• No results found

Chapter One: Charlotte Perkins Gilman’s Herland

Esta pesquisa visou oferecer uma contribuição a professores, alunos e familiares com relação às estratégias utilizadas por estudantes no período específico de preparação para o vestibular. Também se pretendeu, com este estudo, que os estudantes tivessem uma tomada de consciência a respeito das próprias estratégias de estudos, que muitas vezes partem mais da intuição e do desejo de aprovação do que do conhecimento de técnicas que favoreçam a otimização do tempo e das condições de estudo.

No decorrer do trabalho, constatou-se que os estudantes de cursos pré-vestibulares, aparentemente, não são preparados por seus professores para atingirem o nível de expertise em determinada área do conhecimento humano e, embora haja um esforço por parte dos docentes em fazer com que os alunos se conscientizem da importância dos estudos e das técnicas de metacognição e autorregulação, e que este esforço é reconhecido pelos pré- vestibulandos, o objetivo maior continua sendo a aprovação no vestibular, mesmo que para isso sejam utilizados níveis superficiais de aprendizagem, como decorar a matéria mesmo sem haver compreendido o conteúdo. Porém, também há a constatação de que em busca dessa aprovação, os estudantes têm consciência de que é necessário alternar as estratégias de estudo, a fim de alcançar um nível profundo de entendimento das matérias.

É necessário que se dê a devida importância, em todos os níveis de ensino, ao aprender a aprender, com a finalidade de tornar o estudante mais autônomo na formação do próprio conhecimento e na tomada de decisões. Para isso, o papel do professor é fundamental, pois ele quando demonstra entusiasmo com aquilo que ensina serve também como elemento motivador da aprendizagem dos alunos. Contudo, é também importante lembrar que a motivação maior dos estudantes desse sistema alternativo de ensino é a aprovação, é esse parece ser a maior fonte de motivação desses alunos, que, a partir desse objetivo traçado, devem ser capazes de reconhecer as próprias deficiências e de planejar a melhor forma de superá-las. Sendo que com o apoio familiar e com a participação afetiva dos professores essa tarefa pode se tornar menos árdua para os estudantes.

REFERÊNCIAS

Adams, J. (1987). Historical review and appraisal of research on the learning, retention

and transfer of human motor skills. Psychological Bulletin, 101, pp. 41-74.

Alcântara, P. R.; Siqueira, L. M. M, e Valaski, S. (2004). Vivenciando a aprendizagem colaborativa em sala de aula: experiência no ensino superior. Revista Diálogo

Educacional, 4, mayo-ago. pp. 1-20.

Almeida, S. F. C. de. (1993). O lugar da afetividade e do desejo na relação ensinar- aprender. Temas de Psicologia, 1, pp. 31-44.

Amaral, Renato (1998). Vestibular sem medo: passei quatro vezes na Fuvest. São Paulo: FTD.

Anderson, J. (2005). Aprendizagem e memória: uma abordagem integrada. Rio de Janeiro: LTC.

Aquino, Júlio Groppa. (2001) A escola às escuras. Disponível em:

http://www.4shared.com/get/pPbECz2v/Aquino_Julio_Groppa_A_escola_s.html. acesso em 04 de fevereiro de 2011.

Ausubel, D. P. (1968). Educational Psychology: a cognitive view. New York.

Azzi, R. G.; Polydoro, S. A. J. (2010). O papel da autoeficácia e autorregulação no processo motivacional. In: Boruchovitch, E.; Bzuneck, J. A.; Guimarães, S. E. R. (orgs.). (2010). Motivação para aprender. Petrópolis: Vozes.

Bandura, A. (2008a). A evolução da teoria social cognitiva. In: Bandura, A. Azzi, R. G.; Polydoro, S. (org) Teoria social cognitiva: Conceitos Básicos. Porto Alegre: Artmed. Bandura, A. (2008b). O sistema self no determinismo recíproco. In: Bandura, A.: Azzi, R.

G.; Polydoro, S. (org) Teoria social cognitiva: Conceitos Básicos. Porto Alegre: Artmed.

Bandura, A. (2008c). A teoria social cognitiva na perspectiva da agência. In: Bandura, A.: Azzi, R. G.; Polydoro, S. (org) Teoria social cognitiva: Conceitos Básicos. Porto Alegre: Artmed.

Bandura, A. (1982). Self-efficacy mechanism in human agency. American Psychologist, 37, fev., pp. 122-147.

