6. Empiri
6.4. Andre forhold som er avdekket i analysen til hendelsene
A vitÔria nili5ta na votação do projeto de regulafI'\Cntação da sobretaxa. que funcionou como um divisor de águas na politica fluminense, desdo brou-se a lanir de outubro de t9()7 na tentativa de deposição de 8acker. O desfecho do conflito entre nilistas e backeristas seria contudo detenninado pelas injunções da política nacional. que iriam favorecer o presidente do es tado. enfraquecendo as bases de Nilo Peçanha..
O r .. cha. polhico. consumado em setembro de 1907. levou os nilislas a as
sumirem imediatamente uma postura de �ntestação à legitimidade do man dato presidencial de Backer. Alegando a inconstitucionalidade da antecipa ção do término do mandato de Nilo. 05 nilistas consideravam que Backer
havia sido eleito nâo pat1l um mandato de quatro anos, mas apenas para
tompletar o periodo govemamental de seu antetenor, que deveria expirar em )1 de deumbro de 1901.
Com base nesta argumentação, no inkio de outubro os deputados esta duais nilistas apresentaram um pedido de hQbf'QS corpus ao juiz federal de
Niterói. determinando o fim do mandato de 8al;ker. Corn::edido o hQ�QS CrHpUS, 501i<:itaram a seguir ao presidente da República a intervenção federal no estado, a fim de garantir o tumprimento da medida. Afonso Pena. porim. reçusou-se a tomar qualquer inkiativa sem a torn::ordáncia de Backer. De forma a tontomar a delTOta política, 0$ nilistas levaram o caso ao Supremo
Tribunal Federal, mas ai tampouco obtiveram hito.- Na mensagem de abertura dos trabalhos do Congresso Nacional em maio de 1908. Afonso Pena tonsidemu que era de pll1: e ordem a situação em lodos os estados, ne gando a uistfncia de qualquer anormalidade no Estado do Rio e dando as
sim por encerrado o chamado ··caso constitudonal numinense'·.'"
O abakJ sofrido pelo vice-presidente Nikl Peçanha tom a dec::isão do pre sidente da Repúbti<:a Iilava-se na verdade a um tonnito maior que opunha, de um lado, as forças lideradas por Pinheiro Machado. e. de outro, aque
las aliadas 11 Afon5Q Pena. A despeito do apoio do todo-poderoso senador
gaúcho 11 sua eleição. Afonso Pena logo se manirestara pouco propenso a per· mitir que seu govemo fosse por ele controlado. As divergências eviden ciaram-se ainda antes da possc, com a exclusão de Pinheiro Machado das negociaçõcs para a composição do ministfrio.- Alfm disso. para neutra lizar o poder político de Pinheiro, Afonso Pena julaou indispensâvel ler na presidência da Câmara dos Deputados um nome de sua conflilnça. Foi assim que em maio de 1907 o mineiro Carlos Peixoto de Melo Filho foi eleito pre sidente da tasa por ampla maioria de votos, representando o grupo ironica mente chamado de " Jardim de Infância .. , em alusão ao fato de ser composto basic.amente de politicos iniciantes.·
A atuação do Jardim de Inrancia tinha por objetivO garantir o apoio das
diversas situações estaduais ao govemo federal. esvaziando ao mesmo
tempo as po�bilidades das oligarquias de segunda grandeza. ankuladas no
Bloco liderado par Pinheiro Machado. Na verdade. a estratégia do governo federal era abrir brechas nos bulidores adversários e ai conquistar posições. Assim foi feito na Bahia, onde o governo provocou a cisão palitica e assegu rou o apoio do govemador," e assim seria feito no Estado do Rio. onde o govemo "afastava Backer de Nilo. definitivamente, atr.lindo o Executivo numinense. como um cometa volúvel, para a 6rbita do astro federoll . ..
