• No results found

4. Empiri og drøfting av studiens funn

5.1 Bidrag fra studien og konklusjon

A Figura 8 apresenta as propriedades mecânicas em relação ao índice de tração (IT) com a evolução do refino. É apresentado o comportamento das seguintes propriedades: Índice de rasgo, Índice de arrebentamento, Módulo de elasticidade específico e Alongamento.

O índice de rasgo, Figura 8(a), é uma propriedade influenciada pelo número de ligações interfibras e pela resistência individual da fibra. Fibras cuja parede celular é mais espessas tendem a apresentar maior índice de rasgo, após o refino, (SILVA, 1996). A polpas das duas madeiras não apresentaram diferenças significativas, em relação ao índice de rasgo, que foi representado por uma única curva gerada por apenas uma equação em relação ao índice de tração. Os valores máximos de índice de rasgo foram obtidos no índice de tração de 60N.m/g, e, a partir, deste ponto, houve um efeito negativo do refino no índice de rasgo.

50

O índice de arrebentamento, Figura 8(b), é influenciado pelo número de ligações interfibras e pelas forças dessas ligações. Com a evolução do refino, ocorre um colapsamento das fibras, favorecendo o número e as forças das ligações entre as fibras, resultando em maior compactação e maior área de contato das mesmas e, conseqüentemente, em aumento no índice de arrebentamento. Alto índice de arrebentamento confere maior flexibilidade e melhor conformidade às fibras. As polpas das madeiras de baixa e alta densidade não apresentaram diferenças no índice de arrebentamento, tendo uma única equação (curva) representado a evolução desta propriedade com o refino.

(a) (b) Y = - 0,0049x2 + 0,6372x- 8,9386 R2 = 0,96 0 2 4 6 8 10 12 14 0 20 40 60 80 100 Índice de tração (N.m/g) Índice de rasgo (mN.m 2/g) BD AD 11.6 Y = 0,0736x - 0,8455 R2 = 0,97 0 1 2 3 4 5 6 0 20 40 60 80 100 Índice de tração (N.m/g)

Índice Arrebentamento (KPam

2/g) BD AD 3.6 (c) (d) Y= 0,0373x + 0,9709 R2 = 0,97 0 1 2 3 4 5 0 20 40 60 80 100 Índice de tração (N.m/g) Alongamento (%) BD AD 3.2 Y = 0,7022 + 0,1269x- 0,0007x2 R2 = 0,99 0 1 2 3 4 5 6 7 8 0 20 40 60 80 100 Índice de tração (N.m/g) Módulo elasticidade (MN.m/Kg) BD AD 6.0

Figura 8. Efeito das propriedades mecânicas em função do índice de tração das polpas branqueadas.

A propriedade de alongamento das polpas expressa a capacidade de deformação máxima do papel medido no ponto de ruptura. O refino apresenta uma influência positiva, em relação ao alongamento. Na Figura 8(c), é apresentado o comportamento do alongamento em relação ao índice de tração, com a evolução do refino, para as polpas das duas madeiras. Não houve

51

diferenças significativas entre as duas polpas, resultando numa única equação (curva) para representar as duas polpas.

O módulo de elasticidade específico é uma propriedade, que expressa a capacidade do material em resistir à deformação, quando sobre este é aplicado uma força, sem que ele sofra deformação permanente. Na Figura 8(d), é apresentado o comportamento do módulo de elasticidade específico com a evolução do refino, em relação ao índice de tração. Verifica-se que o módulo de elasticidade especifico não apresentou diferenças significativas para as polpas das duas madeira, dando origem a uma única equação.

4.10.2 Propriedades estruturais

As propriedades estruturais, tais como peso específico aparente (PEA) e volúmen específico aparente (VEA), estão associadas à habilidade de consolidação da estrutura do papel. O PEA tende a aumentar com a intensidade do refino, devido ao colapsamento das fibras e produção de finos. O VEA, entretanto, apresenta comportamento contrário, o que é desejável para papéis de imprimir e escrever, pois, há um aumento da opacidade, característica esta muito importante para tais papéis. Para os papéis absorventes, é desejável um alto volume específico aparente que expressa, indiretamente, a quantidade de espaço vazios presente na estrutura da folha.