Bagno, M. (2002). Pesquisa na escola: o que é e com se faz. 12 ed. São Paulo: Loyola. Bastos, C. & Keller, V. (2007). Aprendendo a aprender: Introdução à metodologia

científica. 20 ed. Petrópolis: Vozes.

Bauer, W. & Aarts. B. (2002). A construção do corpus: princípios para a coleta de dados qualitativos. In: Bauer, W & Gaskell, G. (2002). Pesquisa qualitativa com texto,

imagem e som: um anual prático. Petrópolis: Vozes.

Bauer, W. M.; Gaskell, G & Allum, N. C. (2002). Qualidade, quantidade e interesses do conhecimento – evitando confusões. In: Bauer, W e Gaskell, G. (2002). Pesquisa

qualitativa com texto, imagem e som: um anual prático. Petrópolis: Vozes.

Becker, A. S.; Geer, B. & Hughes, E. C. (1968). Making the grade – the academic Side of College Life. Wiley: Chichester.

Beltrán, J.(1987). Psicologia de la Educación. Madrid: Eudema.

Biggs, J. (1978). Individual and group differences in study processes. British Journal of

Educational Psychology, 48, p. 266-279.

Borges, J. L. das G. & Carnielli, B. L.(2005). Educação e estratificação social no acesso à

universidade pública. In: Cadernos de Pesquisa. 35, Jan./abr. pp. 113-139.

Bordenave, J. D. & Pereira, A. M. (2008). Estratégias de ensino-aprendizagem. 9ª ed. Petrópolis: Vozes, 2008.

Brasil (1998). Instituto Nacional de Pesquisa e Estudos Educacionais. Avaliação de

concluintes do ensino médio em nove estados: relatório-síntese. Brasília.

Brian, W. L. & Harter, N. (1989). Studies on the telegraphic language: the acquisition of a hierarchy of habits. Psychological Review, 6, pp. 345-375.

Breviglieri, E. & Gomes, C. F. (2008). As aulas de cursos pré-vestibulares: um estudo sobre a ludicidade como linguagem que motiva. In: XVI Seminário de educação - Semiedu, 2008, Cuiabá. UFMT.

Boruchovich, E. (1999). Estratégias de aprendizagem e desempenho escolar: considerações para a prática educacional. Psicologia: Reflexão e Crítica, 12, pp. 361-375.

Boruchovitch, E.; Bzuneck, J. A.; Guimarães, S. E. R. (orgs.). (2010). Motivação para

aprender. Petrópolis: Vozes.

Bzuneck, J. A. (2010). Como motivar os alunos: sugestões práticas. In: BORUCHOVITCH, Evely, BZUNECK, José Aloyseo, GUIMARÃES, Sueli Edi Rufini. (orgs) Motivação para aprender. Petrópolis: Vozes.

Campos, D. (1997). Psicologia do desenvolvimento humano. Petrópolis: Vozes.

Castro, C. M. (2011). Coitadinhos, tão estressados! Revista Veja. Rio de Janeiro. Edição de 24 de agosto.

Castro, M. A. dos S. N. de. (2007). Processos de auto-regulação de aprendizagem:

impacto de variáveis académicas e sociais. Tese de Doutorado, Minho: Universidade

do Minho..

Chagas, A. T. R. (2000). O questionário na pesquisa científica. Administração On Line. 01. Disponível em: www.fecap.com.br/adm_online/art11/anival.htm. Acesso em 23 de março de 2011.

Chahon, M. (2006). Metacognição e resolução de problemas aritiméticos verbais: Teoria e implicações pedagógicas. In: Revista do Departamento de Psicologia – UFF.

Disponível em: http://www.uff.br/ichf/publicacoes/revista-psi- artigos/v18.2_cap%2012_Metacognicao.pdf. Acesso em 13/07/2011.

Cruz Neto, O. (2003). O trabalho de campo como descoberta e criação. In: Minayo, M. C. de S. (org). Pesquisa Social – teoria, método e criatividade. 22 ed. Petrópolis: Vozes. Corenza, J. de A. (2006). Dialogando com as expectativas dos jovens. In: Gouveia, G. e

Costa, J. R. N. (2010). Vestibular e estresse. São Luís: O Estado do Maranhão, p. 04. (9 de novembro).

Cunha, M. I. da & Pinto, M. M. (2009). Qualidade e educação superior no Brasil e o desafio da inclusão social na perspectiva epistemológica e ética. Revista Brasileira

de Estudos Pedagógicos, v. 90, pp. 571-591.

