IV. Opplysninger om sakene og saksbehandlingen
4. Avviste saker
INDIVÍDUO 1
Na secção seguinte do presente relatório, será relatada a metodologia utilizada no grupo de alunos pertencentes ao Grupo de Controlo.
O aluno aqui representado faz parte do referido grupo onde todo o trabalho desenvolvido não teve como objetivo a performance de memória.
A obra trabalhada por este aluno foi a mesma trabalhada pelo Indivíduo 3 nomeadamente o 1º andamento (Andante Maestoso) da “Sonatina nº 1” (Op. 71) de Mauro Giuliani, obra esta que já tinha sido disponibilizada para início de estudo no final do 1º Período aquando da interrupção letiva no mês de Dezembro de 2013.
Logo na primeira aula foi aferido que conhecimentos o aluno adquiriu no seu estudo individual em casa.
Tal como nas aulas do Grupo Experimental, a necessidade de executar os exercícios de aquecimento e os alongamentos foram uma necessidade pelas mesmas razões evidenciadas anteriormente. Assim as aulas iniciaram sempre com exercícios de aquecimento para ambas as mãos de modo a que não se criem lesões derivadas da complexidade da obra. O aluno começou por executar o mesmo exercício executado pela aluna aqui representada como Indivíduo 3.
Seguidamente o aluno executou a obra “Sonatina nº1 – Andante Maestoso” (Op. 71) do compositor Mauro Giuliani (1781-1829) de modo a aferir se a mesma foi estudada em casa e que tipo de dificuldades está a sentir na execução desta peça. Fez-se a revisão da digitação e corrigiu-se a mesma que o aluno estava a utilizar e que dificulta a execução da obra.
Após a digitação completa, dividiu-se a obra por secções de modo a trabalhar as mesmas onde o objetivo foi conseguir consolidar pequenas partes separadamente.
Nesta primeira sessão o objetivo não foi o de tocar a obra na sua totalidade mas sim trabalhar partes em separado e ir “juntando” as mesmas, ao longo de algumas aulas, até a obra estar completa. Contudo o aluno demonstrou pouco estudo em casa durante as férias. Demonstrou dificuldades na leitura da obra derivadas da falta de estudo da mesma. Foi pedido que estudasse a obra em casa para que o objetivo de a executar corretamente fosse atingido atempadamente.
35 Todas as sessões aqui relatadas começaram sempre com os alongamentos e com os exercícios de aquecimento necessários para a prática de uma atividade física (Williams, 2012).
De modo a aferir se o aluno trabalhou a obra em casa, tal como pedido na aula anterior, foi solicitado que executasse o Andante Maestoso da referida obra. Chegando ao fim da sua performance, foi aferido que demonstrou mais estudo comparando com o estudo apresentado na aula anterior.
Seguindo o trabalho, fez-se uma breve análise da obra onde o professor explicou que se trata de um tema com repetições onde o tema e a sua harmonia repetem-se numa subdivisão de figuras rítmicas. O aluno foi alertado para ter particular atenção às semicolcheias na última secção da obra, tendo em vista o andamento com que deve iniciar a mesma. O professor explicou que não deve o aluno começar demasiado rápido pois a velocidade da obra irá aumentar com a subdivisão rítmica uma vez que a obra começa com semínimas, depois passa para colcheias, tercinas de colcheias e semicolcheias. Foi também esclarecido ao aluno que a obra se divide em quatro secções e que cada uma pode ser estrutura em frases de cerca de 4 compassos. As frases principais da primeira secção foram assinaladas na partitura de modo a facilitar o estudo da obra em casa.
No final da aula o aluno foi questionado acerca da explicação dada pelo professor no que diz respeito à análise da obra bem como a identificação das frases da primeira secção tendo este percebido corretamente. Foi marcado o trabalho de casa que consistia em executar toda a obra, mantendo o andamento inicial e o aluno devia indicar a lápis, na partitura, as frases nas restantes secções.