Nas Figuras 9(a) e 9(b), são apresentados, respectivamente, os comportamentos do peso específico aparente e volume específico aparente com a evolução do refino, para as madeiras de baixa e alta densidade. Estas duas propriedades não apresentaram diferenças significativas e estão, portanto, representadas por uma única equação.

Outra propriedade estrutural é a resistência à passagem de ar, que aumenta com o refino da polpa. Esta é também, influenciada pela características morfológicas da fibra, principalmente a espessura da parede, pelo número de elementos celulares e pelo número de fibras por grama presente na polpa. É uma propriedade importante para papéis revestidos, pois, a quantidade de

52

revestimento gasto é proporcional à porosidade interna do papel e à sua rugosidade superficial. A resistência à passagem de ar está, ainda, relacionada à quantidade de espaços vazios do papel, à porosidade do material e à formação de finos no decorrer do refino, o que provoca uma maior fragilidade da fibra. Apesar da madeira de alta densidade ter apresentado maior (6,23%) número de fibras por gramas (Quadro 18) e, também, maiores dimensões das fibras, em relação à madeira de baixa densidade (Quadro 8), as resistências à passagem de ar das duas polpas não apresentaram diferenças significativas. Assim, conforme apresentado na Figura 9(c), uma única equação representou as duas polpas.

(a) (b) Y = 5,1102x + 398,362 R2 = 0,93 0 200 400 600 800 1000 0 20 40 60 80 100 Índice de tração (N.m/g)

Peso espec. aparente (Kg/m

3) BD AD 705 Y = - 0,0124x + 2,1922 R2 = 0,94 0.0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0 1.2 1.4 1.6 1.8 2.0 0 20 40 60 80 100 Índice de tração (N.m/g)

Volume espec. aparente (m

3/Kg) BD AD 1.5 (c) (d) Y = 0,0451e0,0843x R2 = 0,91 0 10 20 30 40 50 60 70 80 0 20 40 60 80 100 Índice de tração (N.m/g) Resist. passagem ar (s/100ml) BD AD 7.1 Y = 0,4389x +0,4843 R2 = 0,89 0 5 10 15 20 25 30 35 40 0 20 40 60 80 100 Índice de tração (N.m/g) Lisura (s/50cm³) BD AD 26.8

Figura 9. Efeito das propriedades estruturais em função do índice de tração das polpas branqueadas.

A lisura é outra propriedade estrutural importante em papéis para impressão e revestidos. Quanto mais lisa e uniforme for a superfície desses papéis, menor será o consumo de produtos químicos e melhor a qualidade do revestimento e de impressão desses papéis.

53

A Figura 9(d) apresenta o comportamento da lisura Gurley, em relação ao índice de tração, com a evolução do refino. As polpas das duas madeiras são representadas por uma única equação, pois não houve diferenças significativas entre as mesmas.

A similaridade de comportamento das duas polpas, quanto às propriedades mecânicas e estruturais, pode estar associada ao teor de carboidratos (Quadro17), principalmente xilanas. As duas polpas, após branqueamento, não apresentaram diferenças significativas nos teores de carboidratos.

4.10.3 Propriedades ópticas

As propriedades ópticas, representadas por opacidade e coeficiente de dispersão de luz, dependem das características das fibras que constituem a folha do papel. As características das fibras são fundamentais, uma ve z que o papel caracteriza-se como um material poroso e não homogêneo, com estruturas internas constituídas por vários elementos que formam interfaces entre si e com o ar, causando fenômenos óticos de reflexão, dispersão e absorção de luz. A opacidade e o coeficiente de dispersão de luz são parâmetros importantes para papéis utilizados para imprimir e escrever, pois, são indicadores que determinam a habilidade da folha de papel em obstruir a passagem da luz.

