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Parte I: Dados pessoais e profissionais (Cf. Q1, Q2, Q3, Q4, Q5 do questionário)

Tabela 1: Dados pessoais e profissionais dos participantes do estudo (n=15)

Variável f Função no PNAIC Formador local 1 Professor de 1º, 3º ano do EF 12 Coordenador pedagógico 1 Coordenador local 1 Sexo: Feminino 14 Masculino 1

Idade:

40-43 6

44-49 3

50-54 4

S/indicação de idade 2

Anos de Experiência no Magistério

7 a 15 anos 2 16 a 20 anos 8 21 ou mais 5 Formação Acadêmica Graduação 5 Pedagogia 2 Alfabetização e Letramento 1 Ciências/Matemática 1

Sem área definida 1

Especialização 10

Mídias na Educação 2

Metodologia do Ensino Superior 2

Alfabetização e Letramento 3

Direito Educacional 1

Educação Especial 1

Gestão Escolar 1

A maioria dos sujeitos inquiridos é do sexo feminino (n=14) e tem entre os 40 e 43 anos (n=6) ou entre os 50 e 54 anos (n=4). Dessa forma, a maioria tem entre 16 e 20 anos de experiência no magistério (n=8) ou mais de 21 anos (n=5). Na realidade brasileira, a maioria dos professores do 1º ao 5º ano pertence ao sexo feminino e geralmente começa a atuar no magistério antes de completar a graduação, visto que o Curso de Formação de Professores a nível médio confere condições legais para atuar no referido nível de ensino, ainda mais em cidades do interior brasileiro, como no caso de Catas Altas, onde não existem cursos de graduação. Esses dados apontam que o conjunto de professores inquiridos é, por um lado, bastante experiente na área de educação mas, por outro, provavelmente, menos no uso das tecnologias digitais.

Quanto à sua formação acadêmica, 10 inquiridos possuem curso de Especialização a nível de pós-graduação em diferentes áreas da Educação, sendo a maioria em Alfabetização e Letramento (n=3), Mídias na Educação (n=2), Metodologia do Ensino Superior (n=2), Direito Educacional (n=1), Educação Especial (n=1) e Gestão Escolar (n=1). Os inquiridos apenas com curso de graduação (n=5) cursaram, em sua maioria, Pedagogia (n=2), sendo os demais cursos também da área de educação: Alfabetização e Letramento (n=1), Ciências/Matemática (n=1) e apenas um não explicitou sua área de graduação (n=1). Os inquiridos são professores concursados (com exceção de uma professora, que é contratada anualmente) da Rede Municipal de Catas Altas, possuindo estabilidade funcional e com um Plano de Cargos e Salários que privilegia o desenvolvimento profissional.

Parte II: O PNAIC: contribuições e desafios para formação profissional e na prática pedagógica (Cf. Q6, Q6.1, Q6.2 e Q6.3 do questionário)

Percepções sobre as principais contribuições do PNAIC para formação profissional (o que aprendeu/ compreendeu melhor)

Tabela 2: Contribuições do PNAIC para formação profissional (Q6.1)

O que aprendeu? Professores Coordenador Pedagógico (n=13) Coordenador local Formador local (n=2) Total (n=15) f f f CONHECIMENTO PRÁTICO:

Planejar melhor as aulas, de acordo com as necessidades da

turma 2 2

Novas metodologias de trabalho, conciliando as disciplinas

com a prática do dia a dia 4 4

Trabalho com diferentes gêneros textuais nas práticas de

leitura e escrita 2 1 3

Trabalhar com sequência didática 2 2

CONHECIMENTO SOBRE O CONTEÚDO ESPECÍFICO: Ampliação de conhecimentos sobre a importância dos jogos

no trabalho diário e/ou com Matemática 4 4

Novos olhares e saberes sobre a educação e alfabetização 3 1 4

Ampliar o olhar sobre o ciclo de alfabetização e estratégias

formativas 1 1

CONHECIMENTO ATITUDINAL/DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL:

Refletir sobre a prática sobre o ensino e sobre a aprendizagem

considerando a diversidade 2 2

Importância da leitura para o professor durante a formação 1 1

Obs. Cada inquirido pode ter indicado apenas uma ou mais de uma resposta

A partir das respostas dos inquiridos, foi possível identificar três grandes categorias de aprendizagem que os inquiridos afirmam ter construído no âmbito do PNAIC: construção de conhecimento no âmbito da ação prática, do conhecimento sobre o conteúdo específico (alfabetização)

e, ainda, conhecimento de tipo atitudinal relacionado com o desenvolvimento profissional, tal como esquematizado no quadro acima.

