arbeidsinnvandrarar og sosial dumping
7.2 Arbeidsforholda for innvandrarar
A Imagiologia Médica é uma especialidade da medicina que efetua uma análise morfológica e funcional dos órgãos e restantes componentes do corpo humano, na sua normal morfologia ou na diversa patologia. Esta área da medicina tem tido uma enorme evolução nos últimos anos, devido ao avanço do conhecimento e da tecnologia na área de diagnóstico e na intervenção diagnóstica e terapêutica segundo a Diretora Técnica do CDM.
Na área do diagnóstico estão disponíveis os seguintes tipos de exames:
o Raio X (Radiografia) – método de diagnóstico que utiliza a radiação X para avaliação da anatomia humana. Através de um gerador é produzido um feixe de energia de radiação X onde parte é absorvida pelo corpo e a restante por um detetor. O método de radiologia convencional onde as imagens eram reveladas diretamente em películas foi já substituído pela Radiologia Digital direta onde a imagem é obtida e enviada diretamente para um computador permitindo uma análise mais clara da imagem para posterior avaliação. Este exame é realizado por um Técnico de Radiologia e posteriormente avaliado por um Médico Radiologista. (Amorim e Campos, 2018)
o Mamografia – obtenção de imagem com emissão de radiações ionizantes, que estuda a mama em quatro incidências. O exame é executado por um Técnico de Radiologia e
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posteriormente avaliado por um Médico Radiologista referencia novamente a Diretora Técnica do CDM.
o Densitometria Óssea (DEXA) - este exame permite medir a quantidade de massa mineral numa dada região do corpo através dos valores da Densidade Mineral Óssea. Origina imagens através de uma fonte de radiação que emite dois tipos de energia, absorvida pelos tecidos moles e pelo osso. (Silva e Campos, 2018)
o Radiologia dentária – ortopantomografia e telerradiografia (ou cefalometria). A Ortopantomografia é um exame de radiodiagnóstico que estuda a arcada dentária e permite uma avaliação conjunta do maxilar. É realizada através de um ortopantomografo, em que o foco de raio x efetua uma rotação em torno do doente. A telerradiografia é um exame radiológico fundamental na Ortodontia e Cirurgia maxilo-facial permitindo uma avaliação relacional entre as estruturas esqueléticas, partes moles e a arcada dentária (em tamanho real) – referenciado no website do CDM.
o Ecografia (Ultrassonografia) – método de diagnóstico que utiliza a emissão e receção de ultrassons para estudar as estruturas anatómicas do corpo humano. Consoante a diferente parte do corpo em estudo são utilizadas diferentes sondas que emitem ultrassons com frequências diferentes. Este exame é efetuado e avaliado por um Médico Radiologista (Saúde e Bem Estar, 2018).
o Ecografia obstétrica - A Ecografia Obstétrica permite a vigilância adequada na gravidez, avaliando o bem-estar e crescimento fetal e detetando eventuais anomalias fetais com posterior orientação terapêutica. Este exame é efetuado e avaliado por um Médico Ginecologista/Obstetra/Radiologista (CDM, 2019).
o Ecocardiografia – este exame de diagnóstico de cardiologia permite o estudo cardíaco em tempo real modo M e bidimensional e com estudo doppler, avaliando o fluxo sanguíneo do coração e seus vasos. O exame é efetuado por um Médico Cardiologista (CDM, 2018). o Eco Doppler – este exame ecográfico permite a avaliação dos vasos sanguíneos e determinação dos seus fluxos com aplicação no estudo dos vasos carotídeos, abdominais, dos membros superiores e inferiores (veias e artérias) (informa o site do CDM)
o Ressonância Magnética (RM) – este exame auxilia o diagnóstico e avalia a resposta de eventual tratamento indicado. Não utiliza radiação ionizante obtendo imagens através de um campo magnético intenso e ondas rádio. Esta técnica permite imagens muito detalhadas e de alta resolução dos órgãos e tecidos moles, permitindo reconstruções que
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aumentam a acuidade diagnóstica. Este exame pode ser efetuado sem preparação ou com administração por via endovenosa de contraste. É executado por um Técnico de Radiologia e posteriormente avaliado e relatado por um Médico Radiologista segundo referencia na página de “Saúde e Bem-estar”.
