• No results found

Collaud Coen et al.: Aerosol decadal trends – Part 1 891 EEA: Air quality in Europe – 2011 report, Technical report No

In document acp-13-869-2013.pdf (2.635Mb) (sider 23-26)

Segundo Druck (2009), essa categoria de análise seria a precarização das organizações e das condições de trabalho que ficam visíveis a partir da intensidade do trabalho, da autonomia controlada, das metas inalcançáveis, da pressão de tempo, da extensão da jornada de trabalho, da polivalência, da rotatividade, dentre outras expressões.

a alocação frequente dos trabalhadores polivalentes entre variadas atividades provoca-lhes sucessivas crises de adaptação – pois exigem-se inúmeras habilidades, sempre em mutação. Uma vez que isso os mantém altamente concentrados na superação das dificuldades, tornam-se reduzidas as chances de refletirem sobre sua condição social comum no ambiente do trabalho. (PINTO, 2010, p. 75)

Podemos observar essa situação de polivalência ou de responsabilidade do trabalhador por suas competências a partir da fala das entrevistadas, quando expõem sobre os diversos clientes com quem atuam e o quanto devem ser flexíveis para adaptar-se à demanda que cada um apresenta, ou ainda, quando perguntadas sobre o perfil do consultor.

Gostar de ler, de trabalhar com gente, porque ele vai lidar com todos os problemas possíveis e imaginários, ele tem que ter um perfil assim... ele precisa ligar na tomada uma coisa e desligar outra, sabe? Por exemplo, ele está atendendo uma empresa X que tem um tipo de produto e ele também é responsável por outro cliente que tem outro mix de serviços, então o consultor precisa “plugar e desplugar”, precisa ter bom senso, equilíbrio emocional, conhecimento técnico muito específico para todas as empresas que atende e o genérico também, porque às vezes acontece de precisar de um serviço que a empresa não comprou e vai ter que atuar. Consultor precisa ser disciplinado, tem que ter muita leitura, tem que entender os processos, entender que ele representa a Social dentro de outro cliente através do Serviço Social. Então ele precisa ter cuidado com a imagem do Serviço Social, da Social e do cliente que ele está trabalhando. Ele tem que ser muito ético. Ética em primeiro lugar, disciplinado, tem que ter conhecimento, estudar para sempre, a busca eterna de conhecimento, ele tem que ser flexível. Acho que de todos os pontos, ele deve ser flexível, às vezes você vai na empresa e...putz...o que eu vou fazer agora que a empresa não está agindo com ética, ele tem que ser flexível ao ponto não de fazer o que a empresa quer não, mas de trazer para a gente a ponto de contornar a situação. Como, por exemplo, a visita, tô com uma empresa que quer que eu

faça a visita para assuntar a vida da pessoa, eu não vou fazer isso porque não é papel do serviço social. O consultor não precisa se indispor com o cliente, mas é papel da supervisão, gerência ou eu entrar e opa não é assim que funciona. Se a consultora ficar chocando, chega uma hora que desgasta e eu tenho que trocar. Escopo de trabalho não é tratado com a profissional e sim com a equipe, a consultora não choca com o cliente porque se desgastar eu vou ter que trocar...se o cliente quer um trabalho X não é com a consultora que ele vai tratar e sim com a supervisora, na hora em que estiver acertado, custo e etc, aí a consultora é envolvida, ela vai para executar o que foi combinado. (ROSA)

É interessante observar os termos utilizados para caracterizar o perfil de consultoras empresariais, são usados os termos “plugar e desplugar”, o que identifica o trabalhador à máquina, indiretamente.

Da mesma forma que a entrevistada relaciona a condução de uma das técnicas de trabalho do Serviço Social (visita domiciliar) com a direção política que a mesma imprime (não assunto a vida do usuário) demonstrando a autonomia do fazer profissional, por outro lado, expõe a necessidade da consultoria, alocada no cliente-empresa, não se indispor com o mesmo, já que, em caso de atrito, a profissional deverá ser retirada, pois ele paga o serviço e a força de trabalho ali alocada..

