3 Material and methods
4.3 Aquatic macrophytes
Esse tópico é especialmente importante, pois é através dele que serão abordadas as teorias que serão a base para comprovação de que uma abordagem de precificação das operações que leve em conta todas as variáveis que de forma direta ou indireta possam afetar a rentabilidade da instituição, conjuntamente com modelos de gestão que garantam a segregação, gestão e mitigação dos riscos envolvidos, levará a uma remuneração adequada do capital, bem como à definição do que, agora, poderá ser chamado de lucro real ou lucro agregado.
Serão abordadas duas medidas: a primeira diz despeito à medida de lucratividade após a remuneração do capital, ou seja, o EVA - Economic Value Added ou Valor
Econômico Agregado. A segunda diz respeito a uma ferramenta de performance e
realocação de prioridades através da relação risco retorno, denominada de RAROC – Risk Adjusted Return Over Capital ou Risco Ajustado ao Retorno Sobre o Capital.
Segmentos \ Prazos 30 90 180 360 720
CDI Corporate e outros Bancos 100,50% 100,75% 101,00% 101,50% 102,00%
Private Bank 100,00% 100,25% 100,50% 101,00% 101,50%
Médias Empresas 99,50% 99,75% 100,00% 100,50% 101,00%
Pequenas empresas 98,75% 99,00% 99,25% 99,75% 100,25%
Pessoa Física 98,00% 98,25% 98,50% 99,00% 99,50%
Spreads com base em % da Taxa Básica (CDI) sem liquidez antecipada PREÇOS DE PREÇOS MÁXIMO PARA CAPTAÇÃO
Uma descrição do EVA é abordada em Ehrbar (1999, p.1). Em seu nível mais básico, o EVA, é uma medida de desempenho empresarial que difere da maioria das outras por incluir uma cobrança sobre o lucro pelo custo do capital que uma instituição utiliza. Mas o EVA pode ser visto como muito mais que uma simples medida de desempenho. É a estrutura para um sistema mais completo de gerência financeira e remuneração variável que pode orientar cada decisão a ser tomada desde a estratégia global até as agências ou mesas de operações, pode ser transformado em um processo cultural dentro da instituição, ajudando a produzir mais valor para os acionistas.
O EVA é uma medida do lucro verdadeiro. Aritmeticamente, é o lucro operacional após o pagamento de impostos, menos o encargo sobre o capital, apropriado tanto para endividamento quanto para capital acionário. O que resta é o valor em dinheiro pelo qual o lucro excede ou deixa de alavancar o custo do capital utilizado para realizar aquele lucro. Esse número é o que economistas denominam de lucro residual, que significa exatamente aquilo que implica: é o resíduo que sobra depois que todos os custos tiverem sido cobertos. Economistas também se referem a isso como lucro econômico ou aluguel econômico.
Embora o cálculo efetivo do EVA seja um pouco mais complicado, por requerer, em primeiro lugar, uma série de decisões de quanto e como medir corretamente o lucro operacional, como medir o capital e como determinar o custo de capital. Eis a fórmula:
( )
TC C NOPATEVA= − %
em que:
NOPAT = Lucro operacional líquido; C% = Custo % do capital;
TC = Capital total.
Quando empresas utilizam o EVA plenamente, ele pode se tornar mais do que apenas uma maneira de somar custos e calcular lucro, conforme se verá a seguir. O EVA deve ser visto como uma medida efetiva de desempenho dos produtos dentro de uma instituição.
A medida de desempenho empresarial, mas diretamente ligada, tanto teórica quanto empiricamente, à criação de riqueza para acionistas, gerir visando a um EVA mais elevado é, por definição, gerir visando a um preço por ação mais elevado.
A única medida de desempenho que sempre oferece a resposta “certa” no sentido de que mais EVA sempre é melhor para o acionista, o que o torna a única medida de melhoria continua, em contrapartida, ações que aumentam: margens de lucros, lucro por ação e até mesmo taxas de retorno, às vezes, destroem riqueza para o acionista.
A estrutura que subjaz um novo e abrangente sistema de gestão financeira empresarial que orienta cada decisão, desde orçamentos operacionais anuais até orçamento de capital, planejamento estratégico e aquisições e desenvolvimentos.
A variável-chave num sistema singular de remuneração variável que, pela primeira vez, realmente alinha os interesses de gerentes com os de acionistas e faz com que gerentes pensem e ajam como acionistas.
Uma estrutura de empresas poderá utilizar para comunicar suas metas e realizações a investidores, e investidores poderão utilizar para identificar empresas com perspectivas de desempenho superior.
Mais importante, um sistema interno de governança corporativa que motiva todos os gerentes e funcionários a trabalharem de forma cooperativa e entusiasmada para que alcancem o melhor desempenho possível.
Outra medida que também vem sendo utilizada como um complemento ao EVA é o MVA que, por ser uma medida de performance mais geral, apresenta certas
dificuldades como uma medida de gestão para o dia-a-dia.
O MVA (Market Value Added) ou Valor de Mercado Agregado pode ser uma medida
interessante quando se quer olhar o valor total da empresa independente de qual o produto que mais contribuiu e independente dos modelos de gestão e acaba sendo uma medida limitada a empresas que possuam ações negociadas em bolsa dado que a medida assume um valor de mercado pelo qual a empresa poderia ser vendida propiciando assim o retorno para os acionistas. Assim como o EVA a fórmula do MVA também é simples:
A correta precificação de uma operação apresentada no modelo teórico teve como objetivo o seu acompanhamento em todas as etapas, como o resultado final foi positivo é correto dizer-se que essa operação gerou um EVA positivo, ou seja, agregou valor aos acionistas conforme determina esse modelo.