o Tomografia Computorizada (TC) ou Tomografia Computorizada Axial (TAC) – utiliza radiação ionizante e através de sistemas informáticos e algoritmos complexos permite obter imagens mais complexas. Inicialmente designado por TAC pela obtenção de planos axiais do corpo, foi substituído pela tecnologia helicoidal e o exame passou a designar-se apenas Tomografia Computorizada. Neste exame pode ser administrado contraste via oral e endovenosa de modo a avaliar o comportamento vascular das estruturas em estudo. O exame é efetuado por um Técnico de Radiologia e posteriormente avaliado por um Médico Radiologista. (Saúde e Bem Estar, 2018)
Na área da intervenção diagnóstica estão disponíveis os seguintes tipos de exames:
o Radiologia de Intervenção (biópsias) - a biópsia é um procedimento que consiste em remover o material anatómico através de uma punção no órgão ou lesão em estudo guiado por vários métodos de imagem. Poderá ser efetuada uma citologia ou histologia da área em estudo. Estes exames são sempre efetuados por Médicos(as) Radiologistas com recurso a anestesia local e regras adequadas de assepsia (CDM, 2018).
o Radiologia de Intervenção (terapêutica) – é um método terapêutico utilizando várias técnicas de imagem (menos invasivas que as terapêuticas tradicionais) para fins oncológicos e não oncológicos (por vezes com administração de fármacos dirigidos à lesão em tratamento, segundo a Diretora Técnica do CDM.
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4. Metodologia
O quarto capítulo consiste na identificação do método de investigação a utilizar no estudo. O termo “metodologia” surge na literatura para designar os meios que auxiliam o investigador na procura do conhecimento (Coutinho, 2014).
Fortin e Salgueiro (1999) identificam cinco distintos métodos de aquisição de conhecimentos: a intuição, as tradições e a autoridade, a experiência pessoal, o raciocínio lógico e por fim a investigação científica. O último método é considerado pela autora como o mais rigoroso e aceitável, assente num processo racional que visa a aquisição de novos conhecimentos. A investigação científica dispõe de um poder descritivo e explicativo dos factos, acontecimentos e fenómenos. Kerlinger (1973) frisa a investigação como sendo sistemática, controlada, empírica e crítica supondo o controlo de variáveis na investigação e implicando a verificação de hipóteses.
O processo de investigação, segundo Fortin e Salgueiro (1999) divide-se em três fases: fase conceptual, fase metodológica e fase empírica.
Almeida e Freire (2000) delimitaram 4 fases cruciais para o planeamento e execução de uma investigação, nomeadamente: Definição do problema; Revisão bibliográfica; Formulação de hipóteses e Definição de variáveis (Tabela 4). Neste sentido foram seguidas as fases propostas pelos autores.
Tabela 4 – Fases do processo de investigação Fonte: Adaptado de Almeida & Freire, 2000
Primeiramente foi identificado uma área para a realização do estudo, através das áreas de interesse do investigador. Após a junção de duas vertentes, teórica e prática, agregou-se a área do marketing relacional com a área da Imagiologia. Posteriormente foi definido um problema que requeresse investigação. Em segundo lugar foi feita uma revisão de literatura extensa de modo a adquirir todos os conhecimentos teóricos necessários.
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A formulação do teste de hipóteses encontra-se descrita na próxima secção. Após a formulação do teste foi estudada e escolhida a metodologia a utilizar, neste caso através de uma abordagem quantitativa (recolha de dados por questionário). Assim, foi elaborado um questionário com base na pesquisa teórica, para sua divulgação.
Para a realização de uma investigação científica a recolha de dados pode ser feita através de dois métodos: abordagem quantitativa, abordagem qualitativa. Neste caso o método quantitativo estará presente na recolha de dados através de questionários.
Considerando a prioridade de quantificar os dados recolhidos ao invés da necessidade de obter dados complexos e personalizados, o método quantitativo será o escolhido para realizar a recolha de dados. A abordagem quantitativa engloba tudo o que possa ser mensurado em números, de modo a serem classificados e analisados através de técnicas estatísticas (Dalfovo, Lana e Silveira, 2008).
4.1 Questões de partida e variáveis em estudo
Antes de iniciar o estudo é de elevada importância a definição de metas e objetivos. As questões de partida permitem centrar a importância da futura pesquisa.
Neste sentido, pretende-se que o estudo responda às seguintes questões:
1. Quais os parâmetros que mais influenciam o utente na escolha da unidade de imagiologia? 2. Os fatores sociodemográficos influenciam as intenções comportamentais?
3. Em contexto de realização de exames de diagnóstico, o utente procura um médico em específico?
4. Qual o nível de satisfação do utente em determinada unidade de imagiologia? 5. As expectativas dos utentes foram correspondidas após a visita à UI?
