• No results found

Paper V (Survey II): Self-reported dental pain and associated factors in Ugandan schoolchildren

4. DISCUSSION

4.2. Comments on the main findings 1. Dental caries and dental pain

AKERRAZ, A.; CAMPOREALE,S. e PAPI, E. (2013) - Sidi Ali Ben Ahmed – Thamusida, 3.Le

Matériel Edizioni Quasar.

ALARCÃO, A. e MAYET, F. (1990) - As Ânforas Lusitanas: tipologia, produção, comércio. Paris: Museu Monográfico de Conimbriga / Diff. E. De Boccard, pp. 117-151.

ALARCÃO, J. (1974) – Cerâmica comum local e regional de Conímbriga. Coimbra. (Suplementos de

biblos, 8).

ALARCÃO, J. (2011) - Os Cornelii Bocchi, Tróia e Salacia. In CARDOSO, J. L. e ALMAGRO- GORBEA, M. (eds.) (2011) - Lucius Cornelius Bocchus. Escritor Lusitano da Idade de Prata da

Literatura Latina (Colóquio Internacional de Tróia, 6-8 de Outubro de 2010), Lisboa-Madrid, PP.323-

348.

ALMEIDA, F., ZBYSZEWSKI, G. e FERREIRA, O.da Veiga (1971) - Descoberta de fornos lusitanoromanos na região da Marateca (Setúbal). O Arqueólogo Português. Lisboa, 3ª série: 5, pp. 155-167.

ALMEIDA, J. (2008) - A necrópole romana da Caldeira, Tróia de Setúbal: Escavações de Manuel

Heleno nas décadas de 40-60 do século XX. Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de

Letras de Lisboa.

ALMEIDA, R. (2008) - Las ánforas del guadalquivir en scallabis (santarém, portugal). Una

aportación al conocimiento de los tipos minoritários. Barcelona: Publicacions i Edicions de la

Universitat de Barcelona (Col.ecció Instrumenta, 28).

ALMEIDA, R.; I.V. PINTO; A. P. MAGALHÃES E P. BRUM (2014) Ânforas piscícolas de Tróia: Contextos de consumo versus contextos de produção. In MORAIS, R., FERNÁNDEZ FERNÁNDEZ, A. e SOUSA, M.J. (eds.) (2014) - As produções cerâmicas de imitação na Hispânia. Porto: Faculdade de Letras do Porto (Monografias Ex-officina Hispana II), pp. 405 – 423.

AMARO, C.; BUGALHÃO, J. e SABROSA, A. (1996) - Complexo fabril romano na Rua Augusta - notícia preliminar. In FILIPE, G. e RAPOSO, J. (eds.)(1996) - Ocupação Romana dos Estuários do

Tejo e Sado. Seixal: Câmara Municipal do Seixal e Publicações Dom Quixote, pp. 199- 214.

AMORES, F.; GARCÍA, E.; GONZALEZ, D. e LÓPEZ, P. (2007) - Cerámicas de cocina y comunes tardoantiguas en Hispalis (Sevilla, España). Primera tipología y sus sontextos (La Encarnación, ss. V- VI). In BONIFAY, M. e TRÉGLIA, J. (2007) - LRCW 2. Late Roman Coarse Wares, Cooking Wares

and Amphorae in the Mediterranean: Archaeology and archaeometry. Oxford: Archaeopress (BAR International Series 1662 (I)), pp.147-164.

ARCELIN, P.; TUFFREAU-LIBRE, M. (dir.) (1998) - La Quantification des céramiques, conditions

et protocole. Glux-en-Glenne: Mont Bervray. Bibactre 2.

ARRUDA, A. M.; VIEGAS, C. e BARGÃO, P. (2010) - A cerâmica comum de produção local de Monte Molião. In Actas do 7º Encontro de Arqueologia do Algarve. Xelb. Silves: 10, pp. 285-304.

ARTHUR, P. (2007) - Pots and boundaries. On cultural and economic areas between late antiquity and early middle ages. In BONIFAY, M. e TRÉGLIA, J.-C. (2007) - LRCW 2. Late Roman Coarse Wares,

Cooking Wares and Amphorae in the Mediterranean: Archaeology and Archaeometry. Oxford:

Archaeopress (BAR International Series 1662, 1), pp. 15-28.

AUROUX, A.M.A.; CARRERAS MONFORT, C.; ALMEIDA, R.; FERNÁNDEZ FERNÁNDEZ, A.; MOLINA VIDAL, J.; VIEGAS, C. (2016) - Registro para la cuantificación de cerámica arqueológica: estado de la cuestión y una nueva propuesta. Protocolo de sevilla (PRCS/ 14). Zephyrus, Salamanca, LXXVIII, pp.87-110.

