Mulige transport på Nordlandsbanen ex. malm (*)
4 Konsekvenser av forsinkelser
4.3 Andre/generelt
A presença de micronúcleos em eritrócitos de camundongos no controle positivo não foi influenciada pelo sexo, então os dados foram agrupados para determinar a média de micronúcleos, para calcular o erro padrão da média e para avaliar as diferenças entre os grupos.
Os resultados obtidos mostraram que o Ct-OE na concentração de 2000 mg/kg não induziu um aumento significativo no número de micronúcleos em relação ao controle negativo e que apenas a ciclofosfamida (controle positivo) induziu um significativo aumento na quantidade de micronúcleos (Tabela 5 e Figura 1 a 3).
Tratamento Eritrócitos micronucleados (%)
Controle Negativo 12 + 5,67
Ct-OE 2000 mg/kg 2,28 + 0,23
Ciclofosfamida (50mg/Kg)* 43,5 + 5,89
Tabela 5 - Frequência de eritrócitos micronucleados em eritrócitos de sangue periférico de
camundongos Swiss machos e fêmeas.
Foto: Ferreira, S.B. tricolor na concentração de 2000 mg/kg)
Figura 2 - Eritrócitos de camundongos tratados com
ciclosfofamida (50mg/kg) - controle positivo.
Foto: Almeida Filho, G. G.
6 DISCUSSÃO
Neste trabalho foi verificado a atividade antibacteriana do óleo essencial de
Croton tricolor frente a linhagens bacterianas de S. aureus e E. coli ATCC e cepas
clínicas e, pela primeira vez, investigados seus efeitos citotóxico e genotóxico em células eucarióticas e procarióticas. A citotoxicidade foi avaliada através dos efeitos antibacterianos, hemolíticos e oxidantes e a genotoxicidade através dos efeitos clastogênico e aneugênicos. Os resultados mais relevantes deste estudo foram a atividade bacteriostática frente às cepas Gram positivas e Gram negativas, baixa atividade hemolítica frente a eritrócitos humanos do sistema ABO, discreto efeito oxidante e efeito antioxidante superior ao da vitamina C. Pode-se ressaltar ainda ausência de efeitos clastogênico e aneugênicos no teste in vivo.
Óleos essenciais são misturas complexas de compostos orgânicos voláteis, lipofílicas e odoríferas, que apresentam inúmeros constituintes e podem ser extraídos dos vegetais de diversas formas. Nos últimos anos tem se verificado um grande avanço científico envolvendo os estudos químicos e farmacológicos de plantas, visando obter novos compostos com propriedades terapêuticas (FILHO & YUNES, 1997). Muitas plantas já são conhecidas empiricamente pelas suas potencialidades, o que facilita a seleção das espécies a serem exploradas. Estudos envolvendo a ação antimicrobiana dos óleos essenciais podem ter vários interferentes, como a volatilidade do óleo, insolubilidade em água, dificuldade de difusão em ágar e complexidade química, por esses e vários outros fatores não é possível comparar diretamente resultados entre autores, visto que não existe uma padronização para a técnica a ser utilizada neste tipo de ensaio (NASCIMENTO et al., 2007).
De acordo com Miranda (2012), o óleo essencial das folhas de Croton tricolor é constituído principalmente de monoterpenóides e sesquiterpenóide, dentre seus constituintes, verifica a presença majoritária de -elemeno (20,5%).
Neste trabalho, a atividade antimicrobiana do Ct-OE sobre bactérias Gram positivas e Gram negativas determinada pelo método de microdiluição, o qual determina a menor concentração do óleo essencial capaz de inibir o crescimento bacteriano (CIM). Os valores de CIM foram determinados pela leitura visual após revelação com resazurina sendo considerada como positiva para os poços que
permaneceram com a coloração azul e negativa os que obtiveram coloração vermelha (SALVAT et al., 2001). O Ct-OE demonstrou efeito bacteriostático para as linhagens bacterianas de S. aureus e E. coli apresentado uma CIM variando entre 6,7 mg/mL e 1,67 mg/mL. A CIM do composto foi maior para as cepas S. aureus (3,35 - 6,7 mg/ml), enquanto que para as cepas de E. coli não ultrapassou o valor de 3.35 mg, demonstrando uma maior resistência das cepas Gram positivas testadas.
