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3. Vegetasjonstypane sin beiteverdi

3.5 Beitekapasitet

Cronbach acima de 60% tem sobre logística reversa e re

0% 1 a 10% 29

48%

27. A emp

nte alternativa e as que utilizam 36 a 50% de e

Faz uso do reaproveitamento de água.

2013)

aproveitamento de água não são evidentes n 48% o total de empresas que não rea lizada, nem no processo produtivo nem no siste

considerar a existência de uma cadeia de supri sileiro, entretanto os resultados apontam o

ilidade ambiental através de várias ações com m médias consideráveis como a otimização do ra a durabilidade e conserto e o uso de embalage

esmo com todas essas ações a visão de Biz ulação voluntária do setor produtivo para recup é incipiente a utilização de eco-design e inovaç ois o design visando a facilidade de desmonte

ação do ciclo de vida de produtos embora tenh aração com a preocupação da indústria com rto, o que demonstra a pouca parceria com

a aplicação do Programa Brasileiro de Avaliaç

a parceria com o setor de resíduos eletroeletr lassificação de Freitas e Rodrigues (2005, p. 4 tem confiabilidade alta, validando dessa forma resíduos eletroeletrônicos, o cálculo α a part

1 a 10% 11 a 25% 26 a 35% 36 a 50% 50 a 75% Mais de 75% 6 4 6 1 8 6 48% 10% 7% 10% 2% 13% 10%

presa faz uso do reaproveitamento de água.

e energia alternativa não

no setor produtivo de reaproveitam nenhuma istema normal do uso da

primento verde no setor o despertamento dessa m características verdes. do processo produtivo, o agens recicláveis. izzo (2007) de que há cuperação ou reciclagem vação na concepção dos nte e de reciclagem e a nham sido evidenciados m o design visando a m o setor de resíduos liação do Ciclo de Vida-

letrônicos

. 4) um coeficiente α de

ma o grupo de perguntas artir das correlações do

grupo de logística reversa e setor de resíduos eletroeletrônicos é α = > 60% conforme Apêndice K.

A tabela 14 traz as considerações do setor frente a logística reversa, 36,7% das empresas respondentes confirmaram parceria com o setor de resíduos e 41,7% delas não conhecem a expressão “lixo eletronico cinza”.

Tabela 14 – Apreciação sobre a logística reversa da indústria produtiva e sua parceria com o setor de resíduos. Disc. Tot. % Disc. Parc % Nem conc./ Nem disc. % Conc. Parc % Conc. Tot. %

Defeituosos voltam para a

linha de produção. 17 28,3 5 8,3 18 30,0 12 20,0 8 13,3

Vencidos/fora de linha voltam

para a linha de produção 35 58,3 9 15,0 12 20,0 3 5,0 1 1,7

Desenvolve processo de

desmonte ou reciclagem 15 25,0 12 20,0 10 16,7 11 18,3 12 20,0

Possui parceria com as empresas de resíduos

eletroeletrônicos. 16 26,7 6 10,0 11 18,3 5 8,3 22 36,7

Considera a produção de gases

poluentes 16 26,7 8 13,3 14 23,3 12 20,0 10 16,7 Tem conhecimento da PNRS- nivel estratégico 13 21,7 9 15,0 12 20,0 11 18,3 15 25,0 Tem conhecimento da PNRS- nivel operacional 13 21,7 11 18,3 12 20,0 12 20,0 12 20,0 Expressão LIXO ELETRÔNICO CINZA é conhecida 25 41,7 5 8,3 8 13,3 10 16,7 12 20,0 Fonte: a autora (2013)

Na tabela 15 percebe-se que o média ponderada não evidenciou a preocupação do setor produtivo de eletroeletrônico pelo desmonte/reciclagem de seus produtos (-0,07), nem tão pouco os produtos vencidos/fora de linha (-0,8).

Embora com baixa evidenciação os produtos defeituosos voltam para a linha de produção (0,02). E considerando a média ponderada das respostas para a preocupação do setor com a produção de gases poluentes na logística reversa, o resultado foi neutro (0).

Os resultados mostraram que as empresas produtivas do setor possuem parceria com o setor de resíduos entretanto, este resultado foi timidamente evidenciado com média de apenas 0,35 e o número de respostas afirmativas encontradas não condiz com o número de empresas que efetivamente coletam seus produtos pós consumo conforme tabela 17 e gráfico 5.

Percebe-se um viés nas respostas das empresas, pois são apenas 23 (38%) as empresas que fazem a logística reversa de seus produtos pós consumo (tabela 17) e são 38 (63%) (gráfico 5) as empresas que afirmam manter parceria na entrega de seus produtos pós consumo junto ao setor de resíduos eletroeletrônicos.

Cabe aqui um aprofundamento em pesquisas futuras a fim de explicar o viés encontrado nessa parceria e o porquê de tão baixa evidenciação na parceria do setor produtivo de eletroeletrônico com o setor de resíduos.

Tabela 15 – Identificando a logística reversa da indústria e a relação com o setor de resíduos.

