BRANNDEMPENDE TILTAK Regel 7 Deteksjon og alarm
Regel 10 Brannslokking
A realização deste estudo, à imagem de outros, decorreu dentro de um conjunto de limitações. Desde do tempo, que se revelou limitado, impossibilitando um amadurecimento do trabalho desenvolvido e o aprofundamento das reflexões sobre o tema em análise, e
80 respetivos dados obtidos, ao tamanho da amostra, que condicionada à possivel, impossibilitou um alcance maior de resultados. Ainda em relação à amostra, admite-se que teria contribuido para uma generalização dos resultados obtidos, se a mesma fosse maior e mais heterogénea. Os resultados obtidos, de uma forma geral, são estatisticamente pouco significativos, pelo que podem ser considerados pouco prováveis, por isso, considerar-se os benefícios de uma amostra maior numa investigação futura.
Outra das limitações com a qual nos deparamos, relacionou-se com a dificuldade em encontrar estudos que analisassem o papel do consumo de substâncias psicoativas por elementos do agregado familiar, que não os pais, sobre as crianças e jovens, limitação que se fez refletir no enfoque por nós atribuído a esses elementos.
Dentro do quadrante das limitações dos estudo, encontra-se ainda a dificuldade encontrada em descobrir instrumentos de análise (inquéritos por questionário), que analisassem as perceções dos alunos face ao apoio e envolvimento dos pais com a escola e que analisassem as perceções dos alunos face aos consumos praticados por elementos do seu agregado familiar. Enquanto para a primeira situação foi possivel recorrer ao “Student
Views of Parental Involvement in Schooling Activities”, que é uma adaptação da versão original de Epstein et.al. por Deslandes e Cloutier (2002), na segunda situação a autora da Dissertação teve de desenvolver um inquérito para o efeito. Ação que embora tenha considerado outros inquéritos subordinados ao tema dos consumos e indicações de manuais cientificos da área da investigação, apresenta-se atualmente como uma das maiores limitações do estudo. De sublinhar que pelo facto de o inquérito congratular diferentes formas de preenchimento as respostas ao mesmo podem ter sido comprometidas, isto é, os alunos face às questões podem não ter expressado a sua verdadeira condição, situação que crê-se ultrapassada se em investigações fututas as perguntas passarem a afirmações e as respostas ao inquérido desenvolvido para o efeito, passarem a apresentar-se numa escala do tipo Likert, congratulando hipoteses semelhantes às apresentadas pelo questionário ao Envolvimento dos Estudantes na Escola, adapatado a Portugal por Veiga (2009).
Em relação à passagem dos inquéritos, essa por ter decorrido no final do ano letivo, poderá ter contribuído para um tipo de respostas aos itens do envolvimento escolar em PIEF, diferentes daqueles que em outra época do ano escolar obter-se-ia, como tal, compreende-se que teria sido interessante poder vir a comparar os resultados dos alunos
81 (em alturas do ano letivo distintas), contudo e dada a limitação de tempo, essa não foi possível, ficando para já como proposta a investigações futuras.
De realçar que apesar das limitações presentes no estudo, crê-se que o mesmo terá contribuído para a análise e desenvolvimento do conhecimento sobre os efeitos do consumo de substâncias psicoativas nos agregados familiares (através dos pais), junto das crianças e jovens e seu respetivo envolvimento escolar. Mais, com base neste estudo é dado relevo às turmas PIEF, ação que permitiu analisar diferenças e semelhanças entre essas e as turmas do ensino regular.
Quanto a futuras investigações, e assumindo-se a falta de estudos em Portugal que incidam sobre a temática dos consumos por familiares diretos e/ou indiretos e seus efeitos no envolvimento escolar das crianças e jovens, considera-se essencial a realização de novas investigações, uma vez que, conforme o identificam diversos investigadores, a exposição aos consumos está negativamente associada ao desempenho e ao abandono escolar. Assim, em futuras investigações seria vantajoso além de considerar amostras maiores e mais heterogéneas, utilizar outros métodos de recolha de dados e ainda, abranger os pais, permitindo desse modo incluir outra prespetiva sobre o papel da exposição aos consumos. Seria pois interessante considerar a possibilidade de aplicar o mesmo estudo a outras amostras, permitindo desse modo uma visão mais generalista sobre esta temática.