Cavalcante e colaboradores (2005) testaram o óleo essencial de C.
argyrophylloides frente a cepas de S. aureus e E. coli, encontrando CIM de até 50
mg/mL uma concentração muito superior a observada neste estudo.
Em seu estudo, Angélico (2011) testou óleo essencial das folhas de Croton heliotropiifolius em cepas bacterianas de Pseudomonas aeruginosa, S. aureus, S.
aureus multirresistente, E.coli, Klebsiela pneumoniae e Bacilus cereus utilizando o
método de difusão em ágar. O estudo verificou que o óleo essencial não apresentou atividade antibacteriana para as cepas de P. aeruginosa, S. aureus multirresistente e
E. coli na concentração máxima testada, 100 mg/mL apresentando ação na
concentração de 100 mg/mL apenas para algumas cepas de S. aureus, K.
pneumoniae e B. cereus.
As diferenças com respeito às técnicas empregadas para investigação da ação de compostos de plantas e uma grande variação encontrada na composição química de algumas preparações que vegetais podem resultar em dados de difícil comparação entre as pesquisas (SIVROUPOULOU et al., 2005). Não existe também um consenso sobre os níveis de inibição aceitáveis para compostos de plantas, quando comparados com antibióticos padrões, visto que alguns autores consideram somente resultados similares aos dos antibióticos, enquanto outros consideram com bom potencial mesmo aqueles com níveis de inibição superiores, da ordem de miligramas (RIBEIRO, 2008).
Os componentes de diferentes óleos essenciais também têm sido estudados por possuírem atividades biológicas. Alguns estudos mostram que monoterpenos apresentam efeitos prejudiciais à membrana celular bacteriana. Estudos de microscopia eletrônica em E. coli revelaram perda de material celular, coagulação de constituintes citoplasmáticos, além de estimular a perda de íons potássio e inibir a respiração celular, sugerindo ação letal relacionada a dano de membrana
citoplásmica após exposição ao óleo de Melaleuca alternifolia, ação esta atribuída a presença do 4-terpinol (GUSTAFSON et al., 1998; SOUTHWELL et al., 1999; COX et al., 2000; CARSON et al. 2002). Por serem altamente hidrofóbicos, os monoterpenos interagem com a membrana celular dos microrganismos causando danos importantes na membrana a acabam provocando a lise celular (TURINA et al., 2006).
A detecção de atividade citotóxica de um fitoterápico constitui uma medida prioritária, uma vez que vários compostos químicos podem ser capazes de causar efeitos tóxicos. A determinação do potencial citotóxico em eritrócitos humanos constitui um modelo experimental in vitro eficaz para investigar os efeitos tóxicos e protetores de uma grande variedade de substâncias, visto que, a ocorrência de hemólise no eritrócito pode ser diretamente correlacionada com o efeito tóxico das substâncias testadas (BRANDÃO et al., 2005).
O teste de hemólise é preconizado pela Organização Mundial de Saúde no seu manual de controle de qualidade de produtos vegetais (1998), e também é encontrado como parte dos ensaios toxicológicos recomendados no Guia para Avaliação da Segurança de Produtos Cosméticos (ANVISA, 2003). Esse teste é comumente utilizado para estudos de citotoxicidade em células eucarióticas, pois é de baixo custo, dinâmico, fácil de aplicar, oferece informação sobre o efeito do extrato sobre a membrana celular e necessita de reagentes e equipamentos rotineiros (SILVA, 2012).
Não há relatos na literatura de estudos que avaliaram a citotoxicidade de
Croton tricolor, sendo este trabalho pioneiro na determinação da citotoxicidade frente
a eritrócitos humanos.
