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Beslutninger om mål og kriterier for aksept av risiko

DATABRUKERENS HANDLINGER

4.3 Nærmere om de enkelte idealtypiske metodetrinnene

4.3.2 Beslutninger om mål og kriterier for aksept av risiko

No decorrer da dissertação surgiu a possibilidade de implementar o protótipo do projeto e desse modo passar a ter uma montagem compacta, em vez de deixar o projeto em bancada. O objetivo final desta fase é implementar o sistema num painel metálico comummente utilizado para quadros elétricos.

No processo foi também implementada uma placa em PCB para cumprir especificamente com os requisitos do sistema, em vez de continuar a reutilizar só alguns componentes das placas já existentes. Em seguida, são apresentadas as diferentes partes do desenvolvimento do protótipo.

Implementação da placa de acondicionamento e comando

De acordo com as necessidades do sistema na fase de implementação, decidiu-se optar pela implementação de uma nova placa, com o intuito de resolver todos os problemas que foram surgindo. A placa tem como objetivo cumprir com os seguintes requisitos:

Ligar com a FPGA diretamente a partir do conetor FX2, do mesmo modo que liga ao módulo de interfase MIB;

Permitir a ligação aos drivers do inversor, de modo a conseguir enviar todos os sinais de comando e receber os respetivos sinais de erro;

 Possibilitar a ligação com os sensores de corrente e tensão, para depois realizar o acondicionamento dos sinais;

 Permitir que os sinais enviados pelos sensores, passem pelos ADCs antes de chegar à Spartan 3-E, necessitando a inserção dos PmodAD1 na placa;

 Criar uma ligação para obter o sinal de referência, respetivo acondicionamento e conversão;

 Adicionar um conector para aceder aos sensores do motor. Adicionar o acondicionamento de sinal e conversão;

 Incluir todos os circuitos de acondicionamento dos sinais e deteção de erros dos sinais provenientes dos sensores, para salvaguardar a integridade dos ADCs e da FPGA;

 Adequar as tensões entre os diferentes dispositivos;

Adicionar conectores compatíveis com os PmodDA2 para conseguir ter acesso às variáveis internas;

 Adicionar um conector para obter alimentação de uma fonte externa, de modo a alimentar os componentes com as tensões necessárias;

De acordo com os requisitos descritos foi desenvolvido na plataforma PADs logic os circuitos necessários. O software PADs, desenvolvido pela Mentor Graphics, possui uma ampla gama de componentes eletrónicos frequentemente utilizados, com os quais é possível criar os circuitos eletrónicos e a partir daí criar o esquema do circuito em PCB. Este programa tem uma grande flexibilidade para a criação das PCB, chegando a ser possível a criação de novos componentes, que não se encontrem disponíveis nas bibliotecas de componentes. Para a criação do PCB, a Mentor Graphics também possui uma plataforma, PADs layout, através da qual se consegue dimensionar diversas características: tamanho final da PCB, disposição dos componentes, distribuição das pistas entre as ligações dos componentes, entre outros.

Figura 5.13 - PCB desenvolvido para o acondicionamento dos sinais (esquerda) e versão da PCB referindo as ligações com a FPGA.

Na Figura 5.13 pode-se observar (no lado esquerdo) o resultado final da placa de acondicionamento, sendo esta a versão impressa, à qual foram soldados os componentes,

testada e utilizada no protótipo final desenvolvido. Do lado direito da mesma figura, apresenta-se com especial interesse os componentes que têm acesso direto aos pinos da FPGA através do barramento FX2.

O PCB foi impresso nas oficinas da Universidade do Minho, utiliza duas camadas e tem como dimensões 190 mm por 151 mm. Devido a problemas técnicos relacionados com a máquina de metalizar, aspeto já tido em conta no momento de criação da placa, podem ser observadas vias a mais, utilizadas para fazer as ligações entre as duas camadas. O circuito de amostragem (Figura 5.14) é composto por um ampop ligado como amplificador inversor, cuja finalidade é fixar os valores médios da corrente em 1,5 V e, assim, evitar ter valores negativos à entrada dos ADCs. Encontra-se ligado ao circuito um díodo de zener em paralelo para evitar possíveis valores acima dos 3,3 V. O sinal antes de chegar aos ADC passa por um filtro RC de primeira ordem. Este circuito foi aplicado nos três sinais de corrente e nos sensores de posição do motor.

Figura 5.14 - Circuito equivalente da aquisição dos sinais e filtragem.