Nessa ação, fica clara a falta de autonomia profissional e a condução da questão em um campo pessoal e não profissional, na medida em que a consultora precisa ter “cuidado” para não se indispor com o cliente que representa a empresa em que ela encontra-se alocada. Isso requer um perfil profissional estratégico.

Olha, primeiro ponto gostar de estudar, de ter conhecimento, tem que ser curioso, gostar de estudar, tem que ser uma pessoa muito ativa no sentido de buscar conhecimento. Porque se o consultor partir do pressuposto que sabe tudo e que não precisa aprender mais nada, ele já está fora do perfil. Isso é fator principal. Saber também passar esse conhecimento, porque se você tiver o conhecimento e não souber passar o conhecimento para os usuários, para as pessoas, para os empresários, para a própria equipe de trabalho, também não vai solucionar...ele precisa ter um equilíbrio, buscar conhecimento para estar a frente de uma situação e também ter o discernimento de saber passar e trabalhar em equipe. Esses são os fatores principais para um consultor atingir um nível bom de satisfação enquanto consultor. (MARGARIDA)

Essa fala, assim como a anterior, indica que o perfil dos consultores está diretamente relacionado ao negócio, como por exemplo, “saber passar o conhecimento e trabalhar em equipe”. Talvez pelo cargo ocupado pelas duas profissionais, as características que elas apontam traduzem uma certa “preocupação” com o negócio, ou seja, com a própria consultoria. Ter conhecimentos, estudar são requisitos importantes para ser um consultor. Aparecem ainda duas características de perfil: equilíbrio e trabalho em equipe, que podemos considerar que não são específicas dessa função de consultor.

Organizado, atualizado, estudioso, pelo menos ter a questão da busca e do resolver a coisa, eu não sei, mas vou buscar a informação porque a pessoa fica realmente aguardando seu posicionamento, organizada com a questão da empresa, por exemplo, hoje eu sou Assistente Social da empresa X, hoje sou da empresa tal...Isso tudo é muito dinâmico...isso é muito importante, saber fazer essa troca, esse reconhecimento. Saber fazer troca de conhecimento entre a equipe. (JASMIM) Dinâmico, atualizado e principalmente disposto a atuar com situações diversas, porque tem todos os tipos de demandas. Então tem que ser alguém esclarecido e que pontue a situação, porque nós somos clientes, temos um contrato, somos consultores, não fazemos parte do grupo daquela empresa, então nós temos até onde podemos ir. O perfil do consultor é diferente do Assistente Social de outro espaço, porque ele tem que ter uma preparação, se hoje eu trabalho na área da saúde eu sei que vou ter que fazer um encaminhamento ou uma transferência ou uma internação, você não trabalha com a família, porque você tem pouco tempo com a pessoa ali,aí você não tem um trabalho extenso com a família para saber de onde vem aquela patologia, porque ele está apresentando aquela situação. Não! Você faz o atendimento, segue um protocolo de atendimento, é um atendimento emergencial, a gente tem a vaga, tem a vaga, se não eu busco uma transferência. Eu transfiro a situação e não faço um acompanhamento de meses, anos com aquela família, é diferente. Quando o Assistente Social entra na área da saúde ele sabe que é isso que ele vai fazer, ponto. Na empresa, é diferente. A demanda é imensa, tem de tudo. (ALECRIM)

Essas duas falas são de consultoras e identificam o perfil voltado para o trabalhador, sem apresentar um olhar gerencial. Valorizam a organização, a atualização e o estudo, o dinamismo, a troca em equipe. Identificam ainda o perfil do consultor diferente de outros espaços ocupacionais (como na área da saúde), porque apontam uma demanda “imensa”, “tendo de tudo”, não sendo possível criar um procedimento de atendimento.

Estabelece-se um tipo ideal de trabalhador, do qual se exige iniciativa, equilíbrio, acessibilidade, facilidade no trabalho em equipe, raciocínio ágil e, sobretudo, responsabilidade para com os compromissos da empresa, dentre outros aspectos que vêm se conformando dentro do ambiente do trabalho.

Essa exigência de perfil também pode ser sentida a partir da quantidade de clientes que cada consultora atende/responde, que pode variar de acordo com o tipo de contrato (fixo e eventual), a quantidade de clientes e o ramo de atividade da empresa. E isso exige uma habilidade da profissional de refazer o seu perfil na qualidade de trabalhadora para adentrar realidades e demandas diferentes, cartelas de serviço e formas de atuação diferenciadas.