BALFET, H.; FAUVET-BERTHELOT, M.-F. e MONZÓN, S. (1992) - Normas para la descripción

de vasijas cerámicas. México: Centre D'Études Mexicaines et Centraméricaines (CMCA).

BANHA DA SILVA, R. (2011) - Olisipo. In REMOLÁ VALLVERDÚ, J.A. e ACERO PÉREZ,J. (2011) - La gestion de los residuos urbanos en Historia. Mérida: CSIC (Anejos de Aespa, LX), pp.203- 212.

BANHA DA SILVA, R. e DE MAN, A. (2012) - Palácio dos Condes de Penafiel: a significant late antique context from Lisbon. In Actas do X Congresso Internacional A cerâmica medieval no

Mediterrâneo. Silves - Mértola, 22 a 27 de outubro de 2012. Silves/Mértola: Câmara Municipal de

Silves/ Campo Arqueológico de Mértola, pp.455-460.

BASÍLIO, E.M.F. (2017) - Paço dos Lobos da Gama (Évora): contributo do conjunto cerâmico de

época romana para a compreensão da sua funcionalidade na urbs. Dissertação de mestrado

apresentada à Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora. Policopiado.

BATALHA, L.; CANINAS, J. C.; CARDOSO, G. e MONTEIRO, M. (2009) A villa romana da Sub-

Serra de Castanheira do Ribatejo (Vila Franca de Xira): Trabalhos arqueológicos efectuados no âmbito de uma obra da EPAL. Lisboa: EPAL - Empresa Portuguesa das Águas Livres, S.A.

BATISTA, J.C. (1896) - Salácia. O Arqueólogo Português. Lisboa: 1,2, pp. 5-10.

BATS, M. (1988) – Vaisselle et alimentation à Olbia de Provence (350-50 av.J.Ch.): Modèles

culturales et categories cèramiques. Paris: Editions du Centre National de la Recherche Scientifique.

(Revue Archaéologique de Narbonnaise, Suplément 18).

BOMBICO, S. (2017) – A exportação de produtos lusitanos na Antiguidade Tardia: rotas, cargas e naufrágios no Mediterrâneo Ocidental (Séculos III a VI) – Dados Preliminares. In TEIXEIA, C. e CARNEIRO, A. (2017) – Arqueologia da Transição: Entre o mundo romano e a Idade Média. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, pp.185-211. (Série Humanitas Supplementum) BONIFAY M. (2014) - Céramique africaine et imitations: où, quand, pourquoi? In MORAIS, R. FERNANDÉZ, A.; SOUSA, M.J.(eds.) (2014) - As produções cerâmicas de imitação na Hispânia. Porto: Faculdade de Letras do Porto (Ex Officina Hispana, II), pp.75-91.

BONIFAY, M. (2004) - Études sur la céramique romaine tardive d’afrique. Oxford: Archaeopress (BAR International Series 1301).

BONIFAY, M. e TRÉGLIA, J.-C. (2007) - LRCW 2. Late Roman Coarse Wares, Cooking Wares and

Amphorae in the Mediterranean: Archaeology and Archaeometry. Oxford: Archaeopress (BAR International Series 1662, 1), pp.15-27.

BUGALHÃO, J.; CATARINO, H.; CAVACO, S.; COVANEIRO, J.; FERNANDES, I.C.F.; GOMES, A.; MARTÍNEZ, S.G.; GONÇALVES, M.J.; GRANGÉ, M.; INÁCIO, I.; LOPES, G.; SANTOS, C. (2010) - CIGA: Projecto de sistematização para a cerâmica islâmica do Gharb al-Ândalus. In Actas do

7º Encontro de Arqueologia do Algarve. Xelb. Silves: 10, pp.455-476.

CABRAL, J. M. P.; FONSECA, S.M. e GOUVEIA, M.A. (2000) - Caracterização química das produções de ânforas do Sado: I oficina do Pinheiro. In Contributos das Ciências e das Tecnologias

para a Arqueologia da Península Ibérica: Actas do 3º Congresso de Arqueologia Peninsular. Porto:

ADECAP, Vol. 9, pp.141-160.

CABRAL, J.M.P., GOUVEIA, M.A. (1984) - Sobre a proveniência de ânforas e outra cerâmica comum lusitano-romana de Tróia de Setúbal. Arqueologia e História. Série X, I, pp. 143–153

CABRAL, J.M.P., GOUVEIA, M.A. e MORGADO, I., (1996) - Caracterização química das produções de ânforas do Vale do Tejo: II- Porto dos Cacos. In FILIPE, G. e RAPOSO, J. (eds.)(1996) - Ocupação

Romana dos Estuários do Tejo e Sado. Seixal: Câmara Municipal do Seixal e Publicações Dom

Quixote), pp. 301–322.