• É
prcc::i.so lembrar ainda que Nilo Peçanha, alfm de manter discreta oposição a Afonso Pena. na medida em que participava da chefia do Bloco. era um pos- 162
sível concorrente do mineiro João Pinheiro na disputa da sucessão presiden cial. Ambos pertenciam
â
mais nova leração da propapnda republicana e ocupavam importantes caraos politicos, o que os qua lificava a serem lança dos candidatos, um pelo Bloco e o outro pelo Jardim de InfãncLa.Uma vez. contornada a crise constitucional numincnse. Backer, ciente de que sua permanência no poder e a aliança que estabelecera com Afonso
Pena constituíam por si só fatores de atraçito para os oposicionistas. redo brou os incentivos âs práticas &desistas, passando a contactar, ainda antes da abertura da sessão legislativa de 1901. os mais
cxprusivos
deputados nilis tas, Considcrando-se que, dunrnte a Rcpúbltca Velha, as oposiçõcs aos si
tuacionismos estaduais lipdos ao governo federal eram pnr.Ucamcnle alija das do jogo político, é possível entender que esta intciativa tenha alcançado pleno b:ito.
O próprio presidente da ALERJ. o nilista Arnaldo Tavares, aderiu
â
maioria backerista. o que lhe rendeu a acusação de oportunista e tMor por parte de seus com:iaionl ãrios, Procurando QJttfcc:cr OI ataques contra Ar
naldo Tavares e 05 demais adesisw, o lider da minoria nilista. Raul Fer
nandes. assumiu uma postura conciliatória. Em discursos pn;munciado na
ALERJ, procurou con�ncer seus cokps de oposição de que o que havia era "uma predisposição do governo Dacker em acolher oposicionistas, es quecendo ressentimentos oriundos da luta violenta que vinham travando". Ponderou ainda que os correligionârios que haviam aderido à situação as sim o fizeram por tel'Cffi levado em consideração "uma proposta que airo
samente podLa ser aceita. de5de que o ponto principal de diverzincLa entre a
oposição e o governo estava dirimido com a dc-c:isào dada sobre a questão
constitucional", -
A defesa dos adesistas fcita por Raul Fernandes.
cxplkada
por seu inte resse em não entrar em choque com Backer no momento em que este se consolidava no governo, não aplacou contudo o Animo de all1Jns nilistas. que insistiam em acusar os dissidentes de lerem (cito um pacto com o go- vemo. sem ouvir a comissâo cxecutiva do PRRJ. lendo em vista uniclÚTlenle interesses eleiloreiros e posiçôcs políticas." Por seu lado. os adesistas pro curaram juSliflCaT-SC alegando o (ato de que o próprio Nilo. ao acatar I decisão do governo rederal sobre o caso constitucional numincnse. reconhecera a permanêncLa de Backer no poder. desobrigando assim seU5 correligioná rios de permarlC'Cerem I'Iostis ao governo."
Depois de apresentar suu justificativas. 05 adcsistas renunciaram aos curaos que ocupavam na direção da ALERJ. Embora para alguns desses cargos tenham sido eleitos deputados ligados a Backer. 11 maioria. composta
agora de backeristas e adesistas. rcconduziu Arnaldo Tavares à presidência. lO'
de forma
a evidenciar
o bitoda
política
de cooptação.O
coroamento dessa polÍlica veio com o requerimento apresentado pelo deputado Eugénio Pinto, em setembro de 1908, solicitando que constasse da ata daquela sessão " aafirmação
de intensojúbilo
pod ser restabelecidaa
solidariedadepolítica
en tre o presidente do Estado do Rio e a maioria da ALERJ que o apoiava".O
requerimento
foi a.pdovado pod 26 votos conUll 10. revelando o númedo de adesôcs a Backed.dQuanto a Nilo Peçanha, tudo leva a crer que, se não apoiou abertamen
te. ao menos acatou com simpatia a adesão de seus corre lig
i
on
ários a Backer. Penalizado na esfera
federal
pela decisão de Afonso Pena,tomava-se
peri&oso para ele insistir
numa
oposiçãocernda
ao sovemo fluminense, jáque às chefias locais, que constituíam a base de
sustentação
damáq
uina nilista,
interessava. acima
de qualquer demonstração de fidelidade partidãri
a,estabeleçer alianças com a situação de fonna a obter favores e privilqio$.
Também do ponto de vista eleitoral interessava
a
Nilo a aproxi
mação deseus aliados
com
o lovemo, pois, de acordo com ojoso político vigente, àoposição
cabia
um espaço reduzido nas listas de candidatos. Sendo os adesistas elementos que sempre demonstraram fodte lealdade a Nilo, certa
mente
retomariam às suas fileiras tão loto o nilismo recuperasse o contdolepolítico do estado. Tudo indica, portanto. que foi com a anuência de
Nilo
que Raul Femandes assumiu a posição de mediador.