As diferenças de intensidade de ligações interfibras, do número de superfícies óticas de refração e de partícula com potenciais de dispersão de luz são as causas das grandes diferenças entre as propriedades óticas do papel, (SALVADOR et al., 2001). As propriedades ópticas do papel dependem, também, do arranjo espacial da área superficial e espessura da parede dessas fibras (FERREIRA e FIGUEIREDO, 2001). SILVA (1996) relata que a dispersão da luz no papel é proporcional ao número de interfaces fibra-ar, que a luz incidente encontra ao atravessar sua estrutura e que polpas com maior número de fibras por grama contribuem para aumento no coeficiente de dispersão de luz e para maior opacidade do papel.

54

Na Figura 10(a), observa-se que a polpa da madeira de alta densidade apresentou, em geral, opacidade superior à da madeira de baixa densidade e que a opacidade diminui com o aumento no índice de tração, para ambas as polpas. A diminuição da opacidade pode ser explicada pelo aumento na compactação da estrutura da folha de teste, o que reduz o número de interfaces fibra-ar. O mesmo ocorreu com o coeficiente de dispersão de luz (Figura 10(b)), para as duas madeiras. No tempo zero do refino, a polpa da madeira de baixa densidade apresentou coeficiente de dispersão de luz superior (39,61m²/kg) àquela, da madeira de alta densidade (38,26m²/kg); entretanto com a evolução do refino, houve uma inversão nos valores. Os valores estimados da opacidade e do coeficiente de dispersão de luz para o índice de tração de 60 N.m/g, conforme mostrado nas Figuras 10(a) e (b), foram superiores para a madeira de alta densidade. (a) (b) Y(BD) = - 0,2525x + 86,583 R2 = 0,98 Y(AD) = - 0,1722x + 83,137 R2 = 0,99 50 55 60 65 70 75 80 0 20 40 60 80 100 Índice de tração (N.m/g) Opacidade (%) BD AD 72.8 71.4 Y(BD) = - 0,3321x + 48,825 R2 = 0,99 Y(AD) = - 0,2611x + 45,657 R2 = 0,99 20 25 30 35 40 0 20 40 60 80 100 Índice de tração (N.m/g)

Coef. Dispersão Luz (m²/kg)

BD AD 30.0

28.9

Figura 10. Efeito das propriedades ópticas em função do índice de tração das

polpas branqueadas

No Quadro 18, observa-se que tanto a polpa proveniente da madeira de baixa densidade quanto da madeira de alta densidade apresentaram pequenas diferenças, relativamente ao número de fibras por grama, "coarseness", comprimento de fibra e teor de finos, o que pode explicar o fato de as duas madeiras mostrarem comportamento similar quanto às propriedades mecânicas (Figura 8).

55

Quadro 18. Análise das fibras das polpas branqueadas das madeiras de baixa e alta densidade

Madeira Comprimento médio, (mm) Nº de fibra/g, (milhões) "Coarseness", (mg/100m) Finos*, (%)

BD 0,66 28,07 5,37 6,72

AD 0,70 26,32 5,40 8,10

* Finos: abaixo de 0,07mm

As diferenças quanto à quantidade de ligações interfibras, bem como o número de superfície ótica de refração e de partículas com potenciais de dispersão de luz são as causas das grandes diferenças entre as propriedades ópticas dos papéis.

4.11 Refino

O consumo de energia no refino é parâmetro importante, pois, impacta o custo operacional do fabricante de papel. Uma maior demanda de energia para atingir determinado nível de refino resulta em custo mais elevado, para a indústria papeleira.

As Figuras 11(a) e (b) apresentam o consumo de energia no refino e a drenabilidade no desenvolvimento da resistência à tração, assim como a evolução do índice de tração para as duas polpas. Tanto o consumo de energia quanto a drenabilidade não apresentaram diferenças significativas e estão representados por uma única equação.