Para o circuito de deteção de erro foram utilizados comparadores, para definir qual o intervalo de valores que o sinal pode ter. Valores que se apresentem fora deste intervalo fazem gerar um sinal que é considerado um erro no sistema. Todos os erros considerados possuem este circuito (Figura 5.15) e são enviados para uma porta OR de oito entradas.

Figura 5.15 - Circuito equivalente de deteção de erros.

Os sinais de erro e reset são enviados para a FPGA, depois do sinal ter sido adequado a valores entre 0 e 3,3 V, através de optocopladores. Através da descrição de

0,45 µs, descartando possíveis picos instantâneos de corrente ou problemas na adquisição de dados. Depois deste tempo estipulado o sistema é forçado a parar, principalmente as comutações do inversor.

Como é possível ver em destaque no lado direito da Figura 5.13, o circuito integrado

MC14504B (Hex Level Shifter) permite adequar os valores dos sinais de controlo para os

IGBTs provenientes da FPGA.

Na Figura 5.16 encontra-se uma imagem do resultado final da placa de acondicionamento de sinal implementada, sinalizando os principais componentes e ligações que esta possui.

Na Figura 5.17 temos a ligação direta da FPGA com a placa de acondicionamento, sendo este o produto final e como se encontra montada no protótipo do projeto.

Figura 5.16 - Placa de acondicionamento e comando.

No protótipo, estas placas têm acesso a todos os componentes, desde os sensores e inversor, até aos sinais provenientes do painel do quadro elétrico. Na Figura 5.18 pode- se observar como se encontram ligados todos os componentes que compõem o sistema.

O protótipo foi inserido numa estrutura metálica usualmente utilizada para quadros elétricos. Todos os componentes se encontram afixados a uma base, que é utilizada como guia para afixar a montagem dentro do quadro elétrico. Assim sendo, as dimensões finais deste protótipo são de 40x50x25 cm, e possui um painel com as respetivas ligações necessárias para utilização.

Na Figura 5.19 a) é possível observar o resultado final do protótipo ao inserir os componentes dentro do quadro elétrico. Nas Figura 5.19 b) e c) apresentam-se os esquemas da montagem e painel de ligações, respetivamente. Nas Tabela 2 e Tabela 3 listm-se os componentes das Figura 5.19 b) e c), respetivamente.

a)

b)

c)

Figura 5.19 - Implementação do protótipo: a) montagem final, b) esquemático dos componentes que compõem no protótipo e c) conectores disponíveis no painel.

Tabela 2 - Componentes da Figura 5.19 b) utilizados na implementação.

Componentes do protótipo 1 FPGA Xilinx Spartan 3-E starded kit board. 2 Placa de acondicionamento de sinal.

3 Dissipador.

4 Drivers Semikron Skyper 32 pro R.

5 IGBTs Semikron SKM 100GB176D. 6 Sensores de corrente LEM LA 55-p. 7 Sensor de tensão LEM LV 25-p.

8 Transformador de alimentação da FPGA.

9 Barramento CC para ligação entre os módulos de IGBTs. 10 Calhas para acomodar as ligações entre os componentes. 11 Painel de conexões.

3

111

2

1

5

9

4

4

4

6

6

6

7

8

11

5

5

10

8 9 11 1 2 1 2 1 3 4 5 6 7 10 + - a b c

Tabela 3 - Conectores da Figura 5.19 c) utilizados no painel de ligações.

Conectores do painel

1 Conector de alimentação PA-75 tipo Anderson para ligação das diferentes fases do inversor.

2 Conector de alimentação PA-75 tipo Anderson para ligação da componente de alimentação do barramento CC.

3 Conector circular de seis pinos para ligação dos sensores do motor.

4 Conector DB9 para acesso a três pinos I/O da placa que ligam diretamente com a FPGA.

5 Conector DB9 para acesso à porta serie RS-232 da FPGA. 6 Conector XLR mini para ligação do sinal de referência. 7 Conector USB tipo B para acesso à programação da FPGA. 8 Alimentação +15 V.

9 GND.

10 Alimentação -15 V.

11 Ficha de alimentação da FPGA.

Todo o sistema é alimentado a partir dos conectores 8, 9 e 10: sensores, placas de acondicionamento e drivers. O conector 11 está encarregue de alimentar a FPGA e esta, por sua vez, alimenta os componentes presentes na placa de acondicionamento que precisam de +3,3 V. A partir deste protótipo foi possível realizar todos os testes e verificar os resultados.