Kapittel 5: Atomvåpenfrie soner i Norden
5.2. En sterkere sikkerhetspolitisk opposisjon
ACADEMIA MILITAR
DIREÇÃO DE ENSINO
Mestrado em Ciências Militares na Especialidade de Artilharia
TRABALHO DE INVESTIGAÇÃO APLICADA
ENTREVISTA
Autor: Aspirante Aluna de Artilharia Marisa Figueiredo Cardoso Orientador: Tenente-Coronel de Artilharia Carlos Manuel Mendes Dias
Apêndice V - Guião da entrevista ao Capitão Gonçalves
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Guião da entrevista
Tema: “Operacionalização do Targeting a nível Nacional”Entrevistador: Aspirante de Artilharia Marisa Figueiredo Cardoso Entrevistado: Capitão de Artilharia João Pedro Leite Gonçalves. Data: 13 de Fevereiro de 2012.
Local: Escola Prática de Artilharia. Objetivos Gerais:
Conhecer as tarefas desempenhadas nas funções de Oficial de Targeting e principais dificuldades.
Conhecer a constituição da Célula de Coordenação de Fogos e Efeitos (CCFE) a nível Nacional e Internacional.
Conhecer a formação dos elementos ligados ao Targeting e as lacunas existentes na mesma.
Módulos temáticos:
A: Apresentação do entrevistado.
B: Tarefas desempenhadas nas funções de Oficial de Targeting e principais dificuldades.
C: Constituição da CCFE.
D: Formação dos elementos ligados ao Targeting e as lacunas existentes na mesma. Perguntas por Módulos temáticos
O Quadro n.º 27 ilustra os módulos temáticos, os objetivos específicos e o formulário de perguntas correspondentes ao entrevistado 2.
Apêndice V - Guião da entrevista ao Capitão Gonçalves
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Quadro n.º 27 - Perguntas por módulos temáticos ao Capitão Gonçalves
Fonte: Autor
Módulo Objetivos Específicos Formulário de Perguntas Módulo A
Apresentação do entrevistado
Apresentação do entrevistado.
Qual o seu nome completo e função que desempenha atualmente?
Que formação tem no âmbito do Targeting? Qual a finalidade do “NATO Conventional
Targeting Course”?
Qual a diferença entre o curso que frequentou e o que é ministrado na EPA?
Módulo B Tarefas desempenhadas nas funções de Oficial de Targeting e principais dificuldades Conhecer a função desempenhada em exercícios. Conhecer as tarefas realizadas no âmbito do Targeting. Conhecer as tarefas realizadas não relacionadas com o Targeting. Conhecer as dificuldades sentidas. Conhecer as tarefas desempenhadas pelo Sargento de Apoio de Fogos e pelo OAF.
Que função desempenhou durante os exercícios em que participou?
Que tarefas teve de realizar ligadas, especificamente, ao Targeting?
Realizou algumas tarefas não relacionadas com este processo?
Quais as principais dificuldades que sentiu no exercício dessa função?
Qual o papel do OAF e do Sargento de Apoio de Fogos relativamente ao processo de
Targeting?
Como é que o OAF estando ligado à manobra se vai integrar no processo de Targeting quando são realidades, à partida, separadas?
Módulo C Constituição da CCFE Conhecer a constituição da CCFE (nacional e internacional) Conhecer a adequação da constituição da CCFE.
Nos exercícios em que participou, a Célula de Coordenação de Fogos e
Efeitos (CCFE), e respetivos
elementos, encontrava-se constituída? Qual a sua opinião quanto à nova
estrutura das Brigadas? Módulo D Formação dos elementos ligados ao Targeting e as lacunas existentes na mesma Conhecer a adequação da formação ministrada aos elementos ligados ao Targeting e as lacunas existentes na mesma.
Considera que a formação ministrada
aos elementos ligados à
implementação da metodologia do
Targeting, neste momento, é
adequada?
O que falta para a correta implementação deste processo?
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Apêndice W - Guião da entrevista ao Tenente Moreira
ACADEMIA MILITAR
DIREÇÃO DE ENSINO
Mestrado em Ciências Militares na Especialidade de Artilharia
TRABALHO DE INVESTIGAÇÃO APLICADA
ENTREVISTA
Autor: Aspirante Aluna de Artilharia Marisa Figueiredo Cardoso Orientador: Tenente-Coronel de Artilharia Carlos Manuel Mendes Dias
Apêndice W - Guião da entrevista ao Tenente Moreira
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Guião da entrevista
Tema: “Operacionalização do Targeting a nível Nacional”Entrevistador: Aspirante de Artilharia Marisa Figueiredo Cardoso Entrevistado: Tenente de Artilharia Simão Manuel Sousa Moreira. Data: 13 de Fevereiro de 2012.
Local: Escola Prática de Artilharia. Objetivos Gerais:
Conhecer de que forma o ISTAR se relaciona com o CPI.
Conhecer de que forma o ISTAR se relaciona com o processo de Targeting.
Conhecer de que forma a Aquisição de Objectivos se relaciona com o processo de
Targeting.
Módulos temáticos:
A: Apresentação do entrevistado.
E: Relação do CPI com o ISTAR e o Targeting
F: Relação da Aquisição de Objectivos com o processo de Targeting. Perguntas por Módulos temáticos
O Quadro n.º 28 ilustra os módulos temáticos, os objetivos específicos e o formulário de perguntas correspondentes ao entrevistado 3.
Apêndice W - Guião da entrevista ao Tenente Moreira
99
Quadro n.º 28 - Perguntas por módulos temáticos ao Tenente Moreira
Fonte: Autor
Módulo Objetivos Específicos Formulário de Perguntas Módulo A
Apresentação do entrevistado
Apresentação do
entrevistado. Qual o seu nome completo e função que desempenha atualmente? Módulo E
Relação do CPI com o ISTAR e o
Targeting
Conhecer a relação entre o ISTAR e o CPI Conhecer a relação entre o Plano de Pesquisa executado no ciclo do Targeting e o CPI.
De que forma o ISTAR se enquadra no Ciclo de Produção de Informações?
Qual a relação entre o Plano de Pesquisa de Informações e o CPI?
O plano de pesquisa do ciclo de Targeting é o mesmo que faz parte do CPI?
Módulo F Relação da Aquisição de Objectivos com o processo de Targeting Conhecer a relação entre Aquisição de Objectivos e o ISTAR. Conhecer a relação entre Aquisição de Objectivos e o processo de Targeting.
De que forma a Aquisição de Objectivos se enquadra no conceito de ISTAR?
De que forma a Aquisição de Objectivos contribui para o processo de Targeting? Qual é a importância da Selecção de
Objectivos para o processo de Targeting? Em termos de Aquisição de Objectivos, os
meios existentes são suficientes para a correta aplicação deste processo? E ao nível dos fogos não letais?
Conseguimos, com os nossos meios, fazer uma Avaliação dos Danos causados?
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