56 (a) (b) Y = 4,3020x - 45,9531x1/2 + 45,657 R2 = 0,9590 0 10 20 30 40 50 60 0 20 40 60 80 100 Índice de tração (N.m/g) Energia W/h BD AD 25.0 Y =- 29,0954X + 326,996X1/2 - 323,26 R2 = 0,96 0 100 200 300 400 500 600 0 20 40 60 80 100 Índice de tração (N.m/g) Drenabilidade (CSF) BD AD 464

Figura 11. Consumo de energia e drenabilidade em função do índice de tração

57

5. CONCLUSÕES

No presente estudo, foram avaliados os efeitos das características anatômicas e químicas da madeira sobre a densidade básica e a qualidade da polpa kraft branqueada. Foram usados dois clones de Eucalyptus com densidades básicas, 450kg/m³ e 550kg/m³. As madeiras foram analisadas quanto às características físicas, químicas e anatômicas. As polpas foram produzidas com número kappa 18±0,5 e foram branqueadas pela seqüência ECF (ODEopDD) a alvura de 90±1 %ISO. Após branqueadas, as polpas foram refinadas e analisadas suas propriedades físico-mecânicas e ópticas.

Os resultados obtidos permitiram concluir que:

• A madeira de densidade mais alta, por apresentar maior resistência

mecânica, durante a picagem dos cavacos, proporcionou cavacos com maior espessura, além de maior variabilidade nas dimensões dos cavacos.

• A densidade básica foi influenciada pela espessura da parede e diâmetro

do lúmen das fibras. Entretanto, a largura e o comprimento das fibras não tiveram efeito sobre a densidade básica.

• A madeira de alta densidade apresentou maior freqüência de vasos com

58

• Os teores de extrativos, embora apresentando diferenças tanto em

álcool/tolueno quanto em diclorometano, não afetaram a densidade básica.

• A madeira de baixa densidade utilizou menor carga de álcali para atingir

número kappa 18±0,5 e, consequentemente, proporcionou maior rendimento depurado e maior viscosidade do que a madeira de alta densidade.

• A madeira de baixa densidade deverá sobrecarregar menos a área de

recuperação química, devido o licor residual ter apresentado menor teor de sólidos.

• O teor de ácido hexenurônico na polpa marrom da madeira de baixa

densidade foi inferior ao da polpa marrom da madeira de alta densidade,

possivelmente devido à menor carga de álcali utilizada.

• Após o branqueamento, as polpas das duas madeiras não apresentaram

diferenças quanto ao teor de ácido hexenurônico, possívelmente devido à diferença em dosagens de dióxido de cloro utilizado para braqueamento

das polpas.

• A polpa da madeira de baixa densidade respondeu melhor à

deslignificação com oxigênio quanto ao ganho de alvura e queda do número kappa.

• A diferença de densidade das madeiras não teve influência sobre as

propriedades mecânicas e estruturais, consumo de energia e drenabilidade das polpas.

• A madeira de alta densidade proporcionou polpa com melhores

características de opacidade e de coeficiente de dispersão de luz, quando refinada.

59

• A madeira de baixa densidade apresentou-se como sendo a mais

recomendável para produção de celulose, pois, teve maior rendimento depurado e maior viscosidade, requerendo menor carga de álcali, ter proporcionado menor teor de sólidos no licor residual e menor consumo de reagentes químicos no branqueamento.

60

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA TÉCNICA DE CELULOSE E PAPEL - ABTCP. Normas técnicas ABTCP. São Paulo, 1996. 1v.

BAMBER, R.K. The wood anatomy of eucalyptus and papermakimg. Appita v. 38,n. 3, p. 210-216, 1985.

BARRICHELO, L.E.G. et al. Densidade básica, teor de holocelulose e rendimento em celulose de madeira de Eucalyptus grandis. Silvicultura, São Paulo, v. 82, n.32, p. 802-808, 1983.

BARRICHELO, L.E.G.; BRITO, J.O. Variabilidade longitudinal e radial da madeira de Eucalyptus grandis. In: CONGRESSO ANUAL DA ABTCP, 17, 1984, São Paulo. Anais... São Paulo: ABTCP, 1984. p. 403-409.