Davis, C.; Nunes, M. M. R. & Nunes, C. A. A. (2005). Metacognição e sucesso escolar: articulando teoria e prática. Cadernos de Pesquisa, 35, Maio/ago, pp. 205-230. Delors, J. & cols. (1998). Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo/Brasília:

Cortez/Unesco.

Delval, J. (1998). Aprender a aprender. 7 ed. Campinas: Papirus.

Denzin, N. K. & Lincoln, Y. (2006). O Planejamento da Pesquisa Qualitativa - teorias e abordagens. 2 ed. Porto Alegre: Artmed Bookman.

Díaz, P. O. (2005). Conciencia y metacognición. In: Avances en Psicología Latinoamericana, 23, pp. 77-89.

Driscoll, M. P. (1994). Psychology of learning for instruction. Massachusetts. Allyn and Bacon.

Emilia, O & Mulholland, H. (1991). Approaches to learning of students in an Indonesian.

Medical School Medical Education, 25, pp. 462-470.

Entwistle, N. (2000). Enhancing teaching and learning project. Endiburgh.

Entwistle, N. (1992). Influence on the quality of student learning – implications for

medical education. Samj, 81, pp. 596-606.

Entwistle, N.; Hanley, M. & Ratcliffe, G. (1979). Approaches to learning and levels of understanding. British Journal of Educational Research, 5, pp. 99-114.

Entwistle, N. & Smith, C. (2002). Personal understanding and target understanding: mapping influences on the outcomes of learning. British Journal of Educational

Entwistle, N & Ramsden, P. (1983). Understanding student learning. Londres: Croom Helm.

Entwistle, N. & Meyer, J. H.F. (1991). Findings and implications fron research on student learning. Samj, 81, pp. 593-595.

Ericsson, A.; Tesch-Romer, C. & Kramp, R. (1993). The role of deliberate practice in the acquisition of expert performance. Psychological Review, 100, pp.363-406.

Fairstein G. A. & Gyssels, S. (2005). Como se aprende? São Paulo: Loyola.

Fernández, F. E. (2004). Acerca de la metacognición. Artigo disponível em:

http://www.uff.br/ichf/publicacoes/revista-psi-artigos/v18.2_cap%2012_Metacognicao.pdf Acesso em 12.06.2011.

Fino, C. N. (2001). Vygotsky e a Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP): três implicações pedagógicas. Revista Portuguesa de Educação, 14, pp. 273-291.

Figueira, A. P. C. (s.d). Metacognição e seus contornos. Artigo disponível em:

http://www.rieoei.org/deloslectores/446Couceiro.pdf. Acesso em 15.05.2011.

Fitts, P. & Posner, M. (1973). Human performance. London: Prentice Hall.

Flavell, J. H. (1976). Metacognitive aspects of problem solving. In: Resnick. L. B. (org) (1976). The nature intelligence . Hillsdale: Earbaum.

Flavell, J. H. (1971). First discussant's comments: What is memory development the development of? Human Development, 14, 272-278.

Freire, L. G. L. (2009). Auto-regulação da aprendizagem. Ciência e Cognição, 14. pp. 276- 286

Franco, M.L. P. B. (2008). Análise de conteúdo. 6 ed. Brasília: Liberlivro.

Fransson, A. (1977). On qualitative differences in learning. Effects of motivations and test

anxiety on process and outcome. British Journal of Educational Psychology, 47, pp.

Freitas, P. M. de L. (2006). Professores de cursos pré-vestibulares e a escolha profissional

de seus alunos na cidade de Maringá-PR. Dissertação de mestrado. Florianópolis:

Universidade Federal de Santa Catarina.

Gagné, R. (1985). The conditions of learning. New York: Holt, Rinehart and Winston. Galvão, A. (2000). A. Practice in orchestral life: an exploratory study on string players’

learning processes. (Tese de doutorado). The University of Reading, UK.

Galvão, A. (2001). Pesquisa sobre expertise: perspectivas e limitações. Temas de Psicologia da SBP, 9, pp. 223-237.

Galvão. A. (2009). Questionário sobre estratégias de estudo deliberado e percepções

sobre o ensino.

Galvão, A. (2006). Cognição, emoção e expetise musical. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 22, pp.169-174.

Galvão, V. da F. (2007). Estratégias de estudo deliberado e percepções sobre o contexto

de ensino na perspectiva de estudantes do curso de Letras-Inglês. Dissertação de

Mestrado. Brasília: Universidade Católica de Brasília.

