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BARNEHISTORIE ELLER BARNDOMSHISTORIE?

In document Fortid nr. 1/2007 (sider 26-29)

Este trabalho propõe o uso do framework Guiwe para a construção da camada de interface gráfica de sistemas de informação e de EAFs voltados para web. A aplicação desse framework define um processo em que suas classes são estendidas para contemplar as características específicas das classes da camada de negócios do software alvo. Esse processo pode ser realizado por meio de iterações e com a aplicação de prática do desenvolvimento guiado por testes.

O framework Guiwe possui também uma camada de controle que interliga a sua camada de interface gráfica com a de negócios do sistema ou do EAF sobre o qual foi aplicado. Essa camada é independente de sua camada de interface gráfica, de modo que pode ser utilizada isoladamente no desenvolvimento de um sistema de informação. Sua interface exige que o nome da operação, o nome da classe e os nomes e os valores dos atributos sejam informados. Em geral, os objetos da camada de negócios necessitam implementar as quatro operações para a persistência de dados: inserção, atualização, remoção e seleção. Entretanto, a classe responsável por essa restrição pode ser estendida para que outras operações possam ser contempladas. Dessa forma, o desenvolvedor pode optar em criar sua própria camada interface gráfica e utilizar a camada de controle do framework Guiwe.

O desenvolvimento de sistemas instanciados a partir do framework GRENJ é realizado por um processo constituído de quatro passos principais: 1) a criação de um modelo de classes com base nos requisitos do sistema e com a aplicação dos padrões da GRN; 2) o preenchimento dos formulários do wizard relacionados com as classes que foram criadas no modelo; 3) a geração do sistema; e 4) caso os requisitos do sistema indiquem uma funcionalidade que não é prevista pelo framework, essa funcionalidade deve ser acrescentada ao código do sistema gerado.

O framework GRENJ apóia o desenvolvimento de sistemas voltados para a web que pertencem ao domínio definido pela linguagem de padrões GRN. Porém, o domínio dessa linguagem de padrões é extenso e pode ser abstraído para outros subdomínios como, por exemplo, o de clínicas de saúde, o de clínicas veterinárias, o de leilões, o de hotelarias, entre outros. Dessa forma, o framework GRENJ também pode ser estendido para esses subdomínios com a criação de classes abstratas, com base naquelas existentes no framework, para que sejam abordadas as características específicas e variantes desses subdomínios.

Com o uso do framework GRENJ o desenvolvimento de sistemas se torna mais eficiente. Os artefatos de uma aplicação gerada com o uso do wizard do framework GRENJ são organizados no formato de um projeto da IDE Netbeans (Sun Microsystems, 2009g) e podem ser modificados para contemplar requisitos que não são previstos pelo framework. Essa característica permite maior flexibilidade às aplicações desenvolvidas com o uso do framework GRENJ.

A documentação interna do código do framework GRENJ segue, como ocorreu nas camadas de persistência e de negócios, com a utilização de tags javadoc (Sun Myconsystems, 2009g). Nas camadas de interface gráfica e de controle, essas informações foram originadas das listas de casos de testes das classes do framework e descrevem as finalidades de seus métodos e suas interfaces, além de detalhes como o tipo e o significado dos valores de retorno, o autor da classe e a sua versão. Dessa forma, o desenvolvedor tem acesso a uma lista dos métodos existentes em cada classe, o que pode auxiliá-lo, em conjunto com o manual do framework, a identificar e a configurar os pontos variáveis corretamente.

Quando o usuário de um sistema instanciado a partir do framework GRENJ solicita que uma operação seja efetuada como, por exemplo, a gravação ou a alteração dos dados de um registro da base de dados, a sua camada de interface gráfica lhe retorna uma mensagem de confirmação ou de falha na execução dessa operação. Por definição, todas as mensagens que podem ser apresentadas aos usuários dos sistemas estão escritas, em inglês, no arquivo app.propertities. Por meio desse arquivo, é possível alterar o texto das mensagens. Além dessa possibilidade, os rótulos, textos e cabeçalhos da interface gráfica do framework podem ser customizados nas classes do sistema que está sendo instanciado. Com isso, garante-se a internalicionalização da linguagem natural dos textos da interface gráfica dos sistemas web instanciados com base no framework GRENJ.

O framework GRENJ foi desenvolvido com o uso da linguagem Java (Sun Mycrosystems, 2009a) e com tecnologias voltadas para a web. Essas tecnologias garantem a característica multiplataforma dos sistemas instanciados a partir desse framework. Além disso, as customizações realizadas pela ferramenta GRENJ-Gens permitem a configuração dos caminhos dos softwares auxiliares em qualquer computador, independentemente de seu hardware ou de seu sistema operacional, bem como a seleção de diferentes geradores de aplicações que possam utilizar os gabaritos XSL do framework GRENJ.

O registro e a seleção de diferentes geradores de aplicações na ferramenta GRENJ-Gens para a instanciação automatizada de sistemas baseados no framework GRENJ propicia maior facilidade na evolução do seu wizard. Pois novos geradores de aplicações, configuráveis ou não, podem ser desenvolvidos para utilizarem os gabaritos XSL, os arquivos de configuração e a LMA do domínio do framework GRENJ. A

independência de gerador permite que manutenções no wizard possam ser realizadas com maior facilidade.

A geração automatizada de sistemas instanciados a partir do framework GRENJ pode ser utilizada para a criação de protótipos. Como um sistema pode ser desenvolvido em menor tempo com o uso do wizard, é possível oferecer uma versão para que os usuários possam utilizar e avaliar. Assim, obtém-se feedback mais rapidamente, os requisitos são definidos com maior clareza, ocorre redução no tempo de desenvolvimento e a versão final do sistema tende a possuir maior qualidade. Além disso, o protótipo gerado pode evoluir para contemplar características não previstas pelo wizard ou pelo framework GRENJ.

In document Fortid nr. 1/2007 (sider 26-29)