CABRAL, J.M.P., GOUVEIA, M.A., MORGADO, I. (1993–1994) - Caracterização química das produções de ânforas do Vale do Tejo: II – Quinta do Rouxinol. Conimbriga, Coimbra:XXII–XXXIII, pp. 191–200.

CARDOSO, G. (1986) - Fornos de ânforas romanas na bacia do Rio Sado: Pinheiro, Abul e Bugio, Conimbriga. Coimbra: 25, pp. 153-173.

CARDOSO, G.; RODRIGUES, S. (1996) - O contexto oleiro de Muge na produção romana do Médio e Baixo Tejo. In FILIPE, G. e RAPOSO, J. (eds.)(1996) - Ocupação Romana dos Estuários do Tejo e

Sado. Seixal: Câmara Municipal do Seixal e Publicações Dom Quixote, pp. 167–178.

CASAS i GENOVER, J.; CASTANYER I MASOLIVER, P.; M.NOLLA i BRUFAU, J.; TREMOLEDA I TRILLA, J. (1990) - Ceràmiques Comunes i de Producició local d'época romana: I.

Materials augustals i alto-imperials a les comarques orientals de girona. Girona: Centre

d'Investigacions Arqueològiques de Girona (Sèrie monogràfica, 12)

CASTRO, I.C. – O livro de cozinha de Apício. Um breviário do gosto imperial romano. Colares Editora.

CHAVARRÍA ARNAU (2007) - El final de las villae en Hispania. (Bibliothèque de l'Antiquité

Tardive,7) Brepols Pub.

COELHO-SOARES, A. (1987) - Materiais arqueológicos da courela dos Chãos (Sines). Setúbal

Arqueológica. Setúbal: 8, pp.193-202.

COELHO-SOARES, A. e SILVA, A. T. (2018) - Caetobriga. O sítio arqueológico da Casa dos Mosaicos. Setúbal Arqueológica. Setúbal: 17, pp. 143-160.

COELHO-SOARES, A.; SILVA, C. T. (1979) - Ânforas romanas da Quinta da Alegria (Setúbal).

Setúbal Arqueológica 5, pp. 205-221.

CRUZ, M. D.; CORREIA, V.H. (2007) – Cerâmica utilitária: Normas de inventário. Instituto dos Museus e da Conservação.

DE MAN, A. (2004) - Algumas considerações em torno da cerâmica comum tardia conimbrigense.

Revista Portuguesa de Arqueologia, 7: 2, pp.459-471.

DIAS, I.M. e PRUDÊNCIO, M.I. (2016) – Geochemical fingerprints of lusitanian amphorae production centres: Tagus, Sado, Algarve and Peniche. In PINTO, I.V.; ALMEIDA, R.e MARTIN, A. (eds.) (2016) – Lusitanian amphorae: production and distribution. Oxford: Archaeopress, pp.95- 102 (Roman and Late Antique Mediterranean Pottery, 10)

DIAS, L.F.; SILVA, C.T.; SOARES, J. (1980-81) - Trabalhos arqueológicos na Ilha do Pessegueiro (1980). Setúbal Arqueológica. Setúbal: 6-7, pp. 219-248

DIAS, M. I., PRUDÊNCIO, M. I., GOUVEIA, M. A., TRINDADE, M. J., MARQUES, R., FRANCO, D. e GUERRA, A. (2010). Chemical tracers of Lusitanian amphorae kilns from the Tagus estuary (Portugal). Journal of Archaeological Science, 37(4), 784-798.

DIAS, M. I.; TRINDADE, M. J.; FABIÃO, C.; SABROSA, A.; BUGALHÃO, J.; RAPOSO, J.; GUERRA, A.; DUARTE, A. L. e PRUDÊNCIO, M. I. (2012) – Arqueometria e o Estudo das Ânforas Lusitanas do Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros (Lisboa) e de Centros Produtores do Tejo”. Estudos Arqueológicos de Oeiras. Oeiras: Câmara Municipal de Oeiras, 19, pp.57-70. DIAS, M.I.; PRUDÊNCIO, M.I.; RAPOSO, J.; GOUVEIA, M. A.; FABIÃO, C.; GUERRA, A.; BUGALHÃO, J.; DUARTE, A.L. e SABROSA, A. (2001) - Caracterização química por AAN dos tipos de ânfora de um centro de produção do estuário do Tejo: Quinta do Rouxinol (Portugal). In Actas

do IV Congreso Nacional de Arqueometria. Valência: Ed. Clodoado Roldán, p. 88-93.