As entrevistadas, de maneira geral, tiveram mais dificuldades em responder questões mais amplas e de análise do coletivo, como por exemplo, suas condições de trabalho e as condições de trabalho de seus usuários. Isso ficou evidenciado a partir de reações como repetir a pergunta mais baixo para si mesma várias vezes, dizer que precisava pensar ou ainda, perguntas do tipo “como assim? O que você quer saber? Em que aspecto?...”.

Sobre as atuais condições de trabalho como consultoras, as entrevistadas reduziram a análise ao suporte que a consultoria fornece a elas.

Acho que as empresas tem investido muito na questão da segurança, devido a legislação, brasileiro só trabalha sobre coação e legislação, isso reduziu número de acidente de trabalho e assédio. Para nós do Serviço Social que sempre trabalhamos com estas demandas, ficamos muito expostos, quando vai numa favela, numa delegacia, se envolve com uma situação de estupro, querendo ou não você fica vulnerável. Aqui o profissional de Serviço Social tem todo um respaldo no sentido de que algumas atuações sempre vão ter o supervisor com a profissional, sempre de orientação, de encaminhamento, ou tira a profissional do processo e entra outra ou entra eu. Eles vão ter sempre esse respaldo para não ficarem expostas tanto física, quanto emocionalmente e eticamente falando. Como a gente tem muito treinamento e alinhamento isso dificilmente ocorre. Acontece assim, as vezes tenho que fazer a substituição porque a profissional não tem o perfil para o consultor, mas se ela tem o perfil para consultor, orientamos ela e alinhamos que tal caso ela poderia ter feito assim, e como temos orientação direta dificilmente desligamos ela por conta de competência, só se ela não tiver o perfil ou então ela começar a fazer fofoca, aí não tem como segurar. (ROSA)

O suporte aqui é entendido predominantemente na retaguarda técnica, no qual a consultoria oferece o apoio por parte da supervisão como uma garantia de segurança cotidiana. Em uma das falas foi pontuada a valorização da área de consultoria, o respeito profissional e o status que essa função oferece às profissionais, o que podemos relacionar às condições de trabalho.

Eu acho que estamos num patamar bom, apesar daqui em São Paulo, e de todas as capitais, terem alguns problemas com relação eventos externos, chuva, trânsito, problema de sinal, a consultoria procurou nos dar instrumentos bons para que possamos atuar. Elas nos dão apoio nos aparelhos de comunicação, informática, em relação a despesa, então eu acho que nós estamos bem amparados aqui. Não tenho tido dificuldades não. (MARGARIDA)

Eu vejo uma valorização muito boa enquanto consultora. Em outros órgãos você não é tão valorizada, tanto profissionalmente enquanto profissional mesmo da área, porque você é atuante, você tem respeito mediante ao que expõe ao que é exposto a você, quanto financeiramente falando, porque em outros lugares você não tem o reconhecimento tanto quanto você tem quando é consultora. A faixa salarial também me traz a sensação de reconhecimento pelo trabalho, pela profissão, por ser profissional, e também pela sua atuação em si, porque gratifica os dois lados. (JASMIM)

Hoje bem tranquilo, todo suporte é dado, na questão da carga horária é bem tranquilo, no suporte das supervisoras, nós somos consultoras, mas temos uma supervisão, então todo este apoio é dado, todo esclarecimento, todo o material,não tenho problema nenhum, são boas condições, não tem diferença das empresas que eu passei, mesmo sendo consultora, a gente tem toda a assistência. (ALECRIM)

Chama a atenção o fato das entrevistadas não apontarem uma identificação como classe trabalhadora, sendo reflexo de toda a precarização do mundo do trabalho já exposta anteriormente nessa dissertação.

A falsa ilusão do salário bruto do autônomo que não tem desconto direto, conforme abordado no primeiro item, pode ser considerado um dos aspectos que faz com que as entrevistadas não problematizem o prejuízo em relação aos benefícios sociais e trabalhistas, em longo prazo, como já trabalhado em exemplo nos quadros 10 e 11.