Assim, para os Professores e Coordenadora pedagógica (Formandos) o que mais ficou evidente como aprendizagem na formação PNAIC foi a ampliação de conhecimentos sobre a importância dos jogos no trabalho diário e/ou com Matemática (n=4), novas metodologias de trabalho aprendidas para conciliar as disciplinas com a prática do dia a dia (n=4) e novos olhares e saberes sobre a educação e alfabetização (n=3). Essas respostas apontam para a valorização de conhecimentos práticos cujo objetivo é de auxiliar a prática pedagógica e também sobre o conhecimento de conteúdo específico, nesse caso de Matemática na perspectiva do Letramento, enfatizado na formação do PNAIC de 2014, com o objetivo de “apresentar uma discussão sobre os princípios fundamentais para o trabalho pedagógico com a Matemática, o papel do lúdico e do brincar e a necessidade de aproximação com o universo da criança, respeitando seus modos de pensar e sua lógica” (MEC, 2015, p.24). Há ainda, a valorização de conhecimentos específicos sobre alfabetização e educação. Neste sentido, estas respostas apontam, ainda, que, na perspectiva dos inquiridos, um dos objetivos da formação do PNAIC foi contemplado: ampliar as discussões sobre alfabetização na perspectiva do letramento, trabalhando os conteúdos das diferentes áreas do conhecimento numa perspectiva interdisciplinar (MEC, 2012).

Há também referência à construção de aprendizagens de conhecimento prático, especificamente relacionadas com a alfabetização, como do trabalho com diferentes gêneros textuais (n=2), temática trabalhada durante a última formação do PNAIC/Ceale, o trabalho com sequências didáticas (n=2) e planejar melhor as aulas, de acordo com as necessidades da turma (n=2). Além disso, há indicação de construção de aprendizagem relativa ao desenvolvimento profissional, como: a reflexão da prática sobre o ensino e a aprendizagem considerando a diversidade (n=2) e a importância da leitura para o professor durante a formação (n=1). Ambos, objetivos propostos para formação do PNAIC.

Já os Formadores, Coordenadora e Formadora local, indicaram como aprendizagem mais significativa às relacionadas ao conhecimento específico sobre alfabetização e educação: a aprendizagem de novos olhares e saberes sobre a educação e alfabetização (n=1), a ampliação do olhar sobre o ciclo de alfabetização e estratégias formativas (n=1) e relacionadas ao conhecimento prático: o trabalho com diferentes gêneros textuais (n=1). Essas respostas estão também ligadas a um dos objetivos propostos para formação do PNAIC: além da ampliação das discussões sobre

alfabetização na perspectiva do letramento, com o foco na gestão e organização do ciclo de alfabetização (MEC, ibidem). Também deram importância, assim como os Professores e a Coordenadora pedagógica, à temática da última formação do PNAIC/Ceale: o trabalho com diferentes gêneros textuais.

Quer isto dizer que, entre os Formandos observamos a valorização de aprendizagens relativas à categoria do conhecimento prático (trabalho com jogos e com diferentes gêneros textuais), enquanto que os Formadores evidenciam aprendizagens, tanto da categoria relativa ao conhecimento específico (sobre as temáticas de educação e alfabetização) como também, da categoria conhecimento prático (trabalho com diferentes gêneros textuais)

Percepções sobre as principais contribuições do PNAIC para prática pedagógica dos inquiridos (o que mudou/reforçou na prática de alfabetização)

Tabela 3: Contribuições do PNAIC para prática pedagógica (Q6.2)

O que mudou ou reforçou?