DIAS, V. M. (2014) – A cerâmica comum romana de Ammaia. Dissertação de Doutoramento apresentada a Universidade de Évora. Policopiado.

DIOGO, A. M. D. (1987) - Quadro tipológico das ânforas de fabrico lusitano. O Arqueólogo

Português, Lisboa: Série IV, 5, pp. 179-191.

DIOGO, A. M. D. e TRINDADE, L. (2000) - Vestígios de uma unidade de transformação do pescado descobertos na Rua dos Fanqueiros, em Lisboa. Revista Portuguesa de Arqueologia. Lisboa: 3:1, pp. 181-206.

DIOGO, A. M. D.; FARIA, J.C.; FERREIRA, M.A. (1987)- Fornos de ânforas de Alcácer do Sal.

Conimbriga. Coimbra: 26, pp. 77-111.

DIOGO, A. M. D.; REINER, F. (1987) - Duas notícias sobre fornos romanos de fabrico de ânforas.

Conimbriga. Coimbra: 26, pp. 113-124.

DIOGO, A.M.D. (1983) - Fornos de ânforas do Monte da Enchurrasqueira e do Vale da Cepa. Notícia preliminar. Conimbriga. Coimbra: 22, pp. 209-217.

DIOGO, A.M.D. (1985) - O material dos fornos romanos do Abul no Museu do Mar (Cascais). In

Série Arqueológica. Cascais: 1, Sep. nº 4.

DIOGO, A.M.D. (1993) – Cerâmica comum romana dos fornos do Sado (Olarias e Vale da Cepa). In

Homenagem a J.R. dos Santos Júnior. Lisboa: Instituto de investigação tropical. Vol2, pp.145-146.

DIOGO, A.M.D. e FARIA, J.C.L. (1990) - Elementos para a caracterização e periodização de economia do baixo Sado, durante a época Romana. In Arqueologia Hoje, I EtnoArqueologia. Faro: Universidade do Algarve, pp. 92-106.

DIOGO, A.M.D.(1996) – Elementos sobre Ânforas de fabrico lusitano. In FILIPE, G. e RAPOSO, J. (eds.)(1996) - Ocupação Romana dos Estuários do Tejo e Sado. Seixal: Câmara Municipal do Seixal e Publicações Dom Quixote), pp. 61-70.

DIOGO, A.M.D.; CARVALHO, A.G.; REBELO, I.M.S., FERNANDES, J.A e ROLO, M.F.G. (1984) - O material dos fornos romanos da Enchurrasqueira no Museu do Mar (Cascais). In Série

Arqueológica. Cascais: 1, 3, p. 16.

DIOGO, A.Manuel Dias (1980) - Fornos de ânforas do Monte do Bugio Notícia preliminar.

Conimbriga, 19, pp. 147150.

DUARTE, A.L. e RAPOSO, J. (1994) - Quinta do Rouxinol. In Informação Arqueológica. Lisboa: 9, p. 140.

ÉTIENNE, R.; MAKAROUN, Y. e MAYET, F. (1994) - Un grand complexe industriel à Tróia

(Portugal). Paris: Diffusion E. de Boccard.

Fabião (1996) – O comércio dos Produtos da Lusitânia Transportados em ânforas no Baixo Império. In FILIPE, G. e RAPOSO, J. (eds.)(1996) - Ocupação Romana dos Estuários do Tejo e Sado. Seixal: Câmara Municipal do Seixal e Publicações Dom Quixote), pp. 329-342.

FABIÃO, C. (2004) - Centros oleiros da Lusitânia: balanço dos conhecimentos e perspectivas de investigação. In Actas del Congreso Internacional Figlinae Baeticae. Talleres alfareros y

producciones cerámicas en la Bética romana (ss. II a.C–VII d.C.). Oxford: Archaeopress, pp.379-410.

FABIÃO, C. (2009) - A dimensão atlântica da Lusitânia: periferia ou charneira no Imperio Romano? In GORGES, J.-G.; ENCARNACAO, J.; NOGALES, T.; CARVALHO, A. (eds.) (2009) – Lusitânia

Romana entre mito e realidade. Actas da VI Mesa-Redonda Internacional sobre a Lusitânia Romana (Cascais, 2004). Cascais, pp. 53-74.

FABIÃO, C. (2009a) – O Ocidente da Península Ibérica no seculo VI: sobre o pentanummium de Justiniano I encontrado na unidade de produção de preparados de peixe da Casa do Governador da Torre de Belém, Lisboa. Apontamentos de Arqueologia e Património, 4.