Galvão, A. & Egreja, J. (2009). Projeto de pesquisa. (manuscrito não publicado)

Gomes, C. A. (2005). A educação em novas perspectivas sociológicas. 4 ed. rev. e ampl. São Paulo: EPU.

Gomes, C. A. & cols. (2010a). Reforço escolar: gastos e desigualdades sociais. Revista

Brasileira de Estudos Pedagógicos. 1. Brasília: RBEP. pp. 55-74.

Gomes, C. A. & cols. (2010b). Sistema educacional sombra: recortes no Brasil e em Portugal. Revista Iberoamericana de educación, 52. pp. 1-14.

Gomes, R. (1994). A análise de dados em pesquisa qualitativa. In: Minayo, M. C. de S. (org). Pesquisa Social – teoria, método e criatividade. 22 ed. Petrópolis: Vozes.

González, A. (2009). Técnicas de estudo para adolescentes. Petrópolis. Vozes.

Goulart, I. B. (1996). Piaget: experiências básicas para utilização pelo professor. 11ed. Petrópolis: Vozes.

Gill, R. (2002). Análise de discurso. In: Bauer, W & Gaskell, G. (2002). Pesquisa

qualitativa com texto, imagem e som: um anual prático. Petrópolis: Vozes.

Grendene, M. V. C. (2007). Metacognição: uma teoria em busca de validação. Dissertação de Mestrado. Porto Alegre: PUCRS.

Günther, H. (1999). Como elaborar um questionário. In: Paquali. L. (org). (1999)

Instrumentos psicológicos: manual prático de elaboração. Brasília:

LabPAM/IBAPP.

Gustin. W. (1985). The development of exceptional research mathematical. In Bloom, B. S. (ed). Developing talent in young people. New York. Ballantine Books.

Hounsell M. & Entwistle, N. (1997). The experience of learning. (2ª ed.) 145-158. Edinburgh: Scottish Academic Press.

Hugo, D. V. (2008). Análisis del proceso de autorregulación de las prácticas docentes de

futuras profesoras de ciencias focalizado en sus emociones.Tese de Doutorado.

Barcelona: Universitat Autónoma de Barcelona.

Hull, C. (1943). Principles of behaviour. New York: Appleton Century.

Kellanghan, T; Sloane, K; Alvarez B. e Bloom, B. S. (1993). A process-based approach for home. In Kellanghan, T; Sloane, K; Alvarez B. e Bloom, B. S. The home

environment and school learning: promoting parental involvement in the education of children. San Francisco: Josey-Bass Pub.

Kember, D. & Gow, L. (1989). A model of student approaches to learning encompassing ways to influence and change approaches. Instructional Science, 18, pp. 263-288. Kuenzer, A. Z. (1991). Educação e trabalho no Brasil: o estado da questão.

Brasília/Santiago: INEP/Reduc.

Lapponi, Juan Carlos. (2005). Estatística usando o excel. São Paulo Editora Campus. Lehman, H. (1953). Age and achievement. Princeton: Princenton University Press.

Lodoño, R. A. e Restrepo, L. M. H. (2000). Metacognición y estratégias lectoras. Revista

Lucena, M. (1998). Teoria Histórico-Sócio-Cultural de Vygotsky e suas aplicações na área de tecnologia educacional. Rio de Janeiro: Tecnologia Educacional, 26, pp. 49-53. Lucia, N. L. de; Hocevar, S. O. de. (2008). Cognición, metacognición y escritura. Revista

Signus. Nº 67. pp. 321-355. Dsiponível em:

http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/1570/Resumenes/157013776007_Abstract_2.pdf. Acesso em 23.04.2011.

Mahoney, A. A. & Almeida, L. R. de. (2005). Afetividade e processo ensino- aprendizagem: contribuições de Henri Wallon. Psicologia da Educação, nº 20: São Paulo, pp.11-30

Marciel, A. C. de M. (2010). Autoeficácia e autorregulação em estudos sobre

aprendizagem de língua estrangeira por estudantes do ensino superior. Dissertação

de Mestrado. Campinas: Unicamp.

Marshall, D.: Summers, M. e Woolnough. (1999). Students conceptions of learning in an

engineering context. Higher Education, 38, 291-309.

Marchiore, L. de W. O. A. (2008). Motivação para aprender e barreiras à criatividade

pessoal em alunos do ensino médio. Dissertação de Mestrado. Brasília: Universidade

Católica de Brasília.

Marton, F. & Säljö, R. (1976). On qualitative differences in learning, outcomes and processes. British Journal of Educational Psychology, 46, pp. 4-11.

