1. INTRODUCTION
1.4. Possible mechanisms in the development of insulin resistance
1.4.3. Ceramide
1. Museu de Zoologia da USP
Como mencionado anteriormente, no Museu de Zoologia da USP a análise foi feita com base na exposição de longa duração inaugurada em 6 de setembro de 2002 e que recebeu o nome “Pesquisa em Zoologia - a biodiversidade sob o olhar do zoólogo”. Em 30 de maio de 2005 a exposição foi reinaugurada após algumas alterações, mas sem mudanças conceituais no seu plano geral.
Os objetivos comunicacionais da exposição em análise estão estruturados em quatro grandes módulos (figura 5):
Módulo 1 Módulo 2
Transição Módulo 2/3 Módulo 3
Módulo 4
Figura 5: Planta baixa da exposição de
longa duração do Museu de Zoologia da USP – versão inaugural.
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Moluscos nos espaços expositivos
¾ O primeiro, logo na entrada do edifício (acesso pela Avenida Nazaré nº 481) e antes mesmo de passar pelas catracas de controle, refere-se à “Apresentação e história do Museu de
Zoologia da USP”. Neste módulo são apresentadas, via
documentos de época - fotografias, plantas originais do edifício e objetos de uso científico -, a origem da instituição e as várias fases pelas quais passou ao longo de sua história (fundação do museu, formação do acervo, passagem para o prédio atual, incorporação pela Universidade de São Paulo, entre outros). ¾ Ao passar pelas catracas tem início o segundo módulo,
“Origem das espécies e dos grandes grupos biológicos”, que
não só apresenta diversos grandes grupos de animais fósseis e atuais como discute processos evolutivos (origem da biodiversidade, mecanismos de especiação e dispersão, entre outros). Essa seqüência tem também por objetivo, segundo
website do Museu, mostrar o trabalho do cientista levantando
hipóteses que expliquem a evolução e a biodiversidade (MUSEU DE ZOOLOGIA).
¾ Ao seguir o percurso sugerido, o visitante entra em uma área mais ampla, correspondente à transição entre o 2º e o 3º módulo, e que, neste período de coleta de dados, ainda não estava finalizada. Existiam “vazios” de objetos e textos, o que contribuia para uma maior amplitude do ambiente. O terceiro módulo, “Evolução, diversidade e filogenia – atividades do
zoólogo”, apresenta de início grupos como moluscos,
crustáceos e coleópteros, sugerindo ao visitante imaginar a grande diversidade e variação biológica existentes. Um cladograma e uma árvore da vida, além de vitrinas apresentando conceitos de convergência e divergência evolutiva, mostram alguns métodos utilizados pelos zoólogos para estudo das relações de parentesco entre grupos biológicos e os diferentes critérios utilizados para agrupá-los ou separá-los. Também fazem parte deste módulo, núcleos referentes a atividades como coleta e preparação de material
zoológico, seja em campo, seja em laboratório, além de algumas estratégias de divulgação deste trabalho.
¾ O quarto módulo refere-se à “Fauna Neotropical e Ambiente
Marinho”. A grande sala que o inicia possui reconstituições de
quatro biomas brasileiros (Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga e Floresta Amazônica) dispostos em torno de um grande mapa da região neotropical colocado no chão e com espécimes de aves migratórias suspensas, representando uma revoada. Desta sala, o visitante passa para um corredor onde outra reconstituição representa o ambiente marinho. Ao longo de todo este módulo pode-se observar, dispostos sem qualquer cenarização, outros espécimes oriundos dos diferentes ambientes citados. Ao final do corredor anteriormente citado, retorna-se para a entrada.
Além destes módulos, após a inauguração em 2002, o Museu de Zoologia passou a contar ainda com uma área reservada a exposições temporárias, entre o primeiro e o segundo módulo, mas transversalmente a estes. Durante os meses de levantamento de dados, o Museu de Zoologia apresentou suscessivamente três exposições temporárias: “A Zoologia na Arquitetura” e “Revelando bastidores” (ambas de maio a outubro de 2004) e “Do Esboço à Natureza - Margaret Mee” (outubro de 2004 a março de 2005). Essas duas exposições temporárias não fizeram menção aos moluscos.
2. Museu Nacional da UFRJ
Esta exposição que ocupa aproximadamente 3.800 m2 divididos
em dois andares, foi montada e remontada ao longo da história da instituição. No pavimento térreo do edifício a área expositiva é restrita a uma sala de Geologia e a duas salas reservadas a exposições temporárias (figura 6). Na sala de Geologia, logo à esquerda de quem entra, estão expostos numerosos e diferentes meteoritos. Nas salas
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Moluscos nos espaços expositivos
reservadas à exposição temporária, foi possível observar parcialmente a exposição “O Mastodonte Brasileiro”, que não fazia menção aos moluscos.
O vão entre estas duas salas abre-se para um pátio interno do edifício de onde parte a escada para o segundo pavimento. Neste andar, as salas dividem-se por temas, dentro de grandes áreas como Arqueologia, Biodiversidade, Etnologia, Paleontologia, Invertebrados, Vertebrados e Salas Históricas. As salas referentes a esta última temática bem como algumas que tratam de Etnologia e Vertebrados, não puderam ser observadas já que se encontravam fechadas por motivo de restauro do edifício. O website do MUSEU NACIONAL (2005) menciona que, em um futuro próximo, a exposição será acrescida pela abertura, pela primeira vez na história do Museu, de uma sala de Botânica.
A escadaria de mármore que leva do térreo ao segundo pavimento chega a um grande salão – a sala de Paleontologia -, onde estão dispostos diferentes espécimes fósseis dentre os quais, diversos exemplares de mastovertebrados.
Figura 6: Planta baixa da exposição de longa duração do
Em cada extremidade desta sala há uma porta abrindo, de um lado para as salas de Zoologia de Invertebrados e Etnologia e, do outro, para as salas de Zoologia de Vertebrados, Evolução Humana e Arqueologia. Não há um circuito definido, podendo o visitante optar livremente pela seqüência de salas que deseja seguir.
As salas de Zoologia, tanto de vertebrados quanto de invertebrados seguem uma seqüência taxonômica em sua organização: das vitrinas de Protozoários se passa para as de Espongiários, as de vermes, as de Artropodes etc. No entanto, dentro de cada sala ou bloco de vitrinas, não são tratadas apenas temáticas taxonômicas ou de zoologia clássica; há referências a Ecologia, a Economia, a Saúde Pública, entre outros.
Já nas salas de Etnologia e Arqueologia, as vitrinas são agrupadas primeiro por continentes e, dentro de cada continente, por país: há salas referentes a Africa e Oceania e outras que tratam exclusivamente da Arqueologia Brasileira, por exemplo.