6. Relação entre Expectativa-Satisfação-Lealdade.
Por outro lado, é necessário formular um grupo de variáveis para estudo de modo que possa haver um enfoque na pesquisa. Sendo assim, salientam-se as seguintes variáveis:
1. Atendimento:
• As primeiras impressões são muito importantes e desse modo o primeiro contacto com o público influencia muito a opinião de um utente. Para além do momento da realização do exame, onde o utente tem contacto
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com os médicos ou técnicos de radiologia, existe todo um processo envolvente desde que o utente entra nas instalações até ao momento que sai. A equipa de profissionais que desde os rececionistas até aos assistentes de consultório influenciam a satisfação do utente através do atendimento prestado.
• Parâmetros em avaliação: Simpatia; Hospitalidade; Atendimento personalizado; Eficiência; Profissionalismo.
2. Localização:
• A Localização é uma variável onde podem ser considerados diferentes aspetos. Foca -se na localidade onde a unidade de saúde está presente. A importância dada a esta variável pode ser apenas por conveniência da distância da unidade de saúde à habitação/local de trabalho do utente. Por outro lado, a Localização é beneficiada muitas vezes pelos acessos à mesma como por exemplo, acesso a transportes públicos, facilidade de estacionamento, local de fácil acessos de transporte, etc.
• Parâmetros em avaliação: Distância ao local de trabalho; Distância a casa; Estacionamento; Fáceis acessos de transporte público; Fáceis acessos de carro.
3. Tempo de Espera;
• Na área de diagnóstico os tempos de espera variam muito consoante o local e a parte do processo pretendida. Pode considerar-se o tempo de espera nas seguintes fases: Tempo de Espera desde a marcação até à realização do exame; Tempo de espera para ser atendido/realizar o exame dentro da unidade; tempo de espera para levantamento do exame. Consoante a preferência/necessidade de cada utente, cada uma destas vertentes toma uma maior importância.
• Parâmetros em avaliação: Tempo de espera até ao dia do exame; Tempo de espera no dia do exame; Tempo de espera pela entrega do exame.
4.
Corpo clínico;• Na área da saúde o Corpo Clínico é visto como um ponto base para a escolha de um local de saúde para frequentar. A área do diagnóstico, em geral, não recai sobre esta frequência. A maioria das vezes o utente
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procura uma unidade de saúde antes de questionar sobre o corpo clínico. Pretende estudar-se qual o grau de relevância atribuído ao Corpo Clínico pelo utente de modo a verificar se o utente frequenta um local de acordo com o corpo clínico. Por outro lado será avaliada a satisfação do utente neste parâmetro.
• Parâmetros avaliados: Confiança; Profissionalismo; Simpatia e Nome de referência.
5.
Instalações:• Cada Unidade de Imagiologia pode obter vantagens competitivas através do modo como as suas instalações são apresentadas ao público. Assim como o atendimento prestado pela equipa permite transmitir uma imagem do local, as instalações de uma UI transmitem um maior conforto e satisfação ao utente se forem bem apresentadas.
• Parâmetros avaliados: Limpeza; Conforto; Instalações modernas; Área; Tecnologia Avançada.
4.2 Recolha de dados
O presente estudo utilizará como método de pesquisa, a investigação por método de análise quantitativa. A pesquisa quantitativa pretende obter resultados em formato numérico onde poderão posteriormente ser classificados e analisados segundo técnicas de estatística, Ramos et.al. (2005). Este método obtém resultados com uma maior margem de segurança afastando possíveis distorções de análise e interpretação, Diehl (2004).
Pocinho (2014) refere que uma população é um conjunto de elementos em análise onde cada pessoa, objeto ou acontecimento se denomina de Unidade estatística. Por sua vez a população-alvo evidencia ser um grupo de elementos com característica(s) em comum, sujeitos a uma análise estatística com fim de realização de estudo. Neste caso, a população alvo envolve todos os utentes a nível nacional que frequentem uma UI do Setor Convencionado de Radiologia. Tal como Carmo e Ferreira (2008) referem, a amostragem consiste no processo de selecionar conjuntos de uma população ou universo denominado de amostra que tem como finalidade representar a população a partir de onde foram selecionados. Dalfovo et.al., (2008) indicam que a amostra é uma fração da população delineada da pesquisa que pretende
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representar todas as características da população-alvo sob o qual irá ser realizado o estudo. Apesar do estudo ser feito com base em unidades de imagiologia por todo o país, prevê-se uma maior incidência no Norte do País. O tamanho da amostra é constituído por 123 elementos respondentes ao inquérito.
