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Behandling av særskatten i skatteavtaler med andre stater

A visão da Engenharia Semióti a em relação àsextensões envolve ospilares onsiderados na

omuni ação: osistema designi ação eode omuni açãoem si. A omuni açãohumananão é

limitada(semioseilimitada,des ritanaseção3.1). Alémdisso,existeminúmerasformashumanas

deseexpressar, omohumor, ironia, riaçãodenovostermosesigni ados. Expressão, onteúdo

eintençãosãotrêsdimensõesfundamentaisnopro essode omuni açãohumana,poisexploramos

easso iamosexpressõesexistentes emnossa ulturapara ativar ertosefeitos emnossosouvintes

[deSouzaeBarbosa(2006)℄.

Alémdopro essodasemioseserilimitado, adasignoapresentadopodeterdiferentessigni a-

dospara adausuário. Outropro essointeressantedeinterpretaçãoé hamadoabdução. Trata-se

do ontráriodadedução, ondenadeduçãoapli amos regras onhe idasem fatos onhe idos para

tirarmos on lusõesenaabduçãoobservamosfatosetiramos on lusõeshipotéti as. Porexemplo,

Com os omputadores,não háintenção, semioseilimitada ouinterpretaçõesdiferentes. Cada

elementopresentenainterfa epossuiaçõesetraduçõespré-denidasequenãopodemsermodi a-

dasdea ordo om ontextos,reagindoafatoresexternos,porexemplo. Osu essoda omuni ação

humano- omputador depende da interpretação que os usuários fazem dos signos presentes e os

efeitosqueelesrepresentam.

Veri a-se assim que há uma grande di uldade na omuni ação humano- omputador. Os

omputadoresnão onseguemrealmentepro essaraintençãohumanae,poressemotivo,permitir

queusuáriossejamtambém designers pode seruma boaalternativa. Utiliza-seassim té ni asde

EUD, omoaextensão,ampliando ossigni adosemsistemas omputa ionais.

Assim,ossistemasdevemsuportaratividadesdosusuários omoprojetistas. Deveserpossível

inspe ionareelaborarmodi açõeseextensõesatravésdeté ni asdeEUD.Seguindoateoriada

Engenharia Semióti a, projetos de sistemas de omputaçãoque envolvem EUDdevem[deSouza

(2005)℄:

sintetizarosistemadesigni açãoparasuportarinteraçãohumano- omputador;

omuni aravisãodoprojetoatravésdeumsistemaespe í odesigni ação;

omuni arasregraseprin ípios;

omuni arsee omoosprin ípioseregraspodemsermudados;

omuni ar omomudançasdesigni adopodemefetivamenteserusadasnainteração oma apli ação.

Assim,em sistemas EUDametamensagemasertransmitaaosusuáriosdeveenglobaroutros

aspe tosalémdosjáapresentadosnametamensagemoriginal. Issoporqueosusuáriossetornam

o- riadores,ouseja,tornam-se o-autoresdamensagemasertransmitidaatravésdosistema. A

metamensagementão adaseguinte forma[de Souza(2005)℄:

Eis minha interpretação de quem vo ê é, o que aprendi que vo ê tem ou quer fazer, prefe-

ren ialmente de que formas e por quê. Eis, portanto, o sistema que on ebi para vo ê, o qual

vo ê pode ou deve usar assim, a m de realizar uma série de objetivos asso iados om esta mi-

nhavisão. Mas sei que vo ê pode querer modi ar minha visão, objetivando realizar

oisas (de alguma forma) que eu não havia pensado. Posso lidar om as mudanças

quevo êpodequererfazer,desdequevo êmefaleoquequernesse ódigoespe í o.

Porém,osusuáriossópodemsebene iardaspossibilidadesdeintervirnoprojetodesistemas

de omputaçãose[deSouzaeBarbosa(2006)℄:

entenderemosistemadesigni ados;

formularemumahipótesesatisfatóriasobre omoossigni adossão odi adosnosistema;

dominaremousopara omuni arintençõesaosistema e onseguirumavariedadedasnali- dades omelas;

odi arem alguns signi ados no sistema e in orporá-los om as possíveis variedades de interação omaapli ação.

Uma análise semióti a em EUD é apresentada em de Souza e Barbosa (2006) mostrando o

envolvimentodepro essosdesigni açãoemsistemas omputa ionaiseopro essode omuni ação

humano. Ossistemas omputa ionaisapresentamumaperspe tivademanipulaçãodesímbolosque

podeserléxi a,sintáti aousemânti a. Essasdimensõespodemser ara terizadas omo:

léxi os: usadapara formaro vo abulário, para riar as sentenças da linguagem. São ele- mentosdainterfa e omobotões, omandos, ampos.

sintáti os: são ombinaçõesdoselementosléxi osparaal ançarosobjetivosdesejados.

semânti os: permite riarnovassigni açõesdentrodosistema.

Deformaa ompararopro essamentodesigni açãodo omputadoreaperspe tivada omu-

ni açãohumana,em[deSouzaeBarbosa(2006)℄éapresentadooesquemadagura3.7.