Nesta sessão de trabalho, o mesmo foi concentrado no ritmo da obra e no andamento da mesma. Para além de aferir se o aluno é capaz de executar a obra na sua totalidade, foi necessário perceber se consegue executar a mesma mantendo sempre o andamento inicial, sem o alterar nas diferentes secções. Foi utilizado, como instrumento de apoio, o metrónomo de modo a que o aluno tenha presente sempre a pulsação constante quando faz semínimas, colcheias, tercinas de colcheias e semicolcheias. O metrónomo será regulado para uma velocidade de 60 bpm (batidas por minuto). Foi também revista toda a agógica da obra e assinalado na partitura as dinâmicas desejadas para a execução da mesma.
Ao longo de toda a sessão de trabalho, o aluno demonstrou irregularidades rítmicas à medida que ia passando pelas diferentes secções. Notou-se um aumento da velocidade principalmente quando passou de colcheias para as tercinas o que dificultou a coerência do
36 discurso musical, não só nas tercinas como também quando passou para as semicolcheias. Foi necessário utilizar o metrónomo de modo a que o aluno ouvisse sempre a pulsação regular e constante e a tivesse sempre presente. Foi pedido ao aluno que estudasse a obra, com recurso ao metrónomo, a uma velocidade muito lenta de modo a ter sempre presente a pulsação sem aumentar a velocidade. Só deve aumentar, gradualmente, a pulsação quando controlar bem este aspeto.
Continuando o trabalho e iniciando outra sessão, pediu-se ao aluno que executasse a obra com recurso ao metrónomo, de modo a perceber se já conseguia manter a pulsação do início ao fim da obra, onde a velocidade adotada foi a da aula anterior, ou seja, 60 bpm.
O principal objetivo desta aula foi o de executar toda a obra sem alterar a pulsação e conseguir interpretar a obra através das indicações que o professor indicou na partitura. O aluno executou a obra, com a ajuda do metrónomo, inicialmente a uma velocidade de 60 bpm, aumentando gradualmente 5 bpm até chegar às 80 bpm.42 O professor alertou para todas as
dinâmicas, principalmente no início e no final das frases de modo a que quem ouve identifique a mudança de frase. Após executar com recurso ao metrónomo, o aluno executou a obra sem este de modo a aferir se consegue manter a pulsação da obra sem o instrumento de apoio.
No final desta aula, constatou-se que o aluno já conseguia controlar a pulsação ao longo da obra. Conseguiu também executar todas as dinâmicas escritas na partitura. Contudo ainda demonstra alguma tensão na mão direita, principalmente na secção das semicolcheias quando executa a uma velocidade mais rápida. Foi pedido ao aluno que continuasse a estudar a obra, tendo atenção a todos os aspetos trabalhados na aula e a uma velocidade moderada de modo a superar a referida tensão. Deve preparar a obra para a próxima aula como que de uma audição se tratasse.
De acordo com o trabalho desenvolvido pelo aluno, considerou-se que esta poderia ser a última sessão de trabalho, uma vez que iria executar a obra sem a obrigatoriedade de a tocar de memória. Assim o principal objetivo desta sessão foi o de executar toda a obra, executando toda a agógica indicada. O aluno executou a obra, com o recurso à partitura, fazendo toda a agógica assinalada. De modo a demonstrar conforto na sua performance e não criar pressão acrescida, executou a obra com a ajuda do metrónomo, inicialmente a uma velocidade de 70 bpm, aumentando gradualmente 5 bpm até chegar às 80 bpm, tendo especial atenção à secção das
42 Apesar o objetivo não ser executar a obra de memória, utilizou-se esta estratégia de superação das dificuldades proposta por Macmillan (2004) em Successfull Memorising.
37 semicolcheias de modo a perceber se a tensão que demonstrou na aula anterior foi superada. De seguida executou a obra sem o apoio do metrónomo.
Concluindo estas sessões de trabalho com o Individuo 3, o objetivo de executar a obra, sem o apoio do metrónomo, sem alterar a pulsação e sem demonstrar tensão na mão direita foi conseguido. Demonstrou segurança e musicalidade na sua performance. Foi pedido ao aluno que continue a estudar a obra de modo a se apresentar em audição pública brevemente.
