7. Korleis brukar lærarane skulebiblioteket?
7.1. Førebuing til undervisninga
7.1.2. Bruk i dei enkelte faga
Sete sujeitos do GM relataram não possuir e nunca terem sido diagnosticados com doenças crônicas. Outros 15 sujeitos do grupo afirmaram possuir diagnóstico de, no mínimo, uma doença crônica. As demais três pessoas deste grupo afirmaram não ter doenças, apesar de terem sido, em algum momento anterior da vida, diagnosticados com uma das doenças crônicas: hipertensão (uma mulher); hipercolesterolemia (um homem); ou câncer (uma mulher). Em razão de serem crônicas essas doenças, estão contempladas nos Gráficos 18 e 19, os quais apresentam a quantidade e tipo de doenças relatadas pelos sujeitos, respectivamente:
Gráfico 18: Distribuição dos idosos do GM e GC, segundo quantidade de doenças
A partir do Gráfico 18 observa-se que há, em ambos os grupos, sujeitos sem doenças e sujeitos com mais de duas doenças. O maior número de doenças descrito por um dos sujeitos do GM foi seis, e no GC foi três. Portanto, a quantidade de doenças não é parâmetro para diferenciar praticantes ou não de musculação. As doenças elencadas por número maior de idosos foram hipertensão, diabetes, osteoporose, colesterol elevado, doença arterial coronariana (DAC) e patologias da coluna vertebral. Outras doenças relacionadas por número menor de idosos foram glaucoma, cardiopatia, alterações da tireoide, labirintite, triglicerídeos elevados e tendinoses articulares. O Gráfico 19 apresenta o número de idosos acometidos com as patologias mais referidas:
Gráfico 19: Distribuição dos idosos do GM e GC, segundo doenças mais presentes
Todos os indivíduos que afirmaram possuir quaisquer patologias disseram que estavam devidamente controlados e acompanhados, além de haver liberação médica para a prática de exercícios físicos.
O número e tipos de doenças foram pesquisados, pois podem ser potencial limitante como determinante de adesão. Algumas falas mostram a existência de doenças como determinante de adesão, principalmente a partir de indicação médica, como ressaltaram os entrevistados:
Exatamente o problema da pressão. (...) Foi sugerido pelo médico pra fazer. Porque eu só fazia caminhada. (GM: Mulher, 61 anos) A principal motivação foi a pressão alta, a hipertensão. O médico falou pra eu vir pra academia, pra eu me movimentar. (GM: Homem, 64 anos)
O que me motiva é a preocupação de que, eu parando de fazer atividade física, eu possa ser vítima dos males da terceira idade: depressão, isolamento, obesidade, pressão alta, doenças coronárias, insônia e vai por aí afora. (GM: Homem, 60 anos)
Dentre os 25 idosos do GM, 22 referiram não possuir limitações ou dificuldades para as atividades diárias. Três do sexo feminino admitiram possuir dificuldades em atividades instrumentais da vida diária, relacionadas: a) à presença de dores articulares durante as tarefas domésticas (uma mulher); b) limitações em movimentos específicos por causa da ocorrência anterior de acidente ou cirurgia (duas mulheres).
Quanto aos sujeitos do GC, uma mulher disse ter limitações nas atividades de deslocamento no dia a dia, em razão de sentir falta de firmeza (força) nas pernas. Todos os demais sujeitos não citaram limitações em AVDs.
A capacidade funcional pode ser também uma das razões para procura ou manutenção da prática de atividades físicas. Os trechos de entrevistas apresentados abaixo refletem essa realidade:
Quando eu estava com 47 anos, eu pensei comigo mesmo: eu tenho dois objetivos, um é eu arrumar um banquinho pra eu poder lavar o pneu do carro, outra é ir à academia. Porque na época eu pesava em torno de 105 kg. Então eu não conseguia mais lavar o pneu do carro. Então eu achei que o caminho certo era eu participar de uma academia. Até aí então eu nunca tinha participado de academia. (GM: Homem, 64 anos)
Quando eu comecei a praticar musculação, todo mundo me falava que era muito bom, só que eu já estava me sentindo cansada! E nem estava na idade assim de estar cansada. Eu achava uma dificuldade danada! Vixe, eu tinha uma dificuldade terrível de calçar um tênis. Ia calçar um tênis, me dava uma agonia, uma suadeira, ficava cansada, cansada mesmo. (...) Aí eu fui ficando cansada, cansada. Aí depois que eu comecei a fazer a musculação eu melhorei muito: fiquei esperta, comecei a sentir meu corpo mais leve. (GM: Mulher, 67 anos)
É fraqueza das pernas. Não que esteja fraco, mas prevenindo. Porque eu tenho visto gente de bengala por aí. (GM: Homem, 70 anos)
SEÇÃO 3: A PRÁTICA DE ATIVIDADES FÍSICAS
Tipos de atividades físicas praticadas
Dentre os 25 idosos do GM, todos afirmaram que, na academia, também praticam atividades de ergometria. São atividades de predominância aeróbia, em esteiras, bicicletas e elípticos estacionários. Seu objetivo principal é o condicionamento cardiovascular. Seis sujeitos afirmaram que também fazem aulas de ginástica na academia, que podem ser caracterizadas como atividades em grupo, com duração média de uma hora. Geralmente são exercícios coreografados, nos quais estão contempladas atividades de dança, corrida, exercícios localizados, entre outros. Dos seis que ressaltaram que fazem aulas de ginástica, três ainda desenvolviam atividades fora da academia: futebol (um homem); grupo de terceira idade, que propunha atividades físicas diversas (uma mulher) e caminhada (uma mulher). Outros três sujeitos, além da musculação e ergometria na academia, também caminhavam. Portanto, dos 25 praticantes de musculação, 19 (6 homens e 13 mulheres) restringiam suas atividades físicas à academia. Destes, 16 confirmaram que faziam apenas musculação e ergometria, e três musculação, ergometria e aulas de ginástica. Esses dados estão apresentados graficamente a seguir:
Gráfico 20: Distribuição dos idosos do GM, segundo quantidade e tipos de atividades físicas praticadas
Quanto aos idosos do GC, os dez entrevistados não desenvolviam atividades adicionais à caminhada. Os idosos do GX, praticantes de musculação e caminhada, também faziam ciclismo. Um deles fazia diariamente duas sessões de exercício físico:
16 3
3 3