Outra proposta que se coloca seria uma análise longitudinal, em conciliação com as Equipas de Tratamento dos centros de atendimento a toxicodependentes, procurando analisar uma amostra constituída por pais e filhos (e suas respetivas perceções) antes e depois da aplicação de um programa junto dos mesmos, que estimulasse as suas relações com a escola. Seria ainda interessante, ao nível de uma análise longitudinal, compreender em que medida as perceções das crianças vão sendo alteradas em função da variável idade e como essas influem com o seu próprio envolvimento escolar.
Por último, é de realçar que, embora as referidas limitações do estudo, essas não refutam os contributos positivos do mesmo. Há a realçar que a maioria dos estudos em Portugal, que se debruçaram sobre o papel da exposição aos consumos na vida escolar das crianças e jovens, não o fez sobre a perspetiva do envolvimento. No entanto existe a necessidade de ir mais longe na compreensão do impato da exposição aos consumos; por isso altiva-se a importância da manutenção de novas investigações que invistam na procura,
82 por novas e melhoradas formas de saber, e que possam atempadamente ajudar à equidade na educação.
83
Referências Bibliográficas
Almeida, M. (1998). Filhos de peixe…o medo e o mar – os filhos dos toxicodependentes ou o trabalho com crianças em risco. Revista Toxicodependências, Ano 4, nº 1, 42- 50.
Amrai, K., Motlagh, S., Zalani, H. & Parhon, H. (2011). The relationship between academic motivation and academic achievement students. Procedia Social and
Behavioral Sciences, 15, 399-402.
Assembleia da República [AR] (1999). Lei nº 166/99 de 14 de setembro: Aprovação da Lei Tutelar Educativa. Diário da República, 1ª Série, nº 215, 6320-6351.
Atger, F. (2004).Vinculação e adolescência. In Guedney, N. & Guedney, A.(coord.),
Vinculação – Conceitos e aplicações (1.ª edição – pp.147- 156). Lisboa: Climepsi Editores. (original publicado em 2002).
Barnard, M. (2007). Drug Addiction and Families. London: Jessica Kingsley Publishers.
Baker, J., Clark, T., Maier, K. & Viger, S. (2008). The differential influence of instructional context on the academic engagement of students with behavior problems. Teaching
and Teacher Education, 24, 1876-1883.
Benavente, A., Firmino da Costa, A., Machado, L. & Neves, M. (1987). Do outro lado da
Escola. Lisboa: Edições Rolim.
Carmo, H. & Ferreira, M. (1998) Metodologia de Investigação, Guia para Auto-
aprendizagem. Lisboa: Universidade Aberta.
84 Deslandes, R. & Cloutier, R. (2002). Adolescents` Perception of Parental Involvement in
Schooling. School Psychology International, vol. 23, nº2, 220-232.
Dotterer, A. & Lowe,K. (2011) Classroom Context, School Engagement, and Academic Achievement in Early Adolescence. Journal of Youth and Adolescence, vol. 40 (12), 1649-1660.
Fall, A. & Roberts, G. (2012). High school dropouts: Interactions between social context, self-perceptions, school engagement, and student dropout. Journal of Adolescence, 35, 787-798.
Felício, L. (2007) Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF) – Um contributo
para a (Re)integração de jovens no sistema educativo. Dissertação de mestrado em Administração e Gestão Educacional, Universidade Aberta de Lisboa, Lisboa.
Ferros, L. (2011). Toxicodependência: Afectos e Psicopatologia. Livpsic/Legis Editora.