Professores Coordenador Pedagógico (n=13) Coordenador local Formador local (n=2) Total (n=15) f f f PRÁTICA:

Respeito às diferenças de como os alunos aprendem,

estratégias e habilidades de cada um 4 4

Mudanças e revisão no planejamento de aulas, da rotina semanal e da rotina escolar através da diversificação das atividades

5 1 6

Trabalho com produção de texto individual e coletiva 3 2 5

A prática pedagógica/ atividades de sala de aula 2 2

Adaptação de atividades para apropriação do Sistema de

Escrita Alfabética 1 2 3

CONHECIMENTO:

Novo olhar sobre a educação e alfabetização 2 1 3

Sua formação de professor 1 1

Entendimento de atividades para apropriação do Sistema de

Escrita Alfabética 2 2

DISPOSIÇÃO/ATITUDE PROFISSIONAL:

Reflexão e aplicação das atividades propostas pelo PNAIC 1 1

Obs. Cada inquirido pode ter indicado apenas uma ou mais de uma resposta

Para os Formandos, os aspectos mais relevantes de mudança ou reforço em sua prática pedagógica, implementados após a formação do PNAIC, estão mais centrados na prática, como mudanças e revisão no planejamento de aulas, da rotina semanal e da rotina escolar através da diversificação das atividades (n=5), respeito às diferenças de como os alunos aprendem, as estratégias e habilidades de cada um (n=4), trabalho com produção de texto individual e coletiva (n=3), e a prática pedagógica/atividades de sala de aula (n=2). Destacamos, também, a resposta enquadrada na categoria conhecimento: um novo olhar sobre a educação e alfabetização (n=2). Essas respostas estão

alinhadas com a mudança na prática pedagógica motivada pela reflexão dela, proporcionada pela formação empreendida, tendo, dessa forma, um dos pilares fundamentais da proposta de formação do PNAIC, “propor situações formativas que desafiem os professores a pensar suas práticas e mudar as suas ações” (MEC, 2017, p.4), sendo concretizado. Da mesma forma, apesar de um número menor, as demais respostas também enfatizam a questão da mudança na prática pedagógica através da disposição/atitude profissional proporcionada pela “reflexão e aplicação das atividades propostas pelo PNAIC” (n=1), do conhecimento “sua formação de professor” (n=1), e da própria prática através do “entendimento e adaptação de atividades para apropriação do Sistema de Escrita Alfabética”( n=1).

Na opinião das Formadoras, as mudanças ou reforço na prática pedagógica resultantes da formação do PNAIC versam sobre o trabalho com produção de texto individual e coletiva (n=2), adaptação de atividades para apropriação do Sistema de Escrita Alfabética (n=2) e mudanças e revisão no planejamento de aulas, da rotina semanal e da rotina escolar através da diversificação das atividades (n=1). Todas essas respostas se enquadram na categoria prática.

Na categoria conhecimento, enquadram-se as respostas: entendimento de atividades para apropriação do Sistema de Escrita Alfabética (n=2) e um novo olhar sobre a educação e alfabetização (n=1). Os dois grupos de inquiridos ressaltam a mudança do trabalho com produção de texto individual e coletiva, ficando em evidência, mais uma vez, a temática trabalhada na última formação do PNAIC ministrada pelo Ceale, que foi o trabalho com diferentes gêneros textuais.

Percepções sobre as principais dificuldades vivenciadas durante a frequência do PNAIC (o que foi mais difícil compreender; o que foi mais difícil de aplicar)

Tabela 4: Desafios do PNAIC para formação profissional e para prática pedagógica (Q6.3)

Principais desafios Professores Coordenador Pedagógico (n=13) Coordenador local Formador local (n=2) Total (n=15) f f f

CONSTRUÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA:

Falta de materiais para o trabalho em sala de aula 1 1

Falta de computador e acesso à internet 3 3

Flexibilizar/Desenvolver o planejamento para atender às

necessidades da turma e dos conteúdos a serem cumpridos 5 5

Pouco tempo para desenvolver as atividades com os alunos 2 2

As atividades propostas pelo PNAIC não atendem a todos os

alunos 2 2

Registrar e acompanhar atividades ou jogos realizados em

duplas, trios ou grupos 1 1

FORMAÇÃO: CONTEÚDOS:

