• No results found

3 Metode

3.3 Behandling av data

Segundo Fortin (2003, p.42),

A análise dos dados permite produzir resultados que podem ser interpretados pelo investigador. Os dados são analisados em função do objecto de estudo segundo se trata de explorar ou descrever fenómenos, ou de verificar relações entre variáveis.

Desta forma, concluída a fase de colheita de dados, através dos questionários, torna-se estritamente necessária a sua análise e interpretação.

O presente trabalho está direccionado para o conhecimento leigo da população sobre o AVC isquémico. Assim, perante a metodologia utilizada, tentou-se fazer a análise dos dados colhidos de forma a se atingirem os objectivos delineados inicialmente.

Este processo terá como base, não só o questionário realizado, bem como todo o conteúdo teórico efectuado anteriormente na fase conceptual.

3.1 – Caracterização da Amostra

Neste ponto procedemos à caracterização dos 97 inquiridos que constituem a amostra, no que concede às variáveis sócio demográficas nomeadamente a idade, género, estado civil e nível de escolaridade.

Idade

Como se pôde verificar pelo histograma 1, a idade dos elementos que constitui a amostra está compreendida entre os 14 e os 80 anos sendo que a média de idades dos mesmos corresponde a 45 anos, com moda e mediana de 48 anos e um desvio padrão de 1,204 anos.

58 Histograma 1 – Idade dos inquiridos

59

Género

No que se refere ao género, na nossa amostra, 43 inquiridos (44,3%), são do sexo masculino e 54 (55,7%), do sexo feminino, conforme o gráfico nº1 e quadro nº2.

Gráfico 1 – Género da amostra

Género Frequência %

Masculino 43 44,3%

Feminino 54 55,7%

Quadro 2 – Género da amostra

Estado Civil

Analisando o estado civil da amostra em estudo, a maioria, 76 (78,4%) são casados, 17 (17,5%), são solteiros e uma minoria, 4 (4,1%) possuem outro estado civil, conforme podemos constatar através do gráfico nº2 e quadro nº3.

60 Gráfico 2 – Estado Civil da amostra

Estado Civil Frequência %

Solteiro 17 17,5%

Casado 76 78,4%

Outro 4 4,1%

Quadro 3 – Estado Civil da amostra

Nível Escolaridade

Relativamente ao nível de escolaridade dos inquiridos distribui-se entre a escolaridade obrigatória e detentores de curso superior. Assim, 23 (23,7%) têm a escolaridade obrigatória, ou seja, o 9º ano, 35 (36,1%) possuem o 12º ano e 39 (40,2%), são detentores de curso superior, conforme ilustra o gráfico 3 e quadro 4.

61 Gráfico 3 – Nível de Escolaridade da amostra

Nível de Escolaridade Frequência %

Nenhuma 0 0%

Escolaridade Obrigatória (9ºano) 23 23,7%

12º Ano 35 36,1%

Curso Superior 39 40,2%

Quadro 4 – Nível de Escolaridade da Amostra

Concluída a caracterização da amostra, procedemos à descrição/análise e discussão dos resultados do inquérito, face ao estudo em questão.

3.2 – Apresentação e Discussão dos Resultados

Sabe que o AVC Isquémico pode ter cura nas primeiras 4h30?

Ao perguntar-se aos inquiridos se sabiam que o AVC isquémico pode ter cura nas primeiras quatro horas e meia, os inquiridos parecem não ter certezas, conforme demonstra o quadro 5 e gráfico 4, em que, no total de inquiridos, (N= 97), 60 (61,9%), responderam afirmativamente e 37 (38,1%) referem que não sabiam. Contudo a maioria dos inquiridos refere nitidamente que Sim.

62

Gráfico 4 – Pergunta: Sabe que o AVC Isquémico pode ter cura nas primeiras 4h30?

Sabe que o AVC Isquémico pode ter cura nas primeiras 4h30? Frequência %

Sim 60 61,9%

Não 37 38,1%

Quadro 5 – Pergunta: Sabe que o AVC Isquémico pode ter cura nas primeiras 4h30?

Quais os Sinais e / ou Sintomas que conhece sobre o AVC?