Marturano, E. M. (1999). Recursos no ambiente familiar e dificuldades de aprendizagem na escola. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 15, pp.135-142.

Meyer, J. H. F. e Dunne, T. T. (1991). Study approaches of nursing students: effects of an extended clinical context. Medical Education, 25, pp. 497-516.

Monsaas, J. (1985). Learning to be a word-class tennis player. In Bloom, B. (ed), Developing talent in young people. New York: Balantine Books.

Moraes, M. C. (2008). Ecologia dos Saberes: complexidade, transdisciplinaridade e educação: novos fundamentos para iluminar as práticas educacionais. São Paulo: Willis Harman Horse/ Proliber.

Moreira R. P. e Ferreira H. S.( 2009). A importância da educação física para os alunos do pré-vestibular: a visão de professores do terceiro ano do ensino médio de escolar de Fortaleza. Buenos Aires: Revista Efdeportes, 13. Disponível em: http://www.efdeportes.com/efd129/a-importancia-da-educacao-fisica-para-os-alunos- do-pre-vestibular.htm. Acesso em 03 de janeiro de 2012.

Miller, C. e Parlett, M. (1974). Up to the Mark: a Study of the Examination Game. London: Society for Research in Higher Education.

Monteiro, J. L. (1980). Educação Brasileira: mito e realidade. In: Educação e Realidade: Porto Alegre. Ano 1. Jan.-abr. 1980. P. 71-86.

Morgado, L. (2003). Sucesso no vestibular: dicas e técnicas para vener o desafio. Curitiba: Juruá.

Mouly, G. (1973). Psicologia Educacional. São Paulo: Livraria Pioneira Editora. Newble, D. e Entwistle, N. (1986). Learning styles and approaches: implications for

medical education. Medical Education, 20, pp. 162-175.

Perraudeau, M. (2009). Estratégias de aprendizagem: como acompanhar os alunos na aquisição dos saberes.. Porto Alegre: Artmed.

Pavlov, I. (1973). Lecciones sobre el trabajo de los hemisferios cerebrales. In: Actividad Nerviosa superior. Barcelona: Fontanella.

Pedron, A. J. (2007). Estratégias de estudo individual de estudantes do ensino médio do

Distrito Federal. Dissertação de Mestrado. Brasília: Universidade Católica de

Brasília.

Pereira, M. A. (2008). Estratégias de estudo deliberado e percepções sobre o ensino de

Matemática no contexto universitário. Dissertação de mestrado em Educação.

Brasília: Universidade Católica de Brasília.

Perry, W. G. (1970). Forms of intellectual and Ethical Development in the College Yars: a Scheme. New York: holt, Rineart and Winston.

Piaget, J. (1969). Seis estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Forense.

Portilho, E. (2009). Como se aprende? Estratégias, estilos e metacognição. Rio de Janeiro: Wak Editora.

Pozo, J. I. (2004). Aquisição de conhecimentos. Porto Alegre: Artmed.

Prosser, M e Trigwell, K. (1999). Understanding learning and teaching: the experience of

higher education. Buckingham: SHRE e Open University Press.

Pyle, W. (1913). Economical learning. Journal of Educational Psychology, 4, pp.148-158.

Radocy, R. E. & Boyle, J. D. (1988). Psychological foundations of musical behavior. 2 ed. Springfield, Il: Charles C. Thomas.

Ramsden, P. (1984). The context of leanirg. In: Marton, F.; Hounsell, D. J. & Entwistle, N.

The Experience of the Learning. Edinburgh: Scottish Academic Press.

Ribeiro, L. (1997). Como passar no vestibular. São Paulo: Moderna.

Ribeiro, M. A. de P. (2009). Como estudar e aprender: guia para pais, educadores e estudantes. 8 ed. Petrópolis: Vozes.

Ribeiro, N. (2011). Educação e Relações Humanas: a afetividade como elemento facilitador no processo ensino-aprendizagem. São Luís: Gráfica Líder.

Rocha, C. R. da S. (2010). Depressão, compulsão alimentar e distúrbio do sono em

estudantes do terceiro ano do ensino médio e de cursos pré-vestibulares. Campinas:

(Tese de Doutorado). Campinas: Unicamp.

Rodrigues, E. (2007). Reconstruindo o aprender: a teoria na prática. São Luís: Lithograf. Rolim, M. C. C. (2007). Estresse em estudantes pré-vestibulandos. Dissertação de

Mestrado Campinas: Unicamp.