O Ct-OE demonstrou um efeito hemolítico maior em eritrócitos sorotipo B (26,21%) quando comparado com o sorotipo A (15,96%), não se apresentando dependente de concentração, uma vez que os valores obtidos nas diferentes concentração do composto não foram significantemente diferentes (Tabela 1).
No entanto, o Ct-OE apresentou baixa toxicidade frente a eritrócitos do tipo A (Gráfico 1) e B (Gráfico 2) quando comparado ao controle positivo (Triton X100), mesmo quando submetidos a uma elevada concentração do óleo, sendo assim, não possui a capacidade de causar danos na membrana plasmática eritrocitária que levaria ao rompimento e consequentemente morte da célula.
A membrana eritrocitária apresenta moléculas que atuam como antígenos determinantes das tipagens sanguíneas. As diferenças estruturais entre as tipagens sanguíneas são altamente complexas, uma vez que são considerados mais de 200 antígenos. O sistema ABO é o mais conhecido entre os 19 caracterizados (LEE et al., 1998) e o mais importante na medicina transfusional (BATISSOCO; NOVARETTI, 2003). Neste sistema, o parâmetro de classificação utilizado é a porção antigênica constituída de monossacarídeos presentes na superfície da membrana eritrocitária, sendo que: o sorotipo A apresenta o antígeno N- acetilgalactosamina, o sorotipo B a galactose, o sorotipo AB apresenta ambos os antígenos e o sorotipo O carece de antígenos específicos.
Para o sangue tipo O, o CT-OE apresentou um grau de hemólise menor que os obtidos para os sorotipos A e B, onde nas mesmas concentrações, o óleo não causou lise celular significativa (gráfico 3). A diferença no grau de hemólise entre os diferentes tipos sanguíneos pode ser devida a presença de diferentes antígenos N- acetilgalactosamina (sangue tipo A) e galactose (sangue tipo B) na superfície dos eritrócitos que modificam a biointeração e o efeito.
Um estudo realizado por Meireles et. al. (2013) mostrou que o óleo essencial das folhas de Croton polyandrus apresentou uma concentração capaz de causar 50% de hemólise (CH50), numa concentração média de 141μg/ml. Este valor é cerca
de 10 vezes menor que a concentração do Ct-OE que causou maior nível de hemólise, onde esse índice não chegou a ultrapassar 30%, demonstrando que o Ct- OE possui uma menor citotoxicidade frente a eritrócitos quando comparado a espécie C. polyandrus pertencente ao mesmo gênero.
Através da hemólise, ocorre a liberação de hemoglobina livre no plasma, o que pode acarretar em sérios danos a órgãos vitais como o fígado, os rins e o coração (CARVALHO et al., 2007), tornando-se extremamente necessário a verificação desta atividade em extratos de plantas.
Diante disso, o resultado encontrado neste estudo conduz a uma avaliação preliminar da toxicidade do Ct-OE. Esse dado é muito importante para verificar a segurança desse composto, visto que o mesmo é utilizado popularmente, e que a presença de toxicidade restringe seu uso
No metabolismo normal, nosso organismo produz espécies reativas de oxigênio (EROs) que possuem funções importantes na regulação do crescimento
celular, inflamação e na sinalização intracelular. Apesar dessas ações, as EROs e os radicais livres causam oxidação de proteínas, lipídeos insaturados, DNA, além de estarem envolvidas em enfermidades como arteriosclerose, câncer e no processo de envelhecimento (GARDNER, 1997; ARBOS et al., 2008). Para que ocorra um equilíbrio quanto a presença desses agentes, o corpo humano possui um sistema antioxidante que neutraliza essas substâncias. O estresse oxidativo ocorre quando a produção de radicais livres e EROs supera o sistema antioxidante, o que leva a necessidade de suplementação artificial com substâncias antioxidantes a fim de reestabelecer a homeostasia (BLOOMER; GOLDFARB; MCKENZIE, 2006).
O uso de antioxidantes sintéticos tem diminuído, devido a suspeita de atividade promotora de carcinogênese, bem como devido à rejeição de aditivos sintéticos em alimentos (CARVALHO, 2004). Nesse contexto, a procura por substâncias antioxidantes naturais tem aumentado nas últimas décadas, em especial os produtos naturais extraídos de plantas medicinais.