Conforme o quadro 6, as respostas dadas pelos inquiridos à questão, “Quais os sinais e sintomas que conhece sobre o AVC”? São as seguintes:

 “a demência ou fraqueza na face, braço ou perna, especialmente de um lado do corpo”, por sinal, foi o sinal mais referido pelos inquiridos, 46 (47,4%);

 “confusão ou problemas na fala ou sua compreensão” com 42 (43,3%).

Todavia, outros sinais foram também apontados com alguma relevância pela população inquirida, tais como:

63

 “dificuldade para caminhar, tontura, perda de equilíbrio ou coordenação”;

 “dificuldade de ver em um ou ambos os olhos” com 33 (34,0%) e 20 (20,6%) respectivamente.

Sinais e Sintomas do AVC Frequência %

Dormência ou fraqueza na face, braço ou perna, especialmente em um lado do corpo;

46 47,4%

Confusão ou problemas na fala ou sua compreensão; 42 43,3% Dificuldade de ver em um ou ambos os olhos; 20 20,6% Dificuldade para caminhar, tontura, perda de equilíbrio

ou coordenação;

33 34,0%

Dor de cabeça intensa sem causa conhecida; 34 35,1% Quadro 6 – Quais os Sinais e / ou Sintomas que conhece sobre o AVC

Quantificação do número de sinais/sintomas de AVC reconhecidos

Segundo a análise do gráfico 5 e quadro 7, 22 (22,7%) dos inquiridos não parece reconhecer nenhum sinal/sintoma de AVC, contudo uma grande parte dos inquiridos, 32 (33,0%) reconhece 3 ou mais sinais/sintomas de AVC. Já 29 (29%) reconhece dois sinais, e 4 (14,4%) dos inquiridos reconhece apenas 1 sinal e ou sintoma de AVC.

Embora contraditório à intuição do nosso trabalho, é notável em estudos realizados que nem sempre quem tem mais conhecimentos sobre os sinais e sintomas do AVC chega mais cedo ao hospital (ESO, 2008), ou seja, nem sempre é possível uma referenciação rápida mesmo reconhecendo os sinais e sintomas do AVC. Esta problemática pode dever-se ao facto destes sinais serem mais “surdos”, indolores, ou seja, as pessoas têm mais dificuldades em ver (sinais) ou mesmo sentir (sintomas) os efeitos provocados pelo AVC aquando da sua instalação. Não obstante, como é previsível, o seu conhecimento permite uma mais-valia no seu reconhecimento.

64

Gráfico 5 – Quantificação do número de sinais/sintomas reconhecidos pela amostra

Reconhecimento dos Sinais/Sintomas do AVC pelos

Inquiridos Frequência %

Nenhum 22 22,7%

Reconhece 1 sinal/sintoma de AVC 14 14,4%

Reconhece 2 sinais/sintomas de AVC 29 29,9%

Reconhece 3 ou mais sinais/sintomas de AVC 32 33,0%

Quadro 7 – Quantificação do número de sinais/sintomas de AVC reconhecidos pela amostra

Sinais e sintomas do AVC e de outras patologias

Fazendo uma análise mais cuidada das respostas dadas à questão, “Quais os Sinais e / ou Sintomas que conhece sobre o AVC?”, conforme o quadro 8, dado que, um dos objectivos do nosso trabalho remete para identificação dos sinais e ou sintomas que a população inquirida evidencia a favor do AVC, pode inferir-se que os sinais ou sintomas referidos pelos inquiridos não são apenas sinais/sintomas a favor do AVC. Pois os inquiridos ou não referem nenhum sinal/sintoma referente ao AVC, ou ao referirem sinais sobre o AVC, referem também ou apenas sinais ou sintomas a favor de outras patologias. Adiantamos como exemplo a resposta: “forte dor de cabeça associada a vómitos e dor no braço esquerdo, (sinal de AVC e sinal de EAM respectivamente).

65

Reconhecimento de Sinais/Sintomas Frequência %

Nenhum 15 15,5%

Sinais/Sintomas de AVC 51 52,6%

Sinais/Sintomas de outra patologia 7 7,2% Sinais/sintomas de AVC e outra patologia 24 24,7% Quadro 8 – Quantificação dos sinais e sintomas de AVC e de outras patologias

Deste modo, os sinais e sintomas apontados pelos inquiridos a favor de outras patologias 31 (31,9%) incluem: “falta de ar, dor no braço esquerdo, dor no peito, desconforto, enjoos e palidez”, os quais, em grande parte, se incluem na sintomatologia de um enfarte agudo do miocárdio (EAM) segundo a American Heart Association (2011) (www.heart.org).