BARRICHELO, L.E.G.; BRITO, J.O.; BAZANELLI, A. V. Densidade básica e característica das fibras de madeira de Eucalyptus grandis. In: CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE CELULOSE E PAPEL, 3, 1983, São Paulo. Anais... São Paulo: ABTCP, 1983.V.1 p. 113-125.

BURGER, L. M.; RICHTER, H. G. Anatomia da madeira. São Paulo: Nobel, 1991, 154p.

61

BUSNARDO, C. A. et al. Em busca da qualidade ideal da madeira do eucalipto para a produção de celulose e papel II- Inter-relação entre propriedade das árvores e de suas madeiras. In: CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE CELULOSE E PAPEL, 3, 1983, São Paulo. Anais... São Paulo: ABTCP, 1983.V.1 p. 31-47.

BUSNARDO, C. A.; FOELKEL, C. E. B. Impregnação dos cavacos de Eucalyptus urophylla pelo licor alcalino kraft durante o cozimento: I Penetração. In: CONGRESSO ANUAL DE CELULOSE E PAPEL, 12, 1979, São Paulo. Anais... São Paulo: ABTCP, 1979.V.1 p. 75-82.

CARPIM, M. A.; BARRICHELO, L. G. Variabilidade da densidade de madeira de Eucalyptus spp. In: III CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE CELULOSE E PAPEL, 3, 1983, São Paulo. Anais... São Paulo: ABTCP, 1983.V.1 p. 31-47.

COLODETTE, J.L. et al. Factors affecting Kraft pulp bleachability with oxygen derived chemicals. In: INTERNACIONAL NON-CHLORINE BLEANCHING CONFERENCE, 1996, Orland. Anais... Orlando: TAPPI, 1996. P. 1-20.

CORREIA, F. M. et al. . New concept of cooking in retrofit of digester: CENIBRA mill experience. IN: BRAZILIAN SYMPOSIUM ON THE CHEMISTRY OF LIGNINS AND OTHER WOOD COMPONENTS, 7, Belo Horizonte. Oral Presentation... , Belo Horizonte, 2001,p. 135-140.

COSTA, M.M.; MOUNTEER, A. H.; COLODETTE, J.L. Origem, quantificação, reatividade e comportamento durante a polpação Kraft. O Papel, v.62, n.5, p. 75- 85, 2001.

DEMUNER, B.J. et al. As propriedades do papel e as caraterísticas das fibras de eucaliptos. In: CONGRESSO ANUAL DA ABTCP, 24, 1991, São Paulo. Anais... São Paulo: ABTCP, 1991. p. 621-641.

62

DU POOL, A. B. J. - The relationship between wood and pulp properties of E.grandis ( Hill ex-Maiden) grow in South Africa. Appita, v. 33, n. 4, p. 257-264, 1980.

EK, M. et al. Formation and dissolution/degradation of hexenuronic acids during kraft pulping of EUCALYPTUS globulus. IN: BRAZILIAN SYMPOSIUM ON THE CHEMISTRY OF LIGNINS AND OTHER WOOD COMPONENTS, 7, Belo Horizonte. Oral Presentation... , Belo Horizonte, 2001,p.99-106.

FERREIRA, P. J., FIGUEIREDO, M. M. Efeito do cozimento e da refinação nas dimensões transversais de fibras de E.globulus. O Papel, v. 62, n. 1, p. 73-80, 2001.

FLORSHEIM, S. M. B. Variações da estrutura anatômica e densidade básica da madeira de árvore de aroeira Myracroduon urundeuva F.F. & M.F. Allemão ( ANACARDIACEAE). 1992, 252f. Dissertação ( Mestrado em Ciências Florestais)-Escola Superior de Agricultura " Luiz de Queiroz"- Universidade de São Paulo, Piracicaba, SP.

FOELKEL, C.E.; MORA, E.; MENOCHELLI, S. Densidade básica: sua verdadeira utilidade como índice de qualidade da madeira de eucalipto para produção de celulose. In: Congresso Florestal Brasileiro, 6, Campos do Jordão - São Paulo, 1990, p. 719-728.