Salla, F. (2011). Estudar se aprende na escola. Revista Nova Escola, nº 247. p. 47-53. Santos Filho, J. C. dos. (2002). Pesquisa quantitativa versus pesquisa qualitativa: o desafio

paradigmático. In: Santos Filho, J. C. dos e Gamboa, S.S. (orgs). Pesquisa

educacional: qualidade-quantidade. 5ed. São Paulo: Cortez.

Savan, A. (1999). The effects of background music on learning. Psychology of Music

Journal, 27, 138-146.

Silva, K. C. da. (2009). A prática docente nos cursos pré-vestibulares. Dissertação de Mestrado. Recife: Universidade Federal do Pernambuco.

Schemeck. R. (1983). Learning styles of college students. In Dillon, R. & Schemeck, R. (orgs) Individual differences in cognition. New York: Academic Press.

Simon, H. & Chase. W. (1973). Skills in chess. American Scientist, 61, pp. 394-403. Soares, D. H. P. (2002). A escolha profissional: do jovem ao adulto: São Paulo: Summus.

Snoldgrass, D. M. (1991). The parent connection. Adolescence, 26, pp. 83-87.

Starch, D.(1912). Periods of working in learning. Educational Psychology, 3, pp. 209-213. Sternberg, E. e McClelland, D. (1989) Cognition and learner control: A literature review,

1977 – 1988. Journal of Computer-Based Instruction, 16, pp. 117-121.

Stiemborg , M.; Guy, J e Tinker, R. (1997). Nursing students approaches to studying. Nurse Educationn Today, 17, 121-127

Severino, J. A. (2002). Metodologia do trabalho científico. 22ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez.

Simon, H. e Chase, W. (1973). Skills in chess. American Scientist, 61, 394-403. Skinner, B. F. (1974). Sobre o behaviorismo. São Paulo: Cultrix.

Sosniak, L. (1985). Learning to be a concert pianist. In Bloom, B. S. Developing talent in

Testa, M. G e Luciano, E. M. (2010). A influência da autorregulação dos recursos de aprendizagem na efetividade dos cursos desenvolvidos em ambientes virtuais de aprendizagem na internet. Read, 66. Maio/agost, 1-16.

Thomas, P. e Bain, J. (1984) Contextual differences of learning approaches: the effects of assessments. Human Learning, 3, p. 227-240,

Torres, P. L. e Irala, E. A. F. (2007). Aprendizagem colaborativa. In: Torres, P. L (org). Algumas vias para entretecer o pensar e o agir. Curitiba: Senar.

Torres, P. L; Alcântara, P. R. e Irala, E. A. F.(2004). Grupo de consenso: uma proposta de aprendizagem colaborativa para o processo de ensino e aprendizagem. Revista

Diálogo Educacional. 4, setembro-dezembro, p. 1-17.

Thorndike, E.L. (1913). Educacional psychology. New York: Columbia University. Tynjälä, P. (1999). Developing education students conceptions of learning process in

different learning environment. Learning and Instruction, 7, pp. 277-292.

Ugatetxea, J. (2002). Metacognición, el desarrollo de La autoeficacia y la motivación escolar. Revista de Psicodidáctica. n. 13. Universidad de País Basco: enero-julio. Villamarín, A. J. G. (2000). Como superar a barreira do vesibular. Age Editora: Porto

Alegre.

Vygotstky L. S. (1984). A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes.

Zenorini, R. da P. C. & Santos, A. A. A. (2010). Teoria de Metas de Realização: fundamentos e avaliação. In: Boruchovitch, E., Bzuneck, J. A.; Guimarães, S. E R. (orgs). (2010). Motivação para aprender. Petrópolis: Vozes, 2010.

Zimmerman, B. e Martinez-Pons, M. (1996). Development of a structured interview for assessing students’ use of self regulated learning strategies. American Educational

Research Journal, 23, pp. 614-628.

Wallon, H. (1975). Psicologia e educação na infância. Lisboa: Estampa.

Watson, J. B. (1919). Psychology fron the standpoint of the behaviorist. Philadelphia: Lippincott.

Webb, G. (1997). Deconstructing deep and surface: towards a critique of phenomenology.

Higher Education, 33, pp.195-212.

Weinstein, C. e Mayer, R. (1986). The teaching of learning strategies. In M. C. Wittrock (Ed.).Handbook of research on teaching. New York: Harper and Row.

Wittrock, M.C. (1974). Learning as a generative process. Educational Psychologist, 11, pp. 87-95.