INDIVIDUO 2
Este aluno executou a mesma obra que a aluna representada neste relatório como Indivíduo 4. Assim trabalhou a obra “Prelúdio nº 3” de Heitor Villa-Lobos ao longo das seguintes sessões e tal como aconteceu com a sua colega, esta peça foi fornecida na interrupção letiva de Dezembro para que pudesse trabalhar durante as férias em casa.
À semelhança do que aconteceu com os Indivíduos anteriores, as aulas deste aluno começaram da mesma maneira, ou seja recorrendo a alongamentos e exercícios de aquecimento para que não se criem lesões musculares e nas articulações devido à complexidade da obra.
Foi pedido que o aluno executasse a obra para que se pudesse aferir se a mesma foi estudada em casa, que tipo de dificuldades está a sentir na execução desta peça e após esta primeira abordagem, fez-se a revisão da digitação, corrigindo-se a mesma que o aluno estava a utilizar e que dificulta a execução da obra. Após a digitação completa da obra, a mesma foi dividida por secções de modo a trabalhar as mesmas onde o objetivo é o de conseguir decorar pequenas partes separadamente. Foi trabalhada a agógica destes fragmentos. Apesar do objetivo do trabalho com este aluno não ser executar a obra de memória, a memorização de certas passagens deve ser estimulada, mesmo com o recurso à partitura, uma vez que é necessário executar mudanças súbitas de posição na mão esquerda. Para tal é necessário que o aluno abandone o papel nestas partes de modo a ver onde deve colocar a mão para não executar notas erradas.
Como já referido, o objetivo não é o de tocar a obra completa nesta aula mas sim trabalhar partes em separado e ir “juntando” as partes, ao longo de algumas aulas, até a obra estar completa. Contudo aluno demonstrou pouco estudo em casa durante as férias. Demonstrou dificuldades na leitura da obra derivadas da falta de estudo da mesma. Foi pedido
38 que estudasse a obra em casa para que o objetivo de a executar corretamente seja atingido atempadamente.
Na segunda sessão de trabalho, depois de feitos os exercícios de aquecimento, executou a obra: “Prelúdio nº 3” de Heitor Villa-Lobos de modo a aferir se a mesma foi estudada em casa e se consegue executar a obra na sua totalidade com a digitação elaborada na aula anterior.
De seguida o aluno executou isoladamente os arpejos existentes na primeira página, nomeadamente nos compassos: 3, 8 e 18. Estes arpejos foram trabalhados isoladamente, até o aluno assimilar corretamente a técnica necessária para e execução sem falhar notas. Foi também trabalhada a agógica nestes arpejos e assinalada na partitura para assim “juntar” à totalidade da obra.
Foi explicado ao aluno que o facto de se trabalhar os arpejos isoladamente, para além de treinar a técnica a utilizar, é uma boa ferramenta para a memorização dos mesmos, o que facilita a sua execução uma vez que estes arpejos obrigam a fazer alguns saltos na mão esquerda. Assim, depois de os memorizar, não se preocupará com a técnica nem com o facto de fazer as notas corretas, pois estará mecanizado e assim pode-se concentrar na musicalidade. Foi marcado o trabalho de casa onde o aluno devia praticar os aspetos trabalhados na aula bem como a totalidade da obra.
Na aula seguinte um dos principais objetivos foi o de aferir se os conteúdos abordados na aula anterior estariam consolidados e se o aluno conseguia executar toda a primeira página sem falhar os arpejos. Depois de uma primeira abordagem foi constatado que esta secção estava consolidada.
Contudo, o principal objetivo foi o de trabalhar toda a segunda secção da obra, nomeadamente a secção do Molto adagio e (dolorido).
O aluno executou esta secção na sua totalidade e de seguida o professor explicou o conceito do legato exemplificando como deve ser executado na guitarra. Para que o aluno perceba melhor esta técnica, o professor executou o primeiro compasso desta secção em staccato e depois em legato. De seguida o aluno executou o mesmo compasso, tal como o professor, utilizando o staccato e legato. Quando dominado o legato devia será utilizado na totalidade desta secção.
O aluno não teve grandes dificuldades em dominar esta técnica após a explicação do professor. Foi marcado o trabalho de casa que consistiu em aplicar toda a dinâmica escrita na
39 partitura. Foi pedido ao aluno que preparasse a obra para tocar na próxima aula como se de uma audição se tratasse.