É ainda notável, através de uma interpretação dos valores dos quadros 9 e 10, que, 22 dos inquiridos (22,7%) não parece conhecer nenhum sinal de AVC, uma vez que, ou não identificam nenhum sinal/sintoma ou se o identificam, este é referente a outra patologia. Por sua vez, conforme o quadro 8, 75 (77,3%) referem pelo menos um sinal/sintoma de AVC (no somatório dos que reconhecem só sinais/sintomas de AVC (52,6%) e daqueles que reconhece em simultâneo com sinais/sintomas de outra patologia (24,7%), ex: “forte dor de cabeça associada a vómitos e dor no braço esquerdo” – sinal de AVC e sinal de EAM respectivamente). Com (52,6%) dos inquiridos a referir-se concretamente aos sinais/sintomas de AVC, podemos considerar que, uma boa percentagem dos inquiridos relativamente ao total da população inquirida, demonstra assim, tal como já foi referido anteriormente, que existe por parte destes algum reconhecimento dos sinais e sintomas do AVC.

Saber onde a maioria da população adquire os seus conhecimentos

Ao analisar-se as respostas dos inquiridos à questão “ Como adquiriu os Conhecimentos, se através dos Mass Média, se através da uma Instituição de Ensino ou uma Unidade de saúde”, conforme o gráfico 6 e o quadro 9, verifica-se que, a maioria dos inquiridos aludiu ter adquirido os seus conhecimentos relativos ao AVC, através dos Mass Média 50 (51,5%). Os restantes, 8 (8,2%) adquiriram os conhecimentos em outro meio diferente daqueles apontados pelo investigador. Uma outra parte dos inquiridos, 7

66

(7,2%), afirma ter recebido conhecimentos através de uma unidade de saúde e apenas 3 (3,1%), adquiriu os conhecimentos relativos ao AVC, numa Instituição de Ensino. Poder-se-á inferir desta análise, que a escola e as Unidades de Saúde tiveram um papel de alguma forma, distante daquele que seria desejável, comparativamente aos Mass Media.

Estes valores vão de encontro ao reconhecido pela ESO (2008) quando reconhece que em grande parte, a fonte de informação sobre AVC provém dos meios de comunicação.

Gráfico 6 – Pergunta: Como adquiriu os conhecimentos?

Frequência %

Mass Media 50 51,5%

Instituição de Ensino 3 3,1%

Unidade de Saúde 7 7,2%

Outro 8 8,2%

67

IV – CONCLUSÃO

Com o desfecho desta investigação, é importante reflectir e analisar, de forma sucinta, tudo aquilo que nele se encontra discriminado. Fortin (2009, p.484) afirma que “As conclusões de um estudo exigem da parte do investigador que faça uma síntese do conjunto de resultados discutidos e que coloque em evidência os elementos novos que o estudo permitiu”.

Assim, examinam-se os resultados, considerando o seu significado, a sua importância e a sua generalização. As consequências dos resultados são avaliadas em relação à teoria e à investigação.

Deste modo, nesta última fase do processo de investigação, fazemos um ponto de reflexão sobre os aspectos e resultados mais importantes obtidos, tendo em conta os objectivos inicialmente propostos, bem como, as principais conclusões inerentes aos resultados obtidos.

Torna-se necessário referir, antes de mais, que, a realização deste estudo, proporcionou não só uma evolução por parte do investigador, dado que contribuiu para o aumento do leque de conhecimentos, relativamente à investigação e metodologia, como contribuiu também para aquisição de uma maior destreza face à realização de trabalhos científicos.