Fleming, M. (2005). Dor mental e toxicodependência. Revista Toxicodependências, vol.11, nº1, 3-13.
Gaspar de Matos, M. (2002). O uso de substâncias ilícitas nos adolescentes Portugueses: Modelo compreensivo. Revista Toxicodependências, nº 3, vol.8, 33-46.
Gaspar de Matos, M. (2008). Adolescência e seus contextos: o Estudo HBSC/OMS. In Gaspar de Matos, M. (coord.) Consumo de Substâncias: Estilo de Vida? À procura
de um estilo?! (pp. 27- 40). IDT.
Gaspar, T., Gonçalves, A., Ramos, V. & Gaspar de Matos, M. (2006). Desvantagem socio económica, etnicidade e consumo de álcool na adolescência. Análise Psicológica, 4 (XXIV), 495 – 508.
85 Ghazvini, S. (2011). Relationships between academic self-concept and academic
performance in high school students. Procedia Social and Behavioral Sciences, 15, 1034-1039.
Gomes Pedro, J. (1985). A relação mãe-filho: Influência do contacto precoce no
comportamento da díade. Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda.
Grant, T., Huggins, J., Graham, J., Ernst, C., Whitney, N. & Wilson, D. (2011). Maternal substance abuse and disrupted parenting: Distinguishing mothers who keep their children form those who do not. Children and Youth Services Review, 33, 2176- 2185.
Green, J., Liem, G., Martin, A., Colmar, S., Marsh, H. & Mclnerney, D. (2010). Academic motivation, self-concept, engagement, and performance in high school: Key process form a longitudinal perspective. Journal of Adolescence, XXX, 1-12.
Guedney, N. (2004).Conceitos-chave da teoria da vinculação. In Guedney, N. & Guedney, A.(coord.), Vinculação – Conceitos e aplicações (1.ª edição – pp.33- 43). Lisboa: Climepsi Editores. (original publicado em 2002).
Hejazi, E., Naghsh, Z., Sangari, A. & Tarkhan, R. (2011). Prediction of academic performance: the role of perception class struture, motivacion and cognitive variables. Procedia Social and Behavioral Sciences. 15, 2063-2067.
Henry, K., Knight, K. & Thornberry, T. (2011). School Disengagement as a Predictor of Dropout, Delinquency, and Problem Substance Use During Adolescence and Early Adulthood. Journal of Youth and Adolescence, vol. 41(2), 156-166.
Hill, M. & Hill, A. (2009). Investigação por Questionário (2ª edição). Lisboa: Edições Sílabo.
Hirschfield, P. & Gasper, J. (2011). The Relationship Between School Engagement and Delinquency in late Childhood and Early Adolescence. Journal of Youth and
86 Hoffman, J. & Cerbone, F. (2002). Parental substance use disorder and the risk of
adolescent drug use: an event history analysis. Drug and Alcohol Dependence, 66, 255-264.
Instituto da Droga e da Toxicodependência (2010). Relatório Anual 2009. Lisboa: Ed. IDT.
Instituto da Droga e da Toxicodependência (2011). Relatório Anual 2010. Lisboa: Ed. IDT.
Janeiro, I. (2011). Escala de Atribuições em relação à Carreira (EAC): Um estudo exploratório. Revista Brasileira de Orientação Profissional, vol. 12, nº 1, 5-13.
Kelly, M. & Stewart, W. (2008). Treating paternal drug abuse using Learning Sobriety Together: Effects on adolescents versus children. Drug and Alcohol Dependence, 92, 228 – 238.
Kelly, S. (2008). Race, social class, and student engagement in middle school English classrooms. Social Science Research, 37, 434-448.
Lee, J. (2010). The effects of the teacher-student relationship and academic press on student engagement and academic performance. International Journal of Education
Research, 53, 330-340.
Li, Y. & Lerner, R. (2011). Trajectories of School Engagement During Adolescence: Implications for Grades, Depression, Delinquency, and Substance Use.