FONSECA, S. M. et al.. Seleção da árvore industrial: procedimentos, risco, custo e benefícios. Revista árvore, v. 20, n. 1, p. 69-85, 1996.

GARCÍA, C. B. Anatomia, composição e propriedade de cinco madeiras paraguaias. 1995. Nº de folhas 126f. Dissertação ( Mestrado em Ciência Florestal)- Departamento de Engenharia Florestal. Universidade Federal de Viçosa. Viçosa, MG.

GARLET, V.N. Influência do espaçamento das árvores de EUCALYPTUS grandis na qualidade da madeira para a produção de polpa celulósica Kraft. 1994.

63

Nºde folhas 80f. Dissertação (Mestrados em Ciência Florestal) - Departamento de Engenharia Florestal, Viçosa, MG.

GELLERSTEDT, G. The pulping of wood . A chemical challenge. IN: BRAZILIAN SYMPOSIUM ON THE CHEMISTRY OF LIGNINS AND OTHER WOOD COMPONENTS, 7, Belo Horizonte. Oral Presentation... , Belo Horizonte, 2001,p.79-89.

GOLDSCHIMID, O. Ultraviolet spectra. In: SARKANEN, K.V., LUDWIG, C. H. (Ed.) Lignins. New York: Wiley Interscience, 1971. p.241-66.

GOMIDE, J. L. et al.. Fatores que afetam a branqueabilidade de polpas Kraft de Eucalyptus 2: Influência de parâmentros. O Papel, v. 61, n. 12, p. 61-69, 2000. GOMIDE, J. L.; DEMUNER, B. J. Determinação do teor de lignina em material lenhoso: Método Klason modificado. O Papel, v.47, n. 8, p. 36-38, 1986.

GOMIDE, J. L.; FANTUZZI, H. N. Aspectos fundamentais da polpação Kraft de madeira de Eucalyptus. O Papel, v.61, n. 3, p. 62-68, 2000.

GOMIDE, J.L.; ALMEIDA, J.M. Carbohydrates and lignin degradation during continuous kraft pulping of eucalyptus wood. BRAZILIAN SYMPOSIUM ON THE CHEMISTRY OF LIGNINS AND OTHER WOOD COMPONENTS. 6, Guaratinguetá. Proceedings ...Volúmen VII (2001), Presentations, Brazil, 1999. p. 156-167.

GONZAGA, J. V. Qualidade da Madeira e da Celulose Kraft de Treze Espécies de Eucalytus. Viçosa, MG: UFV, 1983, 119p. Dissertação ( Mestrado em Ciência Florestal) - Universidade Federal de Viçosa, 1983.

HILLIS, W. Properties of eucalyptus wood of importance the to the pulp and paper industry. Appita, v.26, n. 2, p. 117, 1972.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS-IBAMA. Normas para procedimentos em estudos

64

de anatomia de madeira : I. angiospermae, II. Gimnospermae. Brasília: 1992. 19p.(Série Técnica, 15).

JIANG, Z-H.; VAN LIEROP, B., BERRY, R. Hexenuronic acid groups in pulping and bleaching chemistry. TappiI Journal. v. 83, n. 1, p. 167-174, 2000. JOHANSEN, D. A. Plant microtechnique. New York: McGraw-Hill, 1940. 523p. LANA, A. E. et al.. Maximizing pukp yield potential of Cenibra´s wood supply. BRAZILIAN SYMPOSIUM ON THE CHEMISTRY OF LIGNINS AND OTHER WOOD COMPONENTS, 7, Belo Horizonte, Oral Presentations... , Belo Horizonte, 2001, p. 156-167.

LELIS, A.; SILVA, D. J. Análise comparativa entre três métodos de determinação de densidade básica da madeira: medição direta de volúmen, medição indireta de volúmen - balança hidrostática e máximo teor de umidade, 1993, nº de folhas 20f , Relatório tecnico à disciplina ENF-353- Tecnologia a madeira I. Departamento de Engenharia Floresta, Universidade Federal de Viçosa. Não publicado.