Com o estudo pode-se concluir que:

 A amostra em estudo tem a noção que existe um tratamento possível de reverter o AVC isquémico até às 4h30 (61,9%);

 O sinal/sintoma mais reconhecido pelos inquiridos inclui a dormência ou fraqueza na face, braço ou perna, especialmente em um lado do corpo (47,4%) seguido de confusão ou problemas na fala ou sua compreensão (43,3%), sendo a dificuldade de ver em um ou ambos os olhos o sinal/sintoma menos reconhecido;

68

 Uma vez que os sinais/sintomas dactilografados pelos inquiridos compreenderam uma variedade de patologias para lá do AVC, existiu da parte do investigador a necessidade de realizar a distinção entre as respostas que correspondiam concretamente a sinais/sintomas de AVC (52,6%); as que identificaram sinais/sintomas tanto de AVC como de outra patologia (24,7%); e ainda aquelas que se confundiram entre sinais de AVC e outra patologia (7,2%). Pela interpretação dos resultados, e pela constatação que tais sinais de outras patologias se incluíam em grande parte nos sinais/sintomas de um EAM, podemos inferir uma boa parte da amostra inquirida confunde AVC com EAM;

 Dos 97 inquiridos constata-se que grande parte (33%) reconhece 3 ou mais sinais/sintomas de AVC o que acaba por demonstrar algum conhecimento por parte destes. No entanto (22,7%) dos inquiridos não identifica nenhum sinal/sintoma de AVC;

 Pelos resultados do inquérito referente ao modo de aquisição de conhecimentos, pode-se concluir que os Mass Media representam uma fonte de informação importante para a sensibilização dos inquiridos, uma vez que é através deles que provem grande parte dos conhecimentos destes (51,5%).

Apesar de não se poder generalizar os resultados, dada a não representatividade da amostra, impõe-se o dever de os partilhar, nem que seja apenas numa intenção de reflexão sobre o muito que ainda há a fazer neste campo. Os resultados revestem-se de alguma preocupação pela confusão que os inquiridos aparentam entre AVC e outras patologias, por conseguinte vem fundamentar as palavras de Lopes (2011) já referido neste trabalho, quando afirma que, a população está pouco informada acerca dos sinais e sintomas do AVC.

Mesmo assim, outra ilação podemos tirar destes resultados, apesar de as pessoas parecerem confundir sinais de AVC com outras patologias, poder-se-á considerar de alguma forma relevante o facto de estarem despertas para algo de importante e imprescindível, que é saber, que quando estiverem perante qualquer destes sinais, algo

69

de anormal se passa e por isso é urgente recorrer aos serviços de urgências perante a presença de qualquer um deles.

Neste ponto torna-se pertinente avaliar o alcance dos objectivos inicialmente propostos, verificando-se, assim, que os mesmos foram alcançados, pois foi possível conhecer se a população em estudo reconhece os sinais/sintomas de AVC, bem como quais os mais reconhecidos.

Ao longo da sua execução, foram surgindo algumas limitações, das quais se destaca a inexperiência sentida no manuseio e tratamento estatístico pelo SPSS. No início da análise do inquérito, deparámo-nos com o facto de a amostra ter uma dimensão pequena, o que impediu um resultado significativo uma vez que se pretende com este trabalho generalizar o que ocorre na população em geral. Por outro lado, consideramos que o facto de não se ter verificado grandes relações entre as varáveis poderá estar associado à reduzida dimensão da amostra. A análise da questão aberta dos sinais/sintomas de AVC levantou algumas dificuldades perante as respostas dadas pelos inquiridos, todavia, conseguiu-se demonstrar a confusão que persiste por parte destes, em relação a outras patologias, o que, de um modo geral, poderá acontecer na realidade. O tema não fica, de modo algum, esgotado. Muitas questões ficam em aberto e algumas conclusões impõem estudos mais aprofundados e detalhados para averiguar a sua veracidade. Admitimos que, apesar do esforço no sentido de expor, correcta e claramente, todos os elementos necessários para a compreensão e explicação desta problemática, continuam em aberto várias questões às quais não conseguimos dar resposta, tendo em conta as limitações do nosso estudo.

Pensamos ter conseguido ultrapassar as nossas limitações dentro do possível e esperamos que, com este trabalho, decorra uma reflexão, tanto pelos alunos como pelos profissionais de Enfermagem, acerca do conhecimento da população sobre os sinais/sintomas do AVC e do modo como estes adquirem essa informação, pois é notável a influência dos Mass Media na sensibilização da população, não se relevando o papel dos enfermeiros como promotores de saúde que deveria encontrar-se mais destacado. Considera-se de grande importância, que se deve estar cada vez mais atento a esta temática ao longo do curso de Licenciatura em Enfermagem, de modo a que quer durante os ensinos clínicos, quer através da realização de acções de sensibilização dirigidas à população, se deva incidir, não só sobre os factores de risco, tal como hoje-

70

em-dia se realiza, mas também sobre o alerta dos sinais/sintomas do AVC em fase aguda, e acrescentar ainda a necessidade do seu referenciamento precoce para o hospital. Pois pode-se considerar um factor acrescido na promoção de saúde, neste caso, com a prevenção dos riscos de morbi-mortalidade desta patologia.