O
certo é que nâo hánolÍcias de que Nilo lenha criticado os &desistas ou rompido politicamente
com algum deles.
Uma
vez contando com o apoio da maioria. Backer sentiu-se seguro paraapresentar à ALERJ um novo projeto de regulamentação da sobretaxa do
café. Assim, na'sessão de 24 de setembro de 1908. o líded do governo, depu
tado EUlênio Pinto, submeteu à Assembléia o projeto n. o 1.618. que além de
legitimar a cobrança da sobretaxa, propunha que o imposto fosse utili�o
na implantação de um plano de viação e obols públicas visando o estabele
cimento de novas indústrias
no
Estado do Rio. dEmbora consciente de suas limitadas forças para afrontar o govemo, a minoria nilista
continuava
a se opod à legitimaçâo da sobdetaxa. centrando porémsua al"JÜiçâo no destino que
teria sido dado ao montante até então ar recadado. Diante da total ausêlK.ia de infonnações pod parte do governo.Ari FontenelJe, o mais virulento oposicionista, chegou
a
declanrd que a arrecadação da sobretaxa, que se tornara a principal fonte de renda do estado. pennanecia como "verdadeiro mistério pairando nos Anais da ALERJ "." Os
backerislas
resistiam à prestação de conlaS. levando a minoria a acusar o govemo de ter-se apropriado do produto do imposto em beneficio próprio,visando o atendimento de compromissos clie
n
telistic
os." "4Na eedida ee que as investidas contra a eanutençâo da sobretua tornavam-se inócuas • • oposição. representada principaleente por Raul Veiga. OI:ávio KeUy e Ari FonteneUe. passou a dispender esforços no sen tido de que a sobretaxa fosse canalizada para a cafeicultura. Os niJistas che· pnle a suacrir a criação de ue banco de crtdito açfcola destinado a con ceder eepréstimos e a proporcionar condições mais favoráveis 80S cafeicuJ·
1Ofl!5." Eebonl o conjunto de considerações apresentados pejos nilistas não
tenha sido aceito pejo govemo_ a eaioria da ALERJ acabou por acatar a proposta encaeinhada por Ari FonleneUe. de deseeebn.mcnto do projeto n.o 1.678 ee trés projetos distintos. Os dois primeiros. 1.678 e J:678A. pre vendo o estíeulo li. atividade industrial e à colonização. seriae de pronto \e. vados à consideração da Asseebléia. enquanto o terceiro, 1.678B, dispondo sobre 11. uti lização da sobretaxa. seria dei:lI8do para discussão posterior."'
Esta iniciativa visava obviaeente protelar a leaitieação da sobretaxa, para que pudesse ser eelhor discutida sua utilização ee proveito do setor cafeei ro.
Após acirrados debates_ o projeto relativo .. cobrança da sobretaxa transformou-se na Lei n.o 82, de 15 de dezeebro de 1908, que previa a apli cação exclusiva do ieposto no aeparo aos eunicfpios cafeeiros. Entretanto,
coeo na prática essa lei beneficiou apenas parçialeente o setor, coe a cons- trução e conservação de aljUmas estradas, 1080 desencadeou-se nova onda de protestos dos cafeicultores. Ee decorrência. no per/odo posterior a 1908 novos projetos visando a extinção da sobretaxa forae propostos à ALERJ."
Essas reações foram por�e inúteis. jã que o ieposto havia·se tornado urna
fonte de renda fundamental. que pereitia 80 JOvemo amp liar suas bases pc
liticas.
NOTAS
I. o depulldo clladual .. pU,ide"le da Cimano Munkipal <k Sio Gonçalo, Lobo Jururrwll/la. prop6o . dilll.çio do JIflIZO � ..,t • • no. .. u ... ",fOrma ... Constituição qut _11' rteleti· vtl :> pn:oidtnu do EJt ... V .. r A &O .... .lo P;rai. �<4JI9CW • • .1",-, '" C_Irr/Q, 1(711904.