Figura3.7: Dimensãosemióti ademanipulaçõesdaslinguagens 5

[deSouza eBarbosa(2006)℄

A primeiratabela serefere aopro essodesigni açãopresente nos omputadoreseasegunda

estárela ionadaàperspe tivada omuni açãohumana. Comosevê,nãoháuma orrespondên ia

direta entre as dimensões humanas e as da omputação, sendo que o léxi o e o sintáti o estão

rela ionadosàexpressãoeo onteúdoeintenção humanosàdimensãosemânti a.

Opro essode signi açãopresentenos omputadorespode serdividido emdois grandesgru-

pos, osqueenvolvemeosque nãoenvolvemmudançasdesigni ado. Essapodeser onsiderada

adiferença entre extensões e ustomizações [deSouzaeBarbosa (2006)℄. As ustomizaçõesnão

apresentammudançasnos signi ados, ou seja, na semânti a da apli ação, sendo representados

pelos tipos I, II eII da primeira tabela. Mudanças sóem elementos léxi os e/ou sintáti os não

representammudançasem aspe tossemânti os. Porexemplo,ao riarumí one de umalixeira

e substituir pelo omando ex luir, trata-se de uma variação léxi a, visto que nenhuma fun io-

nalidadefoi riada, masapenas umnovoelemento na interfa efoi inserido. A variaçãosintáti a

pode ser exempli adapela riação de ma ros, asos em que um omando exe uta um pa ote

de tarefas. Por exemplo, aabertura, mudançade tamanho efe hamento de umarquivodeuma

imagempoderiamserexe utados olo andoapenasno omandoredimensionarimagem.

OstiposIV,V,VIeVIIapresentadosnaprimeiratabelarepresentammudançasnoselementos

semânti os, oque alterasigni ados do sistema. Sendo assim, são onsideradasextensões, onde

novossigni adosaté então não existentes são riados. Voltando aoexemplo daimagem, mudar

a or ououtra ara terísti a daimagempoderiam sernovasfun ionalidades riadas, signi ados

quenãoexistiam.

Dentro do ontextodo pro essode signi ação, dois on eitos importantes quedevem ser i-

tados, rela ionados à manipulaçao de sistemas signi ativos, são a identidade da apli ação e o

on eitodeimpermeabilidade[deSouzaeBarbosa(2006)℄. Impermeabilidaderemeteasignos u-

jos signi ados são sempre preservados, ou seja, não podem ser alterados pelo usuário. Assim,

aidentidade de umsistema omputa ionalpodeser denida omo o onjunto mínimo designos

impermeáveisquearepresentam.

Emrelaçãoaopro essohumano,osdoisgrandesgrupospodemserdivididosapartirdavariação

daintenção,o querepresenta diferen iaçãoentre ustomizaçõese extensões. OstiposA, Be C

representam os grupos que mantêm a intenção. Um exemplo simples aqui, que remete ao tipo

A, pode ser ilustrado omo a riação de novos labels em omandos, por exemplo, em que não

hávariação de intenção ou onteúdo. Já ooutro grupo de alterações(D, E, F e G) envolvem a

variaçãodaintenção. Umexemplodessegrupo(tipoD)équandoousuárioasso ianovasintenções

a omponentesexistentes, omono asoemqueeleusatabelasemHTMLparaajustartextosem

váriosnavegadores,sendoqueseuusoini ialeraapenas tabulardados.

Essataxonomia riadatemumagrandeimportân iano ontextodeEUD,vistoqueapresenta

uma ara terizaçãoteóri adostiposdeextensõespossíveiseadiferen iaçãoentre ustomizaçõese

extensões. Mostratambémadistân iaentreopro essodesigni açãohumanaea omputa ional

earelaçãoexistenteentreeles. Outra ontribuiçãodaanálisesemióti adeextensõeséquepermite

umamelhoranáliseentreos ustosebenefí iosdasdiferentesté ni asdeEUDexistentes.

***

Vista ateoriada Engenharia Semióti a e suavisão dentro do ontextode EUD, nopróximo

apítulo será apresentado o modelo proposto neste trabalho, suas ara terísti as, arquitetura e

Modelo proposto - EDeM

Comoapresentamosno apítulo2,sistemasdesegundageraçãoexigemqueosusuários onhe-

çam on eitos té ni os envolvidos no ontexto de mineração de dados para interagirem om os

mesmos [Albergariaetal. (2006), Kriegelet al. (2007)℄. Embora alguns usuáriosquem interes-

sados emaprenderesses on eitosne essários, outros per ebemisso apenas omoum alto usto.

Assim, o modelo aqui apresentado, EDeM, End User Development Con eptual Model, propõe a

arquiteturadeummóduloasera opladoasistemasdesegundageração, ujoobjetivoépermitir

queusuários riemextensões,possibilitandonovasinteraçõesquenãoexigem onhe imentoté ni o

[Albergariaetal.(2008a)℄. Paraisso,omóduloofere eaosusuáriosme anismosparadenirtare-

fasdemineraçãoespe í asrela ionadasaumproblemae ontexto omumainteraçãodiretaque

permiteexe utá-las. Valeressaltaraquique,teori amente,omodelopodesera opladoaqualquer

sistemadesegundageraçãoexistente demineraçãoporregrasdeasso iação.

