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1. L

OCALIZAÇÃO

D

ENOMINAÇÃO DO

S

ÍTIO

BELO HORIZONTE

O

UTRAS DENOMINAÇÕES BH, Beagá

E

STADO Minas Gerais

M

UNICÍPIO Belo Horizonte

2. F

OTOS

Ver Levantamento Fotográfico Av. Bernardo Monteiro – Bairro Funcionários / Belo Horizonte

3. R

EFERÊNCIAS CULTURAIS

S

ÍNTESE

Área de maior interesse para este trabalho – Região/ADE Hospitalar de Belo Horizonte: influência direta no Espaço Cultural Alameda Av. Bernardo Monteiro, composta por onze quarteirões. Zona urbanística interna ao perímetro da Avenida do Contorno, correspondente ao traçado original de fundação da capital mineira, projetado em 1895 pela Comissão Construtora. Malha urbana geométrica e regular, estabelecendo um padrão de ruas retas formando uma matriz quadriculada com largas avenidas dispostas em sentido diagonal, inspirada em cidades ‘modernas’ do período, como Paris e Washington.

Dez por cento das edificações inventariadas no entorno do Espaço Cultural da Av. Bernardo Monteiro são tombadas pela PBH - Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. Dentre estas, 3 encontram-se em ótimo estado de conservação, porém desocupadas e integradas à um edifício contemporâneo inacabado em condições precárias. As outras duas edificações tombadas, em estilo Proto-moderno, revelam externamente condições insuficientes de conservação. Além das construções oficialmente protegidas pelos órgãos de Patrimônio Cultural, outros 10% apresentam interesse arquitetônico e histórico, consistindo em belos exemplares Proto-Moderno e Moderno pouco alterados e bem preservados. Por fim, uma edificação contemporânea destaca-se por sua notoriedade arquitetônica: o Edifício Omni Center, em estilo Pós-Moderno, de autoria do arquiteto João Diniz. Encerra, ainda, painéis e obras de arte do artista plástico Jorge dos Anjos. A construção encontra-se registrada em livros e revistas de arquitetura.

O Espaço Cultural da Av. Bernardo Monteiro integra a área delimitada por dois conjuntos urbanos tombados: o Conjunto Urbano Av. Carandaí, Alfredo Balena e Adjacências e o Conjunto Urbano Praça Hugo Werneck e Adjacências. Assim, cada quadra que compõe estes conjuntos conta com diretrizes urbanísticas próprias. O Espaço Cultural em si, composto por três canteiros centrais da avenida Bernardo Monteiro, conta com uma alameda de ficus quase centenários. Sob sua sombra acontecem diversas atividades culturais, com destaque para as feiras: Feira de Antiguidades e Comidas Típicas, Feira de Flores e Plantas Naturais e Feira de Artesanato.

FICHA DE IDENTIFICAÇÃO:SÍTIO

MG 02 01 02 F10 02

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4. D

ESCRIÇÃO DO SÍTIO

OBS.:PARA LISTA COMPLETA DAS FONTES INVENTARIADAS, CONSULTAR O ANEXO 1:BIBLIOGRAFIA .

4.1. L

OCALIZAÇÃO

Belo Horizonte está situada no centro-sul do Estado de Minas Gerais, na região Sudeste do país. O município tem extensão territorial de 335 km2 , sendo delimitado pelas latitudes 19º 46' 35"e 20º 03' 34"sul e pelas longitudes 43º 51' 27"e 44º 03' 47" oeste de Greenwich. A sede municipal localiza-se a 852,19 metros de altitude. A maior área encontra- se entre 751 e 1000 metros, de norte para sudoeste. As menores altitudes ocorrem à nordeste, entre 650 e 750 metros; as maiores, nos limites a sul e sudeste, entre 1001 e 1150 metros nas encostas. Maiores ainda que estas, podendo atingir 1500 metros, observamos no topo da Serra do Curral.

Fonte: Resumo adaptado das informações disponibilizadas no site da PBH

4.2. P

AISAGEM

N

ATURAL E

M

EIO

A

MBIENTE

O município de Belo Horizonte insere-se na grande unidade geológica conhecida como cráton do São Francisco. O termo refere-se ao extenso núcleo crustal do centro-leste do país, tectonicamente estável no final do Paleoproterozóico. O território da capital mineira mostra uma fisiologia diversificada e estreitamente vinculada às propriedades geológicas de seu substrato. O domínio do complexo Belo Horizonte integra a unidade geomorfológica denominada Depressão de Belo Horizonte. Este representa cerca de 70% do território de Belo Horizonte e tem sua área de maior expressão a norte da calha do ribeirão Arrudas. Neste, predominam as rochas gnáissico-migmáticas em diferentes estágios de alteração. Seu relevo é tipificado por espigões, colinas de topo plano a arqueado e encostas policonvexas de declividades variadas, nos flancos dessas feições e nas transições. Entre elas ocorrem com freqüência anfiteatros de encostas côncavas e drenagem convergente e nichos resultantes da estabilização de antigas voçorocas.

Os efeitos locais, gerados pela altitude e grande variedade de solo, tornaram ainda mais diversificadas as fito - fisionomais regionais, podendo ser citadas as seguintes, como as mais representativas: campo sujo, associações florestais, essas últimas abrigadas principalmente nos vales e campos de altitudes nos quais predominavam associações rupícolas, representadas principalmente por canela - de ema, criouláceas e melastomáceas. A maior parte da vegetação primitiva foi destruída em função do crescimento de Belo Horizonte.

Os mananciais de água subterrânea do embasamento estão localizados a sul / sudeste do município. No aqüífero, do complexo granítico-gnáissico, as reservas principais constituem-se pela porção porosa saturada do manto de decomposição/cobertura de alteração e pelo meio fraturado sotoposto, que pode atingir espessuras superiores a 50 metros, variando normalmente entre 20 e 30 metros. A capital possui quatro bacias hidrográficas principais, com dezenas de ribeirões e córregos cada uma: Arrudas, Velhas, Onça e Isidoro.

O clima de Belo Horizonte é ameno, com temperatura média de 21º, máximas absolutas e mínimas absolutas variando em torno de 33º e 10º C, respectivamente. Conta com invernos secos e verões chuvosos, permanecendo o índice de precipitação pluviométrica por volta de 1300 mm de altura total.

FICHA DE IDENTIFICAÇÃO:SÍTIO

MG 02 01 02 F10 02

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4.3 .M

ARCOS EDIFICADOS