Aproveita-se ainda para afirmar que esta experiência foi bastante enriquecedora por permitir estabelecer um primeiro contacto com um estudo de carácter exploratório. Conscientes das nossas limitações do estudo e convictos das nossas falhas. Manifestaremos por conseguinte, o nosso agrado, se oportunamente tivermos conhecimento de trabalhos que permitam aprofundar esta problemática. Impõe-se deste modo, o dever de partilharmos os nossos resultados, que na nossa humilde opinião, esperamos que pelo menos incitem à reflexão sobre o muito que ainda há a fazer!

71

V – Referências Bibliográficas

American Heart Association Journals (2011). Heart Diseases and Stroke Statistics. e82-

100. [Em linha]. Disponível em

http://circ.ahajournals.org/cgi/content/full/123/4/e18?maxtoshow=&hits=10&RESULT FORMAT=&searchid=1&FIRSTINDEX=1180&resourcetype=HWFIG [Consultado em 10 de Março de 2011]

American Heart Association (2011) – Heart Attack Warning Signs 2011. [Em linha].

Disponível em

http://www.heart.org/HEARTORG/Conditions/HeartAttack/WarningSignsofaHeartAtta ck/Warning-Signs-of-a-Heart-Attack_UCM_002039_Article.jsp [Consultado em 5 de Junho de 2011]

Charles, A. (1999). Manual De AVC. Revinter.

Correia, M. et al., (2004). Prospective Community-Based Study of Stroke in Northern Portugal: Incidence and Case Fatility in Rural and Urban Populations. Journal of The American Heart Association Stroke. [Em linha]. Disponível em http://stroke.ahajournals.org/content/35/9/2048.full.pdf [Consultado em 3 de Março de 2011]

Correia, M. S., (2006). A epidemiologia dos AVC em Portugal. Saúde Pública - Sociedade Portuguesa do AVC [Em linha]. Disponível em http://www.spavc.org/Imgs/content/article_42/sp5.pdf [Consultado em 6 de Março de 2011]

Direcção Geral de Saúde (DGS) (2001). Direcção dos Serviços de Planeamento de Unidades de AVC: recomendações para o seu desenvolvimento. Lisboa. [Em linha]. Disponível em http://www.dgs.pt/upload/membro.id/ficheiros/i005663.pdf [Consultado em 12 de Abril de 2011]

72

Direcção Geral da Saúde (DGS) (2006) - Direcção de Serviços de Epidemiologia e Estatísticas de Saúde – Risco de Morrer em Portugal em 2004 - Volume 1 (2006). [Em linha] Disponível em www.dgs.pt [Consultado em 1 de Fevereiro de 2011]

Direcção Geral da Saúde (DGS) (2004/2007). Programa Nacional de Prevenção e Controlo das Doenças Cardiovasculares. [Em linha]. Disponível em http://www.acs.min-saude.pt/files/2007/12/circularnormativadgs03dspcs060206.pdf [Consultado em 2 de Abril de 2011]

Direcção Geral da Saúde (DGS) (2009) - Direcção de Serviços de Epidemiologia e Estatísticas de Saúde – Risco de Morrer em Portugal em 2006 – Volume 1 (2009) [Em linha]. Disponível em www.dgs.pt [Consultado em 7 de Fevereiro de 2011]

European Stroke Initiative (EUSI) (2003). AVC Isquémico. [Em Linha]. Disponível em http://www.eso-stroke.org/pdf/EUSI_recommendations_flyer_portugal.pdf [Consultado em 1 de Fevereiro de 2011]

Ferro, J. & Pimentel, J. (2006). Neurologia – Princípios, Diagnósticos e Tratamento. Lisboa, Lidel.

