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Beslutningsmyndighet og involvering

In document Bærekraft i ett energiselskap (sider 64-68)

4. Empiri og diskusjon

4.3 Arbeidshverdagen

4.3.1 Beslutningsmyndighet og involvering

Conforme já comentado anteriormente, a inteligência competitiva vem ga- nhando importância desde meados dos anos oitenta, assim como o foco em gestão da informação e do conhecimento. O crescimento da consciência sobre a importân- cia da inteligência competitiva decorre, principalmente, do vertiginoso aumento da concorrência mundial (FLEISHER, 2004).

Aprofundando a discussão sobre o tema, Fuld (1995) argumenta que a pala- vra inteligência refere-se à informação analisada, que auxilia a tomada de decisão estratégica e tática. Já a palavra competitiva está relacionada à aquisição de infor- mações públicas e acessíveis sobre os concorrentes. Na mesma tentativa de escla- recer conceitualmente o tema Herring e Gilad (1996) conceitua inteligência competi- tiva como um processo organizacional de coleta e análise de informações que, por sua vez, é disseminada aos usuários para apoio na tomada de decisão, tendo em vista a geração e/ou sustentação de vantagens competitivas.

Para Kahaner (1997) a inteligência competitiva é um programa institucional sistemático para garimpar e analisar informações sobre as atividades da concorrên- cia e as tendências do setor específico e do mercado em geral, com o propósito de levar a organização a atingir seus objetivos e metas de forma mais eficaz.

Tyson (2002) define inteligência competitiva como um processo sistemático que transforma dados em informações, as quais geram depois conhecimento estra- tégico. Tyson (2002) argumenta ainda que a inteligência competitiva, em seu sentido mais amplo, força as organizações a manter um foco externo contínuo. Neste senti- do ela é mais do que estudar os competidores; é o processo de estudar qualquer coisa que possa tornar a organização mais competitiva e posicioná-la melhor no mercado.

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Calof e Breakspear (1999) defendem que a inteligência competitiva é um pro- cesso sistemático envolvendo planejamento, coleta, análise e divulgação interna de informações sobre o ambiente externo, com vistas a apontar oportunidades, ou a- contecimentos que têm o potencial de afetar positivamente a situação de uma orga- nização frente a todos os desafios que se apresentam no seu ambiente competitivo.

Outro autor que define inteligência competitiva é Miller (2002). Segundo ele a inteligência competitiva é o processo de coleta, análise e disseminação de informa- ção relevante, específica, disponibilizada no momento adequado, referente a todas as implicações causadas pelo ambiente do negócio e, ainda, pelas próprias conse- quências das ações da gestão da organização. Este processo acaba proporcionando oportunidades únicas para melhoria da tomada de decisões futura e, consequente- mente, dando origem às vantagens sobre os concorrentes. Miller (2002) complemen- ta que a inteligência competitiva refere-se a uma estratégia para a empresa desco- brir o que se passa no ambiente de negócios do seu setor. Esse conhecimento dá aos executivos condições de adotarem atitudes que fornecem à empresa uma van- tagem sobre seus concorrentes.

Já para Tarapanoff (2001) a inteligência competitiva é uma nova metodologia no tratamento da informação para a tomada de decisão, a qual permite o monitora- mento das informações da ambiência e que, via sistematização e análise, alimenta a tomada de decisão. Inteligência competitiva é, segundo este autor, decorrente de um processo sistemático envolvendo planejamento, coleta, análise e divulgação de informações sobre o ambiente externo, com vistas à melhoria do conhecimento e ao aproveitamento de oportunidades. Isso, segundo este autor, tem o potencial de afe- tar a situação competitiva de uma empresa ou até mesmo de um país.

Ainda para Tarapanoff (2001), inteligência competitiva é a informação sobre produtos específicos e tecnologia, assim como também monitoramento de informa- ções externas que afetam o mercado da organização. Como exemplo, a autora cita informação econômica, regulatória, política e demográfica. Adicionalmente a essas informações, a autora afirma que a inteligência competitiva também envolve a habili- dade de desenvolver o entendimento das estratégias e da forma de agir de seus concorrentes. E, finalmente, argumenta que um dos fatores críticos de sucesso nes-

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se processo de inteligência é o de desenvolver a percepção da provável reação que um novo desenvolvimento industrial ou uma iniciativa de sua organização pode cau- sar em seus concorrentes.

Segundo Rezende e Abreu (2000), a formulação estratégica de qualquer ne- gócio sempre é feita a partir das informações disponíveis e, portanto, nenhuma es- tratégia consegue ser melhor do que a informação da qual é derivada. Defendem ainda estes autores que as informações das quais uma empresa necessita depen- dem de uma clara identificação de necessidades. As necessidades, por sua vez, estão associadas aos vários processos de tomada de decisão que uma empresa experimenta. Sendo assim, definem inteligência competitiva como o processo de monitorar com eficácia o ambiente competitivo geral e não apenas o ambiente mer- cadológico, prática esta que está há mais tempo consolidada nas abordagens sobre sistema de informações de marketing.

Inteligência competitiva, para Giesbrecht (2000), é um radar que proporciona à organização o monitoramento das oportunidades e ameaças identificadas no am- biente. O resultado disso é subsídio para instruir, de forma eficiente, as tomadas de decisões, visando à conquista de vantagem competitiva.

Corroborando estas abordagens, Teixeira Filho (2000), afirma que a inteligên- cia competitiva pode ser entendida como o conjunto de processos e ferramentas para selecionar, analisar, comunicar e gerenciar as informações externas à empresa. Tem como objetivo principal obter informações para decisões, apoiar projetos, auxili- ar em treinamentos e no aprendizado contínuo por meio do monitoramento do ambi- ente competitivo.

Com base nas várias definições apresentadas neste item, pode-se depreen- der, em linhas gerais, elementos comuns sobre o que se deve entender por inteli- gência competitiva. Em síntese, diversos os autores, ao tentarem definir inteligência competitiva, acabam por mencionar elementos que se referem a: coleta de dados, processamento de dados, geração de informações, disseminação interna de infor- mações, resultados do uso das informações e conquista de vantagem competitiva.

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e analisados os resultados esperados no uso da inteligência competitiva. Este tem sido um assunto que tem ocupado a atenção de pesquisadores e merece, portanto, a devida atenção também neste trabalho.

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