Developmental Psychology, vol. 47, nº1, 233-247.
Linnerbrink, E. & Pintrich, P. (2002). Motivation as an Enabler for Academic Success.
School Psychology Review, vol. 31, nº 3, 313-327.
Matos, A. (2005). Algumas considerações sobre o jogo relacional entre o toxicodependente e a sua família. Revista Toxicodependências, vol. 11, nº 3, 53-62.
87 Mendes, F. (2000). Toxicodependência e prevenção familiar: uma política para a Europa.
Revista Toxicodependências, vol. 6, nº 3, 61-68.
Miljkovitch, R. (2004). A Vinculação ao nível das representações. In Guedney, N. & Guedney, A.(coord.), Vinculação – Conceitos e aplicações (1.ª edição – pp.45- 53). Lisboa: Climepsi Editores. (original publicado em 2002).
Ministérios da Educação e do Trabalho e da Solidariedade [METS] (1999). Despacho conjunto nº 882/99 de 28 de setembro: Criação do Programa Integrado de Educação e Formação. Diário da República, 2ª série, nº 241, 15427-15428.
Ministérios da Educação e da Segurança Social e do Trabalho [MESST] (2003). Despacho conjunto nº 948/2003 de 26 de setembro: Revisão do Programa Integrado de Educação e Formação. Diário da República, 2ª Série, nº 223, 14618-14619.
Miocque, D. (2004). Aspectos transculturais do conceito de vinculação. In Guedney, N. & Guedney, A.(coord.), Vinculação – Conceitos e aplicações (1.ª edição – pp.63-70). Lisboa: Climepsi Editores. (original publicado em 2002).
Muchata T. & Martins C. (2010). Impacto da toxicodependência na parentalidade e saúde mental dos filhos – Uma revisão bibliográfica. Revista Toxicodependência, vol.16, nº 1, 47 -56.
Musitu,G., Estevez, E., Jiménez, T. & Veiga, F. ( 2011). Agentes de Socialização da Violência e Vitimização Escolar. In Caldeira, S. & Veiga, F. (org.), Intervir em
Situações de Indisciplina e Violência. (1ª edição – pp. 43-80). Lisboa: Fim de Século Edições.
Negrão, R. & Seabra, P. (2007). Dificuldades de aprendizagem em crianças e adolescentes filhos de toxicodependentes. Revista Toxicodependências, vol. 13, nº 2, 41 -54.
Nurco, D.; Kinlock T.; O`Grady, K. & Hanson T. (1998). Differential contributions of family and peer factors to the etiology of narcotic addiction. Drug and Alcohol
88 Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (2011). Relatório Anual 2011 – A
evolução do fenómeno da droga na Europa. Ed. OEDT.
Patrício, L. (2002). Droga para que se saiba (1ª edição). Lisboa: Edição Figueirinhas.
Pereira, A. (2004). O Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF) – Contributos
para a Avaliação da sua Eficácia na Prevenção do Abandono Escolar. Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Lisboa.
Pereira, A. (2007). PIEF: Um Programa de Educação e Formação. Lisboa: Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social e PETI.
Programa para a Inclusão e Cidadania [PIEC] (2010). Estatística em Síntese – Monotorização da medida PIEF 3º trimestre 2010. In Olhó PIEF. Acedido a 21 de Março de 2011 em http://www.slideshare.net/olhopief/estatsticasntese3trimestreal
Programa para a Inclusão e Cidadania [PIEC] (2010). PIEF em números – Setembro 2010.
In Olhó PIEF. Acedido a 21 de Março de 2011 em
www.slideshare.net/olhopief/pief-em-nmeros-setembro2010
Rabouam, C. (2004). Avaliação da vinculação no bebé. In Guedney, N. & Guedney, A.(coord.), Vinculação – Conceitos e aplicações (1.ª edição – pp.89- 99). Lisboa: Climepsi Editores. (original publicado em 2002).