1. Leio TNeUa pennane«u na Se<:m'" Geral .. � 21 de ouwbro de 19m. -"""
dui_poIIibiliwoHe do c.., pIf1I cOi.".,co • C ... Fakral.
l. EM. ratO é de .... nciado por c... .. 1o Cavakanci e". cuu. • Quintino BocaiU"" <k UlI II'90S (.o.rquiYO Nilo Peçan""): " H' de ter vi.to peloojomail 11"" ... otn do PU" 0$ c.torçoo de Nilo COfr'fm .. ri$co de t.caum anulldol. tudo por ... " ... stIor! pelwal, 6dio 100 1.- wõcc.pn:ti de" •• O. 1IoI.lho ( ... ) O Henrique 80,.., unido lO Tri�ei", HlVodio. c.,.,.."..." USII obn impalriólicl .. deles nada ,,"via q ... temer: ultimamen ••. �m . • cle. un ... .., .. � �rico ..
IIP""Ucu então .. puiao. Prin<ipiaram por ".,Ixa Ik inconlo1il\ICiooaI u Nt" da relbrma 0Dn1- ti."" ... 1 que .... pIiou .. praw .,VCrnalMntal . 4 __ ( ... ) c ... mUncia de BoI.Iho, qut
rqlUlam ... puiao por ... Jipç.xl com .. Leio TcUcino. No meio de !Iodo ;'.., wcjo .. Nilo til ... •
4. V" IICUt ..,ntido .q.,irocati"" corn.pondêftcõ. contida ..., "'rqui.., Nilo �. copo cialrMnte doc. 44S <k �111904: dox, 4n de 22/1/191).1; dox. 117 de 1'H6II9(W c doc. 1116 de
10r'lI190S.
,. Ve< O FI�",;��"u. 1001VllIM. Cabe .. clatu:� 'I .... de rorlllll a Rssarcir 8ct�1ho da i ...
puanaçio 'I'" lhe hlv,," Jidc> fdla pOr "'UI advcn.6rioo. ClI "mSlal <Jfcn:ccnun·lhe UIIIII v .... na �� ClrlClaI de nndidalos • Ciman Federal "" pltilO . Rali ... .,., em )O de;.nciro de 1'JI06.
6. Eram depulados uudtoail O c_I F."n"',"co MatCondc. 104 J •• (Sapuaia _ 4. diSlrito). José Antônio Pono RlIChI (C.bo Fri<I-I.· di'trilo) , <i.IeI;"" Ant6nie> do Vale i Fri·
burlo -l.- dist"CI); eram vcrcadon:. Antônio Lciu Ploto (V.� _ S.- dÕWilo). Joio La pu da SiM (SioC> F .... Ii. _ l.-diocrilo). Júli<> 8np U.- cIiKriIo) • 1-"" Corrria .". RlIChI (Bom JonIún _ 1.- diIlriIo).
7. Em 9 dE tbriI dE 1905. kh. ror. clrilCl dcpul1lllo fede",1 pckll.- •. v� O FJ"mJM"U. 19I1J/19O$.
9. OI Im candidatos ofIcioli. l vice·"",iIidlncil do c .. MIo eram W. da Silva ro. Bc",,· dito Qoftçlllvu �",i", Nu"". c O capitio« ... + ... earlOl Joof de Af1IIÜO Pinheiro. 10. Ne .... clciçõu foi rcnl"'tut'1lde> O l/IIpII q ... rNuziu de cinco .... Im "" distritos elcÍlO-
I'cprn"nÜÇiO ... Cim .... Federal. rocandC> lUIÕm dit.lribo.aldo:>ll OI .... ..;clpino: 1. diocrilo _ Anruam.o.. Ilwra de São Joio. Bom Judim. Frio. c.p ... 11JUIIÇU. lllbonoi.
M ... Mlrici.. Niletôi. Nova FribwF. Kõo 8on�o. s.q� ... s..u-de )..,1. M, Sio PalIO de A!oito.. Te""t6poId; L- dislriIo _ Campal. ltao<;an. I�, Moo:"". C....t>u<::i. Madak .... $00Il10 AIllOOOo do Pâduo. Sio FlM<:i.:o do �. Sio Fodé� •• Sio lojo da a.... Sio SebaKiio lia A/lo; 1.- dioIriIo - Anp. dot Reis. &mo &mo lia Piral. Canno. Duas I�. M __ tiM, �;. PI..,.iM do Sul, Reomde. Jt;o CIo· 10. Sa""".;.. Santa Te", .. , Sumidou",. Sio Jojo jlb",OI. Valcnça, V ....