Tendo em conta o trabalho executado por este aluno, a perspetiva nesta sessão é que não seja necessário mais nenhuma sessão de trabalho. Deste modo o aluno executou toda a obra com o recurso à partitura, tendo em atenção todos os aspetos trabalhados desde o início do estudo da peça até agora. Foram identificadas secções que não estão consolidadas.
As secções que não estão consolidadas, contrariamente ao esperado, são os arpejos presentes na primeira página da obra. O facto de não consolidar as referidas secções deve-se à não memorização da digitação da mão esquerda na execução das notas, aspeto que já tinha sido ultrapassado anteriormente. Estes arpejos foram, novamente trabalhados isoladamente, inicialmente com o recurso à partitura, para que não sejam executados de forma errada. Sempre que o aluno sentiu que conseguia executar de memória, foi pedido que olhasse apenas para a mão esquerda de modo a ser preciso na colocação dos dedos.
O aluno, apesar de demonstrar melhorias, ainda não conseguiu executar a obra na sua totalidade de forma segura. Disse que não sente segurança a tocar e que está a pensar demasiado nos aspetos técnicos (dedos que está a utilizar), e que se estivesse em audição esta não correria bem. Contudo referiu que com mais uma semana de estudo não teria problemas em apresentar a obra em audição de forma segura desde que possa recorrer à partitura. Tendo em conta este último aspeto referido pelo aluno, foi pedido que trabalhe bem a obra para que a possa apresentar brevemente em audição.
GRUPO INSTRUMENTAL 1
Este Grupo Instrumental 1 trabalhou exatamente a mesma obra que o Grupo Instrumental 2 ou seja o primeiro andamento do Guitar Trio de Johann Mattheson.
A sessão com este grupo, à semelhança do grupo anterior, iniciou-se com a distribuição da partitura aos alunos que compõem o trio onde foi fornecido o tutti bem como as partes individuais de cada guitarra. Apesar de já estar indicada alguma digitação, a mesma foi revista nas três guitarras e modificada de forma a facilitar a execução da peça para os alunos. Assim a digitação foi modificada de modo a evitar demasiadas mudanças de posição na mão esquerda e quase toda a obra é executada na primeira posição da guitarra onde apenas a primeira guitarra tem mudanças de posição durante todo este andamento “Lento”.
40 Para que os alunos tenham um primeiro contato com a obra e percebam rapidamente qual o resultado musical pretendido foi mostrado, através do programa Youtube, a gravação de uma performance da obra interpretada por um conjunto de guitarras. Desta forma os alunos tomaram conhecimento geral da obra e perceberam melhor o resultado musical final pretendido. De seguida fez-se uma primeira execução da obra com as guitarras separadas, ou seja, primeiro executou a guitarra 1 a sua parte, depois a guitarra 2 e por fim a guitarra 3 de modo a que cada aluno executasse a sua parte, colocando na memória muscular a digitação corrigida. Deste modo também é mais fácil interiorizar a melodia da sua guitarra em vez de ouvir as três ao mesmo tempo o que, nesta fase de trabalho, torna-se confuso e difícil de perceber. Foi também feita uma análise da obra, dividindo-a em secções onde se teve especial atenção às diferentes frases musicais. (Macmillan, 2004)
Após este trabalho individual, foi executada a obra com as três guitarras em simultâneo até ao compasso 10 precisamente onde termina a primeira frase.
No final desta sessão foi possível perceber que os alunos não tiveram dificuldade em executar a obra, apesar de algumas falhas nas notas e no ritmo principalmente quando executaram a obra em conjunto. O principal problema foi o de executarem o ritmo correto com as três guitarras em simultâneo. Assim, foi pedido aos alunos que estudassem toda a obra e que estudassem sempre com a partitura do tutti. Assim conseguem visualizar as vozes das outras guitarras e as respetivas entradas ao longo da peça.
Como toda a obra está escrita na tonalidade de Dó Maior, iniciou-se a sessão com a execução da escala de Dó Maior executada em cânone. Fez-se esta escala porque, tal como referido, a obra está composta na tonalidade de Dó Maior e assim é mais fácil a contextualização da harmonia pelos alunos. Faz-se em cânone porque a obra também começa da mesma forma.