FABIÃO, C.; RAPOSO, J.; GUERRA, A.; SILVA, F. (coord.)(2017) - Olaria Romana: seminário

internacional e ateliê de Arqueologia experimental. Lisboa: UNIARQ / Câmara Municipal do Seixal

/ Centro de Arqueologia de Almada.

FARIA, J.C.L.; FERREIRA, M.A. (1993-1994) -Estação arqueológica da Horta do Crespo (Alcácer do Sal). Conimbriga. Coimbra:32/33, pp. 349-357.

FARIA, J.C.L. e FERREIRA, M.A. (1986) - Estações inéditas da época romana do concelho FERNANDES, A. de A. (1997) - Paróquias Suevas e Dioceses Visigóticas. Arouca

FERNANDES, I. (1998) - Plano Nacional de Trabalhos Arqueológicos. Projecto: Zambujalinho -

Centro Produtor de Ânforas do Vale do Sado. Relatório de Progresso.

FERNANDES, I. (2001) - Plano Nacional de Trabalhos Arqueológicos. Projecto: Zambujalinho -

Centro Produtor de Ânforas do Vale do Sado. Relatório de Progresso.

FERNANDES, I. (2005) - Plano Nacional de Trabalhos Arqueológicos. Projecto: Zambujalinho -

Centro Produtor de Ânforas do Vale do Sado. Relatório de Progresso.

FERNANDES, I. C. e CARVALHO, A R. (1996) - Elementos para uma carta arqueológica do período romano no concelho de Palmela In FILIPE, G. e RAPOSO, J. (eds.)(1996) - Ocupação Romana dos

Estuários do Tejo e Sado. Seixal: Câmara Municipal do Seixal e Publicações Dom Quixote), pp 111-

135.

FERNANDES, I. C. e CARVALHO, A. R. (1996) - Elementos para uma carta arqueológica do período romano no Concelho de Palmela. In FILIPE, G. e RAPOSO, J. (eds.)(1996) - Ocupação Romana dos

Estuários do Tejo e Sado. Seixal: Câmara Municipal do Seixal e Publicações Dom Quixote, pp. 111-

136.

FERNANDES, I. C. F. (2007) - Zambujalinho: Uma olaria romana no concelho de Palmela. In Boletim

do Museu Municipal de Palmela. Palmela: Museu Municipal de Palmela, pp.9-10.

FERNANDES, I.C. e CARVALHO, A. (1996) - Trabalhos Arqueológicos no Zambujalinho (Herdade do Zambujal) Primeiros resultados. In Filipe, G. e RAPOSO, J. (eds) (1996) - Ocupação Romana dos

Estuários do Tejo e Sado. Seixal: Câmara Municipal do Seixal e Publicações Dom Quixote, pp. 73-

106.

FERNANDES, I.C.F. e CARVALHO, A.R. (1993) - Arqueologia em Palmela. In Catálogo da

exposição no Castelo de Palmela.

FERNANDES, I.C.F. (1992) - Escavações arqueológicas na Herdade do Zambujal (Palmela).

Almadan. Almada: 2ª Série: 1, p. 94.

FERREIRA, C.J.A.; LOURENÇO, F.S.; SILVA, C.T. e SOARES, J.(1993) - Carta arqueológica do

Distrito de Setúbal. Setúbal.

FIGUEIRA, A. A. (2018) - A cerâmica comum da villa romana da Quinta da Bolacha (Amadora,

Portugal). Dissertação de mestrado apresentada à Faculdade de Letras de Lisboa. Policopiado.

GARCÍA FERNÁNDEZ, F. e GARCÍA VARGAS, E. (eds.) (2014) - Comer a la moda. Imitaciones de vajilla de mesa en Turdetania y la Bética Occidental durante la Antigüedad (S. VI A.C. - VI D.C.). Barcelona: Publicacions i Edicions de la Universitat de Barcelona (Col.ecció Instrumenta, 46). GARCÍA VARGAS, E. (2006) - Garum sociorum: pesca, salazones y comercio en los litorales gaditano y malacitano. Setúbal Arqueológica (Actas do Simpósio Internacional "Produção e Comércio

de Preparados Piscícolas Durante a Proto-História e a Época Romana no Ocidente da Península Ibérica: homenagem a Frainçoise Mayet).Setúbal: 13, pp.39-56.