Para a recolha de dados foi utilizado o questionário, uma vez que permite obter uma diversidade de dados e posteriormente analisar a correlação entre eles (Quivy e Campenhoudt, 1998). A utilização de questionários como meio de recolha de dados permite aumentar a velocidade da pesquisa, facilita o processamento dos dados, assegura comparabilidade de dados e permite uma exatidão de registo (Malhotra, 2010). Os questionários foram disponibilizados por duas vias: via online e em suporte de papel.
Os questionários apresentados nos Anexos I e II estiveram disponíveis a partir de diferentes meios: via online e em suporte de papel. Em ambos os casos os utentes foram informados do propósito e objetivo do estudo, assim como da total confidencialidade e anonimato da informação prestada. No CDM esta informação foi declarada verbalmente e textualmente e na via online o utente foi informado através de um texto introdutório no questionário.
A amostra foi constituída por 123 utentes dos quais: 61 utentes respostas válidas via online e 62 utentes respostas válidas ao questionário em suporte de papel no CDM.
Anexo I - Questionário em papel: Centro de Diagnóstico Médico, Dr. Lúcio Coelho:
O questionário supramencionado foi disponibilizado na Unidade de Imagiologia referida em suporte de papel. Foram recolhidas respostas durante um mês. O preenchimento dos mesmos foi efetuado por utentes do CDM que se disponibilizaram a participar no estudo. Foram recolhidas 84 respostas através deste meio, mas apenas 62 foram consideradas. No estudo em papel verificou- se uma grande ausência de respostas em 26% dos questionários o que não tornou possível considerar os mesmos para o estudo de estatística.
Anexo II - Questionário Digital: Unidades de Imagiologia
O segundo questionário foi apresentado via digital através do Google Forms. O questionário via digital foi partilhado através das redes sociais assim como através de amigos, colegas e familiares com o intuito de obter respostas de inquiridos por todo o país, com enfoque na zona do Norte. Foram recolhidas 61 respostas através deste meio.
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Ambos os questionários são compostos por 21 perguntas, dividias por 5 secções: I – Questões Globais
II – Condicionantes da Escolha do Local por Parte do Utente III – Satisfação do Utente
IV – Satisfação Global e Lealdade V – Perfil dos Inquiridos
4.3 Teste de Hipóteses
Diehl (2004) identifica, entre os diversos métodos de pesquisa quantitativa, a correlação de variáveis. Este método permite explicar o grau de correlação entre variáveis através de métodos de estatística.
O primeiro passo a dar no planeamento deste tipo de estudo é identificar as variáveis específicas consideradas mais importantes à investigação, Richardson (1989). O seguinte teste de hipóteses pretende relacionar 5 atributos referentes às UI em estudo (Atendimento, Localização, Tempo de Espera, Corpo Clínico e Instalações), com as 3 variáveis do marketing relacional aplicadas (Expectativa, Satisfação e Lealdade). A relação entre estas variáveis dará origem às 7 hipóteses formuladas:
Figura 11 - Teste de Hipóteses Fonte: Elaboração própria
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H1: A escolha do Atendimento como fator mais condicionante na Satisfação tem impacto direto na Satisfação do utente.
H2: A escolha da Localização como fator mais condicionante na Satisfação tem impacto direto na Satisfação do utente.
H3: A escolha do Tempo de Espera como fator mais condicionante na Satisfação tem impacto direto na Satisfação do utente.
H4: A escolha do Corpo Clínico como fator mais condicionante na Satisfação tem impacto direto na satisfação do utente.
H5: A escolha das Instalações como fator mais condicionante na Satisfação tem impacto direto na Satisfação do utente.
H6: A Expectativa antes da visita tem relação direta com a Satisfação posteriormente à visita.
H7: A Satisfação tem relação direta com as Reclamações.
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5. Análise e discussão dos resultados obtidos
Este capítulo pretende analisar os resultados provenientes da recolha de dados segundo os questionários presentes no Anexo I e II.
Dos dados provenientes dos questionários, 145 respostas, foram extraídas 123 respostas válidas das quais: 61 do questionário online e 62 do questionário em formato de papel. Deste último não foram consideradas para investigação 22 respostas por falta de preenchimento de vários parâmetros essenciais. Para a seguinte análise serão ignoradas as respostas em branco que variaram entre 0-4% por resposta. Assim, os cálculos estatísticos apenas consideraram as respostas válidas.
Os resultados de estatística foram obtidos através do software IBM SPSS (Statistical Package for the Social Sciences).
