54, n.1, p.56-62, Jan., 2006. Disponível em: <http://www.luzimarteixeira.com.br/wp-content/uploads/2011/04/sarcopenia-e-

deficiencia.pdf> Acesso em: 22 de ago. 2016.

KATZ, S.; FORD, A.B.; MOSKOWITZ, R.W.; JACKSON, B.A.; JAFFE, M.W. Studies of illness in the aged: the index of ADL: a standardized measure of biological and

psychosocial function. Jama, v. 185, n. 12, p. 914-919, 1963., Disponível em:

<http://jama.jamanetwork.com/article.aspx?articleid=666768> Acesso em Jun. 2015. KAGAWA, C.A.; CORRENTE, J.E. Análise da capacidade funcional em idosos do município de Avaré-SP: fatores asociados. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol., Rio de Janeiro, 2015; 18(3):577-586.

LOUVISON, M.C.P.; ROSA, T.E.C. Envelhecimento e políticas públicas de saúde da pessoa idosa. In: Políticas públicas para um país que envelhece. BERZINS, M; BORGES, M.C. (Organizadoras). São Paulo: Martinari, 2012. 304 p.

LAWTON, M. P.; BRODY, E. M. Assessment o folder people: self-maintaining and instrumental activities of daily living. The Gerontologist, St. Louis, v. 9, n. 3, p. 179-186, 1969.

LINO, V.T.S. et al. Adaptação transcultural da escala de independência em atividades da vida diária. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, n. 1, p. 103-12, jan. 2008.

MACIEL, A.C.C.; GUERRA, R.O. Influência dos fatores biopsicossociais sobre a capacidade funcional de idosos residentes no Nordeste do Brasil. Rev. Bras. de Epidemiologia, v. 10, n. 2, p. 178-89, 2007.

MINOSSO, J.S.M.; AMENDOLA, F.; ALVARENGA, M.R.M.; OLIVEIRA, M.A.C. Prevalência de incapacidade funcional e dependência em idosos atendidos em um Centro de Saúde-Escola da Universidade de São Paulo.Cogitare Enferm., v. 15, n. 1, p. 12-8, 2010. MADUREIRA, V.S.F.; PELISER, S.R.; BELTRAME, V.; STAMM, M. Mulheres idosas falando sobre envelhecer: subsídios para a promoção da saúde. Rev. Min. Enferm., 2008. Disponível em: <http://www.enf.ufmg.br/site_novo/modules/

mastop_publish/files/files_4c0e40eb1c43f.pdf> Acesso em: 12 de ago. 2016.

MAZZA, M.M.P.R; LEFÈVRE, F. Cuidar em família: análise da representação social da relação do cuidador familiar com o idoso. Rev. Bras. Cresc. Desenv. humano, v. 15, n. 1, p. 1-10, 2005. . Disponível em: <http://www.revistasusp.sibi.usp.br/pdf/rbcdh/v15n1/02.pdf> Acesso em: 22 de agosto de 2016.

MENDES, E.V. O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da estratégia da saúde da família. In: O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da estratégia da saúde da família. Organização Pan-Americana da Saúde, 2012.

MORAES, S.A; LOPES, D.M; FREITAS, I.C.M. Avaliação do efeito independente de doenças crônicas, fatores sociodemográficos e comportamentais sobre a incapacidade funcional em idosos residentes em Ribeirão Preto, SP, 2007 – Projeto EPIDCV. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 18, n. 4, p. 757-770, 2015.

MORAGAS, R. Gerontologia Social: Envelhecimento e qualidade de vida. 3ª Ed. São Paulo: Paulinas, 2010.

MOURA, M.A.V; DOMINGOS, A.M; RASSY, M.E.C. A qualidade na atenção à saúde da mulher idosa: um relato de experiência. Esc. Anna Nery Rev. Enferm, v. 14, n. 4, p. 848- 855, 2010.