GASPAR, A. e GOMES, A. (2012) - Cerâmicas comuns da Antiguidade Tardia provenientes do Claustro da Sé de Lisboa - Portugal. In Actas do X Congresso Internacional A cerâmica medieval no

Mediterrâneo. Silves - Mértola, 22 a 27 de outubro de 2012. Silves/Mértola: Câmara Municipal de

Silves/ Campo Arqueológico de Mértola, pp. 851-860.

GRILO, C. e SANTOS, C. (2016) - A cerâmica comum da villa romana de Povos, Vila Franca de Xira.

Cira Arqueológica, 5, Vila Franca de Xira: Camara Municipal de Vila Franca de Xira, pp.86-115.

GRILO, C., FABIÃO, C. e BUGALHÃO, J. (2013) - Um contexto tardo-antigo do núcleo arqueológico da rua dos correeiros (NARC), Lisboa. In ARNAUD, J.; MARTINS, A. e NEVES, C. (coord.) (2013) - Arqueologia em portugal: 150 anos. Lisboa: Associação dos Arqueólogos Portugueses, pp.849-857.

HAYES, J. W. (1972) – Late Roman pottery. London: The British School at Rome.

JIMÉNEZ - CAMINO, R. A. e BERNAL CASASOLA, D. (2009) - Novedades de la Traducta paleobizantina. La secuencia del siglo VII de la Calle Doctor Fleming, 6. Almoraima, 39, pp.283-312. MACIAS SOLÉ (2003) - Cerámicas tardorromanas de Tarragona: economía de mercado versus autarquia. In CABALLERO, L.; MATEOS, P. e RETUERCE, M. (eds.) (2003) - Cerámicas

tardorromanas y altomedievales en la Península Ibérica: ruptura y continuidad. Madrid: Consejo

superior de Investigaciones científicas, pp. 23-39.

MAGALHÃES, A. P. (2010) - A terra sigillata da oficina de salga 1 de Tróia: contextos de escavações

antigas (1956-1961) e recentes (2008-2009). Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de

Letras de Lisboa. Policopiado.

MAGALHÃES, A.P. (2014) - Uma cetária de Tróia escavada nos anos 50 do séc. XX. Setúbal

Arqueológica. Setúbal: 15, pp.245-258.

MAGALHÃES, A.P., PINTO, I.V. e BRUM, P., no prelo - Late Roman imported pottery in the southwest of Lusitania: the case of Tróia (Portugal).

MAGALHÃES, BRUM e PINTO (2014) - The significance of African cooking ware in Lusitania: the case of Tróia (Portugal). Rei Cretariae Romanae Favtorvm Acta 43, pp. 701-708.

MANTAS (1996) - Comércio marítimo e sociedade nos portos romanos do Tejo e do Sado. In FILIPE, G. e RAPOSO, J. (eds.)(1996) - Ocupação Romana dos Estuários do Tejo e Sado. Seixal: Câmara Municipal do Seixal e Publicações Dom Quixote), pp. 345-369.

MANTAS (2010) - Atlântico e Mediterrâneo nos portos romanos do Sado. Revista Portuguesa de

História. Lisboa: XLI, pp. 195-221.

MAYET, F. e C.T. SILVA (2002) - L’atelier d’amphores d’Abul (Portugal). Paris: Diffusion E. de Boccard.

MAYET, F. e SILVA, C.T. (1998) - L'atelier d'amphores de Pinheiro (Portugal). Paris: Diffusion E. de Boccard.

MAYET, F., DA SILVA, C. T., MAKAROUN, Y., e CARDOSO, J. L. (2000). Le site phénicien d'Abul (Portugal): comptoir et sanctuaire. Diffusion E. de Boccard.

MAYET, F.; SCHMITT, A.; e SILVA, C.T. (1996) - Les amphores du Sado (Portugal): prospection

des fours et analyse du matériel. Paris: Diffusion E. de Boccard.

MOLINA VIDAL, J. (1997) - La dinámica comercial romana entre Italia e Hispania Citerior. Alicante: Universidad de Alicante-Instituto de Cultura Juan Gil-Albert.

MORAIS, R.; MORILLO CERDÁN, A.; DJAOUI, D. e PEREIRA, P. (2015, ) - Novos paradigmas de invesTigação: ânforas de fundo plano e cerâmicas comuns utilizadas no transporte de produtos. In MARTÍNEZ SALCEDO, A.; ESTEBAN DELGADO, M. e ALCORTA IRASTORZA, E. (eds. Cient.) (2015) - Cerámicas de época romana en el Norte de Hispania y en Aquitania: producción,

comercio y consumo entre el Duero y el Garona. Madrid: La Ergástula, pp.45-58. (Ex Officina Hispana. Cuadernos de la Secah).

MUNSELL SOIL COLOR CHARTS (1994) – Nova Iorque: Macbeth Division of Kollmorgan Instruments Corporation.