As atividades propostas pelo PNAIC, não atendem a todos os

alunos 2 2

FORMAÇÃO: HORÁRIO:

Realização da formação no período noturno 1 1

FORMAÇÃO: PROCESSO

Pouco tempo para as discussões na formação 1 1

Não encontrou dificuldades, o Portal Ceale foi o elo 1 2 3

Não respondeu 1 1

Obs. Cada inquirido pode ter indicado apenas uma ou mais de uma resposta

Os principais desafios encontrados pelos Professores e Coordenadora pedagógica para formação profissional e para prática pedagógica na formação do PNAIC/Ceale foram flexibilizar/desenvolver o planejamento para atender às necessidades da turma e dos conteúdos a

serem cumpridos (n=5), falta de computador e acesso à internet (n=3), pouco tempo para desenvolver as atividades com os alunos (n=2) e as atividades propostas pelo PNAIC, e o fato de não atenderem a todos os alunos (n=2).

Com exceção da resposta sobre a falta de computador e acesso à internet, que, por experiência própria, é de péssima qualidade na cidade, as demais respostas estão centradas nas categorias relacionadas à construção da prática pedagógica e aos conteúdos da formação, e dizem respeito, principalmente, ao planejamento e à organização das atividades de sala de aula. Essas respostas contrastam aparentemente com a resposta dada pelos próprios inquiridos sobre as contribuições da formação do PNAIC para sua prática pedagógica (Tabela 3), em que a mais relevante foi a de “mudanças e revisão no planejamento de aulas, da rotina semanal e da rotina escolar através da diversificação das atividades (n=5),”. Nesse sentido, percebe-se que o que os inquiridos consideram como a mais relevante contribuição foi, ao mesmo tempo, o maior desafio para prática pedagógica. Indicando, dessa forma, a complexidade do processo da mudança tentado pelo PNAIC.

As demais respostas, nomeadamente a realização da formação no período noturno (n=1) e pouco tempo para as discussões na formação (n=1), dizem respeito à organização dos encontros de formação. Uma formação realizada no período noturno, após um dia inteiro de trabalho, foi percebida como um desafio pelos inquiridos, que também assim marcaram a sua percepção de que teriam preferido ter mais tempo para discutir os assuntos na formação. Essa percepção é muito relevante, na medida em que é coerente com a ideia, expressa abaixo, de que se despendeu de pouco tempo para aprender sozinho.

A questão levantada sobre a falta de computador e acesso à internet colocada como desafio à formação do PNAIC também será reforçada com as respostas às questões 14, 14.1 e 14.2 que virão mais adiante.

Um dos inquiridos não respondeu à questão (n=1) e outro respondeu que não encontrou dificuldades na formação, colocando o Portal Ceale como elo dela (n=1).

Da mesma forma, a Coordenadora e a Formadora local foram unânimes em apontar que também não encontraram dificuldades na formação e que o Portal Ceale foi o elo dela (n=2). Nesse sentido, emerge uma diferença na percepção de dificuldades experienciadas entre Formandos (Professores e Coordenadora pedagógica) e Formadores. Emerge, também, e de forma muito

importante para este trabalho, a percepção da relevância do Portal Ceale na formação empreendida, que será mais detalhada nas respostas seguintes.

Esses resultados apontam para um efeito real do PNAIC, percebido por Formandos e Formadores, embora de forma diferente, centrado mais na prática pedagógica e no conhecimento e menos evidente na atitude reflexiva e em outras dimensões importantes para o desenvolvimento profissional. Por parte dos Formandos, a maioria das respostas incide na valorização da prática pedagógica e menos sobre conhecimento e atitudes reflexivas, evidenciando uma relação direta com o como fazer, valorizando conteúdos e dimensões da formação empreendida pelo Ceale/PNAIC diretamente relacionados a sua aplicabilidade na sala de aula. Embora, segundo Nascimento et al. (2015), na perspectiva de formação do PNAIC:

o Pacto questiona a formação de professores cujo pressuposto adota uma ação tecnicista, concepção da racionalidade técnica, que ignora a capacidade de pensar, de refletir sobre um modelo curricular que ditava regras do como fazer. Prefere a reflexão sobre a prática, que pode se tornar arma de luta para quebrar a anestesia do cotidiano, pois força a ganhar distância reflexiva sobre o que se faz e pensa para que se possa, pela reflexão da ação, aprender. (p.42496).