São várias as metodologias utilizadas para determinar a capacidade antioxidante de uma substância. Os eritrócitos podem ser considerados como sequestradores de radicais livres, pois eles podem fornecer proteção antioxidante não só para si, mas também para outros tecidos e órgãos do corpo (MENDIRATTA, 1998; SIEMS, 2000). Apesar de possuir uma forma muito eficaz e potente sistema antioxidante, o ferro, no estado ferroso, da hemoglobina é exposto continuamente a altas concentrações de oxigênio levando à sua oxidação lenta para metahemoglobina (metHb, também conhecido como ferrihemoglobina). Ao contrário de sua forma reduzida, metHb é incapaz de ligar ou transportar oxigênio. Em condições normais, o nível de metHb em eritrócitos é mantida com menos de 1% do total de hemoglobina (MANSOURI; LURIE, 1993).
Nesse estudo, verificamos que o Ct - OE promoveu um leve aumento da oxidação da hemoglobina após sua exposição por lise das membranas eritrocitárias. Entretanto, quando comparamos ao controle positivo (Ph), verificamos que o nível de oxidação atingido foi cinco vezes menor, mesmo utilizando uma alta concentração do óleo essencial (6,7 mg/ml), mostrando um fraco potencial oxidante. Podemos observar também que não houve diferença significante entre as três concentrações do óleo volátil utilizadas (1,68; 3,35 e 6,7 mg/ml), demonstrando que
esse índice é a máxima capacidade que o composto tem de causar um dano oxidativo.
Os eritrócitos humanos constituem um eficiente sistema que pode ser utilizado como um modelo experimental in vitro para investigar o potencial antioxidante de extratos vegetais a partir da quantificação da metHb formada (CLARO et al., 2005; ARBOS et al., 2008). Deve-se ter em mente, entretanto, que atividades antioxidantes observadas em eritrócitos não necessariamente refletem as atividades antioxidantes no organismo como um todo. Além disso, existem variações genéticas entre os indivíduos que resultam em expressão gênica alterada levando a efeitos variados e potencialmente indesejados na atividade antioxidante (ARBOS et al. 2008).
Os resultados obtidos da avaliação da atividade antioxidante demonstraram que o Ct - OE protegeram os eritrócitos da ação oxidativa da fenilhidrazina, um reconhecido agente oxidante, em todas as concentrações testadas, além de apresentar uma atividade antioxidante maior que a vitamina C, um comprovado agente antioxidante, reduzindo significativamente o nível de metahemoglobina formada após a exposição à fenilhidrazina. A fenilhidrazina age sobre os eritrócitos de duas formas, reage com a hemoglobina, oxidando o ferro de Fe2+ para Fe3+ da
hemoglobina levando a formação de metahemoglobina, além disso, seu radical fenilhidrozil pode formar radicais altamente reativos como O2 e H2O2 (MISRA;
FRIDOVICH, 1976; HASHMI; SALEEMUDDIN, 1996; FERRALLI et al, 2000). Já a vitamina C intracelular age como um doador de elétrons para uma oxidorredutase transmembranar, que tem como função de proteger a membrana celular da oxidação por compostos reativos (HALLIWELL, 1996; CARR; FREI, 1999).
Os mecanismos de atuação dos antioxidantes podem ser diferenciados. Consistem na inativação de radicais livres, na complexação de íons metálicos ou na redução de hidroperóxidos para produtos incapazes de formar radicais livres ou produtos de decomposição (SHAHIDI; NACZK, 1995).
Alguns estudos realizaram a investigação da atividade antioxidante de terpenos. Foi verificado que o citral, um monoterpeno, é capaz de sequestrar o radical livre O**2 e inibir a óxido nítrico sintetase induzível (iNOS) (RABBANE et al., 2006; LEE et al., 2008). Morais et al. (2006) realizaram testes in vitro e observaram
que o óleo essencial de Croton tricolor possui atividade antioxidante agindo na redução da peroxidação lipídica. Devido a complexa composição química dos óleos essenciais é de se esperar que as substâncias que o compõem apresentem diferentes formas de agir, ocasionando um efeito sinérgico na ação antioxidante do óleo volátil.