Fortin, M. F. (1999). O Processo de Investigação – da concepção à realização. Lusociência.

Fortin, M. F. (2003). O Processo de Investigação: da concepção à realização, 3ª ed. Lusociência.

Fortin, M. F. (2009). Fundamentos e etapas do processo de investigação. Lusociência.

França, S. et al., (2010). “Trombólise acima dos 100 anos… porque não?”. Sinapse, 10 (nº2, Novembro de 2010), p.98. [Em Linha]. Disponível em http://cgmdesign.fatcow.com/spn/pdf/Sinapse/Sinapse_Vol10_N2_Nov10.pdf

73

Giles, M.F. & Rothwell, PM, (2007). Risk of stroke early after transient ischaemic attack: a systematic review and meta-analysis. Stroke Prevention Research Unit, Oxford University Department of Clinical Neurology, Radcliffe Infirmary, Oxford, UK. [Em linha]. Disponível em http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17993293 [Consultado em 10 de Março de 2011]

Hacke et al., (2008). Thrombolysis with Alteplase 3 to 4.5 Hours after Acute Ischemic Stroke. New England Journal of Medicine. [Em linha]. Disponível em http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa0804656 [Consultado em 22 de Março de 2011]

Habib, M. (2000). Bases Neurológicas dos Comportamentos. Lisboa. Climepsi. [Em linha]. Disponível em http://pt.shvoong.com/medicine-and-health/pathology/1820066- avc-hemorr%C3%A1gico-fisiopatologia-manifesta%C3%A7%C3%B5es-

cl%C3%ADnicas/ [Consultado em 6 de Março de 2011]

Lopes, Castro (2011). Presidente da SPAVC - Aula a Alunos do Ensino Secundário. Sociedade Portuguesa do AVC. [Em Linha]. Disponível em http://www.spavc.org/Imgs/content/article_275/aula.pdf [Consultado em 20 de Maio de 2011]

Martins, M. (2002). Uma Crise Acidental na Família – O Doente com AVC. Coimbra.

Martins, T. (2006). Acidente Vascular Cerebral. Qualidade de vida e bem-estar. Coimbra: Formasau.

Oliveira, C. et al. (2003). “Acidente Vascular Cerebral”. Sinais Vitais nº49.

O'Sullivan, S.B. et al., (1993). Fisioterapia: avaliação e tratamento. 2ª edição São Paulo. Manole.

74

Organização Mundial de Saúde (OMS, 2009). [Em linha] Disponível em http://www.who.int [Consultado em 21 de Fevereiro de 2011].

Phipps, J. et al., (2003). Enfermagem Médico Cirúrgica – Conceitos e Prática Clínica. 6ª Edição. Loures. Lusociência.

Polit, D. F. et al., (2004). Fundamentos de pesquisa em Enfermagem: Métodos, avaliação e utilização (5.ª ed.) Trad. Ana Thorell. São Paulo. Artmed S.A.

Rocha, S. (2008). Doença Cerebrovascular Isquémica Aguda - Avaliação de Protocolo

de Trombólise. [Em linha]. Disponível em

http://www.fcsaude.ubi.pt/thesis/upload/118/756/mestrado_sararochapd.pdf [Consultado em 10 de Fevereiro de 2011]

Sá, Maria José (2009). Neurologia Clínica - Compreender as Doenças Neurológicas. Universidade Fernando Pessoa.

Sá, Maria José (2009). AVC – Primeira causa de morte em Portugal. Revista da Faculdade de Ciências da Saúde. Porto. Edições Universidade Fernando Pessoa. 6 (2009) 12-19.

Silva, A. (2007). AVC – O essencial da Saúde. Volume 10. Porto. Quidnovi.

Strong, K. et al., (2007). Preventing Stroke: saving lives around the world. The

Lancet Neurology. [Em linha]. Disponível em

www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17239805 [Consultado em 5 de Fevereiro de 2011]

The European Stroke Organisation (ESO) (2008) - Recomendações para o Tratamento do AVC Isquémico e do Acidente Isquémico Transitório 2008. [Em linha]. Disponível em http://www.eso-stroke.org/pdf/ESO08_Guidelines_Portuguese.pdf [Consultado em 5 de Fevereiro de 2011]

75

The European Stroke Organisation (ESO) (2009) - Guidelines for Management of