Fonte: a autora (2013)

Os dados da tabela 16 evidenciam que existe uma estrutura logística reversa desenvolvida pelas empresas para 63% das respondentes. Algumas empresas desenvolvem mais de um tipo de logística reversa, 35% delas usam empresa terceirizada, 22% parcerias com lojas credenciadas, 2% terceirizados com obtenção de crédito e 15% possuem produtos não passível de rastreamento.

Tabela 16- Formas de logística reversa desenvolvida pela empresa.

Fonte: a autora (2013)

Obs: As pessoas podem marcar mais de uma opção, então a soma das percentagens pode ultrapassar 100%.

RESULTADO LR E SETOR DE RESÍDUOS

Média Ponderada

Produtos defeituosos voltam para a linha de produção. 0,02

Produtos vencidos/fora de linha voltam para a linha de produção -0,8

Desenvolve processo de desmonte ou reciclagem -0,07

Possui parceria com as empresas de resíduos eletroeletrônicos.

0,35

Considera a produção de gases poluentes na logística 0

Tem conhecimento da pnrs- nível estratégico 0,17

Tem conhecimento da pnrs- nivel operacional 0,02

A expressão lixo eletrônico cinza é conhecida -0,02

Quais as formas de logística reversa dos

produtos que a empresa desenvolve? 0%

Pela própria empresa 38 63,0

Por empresa terceirizada contratada 21 35,0

Através de redes de parcerias (lojas credenciadas) 13 22,0

Terceirizados com obtenção de “créditos” 1 2,0

A tabela 17 apresenta as respostas de múltipla escolha das empresas pesquisadas referente aos tipos de produtos coletados pela logística reversa desenvolvida pela empresa, ficando demonstrado que 83% das empresas fazem a coleta de seus produtos defeituosos, 32% coletam os que saíram de linha e apenas 38% fazem a logística reversa de seus produtos pós consumo, enquanto 28% das empresas afirmam possuir produto não passível de rastreabilidade.

Tabela 17- Tipos de produtos coletados na logística reversa.

Fonte: a autora (2013)

Obs: As pessoas podem marcar mais de uma opção, então a soma das percentagens pode ultrapassar 100%.

Como essa também é uma questão de múltipla escolha e as empresas puderam marcar mais de uma opção de tipo de produto coletado, o quadro 10 presente no Apêndice L discrimina os tipos de produtos coletados, o tipo de logística reversa usado para esta coleta e o porte das empresas em cada um dos itens respondidos de forma a tornar mais explícita as ações de logística reversa de cada empresa.

O gráfico 5 demonstra que 37% das empresas não possuem parceria com as empresas de resíduos eletroeletronicos e apenas 23% delas entregam mais de 50% de seus resíduos ao setor. Tal resultado corrobora a tímida parceria evidenciada pela média ponderada entre setor produtivo e setor de resíduos (0,35), demonstrando que o desempenho da logística reversa nesse setor ainda carece de estímulos confirmando Sarkis (2003), Donato (2008) e Lacerda, (2009) que afirmam que entre as funções operacionais, a logística reversa é a menos desenvolvida e estudada dentre todas, e na indústria de eletrônicos, varejos e automóveis o gerenciamento da logística reversa ainda é recente.

Também confirma Bizzo (2007) quando afirma que há uma resistência da industria em assumir a gestão dos resíduos eletroeletrônicos de seus produtos no final de sua vida.

Marque todas as opções de tipos de

produtos coletados na logística reversa. 0%

Produtos defeituosos 50 83,0

Produtos Vencidos/fora de linha 19 32,0

Produtos consumidos (fim da vida útil) 23 38,0

Gráfico 5- Prod

Fonte: a autora ( Na parceria en empresas (52%) não manté A logística reve reverso do reuso - produtos descarte apropriado, não se dá origem a novas mat descaracterização . ( LEITE AGUIAR, 2003; DONATO

Alguns países d descaracterização dos res características contidas nos perigosos, os processos d considerações foram institu melhor desempenho da lo ROTTER, 2009)

Caso essa realid caracterização dos resíduos estações de tratamento, o eletroeletronico seria melho Sobre a express problema do mercado cinza maior desafio da lei de resí pesquisadas, pois não se ev 0%

22 37%

35. Se a resídu

rodutos entregues ao setor de resíduos eletroelet

ra (2013)

entre setor produtivo e setor de resíduos ntém uma periodicidade de entrega dos produto versa evidenciada no setor produtivo de eletroe tos consertados e recuperados com o propósito se evidenciando um canal reverso de reciclage atérias primas, nem de desmanche - pr ITE, 2009; ROGERS; TIBBEN-LEMBKE, 199 TO, 2008)

s da União Européia conseguiram otimizar seu resíduos eletroeletrônicos através de um m nos resíduos, que considera e quantifica os

de tecnologia de recuparação e a reutiliza tituídas através da Lei WEEE-diretiva (2003) logística reversa desses resíduos nesses paí

lidade fosse seguida também pelo Brasil com r uos, além de unidades de processamento com

o envolvimento do setor produtivo com lhor evidenciado.