Para alertar sobre riscos potenciais como o câncer e desordens genéticas existem diversos testes que avaliam a genotoxidade de medicamentos, assim como de plantas utilizadas na medicina popular. Entretanto, as informações, se disponíveis, são dispersas e escassas (RUIZ et al., 1996). Uma maneira de se estudar os efeitos genotóxicos em uma população, é conduzir estudos de monitoramento, utilizando parâmetros biológicos pertinentes, com manifestação à curto prazo, com os ensaios de micronúcleos, que podem identificar danos no DNA e/ou nos cromossomos resultantes da exposição. A informação obtida pode ser usada como um aviso precoce do risco potencial para desenvolver à longo prazo, problemas de saúde (AU, 1991).
As alterações no material genético podem ser identificadas através de testes de mutagenicidade. Atualmente existe um grande número de testes, com modelos tanto in vivo como in vitro, sendo que o organismo de prova varia desde vírus, bactérias, fungos, plantas e insetos a mamíferos, incluindo o homem (DE FLORA, 1998). Dentre os testes que analisam mutações cromossômicas em mamíferos, destaca-se o teste de micronúcleos, que é um teste rápido e simples, e detecta quebras e perdas cromossômicas (HAYASHI et al., 1994).
O micronúcleo é um tipo de cromatina que pode surgir tanto da disjunção anômala dos cromossomos, devido a anormalidades do fuso, quanto pela quebra de cromossomos. Ele é formado pelo desenvolvimento de um novo envoltório de sistema de membrana ao redor da cromatina que não se moveu para os pólos durante a anáfase (GROVER; SATWINDERJEET, 1999).
A sensibilidade do teste do micronúcleo é comparável à da análise de quebras e trocas cromatídicas (KLIESCH; ADLER, 1980). Sendo que o ensaio do micronúcleo apresenta uma grande vantagem sobre as demais técnicas, a de não requerer cultivo celular, bem como preparações metafásicas (TITENKO-HOLLAND et al., 1998).
Neste estudo, o CT-OE não aumentou a frequência de eritrócitos micronucleados de sangue periféricos de camundongos, sugerindo que o mesmo não possui efeito genotóxico (clastogênico e/ou aneugênico) in vivo, característica importante para sua aplicabilidade na terapia popular.
Efeito semelhante foi encontrado por Rodrigues et. al. (2010), onde utilizou o teste do micronúcleo da medula óssea de ratos wistar para avaliar a atividade genotóxica do extrato Croton cajucara Benth. Esse trabalho demonstrou que o tratamento com o extrato vegetal não provocou efeito genotóxicos nos eritrócitos.
Dessa forma, pode-se sugerir que o Ct-OE não interfere na divisão nuclear dos eritroblastos da medula, quebrando cromossomos ou interferindo no fuso, não se apresentando genotóxico.
7 CONCLUSÕES
De acordo com os resultados obtidos na investigação dos efeitos biológicos do óleo essencial das folhas de Croton tricolor Klotsch ex Bail (Ct-OE), pode-se concluir que:
O Ct-OE apresentou atividade antibacteriana contra as linhagens de
Staphylococcus aureus e Escherichia coli ATCC e amostras clínicas.
A atividade antibacteriana demonstrada pelo Ct-OE foi caracterizada como bacteriostática.
O Ct-OE provocou um baixo efeito hemolítico nos eritrócitos sorotipo A+ e B+,
mas não causou danos a membrana celular de eritrócitos sorotipo O+.
O Ct-OE apresentou um leve aumento dos níveis de metahemoglobina, exibindo, portanto, uma fraca ação pro-oxidante e um efeito antioxidante superior ao da vitamina C em eritrócitos humanos.
Nos ensaios de genotoxicidade in vivo, o Ct-OE na concentração de 2000mg/kg não induziram danos cromossômico estrutural e/ou numérico.
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