Aidéiadasoluçãopropostasurgiudaestratégiaquenosfoiapresentavaemumaentrevista om

umusuáriodesistemadesegundageraçãoquetinha omo ontextotarefasdeauditoriade ompras

governamentais.Ele omentouqueatuava omoumminerador parasuaequipedetrabalho. Ele

utilizavaosistemaparaidenti arpadrõesinteressantese,emseguida,apresentavaosindi adores

aosoutrosauditoresparaidenti ar oquedeveriaserauditado.

Baseadonessaestratégia,omodelo onsideradoispersdeusuáriospossíveis: oespe ialistaeo

leigo. Ousuárioespe ialistanãoapenas onhe eodomíniodeapli ação,mastambémos on eitos

té ni os ne essários para interagir om sistemas de segunda geração. O usuário leigo (também

hamadodeusuárional)podeser onsiderado omoumperitonodomíniodeapli ação,masnão

está disposto a ar ar om os ustos da aprendizagem de todos os on eitos té ni os a m de

sebene iar douso dosistema demineração. Nomodelo, osusuáriosespe ialistasatuam omo

o- riadoresde umnível deabstraçãode um problemaedomínio espe í osaserutilizado pelo

usuárioleigo.

O modelo é proposto no âmbito de IHC, tendo omo fundamentação teóri a a Engenharia

Semióti a,apresentadano apítulo3,que onsideraainteração omoumpro esso omuni ativo. O

modelopermitequeusuáriosespe ialistas riemsuasmensagensaosusuáriosleigos,possibilitando

tanto uma omuni açãoindiretaatravésdanova amadade interação,quanto uma omuni ação

direta sobre esta atravésdabase de onhe imento, um omponente do modeloque será des rito

aseguir. Nossa soluçãopermiteque usuáriosespe ialistas setornem o- riadoresdosistema, ao

riarema amadadeabstração. Aarquiteturaefun ionamentodomodelosãodes ritosnapróxima

4.1 Arquitetura do modelo

Semaapli açãodomodelo,devidoaosdesaosexistentesnainteraçãodesistemasdesegunda

geraçãodemineraçãoderegrasdeasso iação,todososusuáriosdessetipodesistemadevempossuir

operldeespe ialistas. Utilizandoomodeloproposto,épossívelqueumgrupodeusuáriospossua

operl de leigos, onde eles não ne essitem dos onhe imentos té ni os envolvidos. A gura4.1

ilustraaseqüên iadeinteraçãodosusuáriosleigoseespe ialistasutilizandoomodelo. Oprimeiro

passo onsistenane essidadedeousuárioleigoobteralgumasinformaçõesparaseunegó io,dentro

doseu ontextodetrabalho,emquepodemserutilizadasté ni asdemineraçãodedados. Assim,

elesoli itaaoespe ialistaque rieumaformadiretadeinteração,que onsisteemabstraçõespara

queele possainteragir omosistemade mineraçãodedados(1),issopara queele não tenhaque

aprenderos on eitosté ni osne essários. Oespe ialista riaentãoabstraçõesdeentradadedados,

deformaqueoleigopossaexe utá-lasdeformaperiódi aevariável(2). Oleigoentãointerage om

osistema,atravésdasabstrações riadas,semterque onhe eros on eitosenvolvidosnopro esso

demineraçãodedados,obtendoasinformaçõesquedeseja(3).

Figura4.1: Interaçãodospersdosusuáriosutilizandoomodelo

Osegundopassoapresentadonagura4.1requertodoumme anismodeextensãoemsistemas

de segundageração que visagarantirque esse mapeamento possa ser realizado. O modelo pro-

postonestetrabalho envolveessemapeamento eé onstituído detrês omponentes: oGerador,

aLinguagem Abstrata de Interfa e om oUsuário (LAIU)eaBase de Conhe imento.

Ogeradoréutilizadopelosusuáriosespe ialistasparaa riaçãodaLAIU;abasede onhe imento

ontéma on epçãodousuárioespe ialistaemrelaçãoapersonalizaçãofeitaeaLAIUéainterfa e

resultante omaqualousuárioleigoiráinteragir. Deforma resumidapodemosilustrar omoos

usuáriosinteragem omos omponentes. Osusuáriosespe ialistasinteragem omogeradorpara

riaralinguagemdeabstração(LAIU) omaqualosleigosirãointeragir. Duranteopro essode

riação,ele entra omexpli açõessobreasde isõestomadasquesãoarmazenadas nabasede o-

nhe imentoequesãoapresentadasemparteaosusuáriosleigos,deformaafa ilitaroentendimento

sãodes ritosdeformadetalhada,expli andotambém omoo orrearelaçãoentre eles.

Figura4.2: Modeloproposto