3.2 Automatisk fredning av faste kulturminner – en kort
3.4.6 Andre ledd – samiske kulturminner fra år 1917 eller
A realização do estudo permitiu o alcance dos objetivos propostos, a saber: identificar a prevalência das características definidoras do diagnóstico Padrão respiratório ineficaz; determinar a sensibilidade, especificidade e valores preditivos de tais características em relação ao diagnóstico em estudo; e verificar a influência dos testes de função pulmonar sobre as medidas de acurácia de características identificadas a partir da anamnese e do exame físico.
Os resultados do trabalho sugerem que as características definidoras de Padrão respiratório ineficaz se comportam de modo distinto entre pacientes adaptados às cardiopatias, e aqueles que evidenciam um estado respiratório mais exacerbado devido à gravidade ou descompensação do defeito cardíaco. Os achados demonstram que pacientes em condições mais exacerbadas tendem a apresentar, com maior frequência, as características definidoras dispneia, alterações na profundidade respiratória, ortopneia e taquipneia.
Ademais, na presença do diagnóstico Padrão respiratório ineficaz, crianças e adolescentes com exacerbação do quadro respiratório, evidenciaram com maior frequência a característica definidora uso da musculatura acessória para respirar. Ao passo que, entre os indivíduos mais adaptados às alterações secundárias às cardiopatias, encontrou-se com maior frequência a característica diâmetro ântero-posterior aumentado. Com isto, diferentes características foram consideradas pelos diagnosticadores durante a inferência do diagnóstico em questão, estando este processo relacionado à condição clínica em que o paciente se encontrava.
Na subamostra de crianças e adolescentes que não realizaram os testes de função pulmonar, isto é, entre os pacientes em estado mais crítico, a análise das inferências dos diagnosticadores permitiu atribuir elevados valores de sensibilidade e especificidade à característica taquipneia. Ainda nesta subamostra, as características dispneia e alterações na profundidade respiratória evidenciaram elevados valores de sensibilidade, ao passo que ortopneia e uso da musculatura acessória para respirar apresentaram elevados valores de especificidade.
Já na subamostra de crianças e de adolescentes que realizaram os testes de função pulmonar, quando as inferências dos diagnosticadores foram realizadas com base apenas em dados clínicos, identificou-se como características específicas: dispneia e alterações na profundidade respiratória. Quando as informações obtidas por meio de exame clínico foram acrescidas aos resultados dos testes de função pulmonar, as inferências dos diagnosticadores
(durante o consenso) não evidenciaram medidas de acurácia com significância estatística para nenhuma das características definidoras em estudo.
Outro aspecto relevante observado nesta pesquisa foram os elevados níveis de concordância obtidos para as inferências dos diagnosticadores. Em geral, os enfermeiros mantiveram nível de concordância considerado excelente, isto é, valores Kappa acima de 0,75. Acredita-se que o treinamento realizado tenha contribuído para nivelar o conhecimento e experiência entre estes enfermeiros, viabilizando assim, uma maior homogeneidade no processo de inferência diagnóstica.
Isto contribuiu para que apenas pequenas variações nas medidas de acurácia fossem observadas, ao se comparar os resultados das inferências realizadas, isoladamente, e após consenso dos enfermeiros diagnosticadores. Mudanças neste comportamento ocorreram apenas na subamostra em que as inferências foram realizadas com base em: dados de exame clínico e achados dos testes de função pulmonar. Para inferir a ocorrência do diagnóstico destes pacientes, os enfermeiros utilizaram características distintas, além de atribuir importância diferente às mesmas. Este fato é observado pelas medidas de acurácia geradas para esta subamostra, em que se evidenciam grandes divergências entre os diagnosticadores, bem como discordâncias entre as opiniões de ambos, em relação ao consenso.
Acredita-se que, pelo fato de os testes de função pulmonar não constituírem uma prática rotineira dos enfermeiros, estes apresentaram maiores dificuldades em analisar os achados destes exames, bem como utilizar estas informações para inferirem o diagnóstico Padrão respiratório ineficaz.
Com isto, os resultados do presente estudo levantam questionamentos acerca da importância dos testes de função pulmonar para a inferência do diagnóstico de enfermagem Padrão respiratório ineficaz. Isto porque, ao invés de auxiliarem, os resultados de tais testes parecem confundir os enfermeiros a decidirem quanto à presença ou ausência do diagnóstico. Além disto, uma série de outras limitações corrobora para que se indague quanto à importância da execução de tais exames, entre estas se destacam: a dificuldade inerente à realização destes testes com relação aos equipamentos e suplementos materiais necessários para execução do mesmo; a complexidade envolvida na obtenção de curvas consideradas adequadas e reprodutíveis; a capacitação e qualificação do enfermeiro, tanto para orientar a realização, como para interpretar tais manobras e; por fim, a falta de autonomia profissional para solicitação de tais exames.
Destaca-se ainda, que algumas características definidoras que compõem o diagnóstico Padrão respiratório ineficaz não evidenciaram legitimidade para a inferência do
diagnóstico em questão, tais como: assumir uma posição de três pontos, bradipneia, diâmetro ântero-posterior aumentado, capacidade vital diminuída, pressão expiratória diminuída e ventilação-minuto diminuída. Diante destes resultados, acredita-se que, novas pesquisas são necessárias tanto para confirmar estes achados, como para esclarecer a relação de tais características com o diagnóstico em questão.
Ademais, é importante salientar que a baixa prevalência do diagnóstico em estudo pode ter contribuído para os achados relacionados tanto às medidas de acurácia, como à legitimidade das características definidoras para a inferência do diagnóstico Padrão respiratório ineficaz. Isto porque, quanto menor a prevalência do diagnóstico, maiores são os intervalos de confiança encontrados, e, com isto, menores são as chances dos achados evidenciarem significância estatística.
Além disto, é importante salientar que outras condições não abordadas no presente estudo, tais como o tratamento medicamentoso e até mesmo outras co-morbidades como asma e/ou infecções respiratórias, podem ter influenciado o quadro clínico destas crianças e adolescentes. Isto pode ter contribuído para alterar o comportamento de alguns sinais e sintomas apresentados, modificando assim, as medidas de acurácia atribuídas às características definidoras em estudo.
Destaca-se ainda, que os resultados apresentados referem-se a crianças e adolescentes com cardiopatias congênitas. Deste modo, generalizações das medidas de acurácia aqui apresentadas, para outras populações ou outros contextos, devem ser realizadas com ponderação. Isto porque tais medidas sofrem variações, conforme se modificam as condições clínicas, patologias e até mesmo idade dos indivíduos.
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