McDONOUGH, T. J. Oxygen bleching processes. Tappi Journal, v. 69, n. 6, p. 46-52, 1986.

MILANEZ, A. F. et al.. Influência das hemiceluloses nas propriedades óticas e físico-mecânicas da polpa. In: CONGRESSO ANUAL DE CELULOSE E PAPEL, 15, São Paulo, 1982. Anais... São Paulo, ABTCP, 1982, p. 155-170.

MIMMS, A. et al.. Kraft pulping. Atlanta: TAPPI PRESS, 1990, p.183.

MOURA, M. J.; FIGUEIREDO, M. M. Estudos de variabilidade numa árvore de Eucaliytus globulus. O Papel, v. 63, n. 6, p. 71-79, 2002.

OLIVEIRA, E.de. Correlações entre parâmetros de qualidade da madeira e do carvão de Eucaliytus grandis ( W.Hill ex- Maiden). Boletim técnico, Viçosa n. 2, p. 1-9, 1990.

65

PANSHIN, A. J.; ZEEUW, C. Textbook of wood technology. 4. Ed. New York: McGraw-Hill, 1980. 404p.

REGAZZI, A. J. Teste para verificar a identidade de modelos de regressão e a igualdade de alguns parâmetros num modelo polinomial ortogonal. Revista Ceres, v. 40, n. 228, p.176-195, 1993.

SALVADOR, E. et al.. Efeito da deslignificação com oxigênio nas propriedades físico-mecânicas de polpas kraft. O Papel, v. 62, n. 2, p. 75-96, 2001.

SARDINHA, R. M. de A; HUGUES, J. F. Wood properties variation of

Eucaliytus saligna from Angola. Anais do Inst. Sup. De Agron..., n. 38, p. 105-

124, 1978/1979.

SHIMOYAMA, V. R. S.; BARRICHELO, L. E.G. Influências de características anatômicas e químicas sobre a densidade básica da madeira de Eucalyptus spp. In: CONGRESSO ANUAL DA ABTCP, 24, 1991, São Paulo. Anais ...São Paulo: ABTCP,1991. P. 23-36.

SHIMOYAMA, V.R.S. Variações da densidade básica e características anatômicas e químicas da madeira em EUCALYPTUS spp. Piracicaba, 1990. 93p. (Mestrado- Escola Superior de Agricultura " Luiz de Queiroz").

SILVA, D. J. Impacto da qualidade da madeira na deslignificação, no branqueamento e nas propriedades físico-mecânicas da polpa kraft de Eucalipto. 1996. nº de folhas 103f. Dissertação (Mestrado Ciência Florestal)- Departamento de Engenharia Florestal, Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, MG.

TECHNICAL ASSOCIATION OF THE PULP AND PAPER INDUSTRY - TAPPI. Tappi test methods: 1992-1993. Atlanta, 1992.

TOMAZELLO FILHO, M, Estrutura anatômica da madeira de oito espécie de Eucaliptus no Brasil. Revista IPEF, n. 29, p. 25-346, 1985.

66

TOMAZELLO FILHO, M, Formação e caracterização da estrutura anatômica da madeira de Eucalyptus. Curso processamento mecânico e secagem da madeira de Eucalyptus IPEF, Piracicaba, 1994.

TRUGILHO, F. P. et al. Influência da idade nas características físico-mecânicas e anatômicas da madeira de Eucalyptus saligna. Rer. Cerne, v. 2, n. 1, p. 94--11, 1996.

URBINATI, C. V. Variação estrutural no lenho de Terminalia ivorensis A.Chev. - Combretaceae. 1998, nº de folhas 70f. Dissertação ( Mestrado em Botânica)- Departamento de Biologia Vegetal, Universidade Federal de Viçosa, MG.