Os alunos executaram todo o andamento com o recurso à partitura e, nesta fase do trabalho, o professor dirigiu o trio fazendo as funções do Maestro.
Um dos principais objetivos desta sessão foi o de escrever, na partitura, todas as dinâmicas pretendidas para cada guitarra. Após este trabalho, trabalhou-se com cada aluno individualmente. Assim primeiro tocou a guitarra nº 3, sozinha, tendo atenção a todas as indicações na partitura. De realçar que enquanto se trabalhou com uma guitarra as outras estavam a estudar as suas partes em salas diferentes.
41 De seguida o mesmo trabalho foi feito com as outras guitarras, contudo foi necessário dedicar mais tempo à secção das colcheias nas guitarras 1 e 2 uma vez que a complexidade rítmica é maior.
Após o trabalho individual com todos os intervenientes, juntaram-se as três guitarras e executou-se toda a obra em simultâneo, concluindo-se que os alunos não tiveram grandes dificuldades em executá-la na sua totalidade tendo em conta o recurso à partitura. Contudo demonstraram alguma insegurança no que diz respeito ao timing de execução das três guitarras em simultâneo nalgumas secções.
Foi pedido aos alunos que estudassem em casa através do tutti de modo a visualizarem as entradas de todas as guitarras e assim perceberem onde e quando entra cada guitarra.
Pelo trabalho desenvolvido na sessão anterior, a perspetiva é que esta seja a última sessão de trabalho necessária para este grupo. Assim após uma primeira passagem pela obra, voltam a tocar com recurso à partitura, aplicando as dinâmicas assinaladas nas aulas anteriores. Desta vez os alunos executaram a performance sem o auxílio do professor, ou seja, o professor não dirigiu, devendo os alunos comunicar entre eles de modo a cada um adquirir o papel de maestro ao longo da obra. Assim os alunos foram advertidos para os compassos onde têm notas longas ou compassos de espera. A guitarra que estiver a tocar, enquanto outras estão com notas longas ou pausas, deve sinalizar a entrada. É dado como exemplo o início da obra onde começa a guitarra 3 a tocar e dá entrada para a guitarra 2 logo no segundo compasso. Por sua vez a guitarra 2 dá a entrada da guitarra 1 no terceiro compasso. Isto acontece ao longo da obra onde as três guitarras têm a responsabilidade de “ajudar” no encaixe das notas. Foi dito aos alunos que é muito importante que conheçam a melodia de todas as guitarras para que, através da memória auditiva, se consigam localizar ao longo da obra. Daí a importância de estudarem com o tutti e não apenas com as partes individuais de cada voz.
De modo a que a comunicação entre os elementos seja mais eficaz, principalmente nos momentos em que as guitarras vão entrando nas várias secções da obra, foi sugerido que os alunos fossem dando indicações com movimentos corporais de modo a indicarem o momento certo das entradas (Costa, 2010). O professor sugeriu fazer um movimento vertical com a cabeça de modo a indicarem a sua intenção aos colegas. Este movimento é fundamental na entrada das diferentes frases mas também no final da obra para que todos toquem a última nota ao mesmo tempo.
42 No final da obra, ou seja do compasso 37 ao 42 é necessário ter especial atenção. Está indicado um Ritenuto que prepara o final da obra. Foi explicado aos alunos que os três últimos compassos devem ser executados de forma a preparar bem o final. Assim devem abrandar o andamento a partir do rit e prestar especial atenção quando a guitarra 3 faz a última nota do penúltimo compasso e só depois, através da indicação da guitarra 1 se executa o último compasso de modo a articularem as notas deste compasso todos ao mesmo tempo.
O trabalho com este Grupo Instrumental 1 foi muito bem conseguido. Após o trabalho desenvolvido ao longo da aula, os alunos perceberam e conseguiram executar todos os conceitos trabalhados. Não demonstraram insegurança a tocar e a comunicação entre eles foi bastante satisfatória ao longo de toda a obra. Os movimentos corporais sugeridos pelo professor foram