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Andre reaksjoner - kritikk og kritikkvedtak (daddelsvotum)

7. Ansvarliggjøring

7.5 Andre reaksjoner - kritikk og kritikkvedtak (daddelsvotum)

Anatomicamente, a medula espinal tem uma formação cilíndrica, alongada, de tecido nervoso, que mede cerca de 42 – 45 cm de comprimento, em adultos.

Em cima é contínua com o tronco cerebral, e em baixo por um cordão fibroso, com cerca de 25 cm de comprimento, o filo terminal.

A formação da medula espinal não é regular, apresentando duas dilatações: a intumescência cervical e a intumescência lombar. Esta última afunila-se para formar o cone medular. A superfície exterior da medula é percorrida por sulcos, nitidamente visíveis num corte transversal.

Atrás situa-se um sulco posterior, ou dorsal, pouco marcado, e de cada lado deste um sulco colateral posterior.

À frente situa-se um sulco anterior, ou ventral, muito mais profundo, apresentando de cada lado um sulco colateral anterior.

Figura 2. Esquema da espinal – medula (http://cursos.juanncorpas.edu.co/file)

Nervos raquidianos

São trinta e um pares com a seguinte distribuição: oito cervicais, doze torácicos, cinco lombares, cinco sagrados e um coccígeo.

Cada um destes nervos é composto por uma raiz motora e por outra sensitiva (Figura 3). Os corpos celulares dos neurónios motores situam-se no corno anterior (ventral) da medula espinal, enquanto os corpos celulares dos neurónios sensitivos se encontram nos gânglios espinhais (raiz dorsal).

É designada por cauda equina o conjunto das raízes motoras e sensitivas que descem da extremidade terminal da medula, para alcançarem os foramens intervertebrais respectivos.

Sistema Nervoso Autónomo

O sistema nervoso autónomo tem como acção fundamental comandar o funcionamento dos nossos órgãos, independentemente da intervenção da nossa vontade.

Anatomicamente, as vias motoras viscerais caracterizam-se por apresentarem um sistema independente do eixo cerebrospinal.

O axónio de um primeiro neurónio (localizado na medula espinal ou no tronco cerebral) abandona o sistema nervoso central e entra em contacto com o segundo neurónio, localizado em alguns dos gânglios deste sistema, verificando-se a enervação das estruturas viscerais pelos segundos neurónios.

O sistema nervoso autónomo divide-se em dois subsistemas, que são o simpático e o parassimpático, que se diferenciam entre si, tanto anatomicamente como fisiologicamente. A maioria das vísceras recebe enervação de ambos os sistemas, que em geral exercem efeitos antagónicos entre si: enquanto que o simpático estimula determinado órgão, o parassimpático inibe-o.

Os neurónios pré-ganglionares do sistema simpático estão situados nas faces laterais da substância cinzenta da medula, ao longo das porções torácicas e lombar superior. As suas fibras saem pelas raízes anteriores dos nervos raquidianos, correspondentes a estes níveis, e passam pelos ramos comunicantes dos gânglios da cadeia simpática, que se estendem em ambos os lados da coluna vertebral. Destes partem fibras pós-ganglionares que se reúnem nos nervos raquidianos e seguem conjuntamente para todas as partes do nosso organismo. Os nervos simpáticos, antes de atingirem os vários órgãos, formam plexos, nomeadamente:

- Plexo cardíaco

- Plexo mesentérico superior e inferior - Plexo renal

- Plexo hipogástrico

As fibras do sistema parassimpático procedem do mesencéfalo, do bulbo e da região sagrada da medula e formam parte dos nervos cranianos (oculomotor, facial, glossofaríngeo e vago) e dos pélvicos, procedentes da parte inferior da medula.

Os nervos pélvicos enervam a porção final do aparelho digestivo, a bexiga e os órgãos sexuais.

De cada sulco colateral parte um conjunto de fibras nervosas. As que saem do sulco colateral posterior agrupam-se para formar de cada lado uma raiz posterior. As fibras que saem do sulco colateral anterior formam a raiz anterior. Nascem, assim, do conjunto da medula, de cada lado, 31 raízes posteriores e 31 raízes anteriores. O segmento medular que dá as raízes ao mesmo nível chama-se mielómero, havendo, pois, 31 mielómeros.

Cada raiz posterior, após apresentar uma dilatação, o gânglio espinal, une-se à raiz anterior para formar o nervo raquidiano.

Um corte transversal da medula mostra que a sua região central é formada por substância cinzenta e na região periférica por substância branca. Ao centro situa-se um diminuto canal, que se estende a todo o comprimento da medula, contendo líquido céfalo- raquidiano, denominado canal epêndimo. A substância cinzenta compreende de cada lado um canal anterior grosso, uma zona peri-ependimária e um corno posterior afilado.

A substância branca compreende um cordão lateral e um cordão posterior; só este último está nitidamente separado, os outros dois comunicam à frente do corno cinzento anterior, por isso se fala por vezes do cordão ântero-lateral.

A medula está alojada no canal raquidiano. Este estende-se do atlas ao hiatus sagrado, mas a medula termina a nível da primeira ou segunda vértebra lombar. Saem da espinal-medula 31 pares de raízes nervosas raquidianas que passam através dos buracos de conjugação.

No interior do canal raquidiano a medula está protegida pelas meninges, que compreendem:

- a dura-máter, membrana fibrosa, que aloja a medula, as raízes nervosas e os nervos raquidianos até à saída da coluna, projecta-se até ao nível da segunda vértebra sagrada, onde termina como um saco fechado. Está separado das paredes do canal raquidiano por um espaço rico em gorduras e veias – espaço epidural. - A aracnóide é uma membrana que podemos comparar a uma serosa de dois

folhetos. De facto, compreende uma membrana subjacente à dura-máter e na profundidade um espaço preenchido por cordões muito finos e lachos, entre os quais se situa o espaço subaracnoide que contém líquido cefalorraquidiano. - Contra o tecido medular, a pia-mater que envolve intimamente a medula espinal e

envia septos para dentro da sua substância.