Radovan, M. (2011). The relation between distance students` motivation, their use of learning strategies, and academic success. The Turkish Online Journal of
Educational Technology, vol.11 (1), 216-221.
Roldão, M. (coord.), Campos, J. & Alves, M. (2008) Estudo Curricular da Medida PIEF –
Programa Integrado de Educação e Formação - 2006-2007. Lisboa: Edições Colibri e PETI.
89 Sebastião, J. (2007/2008). Famílias, estratégias educativas e percursos escolares.
Sociologia, série I, vol. 17/18, 281-306.
Sebastião, J. (2009). Democratização do Ensino, Desigualdades Sociais e Trajectórias
Escolares. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
Schindler, A., Thomasius, R., Sack, P., Gemeinhardt, B., & Küstner, U. (2007). Insecure family bases and adolescent drug abuse: A new approach to family patterns of attachment. Attachment & Human Development, 9 (2), 111-126.
Schindler, A., Thomasius, R., Peterson, K., & Sack, P. (2009). Heroin as an attachment substitute? Differences in attachment representations between opioid, ecstasy and cannabis abusers. Attachment & Human Development, 11 (3), 307-330.
Sedaghat, M., Abedin, A., Hejazi, E. & Hassanabadi, H. (2011). Motivation, cognitive engagement, and academic achievement. Procedia Social and Behavioral Science, 15, 2406-2410.
Skinner, M., Haggerty, K., Fleming, C., & Catalano, R. (2009). Predicting Functional Resilience Among Young-Adult Children of Opiate-Dependent Parents. Journal of
Adolescent Health, 44, 283-290.
Van Ryzin, Stormshak, E. &. Dishion, T. (2012). Engaging Parents in the Family Check- Up in Middle School: Longitudinal Effects on Family Conflict and Problem Behavior Through the High School Transition. Journal of Adolescent Health, 50, 627-633.
Veiga, F., Almeida, A., Carvalho, C., Janeiro, I., Nogueira, J. Melo, M., Festas, M., Baía, S. & Caldeira, S. (2009). Envolvimento dos alunos em escolas portuguesas: elementos
de um projecto de investigação. Atas do X Congresso Internacional Galego- Português de Psicopedagogia. Braga: Universidade do Minho.
Veiga, F. H. (2011). Escalas de Envolvimento dos Alunos na Escola: Estudo da validade externa da Escala de Engagement usada no PISA e do “Student Engagement in
90
School Scale”. In J. M. R. Sánches, M. A. C. Martín, & J. D. V. Pastor (Org.).
Educación, Aprendizaje y Desarrollo en una Sociedad Multicultural (pp. 4619- 4626). Madrid: Ediciones de la Associación Nacional de Psicología e Educación.
Veiga, F., Bahia, S., Nogueira, J., Melo, M., Caldeira, S., Festas, I., Taveira, C., Janeiro. I., Conboy, J., Carvalho, C., Galvão, D., Almeida, A. & Pereira, T. (2012, Novembro).
Portuguese Adaptation of Students Engagement in School International Scale (SESIS). Atas da 5th International Conference on Education, Research and Innovation (ICERI 2012), Madrid, Espanha (texto no prelo).
Xiao, L., Bechara, A., Palmer, P., Trinidad, D., Wei, Y., Jia, Y., & Johnson, C. (2011). Parent–child engagement in decision-making and the development of adolescent affective decision capacity and binge-drinking. Personality and Individual
Differences, 51, 285-292.
Yusuf, M. (2011). The impact of self-efficacy, achievement motivation, and self-regulated learning strategies on students` academic achievement. Procedia Social and
Behavioral Sciences, 15, 2623-2626.
Zazzo, R. (1974). A Vinculação – Uma nova teoria sobre a origem da afectividade. In Anzieu, D., Bowlby, J., Duyckaerts, F, Harlow, H., Koupernik, C. et al., A Vinculação (pp. 17-43). Lisboa: Sociocultur.
91
ANEXOS
92