ressão lixo eletronico cinza apesar da ABIN za (produtos ilegais, piratas) de eletroeletrônico esíduos sólidos, tal preocupação não é compart evidenciou o conhecimento da expressão lixo

1 a 10% 11 a 25$ 26 a 35% 36 a 50% 50 a 75% Mais de 75% 9 5 3 7 6 8 37% 15% 8% 5% 12% 10% 13%

e a empresa possuir parceria com as empresas de íduos eletroeletrônicos, qual a porcentagem de

produtos entregues? letrônicos. os eletroeletrônicos, as utos. roeletrônico é a do canal de recapturar valor ou gem - quando o produto produtos que sofrem 1998, NHAN; SOUZA;

seu processo de coleta e método baseado nas s resíduos valiosos, os lização. Essas e outras 03) da UE visando um países. (CHANCEREL;

reciclagem orientada a com pontos de coleta e o setor de resíduos

INEE (2011) abordar o icos, e considerar esse o artilhada pelas empresas o eletrônico cinza pelas

empresas que obteve média ponderada de -0,02 pelas empresas. Apenas cinco grandes empresas, duas médias e uma pequena confirmaram o conhecimento de tal expressão nas suas respostas, a maioria não sabe do que se trata, pensa que é o resíduo da produção ou desconhece a expressão.

Este fato pode ser observado com a fala de alguns respondentes quando se questionou sobre ser o Lixo Eletrônico Cinza um problema para a empresa:

Sim, pois não podemos gastar com logística de um produto ilegal. (G16 e G17) Até onde tenho conhecimento não é problema.(P8) Até o momento não. (M19) Sim, uma das grandes preocupações é quanto à entrada de produto ilegal no país e/ou estado uma vez que esta entrada no futuro gerará o chamado produto órfão, sendo assim as empresas não podem assumir a responsabilidade da destinação, ou seja não deve arcar com os gastos com LR e destinação. (G3)

A empresa cumpre todos os requisitos legais para produzir e atender os clientes. O nosso processo de manufatura reversa iniciou-se em 2010 e ele possui um custo significativo. Os produtos cinza (órfão) foram produzidos/importados, na maioria das vezes, sem cumprir a legislação e será um grande problema pois não haverá responsável para destinar corretamente quando o consumidor decidir descartá-los (G10).

Outras respostas confirmam a percepção da autora de que as empresas entendem a expressão “lixo eletrônico cinza” como resíduo de produção ou resíduo eletrônico de material descartado ou ainda matéria prima ilegal.

Sim, 1% da produção são dejetos das placas eletrônicas que contém materiais e substâncias tóxicas são descartadas do lixo comum.(P15)

Sim! O descarte incorreto do lixo eletrônico ocasiona graves prejuízos ao meio ambiente e a saúde dos seres humanos, pois possuem em sua composição elementos químicos inclusive metais pesados. (M18)

Ainda não pode ser entendido como um problema, pois os produtos são robustos e não são devolvidos. Salvo em caso de defeitos, mesmos assim sempre são reparados. (M25)

Não é um problema gerado por nós, pois não utilizamos este tipo de produto (M11) Não faz parte de nossa linha de produtos (P9)

Não é um problema pois a quantidade de lixo criado não é significativa (MM2) Não nossos produtos são de total fabricação local e não possui itens provenientes do mercado cinza ou informal que nos afetem (P14)

Não pois os itens utilizados na empresa são todos de procedência correta(M15) Tomamos o cuidado de encaminhar o lixo eletrônico cinza para empresas e receptores que possam dar encaminhamento para este tipo de lixo. Procuramos separa-los dos demais seletivamente (P15)

Não. Produtos do portfólio atual já não contém as substancias classificadas como "cinza"(G4)

Não produzimos lixo eletrônico cinza na nossa linha de produção. (M3)

E a grande maioria desconhece a expressão “lixo eletrônico cinza” e seu significado, conforme o relato de alguns respondentes.

Não é de nosso conhecimento (G13) Desconheço essa expressão (P12)

O termo não é conhecido na empresa (M14)

Não temos conhecimento do termo Lixo Eletrônico Cinza. (M13)

Desconheço "cinza", mas para o caso geral de lixo eletrônico temos entregue para empresas especializadas em reciclagem (P7)

Sem informações (G9)

Não conheço a expressão lixo eletrônico cinza (G6) Não conhecemos o termo lixo eletrônico cinza (G1)

Não conheço (M2)

Os resultados da pesquisa evidenciaram que as empresas carecem de um maior domínio da lei, dos seus direitos e deveres como indústria produtora. Pois evidenciou-se um baixo conhecimento do uso da lei quanto as oportunidades, deveres e como realizar as obrigações e obter benefícios tanto a nível operacional (0,02) como a nível estratégico (0,17), corroborando com Monteiro (2012) que afirma que o desafio da Lei está na concepção e na implementação de modelos de gestão que visem resultados dinâmicos, abrangentes e multidimensionais.