NASCIMENTO, C.M; RIBEIRO, A.Q; COTTA, R.M.M; ACURCIO, F.A; PEIXOTO, S.V; PRIORE, S.E; FRANCESCHINI, S.C.C. Factors associated with functional ability in

Brazilian elderly. Arq. Geriatr. Gerontol., mar. / abr., 2012. Disponível em:

<http://www.aggjournal.com/article/S0167-4943(11)00251-2/abstract> Acesso em: 11 de nov.2015.

NICODEMO, D.; GODOI, M. P. Juventude dos anos 60-70 e envelhecimento: estudo de casos sobre feminização e direitos de mulheres idosas. Revista Ciência em Extensão, v. 6, nº. 1, 2010. Disponível em: http://ojs.unesp.br/index.php/revista_proex/article/view/324/341. Acesso em: 11 de nov. 2015.

OLIVEIRA, S. F. D. Fisiologia do envelhecimento. In: NUNES, M. I; FERRETTI, R. E. L; SANTOS, M. Enfermagem em geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 214p.

OMS. Organização Mundial da Saúde. Envelhecimento ativo: uma política de saúde. Brasília (DF): Organização Pan-americana de Saúde; 2005.

PAIVA, A.T.G.; BESSA, M.E.P.; MORAES, G.L.A.; SILVA, M.J.; OLIVEIRA, R.D.P.; GOUVEIA, A.M. Avaliação da funcionalidade de famílias com idosos. Cogitare enferm, v. 16, n. 1, p. 22-8, 2011.

PAVARINI, S.C.I; BARHA, E.J; MENDIONDO, M.S.Z; FILIZOLA, C.L.A; PETRILLI FILHO, J.F; SANTOS, A.A. Family and social vulnerability: a study with octogenarians. Rev. Latino-am. Enfermagem, v.17, n.3, p.374-9, mai. /jun. 2009.

PEDREIRA, L.C; OLIVEIRA, A.M.S. Cuidadores de idosos dependentes no domicílio: mudanças nas relações familiares. Rev Bras Enferm, v.65, n.5, p.730-6, Brasília, set. /out. 2012. Disponível em: < file:///C:/Users/Samsung/Desktop/Pedreira_et_al-2012-

Revista_Brasileira_de_Enfermagem.pdf> Acesso em: Jan 2015.

PEREIRA, G. N.; BASTOS, G. A. N; DEL DUCA, G. F; BÓS, A.J.G. Indicadores

demográficos e socioeconômicos associados à incapacidade funcional em idosos. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.28, n.11, p.2035-2042, nov., 2012.

PEREIRA, G. N.; DUCA, G. F; BASTOS, G. A. N. Indicadores de saúde associados à incapacidade funcional em idosos de baixa renda. Geriatria & Gerontologia, Porto Alegre, v. 5, n. 2, p. 66-73, 2011.

PIERCY, K.W, Editor. Working with aging families. New York: W.W. Norton & Company; 2010. Chapter 2, Understanding family dynamics; p. 41-72.

PORCIÚNCULA, R.C.R.et al. Perfil socioepidemiológico e autonomia de longevos em Recife-PE, Nordeste do Brasil. Rev. bras. geriatr. gerontol, v. 17, n. 2, p. 315-325, 2014. POLIT, D.F; BECK, C.T. Fundamentos de Pesquisa em Enfermagem. Avaliação de Evidências para a Prática da Enfermagem.7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 669p.

RABELO, D.F; NERI, A.L. Arranjos domiciliares, condições de saúde física e psicológica dos idosos e sua satisfação com as relações familiares. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol., Rio de Janeiro, v.18, n.3, p.507-519, 2015.

REIS, L.A. Dinâmica familiar de idosos com comprometimento da capacidade funcional. [Dissertação] Mestrado em Enfermagem. Universidade Federal da Bahia: 2013.