As percepções dos Formandos, especificamente os professores alfabetizadores, apontam também para a existência de dificuldades na implementação dos conteúdos da formação do PNAIC/Ceale em sala de aula, que dizem respeito à adequação do planejamento, das atividades e do conteúdo, de forma a atender todos os alunos e outras dificuldades relativas à organização da formação.

Enquanto isso, os Formadores destacam em suas respostas uma valorização do conhecimento adquirido na formação como a grande contribuição do Pacto para sua formação profissional e o reforço/mudança em sua prática pedagógica relativas ao planejamento, atividades de produção de texto e atividades para o trabalho com o sistema de escrita alfabética. Ao contrário dos Formandos, não encontraram dificuldades durante a formação e destacam a importância do Portal Ceale para formação do PNAIC.

Parte III. Utilização do Portal Ceale nas formações do PNAIC (Cf. Q7, Q7.1, Q7.2, Q7.3, Q8, Q9, Q9.1, Q9.2 do questionário)

Percepções sobre o papel do Portal Ceale na consecução da formação PNAIC, suas contribuições e limitações

Tabela 5: Utilização do Portal Ceale na Formação do PNAIC (Q.7)

O Portal Ceale como facilitador da formação

Professores Coordenador Pedagógico (n=13) Coordenador local Formador local (n=2) Total (n=15) f f f Sim 11 2 13 Não 2 2

A grande maioria dos Professores e a Coordenadora pedagógica (n=11) e a totalidade dos Formadores (n=2) considerou o Portal Ceale como facilitador da formação do PNAIC/Ceale. Apenas dois inquiridos, que são professores, não consideraram o Portal como facilitador da formação, sendo um deles, inclusive, com Pós-graduação em Mídias na Educação. Esses inquiridos não apresentaram justificativa para sua resposta (Q7.2). Vejamos na tabela abaixo as principais razões apresentadas pelos inquiridos que consideram o Portal Ceale como facilitador da formação.

Tabela 6: Contribuições do Portal Ceale como facilitador da formação PNAIC (Q7.1) Principais contribuições Professores Coordenador Pedagógico (n=13) Coordenador local Formador local (n=2) Total (n=15) f f f PRÁTICA PEDAGÓGICA:

Facilidade e disponibilidade de material de qualidade para

consulta/pesquisa 3 3

Sugestões de atividades para trabalhar os conteúdos em sala

de aula 3 3

Materiais para formação como textos, vídeo conferências,

roteiros de atividades, palestras 1 1

Possibilitou a avaliação sobre o conteúdo abordado na

formação 1 1

CONHECIMENTO:

Fonte de informações para o professor 2 2

Esclarecimentos de dúvidas com exatidão 1 1

COMUNICAÇÃO:

Orientação e acompanhamento das atividades de formação 2 2

Canal que alimentou a formação 1 1

Contato com a equipe 1 1

Obs. Cada inquirido pode ter indicado apenas uma ou mais de uma resposta

As principais contribuições do Portal Ceale para formação do PNAIC apontadas pelos Professores e a Coordenadora pedagógica estão relacionadas à prática pedagógica : a facilidade e disponibilidade de material de qualidade para consulta/pesquisa (n=3), sugestões de atividades para trabalhar os conteúdos em sala de aula (n=3), e também à comunicação orientação e acompanhamento das atividades de formação (n=2). Além disso, apontam também contributos relacionados com o conhecimento: fonte de informações para o professor (n=2). Desta forma, as respostas apontam para que, do ponto de vista dos inquiridos, o Portal Ceale cumpriu sua tarefa de suporte à formação empreendida, tendo em conta que foi utilizado e explorado pelos Formandos em suas potencialidades como fonte de pesquisa e de conhecimento sobre os conteúdos da formação e de

ideias para transformação da prática pedagógica. As outras respostas também apontam nesta direção: esclarecimento de dúvidas com exatidão (n=1) e a possibilidade de avaliar o conteúdo abordado na formação (n=1), possibilitados pelo Portal Ceale.

