3.2 HelseOpplysningerArbeidsuførhet benyttet ifm. vurdering av arbeidsmulighet ved sykdom
3.2.6 Beskrivelse av utdypende opplysninger (UtdypendeOpplysninger)
1- Quando constroem uma mensagem, constroem para um nicho de mercado ou para a comunidade em geral? Como estudam o consumidor e qual o seu impacto na construção da mensagem?
Em qualquer campanha, construímos sempre a mensagem a pensar no consumidor. Conhecer o consumidor é a primeira fase do ciclo estratégico. Se a campanha for dirigida à população em geral, com certeza que vamos criar uma mensagem o mais abrangente possível e que chegue de forma eficaz a todos. Se a mensagem for dirigida a um público-alvo específico, vamos tentar criar “personas”, saber o que fazem, por onde andam, o que gostam e não gostam. Assim, conseguimos ir ao encontro das suas necessidades e comunicar de forma mais eficiente. Só é possível construir uma mensagem, depois de compreender o consumidor.
2- Que mudanças o digital trouxe ao dia a dia da vossa agência? E das marcas?
A nossa agência está num processo de reestruturação no que respeita ao digital. Em breve vamos integrar na nossa equipa, novos elementos que estão precisamente focados nessa área. No entanto, toda a agência teve recentemente formação, para que todos sejam capazes de “pensar digital”, independentemente das funções que ocupam.
As marcas estão cada vez mais “digitais” porque as pessoas também o estão. Hoje, grande parte das campanhas é pensada para além dos meios comuns, as marcas estão em todo lado e quem quer estar próximo dos consumidores está onde eles estão.
3- Atualmente, é uma aposta das marcas a publicidade nas redes sociais ou os métodos tradicionais ainda são a principal aposta? De que forma as marcas recorrem às redes sociais para contar as suas histórias?
Os meios tradicionais continuam a ser a forte aposta. Contudo, os números da publicidade nas redes sociais aproximam-se cada vez mais dos valores de TV. Passamos mais tempo na internet do que a ver televisão. As marcas, contam as suas histórias através do Facebook, através dos sites, aqui há sempre mais tempo para fazer storytelling.
4- Em que medida a publicidade online revolucionou o seu modo de atuar?
A publicidade online fez com que hoje se pense de forma global. Deixámos de pensar apenas em TV, imprensa, rádio ou outdoor e passámos também a atuar e a pensar
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digital. O digital já não é percecionado como uma área distinta e separada das restantes. Hoje, é parte integrante da publicidade. A publicidade e o marketing tornaram-se digitais porque o consumidor se tornou digital. É importante que a visão e a estratégia sejam integradas. Os resultados serão tanto melhores quanto melhor for a integração entre os vários meios.
5- Como é que a interatividade que a publicidade nas redes sociais abrange é implicativa para as narrativas da publicidade?
As narrativas têm que ser mais flexíveis. Têm que estar sempre a mudar, a interagir, a melhorar, a corrigir e a responder a desejos e necessidades. O consumidor segue as marcas, interage e participa nos seus conteúdos. Cada marca tem agora a possibilidade de construir e agregar uma relação e não apenas de ter uma audiência. A comunicação é agora bidirecional e o consumidor está mais ativo que nunca.
6- Quais os principais desafios que a publicidade nas redes sociais colocam aos publicitários e às marcas? E os principais obstáculos?
O principal desafio é a velocidade com que tudo muda. O que funciona hoje, pode
não funcionar amanhã e o que ainda era novidade no mês passado já pode estar obsoleto hoje. Tudo está em permanente mutação. Esse é também o nosso maior obstáculo. Existem tantas plataformas, canais e mensagens que temos que ser notáveis e distintivos para sermos realmente eficazes. Por isso, temos que ser capazes de criar conceitos completamente inovadores para derrubarmos todos os obstáculos. Temos que criar boas ideias, que gerem conteúdos, partilha e sejam assunto. A indiferença é o grande obstáculo, por isso temos que ser diferenciadores para captarmos a atenção do consumidor.
7- A nível interno, que tipo de adaptações das narrativas tiveram de proceder?
As narrativas agora são mais curtas e diretas, nada é dito por acaso. Há limites para comunicar e tudo o que dissermos tem que ser altamente eficaz. Hoje mais do que vender, é preciso seduzir, satisfazer e resolver necessidades e desejos específicos. Temos que ser convenientes, fáceis e rápidos. Uma boa mensagem inicia um diálogo com os consumidores. Temos que pensar em narrativas que sejam relevantes para o consumidor, sobre ele e não tanto sobre a marca ou produto.
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8- Na sua opinião, acha que estamos a assistir a uma mudança da narrativa publicitária, ou seja, acha que a mensagem se alterou de alguma forma em relação a anos transatos? Se sim, qual? Como afetou o dia-a-dia da empresa? Que resultados proporcionou?
Tal como dissemos, estamos numa fase de reestruturação. Os nossos clientes vão agora ter uma oferta mais abrangente e trabalhar com pessoas que já dominam as ferramentas digitais. No dia a dia da empresa, agora todos pensamos “estrategicamente digital”, tal como pensamos estrategicamente os outros meios. O comportamento dos consumidores mudou, assim como mudou a tecnologia e nós tivemos que nos adaptar a essa mudança. Agora as necessidades e a natureza do consumidor mantêm-se iguais.
9- Como é que a agência e as marcas fazem storytelling no seu dia-a-dia? Para que recorrem a esta técnica e porquê? Quais os efeitos inerentes ao storytelling? E quais as principais mudanças?
Para fazermos storytelling, temos que trabalhar marcas que tenham uma história para contar. Isso é possível em marcas como a Toyota, por exemplo. É uma oportunidade a que nem todas as marcas podem recorrer. A Toyota é uma marca com muitos anos no mercado e tem ganho consecutivamente o prémio de marca de confiança. Os consumidores fazem parte desta história, porque não a partilhar? O efeito é o de pertença, fazemos com que marca fique mais próximo do consumidor, ele interage com a marca, responde, atua, reage. O consumidor deixa de ser um elemento passivo da comunicação.
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