1. Introducción
1.2. Enfermedad de Crohn
1.2.3. Clasificación
Podemos definir poder como sendo a capacidade de exercer influência, isto é, de mudar as atitudes ou o comportamento de indivíduos ou grupos.
Descrevemos três realidades nas organizações: dependência, independência e interdependência baseadas em três diferentes maneiras de suar o poder.
Uma percepção alternativa do Poder:
• Que é construtivo e que gera a interdependência. • Que se baseia na verdade e na sabedoria.
• Que está voltada para o bem da organização e não se sujeita às ambições pessoais. • Que se baseia na colaboração, no consenso e nas parcerias.
• Que inspira, dignifica e beneficia a todos.
• Que é flexível e está sempre pronto a ceder quando encontra um plano melhor do que o seu.
• Que não é político e que evita partido e facções. • Que se baseia no discurso e na prática honesta. • Que é gentil, humilde e bondoso.
• Que tem foco em ser justo e que tem a coragem de desmontar uma estrutura inteira para refaze-la melhor.
• Que gera resultados positivos e que cura a organização.
Sempre se compreendeu liderança através da posse e do exercício de poder ou a capacidade de influenciar pessoas. Pensando que o ato de liderança contribui para uma função de grupo, e esta contribuição envolve a manifestação do comportamento de outras pessoas, o poder para exercer o ato de liderança está baseado na aceitação ou permissão que o grupo da para que tal aconteça. Pensado a respeito da relação de poder com o ato de liderança, pode-se dizer que a importância da posse de poder para a liderança efetiva esta na sustentação, se um líder tem um traço de personalidade específico, mas não tem poder social adequado (apoio de outras autoridades) a liderança não atinge índices tão altos.
Na vida de grupo é preciso haver muito controle e para isso alguns pontos são determinantes de iniciativa por um membro de grupo:
1. Consciência da necessidade da função; 2. Sentir-se capaz de realizá-la;
3. Grau de interdependência do grupo (aumenta a responsabilidade); 4. Sentimentos de valor e aceitação do grupo;
5. Confiança em suas opiniões; 6. Necessidade de realização;
7. Sede de Poder (neste caso o indivíduo esta atuando em prol de sua necessidade e no do grupo).
A liderança ou o ato que atende a função do grupo terá mais eficiência quanto maior seu apoio em uma base de poder (capacidade de influenciar pessoas). A utilização inadequada tende a reduzi-lo.
Bases de poder:
1. recompensa (ganho)- provoca menor resistência e maior atração;
2. coerção (desobediência/castigo) - das bases de poder é a que provoca maior resistência; 3. especialista (avaliação-conhecimento);
4. referência (identificação);
5. legítimo (valores aceitos pelo grupo).
Observemos, portanto que liderança e poder não são a mesma coisa. Mas são duas coisas que se entrelaçam em muitos pontos. O poder é a capacidade de garantir o resultado que se deseja e de impedir outro resultado, que não se deseja.
Em nosso país e na maioria das outras democracias o poder tem tal má fama que muita gente boa se convence de que não quer ter nada com isso. As apreensões éticas e espirituais são
compreensíveis. Mas não se pode abjurar o poder.
O poder, tal como discorremos agora a respeito -poder na dimensão social -, é simplesmente a capacidade de provocar certas conseqüências predeterminadas no comportamento dos outros. Pais têm poder. Da mesma forma professores, policiais, supervisores, executivos de nível médio,
todos em virtude da posição que ocupam. Outros têm poder em virtude de qualidades intrínsecas, tais como persuasão, beleza, ou dons de liderança.
O poder generalizado é coisa que virtualmente não existe em nossa sociedade pluralista. Dizer que alguém "tem poder" é uma descrição incompleta. Poder para fazer o quê? Até mesmo a pessoa mais poderosa só tem poder para realizar certas coisas específicas. Um líder sindical pode ter o poder de forçar decisões dentro de uma indústria, mas não o poder de impedir um aumento nos impostos sobre a propriedade. Os políticos que querem aumentar o imposto sobre a propriedade podem ter o poder suficiente para esse fim, mas não o poder de impedir um aumento nos preços do petróleo. Existem líderes empresariais em nossas cidades cujo poder chega aos pontos mais remotos do globo, mas que não conseguem uma melhora na coleta de lixo em suas ruas. Numa certa medida, isso brota de nossa intenção de impedir excessiva concentração de poder numa só pessoa, mas se deve também à especialização e à complexidade da vida moderna.
É necessário distinguir entre líderes e pessoas que detêm poder. Por definição, os líderes sempre têm poder. Mas muitos detentores do poder não têm o menor traço de liderança. O controlador de tráfego aéreo, o assessor fiscal, o guarda que faz a ronda, o funcionário bancário que aprova os empréstimos, o chefe dos garçons, cada uma dessas pessoas tem um certo grau de poder, mas não necessariamente as qualidades de liderança. Algumas pessoas detentoras do poder por exemplo, as que contribuem de forma excessivamente generosa para com campanhas políticas podem ser capazes de puxar os líderes pela orelha, enquanto pessoalmente não possuem a menor capacidade de liderança.
Apesar da liderança e do exercício do Poder serem atividades diferenciáveis, elas se sobrepõem e se interligam de modos importantes.
Tomem por exemplo um diretor-executivo de uma corporação, que tem o dom de inspirar e motivar as pessoas, que têm visão, que faz crescer o ânimo dos empregados com um resultante aumento de produtividade e de qualidade do produto e uma queda no rodízio de pessoal e no absenteísmo. Isso é liderança. Mas surgem indícios de que a companhia está ficando para trás na corrida tecnológica. Certo dia, de uma só penada, o diretor-executivo aumenta os fundos disponíveis para a divisão de pesquisas. Isso é exercício do poder. Uma penada poderia ser feita por um executivo sem nenhuma das qualidades associadas à liderança.
Os líderes que ocupam posições elevadas em sistemas organizados têm poder que brota de sua posição institucional, e não hesitam em utilizar esse poder para promover seus propósitos.
Podem ser muito convenientes, mas não vivem só de persuasão e sim de persuasão entremeada do exercício do poder. Winston Churchill, Franklin D. Roosevelt e John F. Kennedy foram decididamente carismáticos na capacidade de influenciar seguidores; mas também tinham poder e o usavam com regularidade.
Os líderes diferem de forma marcante entre si, na forma como usam seu poder. Alguns o empregam para criar um clima de coerção e intimidação; outros o empregam simplesmente como um útil complemento de seus dons de persuasão e para promover um clima de colaboração e de esforço voluntário.
Adentrando neste Capítulo com sua riqueza de teoria acerca do tema Liderança, acreditamos que, os desafios a serem enfrentados por um líder de verdade são muitos e é preciso ficar claro que ser cidadão é um processo que inclui experiências participativas, onde as vidas das pessoas passam por mudanças sigficativas.Entendemos que pensar em Lideranças e suas Práticas Sociais é pensar em participação, ética, responsabilidades, organização, personalidade, perfil ideal, enfim é pensar em ação educativa e social que vise a Formação e Transformação do jovem.