Inicialmente, através do SPSS, foram obtidos os dados de Estatística Descritiva da pesquisa. Através da recolha, organização e análise de dados de uma amostra obtém-se um conjunto de métodos estatísticos que sumarizam e descrevem os atributos mais proeminentes aos dados. (Tavares, 2014; Pocinho, 2014).
Após a análise dos dados provenientes da Estatística Descritiva são efetuados os cálculos da Estatística Interferencial/indutiva. Esta, por sua vez, para além dos dados provenientes da
estatística descritiva estabelece correlações entra as variáveis em estudo.Aqui poderemos retirar
as devidas conclusões relativamente às hipóteses colocadas em investigação.
5.1 Estatística Descritiva
No que respeita o género dos inquiridos, a maior parte das respostas obtidas foi sem dúvida do sexo feminino com 93 (76%) respostas enquanto que apenas se obtiveram 30 (24%) respostas por parte do sexo masculino o que tornou a pesquisa pouco uniforme neste sentido. (Figura 13).
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As idades dos inquiridos distribuíram-se de um modo quase uniforme por 4 categorias: 25 (20%) 18-24 anos, 26 (21%) 25-34 anos, 26 (21%) 35-44 anos, 30 (25%) 45-54 anos, sendo que as duas restantes categorias contaram com 10 (8%) 55-65 anos, 6 (5%) mais de 65 anos (Figura 14).
O distrito de residência dos inquiridos concentrou-se no norte, tal como esperado, tendo sido recolhidas mais de 90% de respostas no norte do país: 109 (88%) Porto, 6 (5%) Braga, 5 (4%) Aveiro, 1 (1%) Lisboa, 1 (1%) Faro, 1 (1%) Santarém. (Figura 15).
No que respeita ao grau de instrução dos inquiridos distribui-se especialmente por dois grupos: Ensino Secundário - 50 respostas (42%) e Licenciatura - 48 respostas (40%). Os restantes grupos obtiveram as seguintes respostas: 7 (6%) Educação Básica, 9 (8%) Mestrado, 2 (2%) Doutoramento, (2%) Pós Graduação e 4 omissões (Figura 16). No caso da ocupação dos respondentes as respostas foram as seguintes: 91 (75%) Empregado, 14 (11%) Estudante, 8 (7%) Reformado, 9 (7%) Desempregado e 1 omissão. (Figura 17).
Figura 13 - Perfil dos Inquiridos: Género Fonte: Elaboração própria com base nos dados provenientes
do SPSS
Figura 14 - Perfil dos Inquiridos: Idade
Fonte: Elaboração própria com base nos dados provenientes do SPSS
76% 24% Género Feminino Masculino 18-24 anos 20% 25-34 anos 21% 35-44 anos 21% 45-54 anos 25% 55-65 anos 8% + de 65 anos 5% Idade 18-24 anos 25-34 anos 35-44 anos 45-54 anos 55-65 anos + de 65 anos
34 Figura 15 - Perfil dos Inquiridos: Distrito de Residência
Fonte: Elaboração própria com base nos dados provenientes do SPSS
Figura 16 - Perfil dos Inquiridos: Educação
Fonte: Elaboração própria com base nos dados provenientes do SPSS
Figura 17 - Perfil dos Inquiridos: Ocupação
Fonte: Elaboração própria com base nos dados provenientes do SPSS
Nesta área, o ‘passa-palavra’ continua a ser uma referência para o marketing de uma unidade. Apesar de o marketing digital e a publicidade serem muito importantes de modo a dar a conhecer ao público o local, os serviços, etc., o marketing relacional ultrapassa-o.
67% dos inquiridos frequentam a UI que um familiar ou amigo recomendou. Em seguida, a recomendação nos Centros de Saúde corresponde a 13% e a presença e distinção da UI no mercado tem um impacto de 12%.
Estes resultados confirmam então a importância do marketing relacional e necessidade de manter um cliente satisfeito e fidelizado.
88% 5% 4%
Distrito de Residência
Porto Braga Aveiro Lisboa Faro Santarém
6%
42% 40%
8% Educação
Educação Básica Ensino Secundário Licenciatura Mestrado Doutoramento Pós-Graduação 75% 11% 7% 7% Ocupação
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Tabela 5 - Como conheceu a UI que frequenta
Fonte: Elaboração própria com base nos dados provenientes do SPSS
Tempos de Espera
Os utentes foram inquiridos relativamente aos tempos de espera vividos nas variadas UI que frequentam ao longo de todo o percurso. Na globalidade o resumo dos tempos de espera foram satisfatórios não só em termos de serviço em particular como também se for comparado