Houve certa dificuldade por parte de todas as entrevistadas em responder sobre as atuais condições de trabalho dos usuários que atendem, que são trabalhadores dessas empresas-clientes.

Não conseguem de forma ampliada perceber que o que foi identificado como um benefício para o trabalhador, por exemplo o ambulatório, traduz-se em mais uma forma de controle sobre o mesmo. Não percebem que se houvesse (e não há) a possibilidade, neste Modo de Produção Capitalista, das relações trabalhistas serem suficientes, os trabalhadores não precisariam de benefícios indiretos, pois o próprio salário permitiria acesso a eles.

Acho que hoje o trabalhador é muito mais protegido, óbvio não tanto quanto a gente gostaria ainda, mas ele é muito mais protegido por legislação, não por conscientização ainda, mas por legislação, então ele tem muito mais respaldo legal, claro que tem situações específicas, mas ele está bem menos vulnerável do que antes. Acho que hoje ele tem mais gente para cuidar dele assim, sabe legalmente falando. (ROSA) Aí já é uma pergunta difícil porque (...) no geral, eu falo porque assim fui da época antiga, de RH e DP antigo. Eu falo que hoje, as estratégias das empresas com relação aos funcionários avançou muito se comparada há alguns anos atrás, porque a gama de benefícios que esses funcionários tem dentro da empresa, nem em sonho eu imaginava que eles teriam, tantos benefícios assim. Eu acho que isso tem uma relação direta com o nosso trabalho, porque nós participamos dessa busca, dessa conquista por direitos e tudo mais. Hoje eu vejo que uma empresa não oferece menos do que 5-6 benefícios para o trabalhador e isso há 10-15 anos atrás a gente não via. Claro que não é o ideal ainda, eles tem vale disso, vale daquilo, vale transporte, e isso é uma conquista da profissão que hoje repercute para os trabalhadores da empresa. Então eu acho que eles estão também, claro existem empresas e empresas, vemos que determinadas empresas tem que melhorar muito questão de equipamento, principalmente as empresas de

transporte, que tem carros sem freio, motoristas

despreparados, quer dizer, a gente vê pelas demandas que atendemos que muitos acidentes são por conta das empresas terem que melhorar muito a vida desses colaboradores no sentido de máquinas e equipamentos, etc...Mas em vista de 15 anos atrás, as empresas estão tendo um olhar e isso também é mérito nosso que sinalizamos isso para eles e é também mérito do Serviço Social que as empresas tem procurado realmente dar condições para que o funcionário melhore um pouco mais, olha hoje existe ambulatório dentro das empresas, na minha época não existia isso, existe segurança do trabalho, ginástica laboral, isso tudo é conquista porque naquele tempo não tinha. Não é o ideal, mas as empresas que nós atendemos tem procurado realmente suprir... já se faz um trabalho sobre

absenteísmo, na minha época eles mandavam embora, o funcionário produziu não produziu, tchau. Houve uma evolução. (MARGARIDA)

Eu acredito que ele é muito bem atendido, não falando assim só da nossa categoria, mas falando da consultoria como um todo. Tanto que depois do atendimento recebemos agradecimentos, elogios, tanto que depois existe uma pesquisa de mercado que é feita e essa pesquisa no final do mês sempre está a contento...Eu acredito no bom atendimento e que eles sentem esse bom atendimento, porque nos colocamos sempre a disposição... (JASMIM)

Como eu identifico....vamos pensar agora...Então, a questão do ambiente de trabalho da empresa se a gente for ver eles estão sempre bem atendidos, mas há toda uma pressão por trás, de resultado, de meta, mas isso é no mercado em geral, que é isso que gera o estresse, vem gerando depressão nas pessoas, é algo complicado que vem afetando bastante. Se você for comparar todos os clientes você vai ver que a estrutura física não deixa a desejar, porém a forma de conduta dos gerentes e diretoria é o que ocasiona muitos problemas, essa questão de produtividade, porque nem todo mundo tem isso, então as pessoas se sentem prejudicadas, mas esse é o mercado de trabalho, é o mercado que oferece hoje essas condições. Algumas que oferecem os nossos serviços tentam pelo menos serem um pouco mais humanizadas, porque o conflito que eles tem, eles tem onde procurar, mas tem outras que não. (ALECRIM)