SANTI, P.M.H. La familia funcional y disfuncional, un indicador de salud. Rev. Cubana Med. Gen. Integr., v.13, n.6, 1997. Disponível em:

<http://bvs.sld.cu/revistas/mgi/vol13_6_97/mgi13697.htm> Acesso em: 27 de jul. 2015. SANTANA, M.S; MAIA, E.M.C. Atividade física e bem-estar na velhice. Revista de Salud Pública, v. 11, n. 2, p. 225-236, 2009.

SANTOS, A.A; PAVARINI S.C.I; BARHAM E.J. Percepção de idosos pobres com

alterações cognitivas sobre funcionalidade familiar. Rev. Texto contexto - enferm., v.20, n.1, p.102-110, 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/tce/v20n1/12.pdf> Acesso em 27 de jul. 2016.

SANTOS, M. Epidemiologia do envelhecimento. In: NUNES, M. I; FERRETTI, R. E. L; SANTOS, M. Enfermagem em geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 214p.

SANTOS, R.L; VIRTUOSO JÚNIOR. J.S. Confiabilidade da versão brasileira da escala de atividades instrumentais da vida diária. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, v. 21, n. 4, 2008. Disponível em:

<http://www.unifor.br/index.php?option=com_content&view=article&id=532&itemid=386> Acesso em : 25 de out. 2015.

SERENY, M.D; GU, D. Living arrangement concordance and its association with self- rated health among institutionalized and community-residing older adults in China. J. Cross. Cult. Gerontol. v.26, n.3, p.239-59, 2011.

SILVA, D.M.S; VILELA, A.B.A; SOUZA, A.S; ALVES, M.R; SOUZA, T.O. AVALIAÇÃO DA FUNCIONALIDADE FAMILIAR DE IDOSOS. Journal of Nursing UFPE/Revista de Enfermagem UFPE, v. 7, n. 9, 2013. Disponível em:

<file:///C:/Users/adria/Downloads/4732-46168-1-PB.pdf> Acesso em: 17 set. 2015.

SILVA, I.T; JUNIOR, E.P.P; VILELA, A.B.A. Autopercepção de saúde de idosos que vivem em estado de corresidência. Rev. bras. geriatr. gerontol, v. 17, n. 2, p. 275-287, 2014.

SMILKSTEIN G. The family APGAR: a proposal for a family function test and its use by physicians. J. Fam. Practice. v.6, n.6, p.1231-1239, 1978. Disponível em:

<http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/660126> Acesso em: 15 de Jan. 2015.

SOUSA, F.G.M. FIGUEIREDO, M.C.A.B. ERDMANN, A.L. INSTRUMENTOS PARA AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO NA FAMÍLIA: um estudo descritivo. Revista de

Pesquisa em Saúde, v. 11, n. 1, 2010.

SOUZA, M.L; MORAIS. E.P; BARTH, Q.C.M. Características demográficas,

socioeconômicas e situação de saúde de idosos de um programa de saúde da família de Porto Alegre, Brasil. Rev. Latino-am. Enfermagem, v.14, n.6, nov. /dez. 2006. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/rlae/article/viewFile/2378/2599> Acesso em: Dez 2014.

SOUSA, A. I.; SILVER, L. D. Perfil sociodemográfico e estado de saúde autorreferido entre idosas. Rev. Enferm. Esc. Anna Nery, v. 12, nº. 4, p. 706-716, 2008. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/ean/v12n4/v12n4a15.pdf>. Acesso em: 01/11/16.

SOUZA, R.A.; COSTA, G.D.; YAMASHITA, C.H.; AMENDOLA, F.; GASPAR, J.C.; ALVARENGA, M.R.M.; FACCENDA, O.; OLIVEIRA, M.A.C. Funcionalidade familiar de idosos com sintomas depressivos. Rev. Esc. Enferm. USP, v. 4, n. 83, p.469-76, 2014. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v48n3/pt_0080-6234-reeusp-48-03-469.pdf