P .... o Senado fo""" indõcadol O 8ario .... Mincema c �riço Morinbo da Gama Coelho. Pari • C ... Fe<kral fonm lançodol OI oquinles candidalOS pelos !ti, diSlrilos "k;lonM"
I." diwilo - Atnérico WCl1lKk. 6aJI.-Ikmardino, t"ldo!�. Alves. Leio TriJ.ci .... Joio &o. I;"': 2." diwito _ �i ... 1..imI. Galvio &o1"la. hreinI Nu ... Elisôo do ArIoijo . Temi ... eles de Almeida; 1." dUtrilO -Qljv'" BoItIho. Heoriquc BorF'. Ttikira Bnondio c eun-clo C.vUc.lrui. V .. O F'Luft}tlfflU. 1/1/1906.
11. FOrIIII .kitos OI .. "'P'.-aIIIeI da "'1OOria: Luil Cu10s Frôc. da CNz (I." di .. Imol. Manuel Rod ... Pci.uJlo (1."), lOAt Soare. de Sou .. Jolnior c I� de 8arTOs Franco lunior (1.").
12. O F1u"'iM' .. �. 9/1/1901>. 1). Idem.2t.'7/1906.
I •. O Ccnl'" Rc .... bliaono Conocnrodorde Nitooói roi l'undadn em .... Iubro/no""mbro de 1906.
IS. o F1M'"i,.�,.u. 9/11/1906.
1'- o t7"",u.�,." de 2211/1906 de ..", .... denunciando I Ca/t.o de ... vfl'lladti ... oposição:
- Quanlos ..,..udos de"" ... """ .... Nilri7
_ Doi,. Um para ....,.., O lO""""" c _ oposic:ionUta.
_ 1041' lodos queran .... "'wnIÔ .... c ... ...,.. I e� na __ da 0p0ti.
çio.
_ a: verdade que lodos quo""m .... ",""mi""; cnl..,tanw, como bíi "!'CC',idadc de pano. do •• c não de um panido. 1:eT10 i que bíi de ... """ opotiçio.
_ Como upljcar. c .. I1o. iuo, ,, nó ... qutf" __ oposIclonllUl' _ Hi. nrn:"idadc de panidos . ... hio de .... rdOl OpO!Iicioai ....
17. � imeres ... lt a l"'va ... pOr O �� de 2JI7/I906de I divisioo do !*'lido sil""::ionista:
, ... ""ui o partido ,n!tiro Que panido enfio r""",
Sem poder IIrar partido
Do partido q .... �
Sem l�s parlido no Ellado Pois iSUa! nunu ui";u lodo putido O partido Para o '''''''0 pari;".
11. O tl-uMftu. ntllWl906.
19. kNfIIII do COIfIifeiD. I.· I "/IV 1906.
10. No L- clillriw. onde 1 .... 0 Nilo quanto � f_ innumcla PC�. cIenoelllOS <:amo Leio Teiacinl _ den"Ol .... pelo oposicionilUl �, da Cn.Iz nu elriç�. recknl. _.
Almiranle Pono. Eu.quieJ 8a!;1I1 t Coota Plm<nla, filil rornlision""'" de Nilo. fanm
luidol p<)f" maio vulneriveil . ... oriem.çio direll de s.oUr. AI&n deuu quatro .... p". Ibri"",,·1C mais duas no 2.° diltrilo . de �rein Nur>t.l. quo pu"'" a inlepv . buoc .... fede ... e I de Silva C.1l1O, que .. cklCfl vice-preoidcftte do estAdo. A5$lm. vcri/kou-... no 2.-dillrilo I lnIior ",nov.çio de q...uos, com a incJusio lial .. ... : 10M H .... 167
Kopp. JOM> da COSIa Ribeiro. Dominaos Cavalcami de Sousa Leão Jr .• Alvaro Augusto de
Mo:wxs Diniz, MlOI"Cial Rodri&ucs de OUvein. e Mpl Ribeiro do Rooário. Ik ... i •. opc
... O último inlqpwla o bloco nilio.t. 1\1 A,..,mblfi. qwondo do po<lcrior romporno:nlo cnl'"
Nilo e 8acker. .
