3 PROSESS OG ORGANISERING
3.3 TIDLIGERE VEDTAK OG VIKTIGE FØRINGER FOR ARBEIDET
3.3.4 Brev fra Planleggings- og samordningsdepartementet til Bærum kommune
Para a produtividade de raízes não comerciais o sulfato de amônio fornecido 100% no plantio, e 50% aos 30 e 50% aos 60 DAP, apresentaram as maiores produtividades (3,28, e 5,18 t ha-1). Quanto à uréia, o fornecimento de nitrogênio 50% no plantio e 50% aos 60 DAP, 100% aos 30 e 100% aos 60 DAP, e o tratamento sem esse nutriente, proporcionaram as mais baixas produtividades (2,87, 3,42, 2,67 e 3,65 t ha-1). Comparando as fontes de forma isolada, ao contrário da produtividade de raízes comerciais, a uréia foi significativamente superior ao sulfato de amônio (Tabela 7), demonstrando mais uma vez que a uréia não é uma boa fonte de nitrogênio para a batata-doce.
Por outro lado, a menor produtividade de raízes fora do padrão comercial, obtido com o sulfato de amônio, pode indicar que as plantas submetidas a esta fonte receberam nutrição mais equilibrada. Na cenoura Espínola (1998) obteve menor produtividade de raízes não comerciais com emprego do sulfato de amônio como fonte de nitrogênio.
4.7. Teor de nitrogênio foliar total
Todos os parcelamentos e fontes de nitrogênio, aliado ao tratamento sem esse nutriente apresentaram teor de N foliar estatisticamente iguais (Tabela 7). Este resultado pode indicar que a ação do nitrogênio sobre sua concentração nas folhas da batata-doce, possivelmente foi decorrente das condições favoráveis do ambiente; como umidade no solo, precipitações ocorridas no período do experimento, facilitando sua absorção de pela cultura. Entretanto, a concentração média de nitrogênio,
encontra-se não muito distante dos valores registrados (30 a 50 g kg-1) por Mengel & Kirkby (1987) para plantas herbáceas adequadamente supridas.
Tabela 7. Produtividade de raízes não comerciais (PRNC) e teor de nitrogênio no tecido foliar (N foliar), de batata-doce, em função de fontes e épocas de aplicação de nitrogênio. CCA-UFPB, Areia-PB, 2007.
Fonte Parcelamento (%) PRNC (t ha-1) N Foliar (g kg-1)
Plantio 30DAP 60DAP
Sulfato de amônio 100 0 0 3,3 a 43,52 a 50 50 0 2,5 b 48,07 a 50 0 50 2,2 b 42,88 a 33 33 33 2,9 b 39,84 a 0 100 0 2,3 b 47,66 a 0 0 100 3,0 b 48,60 a 0 50 50 5,2 a 45,97 a 0 0 0 3,6 a 32,78 a Média 3,32 B 43,66 a Uréia 100 0 0 3,9 a 44,10 a 50 50 0 4,4 a 43,20 a 50 0 50 2,9 b 43,64 a 33 33 33 4,6 a 47,72 a 0 100 0 3,4 b 43,41 a 0 0 100 2,7 b 40,78 a 0 50 50 5,2 a 48,65 a 0 0 0 3,6 b 32,78 a Média 3,84 A 43,03 a CV (%)
Letras minúsculas comparam médias do parcelamento dentro de cada fonte. Letras maiúsculas comparam médias entre as fontes. Médias seguidas da mesma letra não diferem entre si pelo teste de agrupamento Scott Knott.
A ausência de diferenças significativas dos tratamentos que receberam nitrogênio e aquele sem esse nutriente, bem como entre as fontes de nitrogênio sob o teor de N foliar, fugiu ao comportamento verificado para a produtividade comercial de raízes. Esse fato pode ser atribuído, além da fertilidade inicial do solo, o qual foi capaz de fornecer nutrientes suficientes para nutrir a batata-doce, comprovado pela produtividade de raízes superior a média nacional, obtido no tratamento sem nitrogênio.
Também, o fato da concentração de nitrogênio nas folhas não seguir o mesmo comportamento verificados para as produtividades, pode, igualmente, ser atribuído ao fato de que possivelmente, durante o desenvolvimento da batata-doce, uma considerável quantidade desse nutriente foi translocada das folhas e hastes para a formação de flores, caracterizando o efeito diluição dos nutrientes (Raij, 1991), porque o fotoperíodo baixo (média oito horas), ocorrido na época da execução da pesquisa proporciona maior formação de flores na batata-doce. De acordo com a Embrapa (1995), essa condição de fotoperíodo estimula a floração nessa hortaliça.
5. CONCLUSÕES
Nas condições edafoclimáticas em que o trabalho, foi conduzido, pode-se chegar as seguintes conclusões:
1. O sulfato de amônio foi mais eficiente do que a uréia no rendimento da batata- doce;
2. A aplicação de nitrogênio independente da fonte, estimula mais o rendimento da batata-doce, fornecido no dia do plantio, e o restante em partes iguais, aos 30 e 60 DAP;
3. Nos tratamentos com sulfato de amônio as perdas na produção de batata-doce foram bem inferiores as do solo com uréia.
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