Enquanto isso, as respostas dos Formadores apontam o papel de suporte dado pelo Portal à operacionalização da formação, emergindo, também, seu papel de mediador da comunicação e da formação, evidenciados pelas seguintes respostas: fornecendo os materiais para formação como textos, vídeo conferências, roteiros de atividades, palestras (n=1), como canal que alimentou a formação (n=1) e como intermediador do contato com a equipe (1). Neste sentido, estes inquiridos ressaltam a função do Portal Ceale como AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem), valorizando um modelo de aprendizagem para formação b-learning, ou seja, o Portal como AVA aliado aos encontros presenciais realizados pelos formadores para dinamizar as temáticas e conteúdos propostos na formação PNAIC e também como suporte às tarefas individuais que os formandos deveriam realizar após os encontros presenciais ( Confecção dos Roteiros ).

Tabela 7: Principais perdas para formação se não existisse a mediação do Portal Ceale (Q7.3) Perdas apresentadas Professores Coordenador Pedagógico (n=13) Coordenador local Formador local (n=2) Total (n=15) f f f PRÁTICA PEDAGÓGICA:

Solicitação de continuidade da formação, pois ajudou muito os

alunos 2 2

Dificuldade de acesso ao material 1 1

FORMAÇÃO:

Comprometimento à realização da formação e a qualidade do

trabalho desenvolvido 1 1 2

CONHECIMENTO:

Dificuldade de acesso as orientações/esclarecimentos de

dúvidas sobre a formação 3 3

Demora na circulação e agilidade de informações 3 3

COMUNICAÇÃO/COLABORAÇÃO:

A formação nem existiria, pois o Portal, facilitou a participação

e a troca de experiências 4 1 5

Não responderam 4 4

Obs. Cada inquirido pode ter indicado apenas uma ou mais de uma resposta

As percepções dos Professores e da Coordenadora pedagógica sobre as principais perdas para formação do PNAIC, no caso de não existir a mediação do Portal Ceale, complementam claramente a caracterização dos aspectos positivos da utilização do Portal, a que se respondeu mais diretamente na resposta anterior. Assim, a categoria comunicação/colaboração, que na resposta anterior foi dominantemente apontada pelos Formadores como a principal contribuição do Portal para formação, aparece nesta questão como a mais relevante para os Formandos: a formação nem existiria, pois o Portal facilitou a participação e a troca de experiências (n=4), seguida pelas perdas para formação na categoria de conhecimento: dificuldade de acesso as orientações/esclarecimentos de dúvidas sobre a formação (n=3) e a demora na circulação e agilidade de informações (n=3). Estas

respostas apontam para valorização dada pelos inquiridos ao Portal como fonte de informação, consulta e acesso ao material da formação, evidenciada também por mais duas respostas relacionadas à prática pedagógica: a solicitação de continuidade da formação, pois ajudou muito os alunos (n=2), dificuldade de acesso alternativo ao material (n=1) e de uma resposta relativa à formação em termos genéricos, o comprometimento à realização da formação e a qualidade do trabalho desenvolvido (n= 1).

Corroborando essas afirmações, as Formadoras também apontam que as perdas para formação sem a mediação do Portal Ceale estariam relacionadas com a formação: o comprometimento da realização da formação e a qualidade do trabalho desenvolvido (n=1) e da comunicação/colaboração durante o processo formativo: a formação nem existiria, pois o Portal facilitou a participação e a troca de experiências (n=1), fazendo assim a mesma avaliação do grupo anterior de inquiridos. Neste sentido, as respostas reafirmam a relevância do Portal e do conteúdo disponibilizado para formação do Pacto em seu papel de suporte a esta formação.

Um número significativo de inquiridos (n=4) não respondeu à questão sobre as principais perdas para formação sem a mediação do Portal Ceale.

Percepções sobre os materiais do PNAIC disponibilizados no portal do Ceale e utilizados na formação