VASCONCELOS, R. L.D.; SILVA C. Jr., E. A influência da densidade básica da madeira de híbrido de E.grandis em suas características químicas, e propriedades de polpação e do papel. In: CONGRESSO ANUAL DA ABTCP, 18, 1985, São Paulo. Anais... São Paulo: ABTCP, 1985. p. 31-56.

VITAL, B.R. Métodos de determinação da densidade Básica. Viçosa, SIF, 1984, 21p (Boletim técnico, 01).

VUORINEN, T.; FAGERSTROM, P.; BUCHERT, J.; TENKANEN, M.; TELEMAN, A. Selectuve hydrolysis of hexenuronic acid groups and its application in TCF and ECF bleancing of kraft pulps. Journal Pulp and Paper Science, 25 (5):155-162. 1999.

WEHR, T. R.; BARRICHELO. L. E. G. Cozimentos kraft com madeira de EUCALYPTUS grandis de diferentes densidades básicas e dimensões de cavaco. In: CONGRESSO ANUAL DE CELULOSE E PAPEL, 25, São Paulo, 1992. Anais... São Paulo, ABTCP, 1992, p. 161-177.

67 APÊNDICE

68

Quadro 1A. Densidade básica e a granel dos cavacos das madeiras estudadas

Densidade a granel 0% (kg/m³) Densidade Básica (kg/m³) NºRepetição Baixa densidade - BD Alta densidade - AD Baixa densidade - BD Alta densidade - AD 1 281,52 359,75 449,0 551,4 2 280,21 347,55 443,0 547,0 3 276,28 347,55 447,0 552,9 4 274,98 356,39 451,0 557,6 Média 278,25 352,81 447,0 552,2 Desvio 3,1 6,2 3,4 4,3

Quadro 2A. Análise das características químicas das madeiras de baixa (BD) e alta densidade (AD)

Madeira Lig.insol., % Lig. sol., % Lig.total, % Pentosanas, % Ext. A/T, % Ext. DCM, % 23,8 3,4 27,18 13,8 2,57 0,33 BD 23,6 3,5 27,07 13,8 2,88 0,33 Média 23,7 3,5 27,13 13,8 2,73 0,33 24,0 2,9 26,9 15,0 3,1 0,46 AD 23,4 3,0 26,4 14,9 3,8 0,47 Média 23,7 3,0 26,65 15,0 3,45 0,47

69

Quadro 3A. Mensuração das fibras de madeira e anatômica das madeiras de baixa (BD) e alta densidade (AD)

Valores determinados

Máximo Mínimo Médias CV**

Elementos Anatômicos Unidade de medida Número de medições BD AD BD AD BD AD BD AD Fibra Comprimento mm 100 1,33 1,46 0,58 0,55 0,90 1,02 15,31 17,12 Largura da fibra µm 100 27,84 26,20 11,54 12,94 19,14 18,13 16,73 14,02 Lúmen µm 100 19,80 18,65 2,87 3,61 11,47 7,90 27,10 31,39

Espessura das paredes µm 100 6,78 7,23 2,33 3,28 3,83 5,11 20,17 18,74

Área ocupada por fibra* % -- -- -- -- -- 69,29 66,50 -- --

Área ocupada por lúmen % -- -- -- -- -- 24,9 12,6 -- --

Vasos

Freqüência nº/mm² 10 13,65 19,48 8,52 17,21 11,22 18,17 1,3 0,7

Diâmetro mm 100 0,165 0,164 0,044 0,065 0,124 0,116 21,7 19,1

Área ocupada por Vaso % -- -- -- -- -- 13,6 19,2 -- --

Parênquima radial ( raios)

Altura µm 50 274,96 321,81 73,75 49,88 148,96 141,77 30,59 14,93

Largura µm 50 19,55 15,29 8,97 9,66 14,08 12,19 1,13 0,80

Área ocupada por raio % -- -- -- -- -- 17,16 14,30 -- --

70

Quadro 4A. Teores dos ácidos hexenurônicos (polpas) e açúcares (serragem e polpa) das madeiras de baixa (BD) e alta densidade