NOLEN, J. (1988) - A villa romana do Alto do Cidreira (Cascais): Os materiais. Conimbriga. Coimbra: XXVII, pp. 61-140.

NOLEN, J. S. (1985) - Cerâmica comum de necrópoles do Alto Alentejo. Lisboa: Fundação da Casa de Bragança.

ORTON, C.; TYERS, P. e VINCE, A. (1993) Pottery in archaeology. Cambridge: Cambridge University Press.

PARREIRA, J. e MACEDO, M. (2016) – Lusitanian amphorae and transport coarse ware from the roman anchorage of Praça D.Luís I (Portugal). In Pinto, I.V.; ALMEIDA, R.e MARTIN, A. (eds.) (2016) – Lusitanian amphorae: production and distribution. Oxford: Archaeopress, pp.167-170 (Roman and Late Antique Mediterranean Pottery, 10)

PASCUAL PACHECO, J.; RIBERA I LACOMBA, A. e ROSSELLÓ MESQUIDA, M. (2003) - Cerámicas de la ciudad de Valencia entre la época visigoda y omeya (siglos VI-X). Anejos de AEspA XXVIII, pp.67-117.

PEACOCK, D. (1982) - Pottery in the Roman world: an ethnoarchaeological approach. Londres e Nova Iorque: Longman.

PEINADO ESPINOSA, M.V. (2017) - Cerámicas comunes romanas producidas en la Bética. In FERNÁNDEZ OCHOA, C., MORILLO, A. e ZARZALEJOS, M. (eds.) - Manual de cerámica

romana III. Alcalá de Henares: Museo Arqueológico Regional. Madrid: Colegio Oficial de Doctores

y Licenciados en Filosofía y Letras y en Ciencias, Sección de Arqueología, pp.99-141

PICON, M. (1995) - Grises et grises: quelques réflexions sur les céramiques cuites en mode B. In 1ªs

Jornadas de Cerâmica Medieval e Pós-Medieval. Tondela: Câmara Municipal de Tondela, pp. 283-

PICON, M. (2001) - Des égarements de l’archéométrie: à propos des amphores du Sado. Revista

Portuguesa de Arqueologia. Lisboa: 4,1, pp.141-144.

PICON, M. e G. OLCESE (1994) - Per una classificazione in laboratorio delle ceramiche comuni, in

Ceramica romana e archeometria: lo stato degli studi. Atti delle giornate di studio (Castello di Montegufoni 1993). Firenze: Edizioni all’Insegna del Giglio, pp. 105-114.

PICON, M.; THIRIOT, J.; ABRAÇOS, H.C. e DIOGO, J.M.M.O. (1995) - Estudo em laboratório e observação etnoarqueológica das cerâmicas negras portuguesas. In 1ªs Jornadas de Cerâmica

Medieval e Pós-Medieval. Tondela: Câmara Municipal de Tondela, pp.189-206.

PIMENTA, J.; FERREIRA, M. e CABRITA, A.C. (2016) – The Roman kilns at Estrada da Parvoíce, Alcácer do Sal (Portugal). In PINTO, I.V.; ALMEIDA, R.e MARTIN, A. (eds.) (2016) – Lusitanian

amphorae: production and distribution. Oxford: Archaeopress, pp.73-80 (Roman and Late Antique Mediterranean Pottery, 10)

PINTO (2010) - La céramique d’utilisation culinaire dans les villas romaines de São Cucufate (Beja, Portugal) : morphologie et approvisionnement. In Les céramiques communes dans leur contexte

régional : faciès de consommation et mode d'approvisionnement. Actes de la table ronde organisée à Lyon les 2 et 3 février 2009 à la Maison de l'Orient et de la Méditerranée. Lyon : Maison de l'Orient

et de la Méditerranée Jean Pouilloux, 2012. pp. 113-127. (Travaux de la Maison de l'Orient et de la

Méditerranée, 60)

PINTO, I. V. (2003) - A cerâmica comum das villae romanas de São Cucufate (Beja). Lisboa: Universidade Lusíada.

PINTO, I. V.; MAGALHÃES, A. P.; BRUM, P. (2010a) - Plano Nacional de Trabalhos

Arqueológicos. Projecto: Valorização das Ruínas Romanas de Tróia. Relatório de Progresso 2008-

2009.

PINTO, I. V.; MAGALHÃES, A. P.; BRUM, P. (2010b) – Ceramic assemblages from a fish-salting factory in Tróia (Portugal). Rei Cretariae Romane Fautorum, Acta 41. pp. 527-539.