Quando perguntadas se algum benefício empresarial oferecido aos funcionários é voltado para eles como sujeitos e não como manutenção da força de trabalho, para uma posterior produção, apareceram respostas diferenciadas. A primeira profissional não compreende que apesar do benefício ter uma extensão para a família, isso não traduz um benefício voltado ao trabalhador, na medida em que para o mercado o benefício passou a ser encarado como salário indireto e como diferencial competitivo entre as empresas para manter em seus quadros funcionais trabalhadores interessantes para o desenvolvimento de suas atividades. Já a segunda profissional, identifica que por mais que a empresa queira traduzir a ideia de qualidade de vida ao trabalhador, todos os seus benefícios ao fim são voltados para a reprodução da força de trabalho. Segue abaixo:

É para o trabalhador, porque muitas empresas têm clubes, por exemplo. As empresas entendem que, por exemplo, a família também é importante para este trabalhador. Não adianta a família está doente e ele sadio. Isso é uma visão diferenciada,

que os familiares também precisam de atendimento social, médico. Então existe sempre um segundo olhar. Qualidade de vida para ele e para a família, quer dizer, já houve assistência. Acho que é uma conquista. (MARGARIDA)

Não...que eu consiga identificar hoje não...todos estão voltados para a reprodução da força de trabalho...assim eu tenho várias queixas na área de saúde, mas eu sei que eles estando bem, eles dão o retorno para a empresa. (ALECRIM)

Quando perguntadas sobre a dinâmica de trabalho, em momento algum houve identificação da precarização do trabalho, pelo contrário, as falas destacam os aspectos positivos e “prazerosos” do trabalho de consultoria, como podemos observar abaixo:

Ai é muito legal...eu imaginava que ia ser legal, mas eu não imaginava que ia ser tão legal porque cada profissional tem um perfil a gente se adequa ao perfil deles e eles ao nosso, então é muito rico...o trabalho em equipe e em grupo fica muito fortalecido e isso é legal, quando você tem o mesmo ideal, o mesmo conhecimento, você compartilha, isso é muito bacana. (ROSA)

A dinâmica é bem dinâmica...a dinâmica é extremamente dinâmica...eu gosto muito, porque eu gosto de novidade, não gosto de rotina, o pessoal brinca comigo que teve um livro de um curso que fomos no sábado que dizia: Problemas? Obaaa! (risos). É a minha dinâmica. (MARGARIDA)

Procuro atuar dentro do que é proposto pela consultoria e pelas regras da empresa, estando sempre disponível, trabalhando na dinâmica de comunicação, documentação, está sempre documentando tudo por email, relatar...procuro trabalhar dessa forma...(JASMIM)

É assim bem corrido essa dinâmica de trabalho porque você tem que atender, dar um retorno, a questão de ser terceirizado tem uma cobrança maior, porque você não faz parte daquele grupo de trabalho. É tudo muito rápido, você atende, precisa do suporte da consultoria, você está na empresa, mas precisa de alguns questionamentos aqui, você precisa dar o retorno para o profissional, tem que elaborar um relatório social, tem a carga horária que tem que ser cumprida e dentro dessa carga horária nós temos que fazer visita, então é corrido. É gostoso, mas o profissional tem que estar disposto, se estiver disposto a aprender, não há lugar melhor, mas tem que estar disposto, porque é a questão do tempo assim, de você se doar, não é aquele que eu vou chegar vai ter um protocolo, é aquilo e pronto, fecho e vou embora. Se tiver que ficar fora do horário você vai ficar, se tiver que fazer o acompanhamento de óbito você vai ficar, até aquilo ser solucionado. (ALECRIM)

Questionamos, a partir dessa última resposta, se ela segue o que a empresa determina, sem analisar a direção da “ordem”, e a resposta veio no sentido de fortalecimero trabalho em equipe com a troca.

A princípio, estudo a dinâmica da empresa, se está adequado,

In document acp-13-869-2013.pdf (2.635Mb) (sider 23-26)