PINTO, I. V.; MAGALHÃES, A. P.; BRUM, P. (2010c) - Sondagem junto ao poço da oficina de salga 1 de Tróia. Conimbriga. Coimbra: 49, pp. 133-159.

PINTO, I. V.; MAGALHÃES, A. P.; BRUM, P. (2011) – O complexo industrial de Tróia desde os tempos dos Cornelii Bocchi. In CARDOSO, J. L. e ALMAGRO-GORBEA, M. (eds.) (2011) - Lucius

Cornelius Bocchus. Escritor Lusitano da Idade de Prata da Literatura Latina (Colóquio Internacional de Tróia, 6-8 de Outubro de 2010), Lisboa-Madrid, pp. 133-167.

PINTO, I. V.; MAGALHÃES, A. P.; BRUM, P. (2012) - Un dépotoir du Ve siècle dans l’officine de salaisons 1 de Tróia, Portugal. Rei Cretariae Romanae Fautores Acta 42, pp. 397-406.

PINTO, I. V.; MAGALHÃES, A. P.; CABEDAL, V. (2014) - O núcleo fabril do Recanto do Verde (Tróia). Setúbal Arqueológica. Setúbal: 15, pp. 217-244.

PINTO, I. V.e MORAIS, R. (2006) - Complemento de comércio das ânforas: cerâmica comum bética no território português, In Salsas y salazones de pescado en Occidente durante la antigüedad. Actas

del Congreso Internacional (Cádiz, 7-9 noviembre de 2005) (BAR International Series 1686) Oxford:

Archaeopress, pp. 235-254.

PINTO, I.V. e SCHMITT, A. (2010) – Cerâmica comum. In ALARCÃO, J.; CARVALHO, P. e GONÇALVES, A. (2006) – Castelo da Lousa. Intervenções arqueológica de 1997 a 2002. Mérida, Museo Nacional de arte Romano (Studia Lusitana, 5).

PINTO, I.V.; LOPES, C. (2006) - Ânforas das villae romanas de São Cucufate (Vila de Frades, Vidigueira), Monte da Cegonha (Selmes, Vidigueira) e Tourega (Nossa Senhora da Tourega, Évora).

Setúbal Arqueológica (Actas do Simpósio Internacional "Produção e Comércio de Preparados Piscícolas Durante a Proto-História e a Época Romana no Ocidente da Península Ibérica: homenagem a Frainçoise Mayet"). Setúbal. 13, pp. 197-224.

PINTO, I.V.; MAGALHÃES, A.P e BRUM, P. (2014) - An overview of the fish-salting production centre at Tróia (Portugal). In BOTTE, E. e LEITCH, V. (eds.) (2014) - Fish & Ships. Production et

commerce des salsamenta Durant l’Antiquité. Actes de l’atelier doctoral à Rome, 18–22 juin 2012.

França: Édition Errance, pp.154-156.

PINTO, I.V.; MAGALHÃES, A.P. e BRUM, P. (2016) - Tróia na Antiguidade Tardia. In ENCARNAÇÃO, J. D’, CONCEIÇÃO, L.M. e CARVALHO, P.C. (coord.) (2016) - A Lusitânia entre

Romanos e Bárbaros. Coimbra: Universidade de Coimbra, pp. 309-333.

PINTO, I.V.; MAGALHÃES, A.P.; BRUM, P.; ALMEIDA, J. (2014) - Novos dados sobre Tróia cristã. In MARTINEZ GOMEZ, VIRGILIO LOPES e SANTIAGO MACIAS (eds.) (2014) - O

sudoeste Peninsular entre Roma e o Islão. Mértola: Campo Arqueológico de Mértola.

PINTO, I.V.; MAGALHÃES, A.P. e BRUM, P. (2018) - A reassessment of the fish-salting workshops 1 and 2 of Tróia (Portugal): the ceramic contexts. Rei Cretariae Romanae Favtorvm Acta 45, pp.153- 162.

PRUDÊNCIO, M.I.; DIAS, M.A.; GOUVEIA, R.; MARQUES, D.; FRANCO, M.J. TRINDADE (2009) - Geochemical signatures of Roman amphorae produced in the Sado River estuary, Lusitania (Western Portugal). Journal of Archaeological Science 36, p.873-883.

PRUDÊNCIO, M.I.; DIAS, M.I.; RAPOSO, J., GOUVEIA, M.A.; FABIÃO, C.; GUERRA, A., BUGALHÃO, J., DUARTE, A.L., SABROSA, A. (2003) - Chemical characterisation of amphorae from the Tagus and Sado estuaries production centres (Portugal). In DI PIERRO, S., SERNEELS, V.,