21. E .;,nir",.'ivo que no (.0 di$lrito. reduto fonell1<'nle Op<»Õ<:ioniSla. lri. dos qUlIro nome.
,ndicados _ J ... Hemique Thyne Land. Bemardino Torre. da CO�la Franco c JoS<! Gabriel de
Almeida PIlim _ fouem de rl4:i. partidVios ... He.-.efn«> SOlva. portanto tradidonalmente .ves_ .., nili.mo. � falo. es .... l.t. irittm conceder inteiro apoio ao IIOve"", BIocker. Até 111<''''''' o qlW'lo nome. Bernardino J ... dc Sou •• e Melo. que parecia maí. rdratário � ,nfluen
ei. de He.-.efneo. romperia mais tan:lc com O .. i�)mO pa.�oando . inlqJW O pllpO �keri.ta.
22. Vcr Maria I ... DI Pinheiro. O h<t •• StNlffS Fi/Im. p. 12.
n. Ibcker criou .. Diretoria do ArqUIVO e E .. ati .. ica. os clIrJO' de ,nspetor aerai de Obns PU
blkas. Acricultu .. e Indú'lria. c ",Wlbclecctl ainda o de contador da Diretoria das 'f<'nança •. A
Di",toria do Arquivo e Eo.tal;stka foi criada pelo DecretO n.o 1.028. dc 1907 • • ubordinad1t i Se
c",wia Gerai do eo.tldo. e pauou a ... r diriam por Joaquim Gonçahrq. O aprovCilamenlO feilo por lIader do pe demilid" pOr Nilo da. "'partiçõe. pUblic.s. ccrco dc 400 ... rvidore., a.»Ím como . ""Iui&içjQ dos funcionários da ",""",t""" da ALERJ paro a "'cém<riada di"'l ...
ria. "':im:Iu suas diverafncias com OI nill ... Ver Nr/allNlo do uculdri<J gtr .. 1 110 Es, .. d .. do Ria dr J .. "riro. 1907 <: Clodomiro Rodriltues de Vaoc-"""elo •. Hi.,6ri<J do E..lodo do Ria d. Ja_
",ira, p. 198.
1(. Sobt-c es ... unlo """ ... lIar Cri"'i .... � ... ha Mary. Por'o d, N;c,h,ro,; .,,"" prom,. ....
. ti, Q�'OftonU".
15. Vu Francioco I ... "Alricultu .. cm Mi ... Rcpública V�lha". p. 250.
26. Ver "" .. 1$ "" "URJ. 19011. seuio de 29 de ... tembro. p. 27. Ver Ami\c:ar Martins.
"aienleli"""" e rcpre�nl:oção em Mina. Ge .... du.-artle • Primeiro. RtpUblic.: uma crillca a Paul Cammack". p. 196.
28. O projelO n.o 1.626 fOI ap.-e,.,ntado .i ALERJ na ... soão de 5 dc ""embro dc 1907. Ver A .... I$ d" AURJ. 1907. p. 1}9.
29. Tcle .... _ dc 151911907. Arqu,V(I Nilo f'eçanha.
XI. Vcr dioeu/'JO de kaul Fernandes cm ,,"" .. "" "LERJ. 1907 . .... tio de 16 de setembro. p. 196--197.
li. V01a""" . ravor da """"'I .... : A",� Pinheiro (1.0 distrilo): J ... Thyne Land ((. "). J.,.. Hull" Kop 1(."); Modc .. o de Melo (4.°): Raul Macedo 11.'''); J(dio OIivu (2.0): C_a Ribeiro U.O): Sou ... Leão (l.0): Faria SouIO (2.0): Bernanlino F «(.0): Almeida Paim «(."): SIlvio Rangel (l.0): Bulhões Carvalho ((.0): Euaenio !'in,o U."): Ventura de Albuquerque (5.°): Fer· nandes Junior (5.°1: e Franc,oeo T.vare. 11.°).
Votanlm conlra a .obrelan: lri ... u Sodrt
uh:
Agnaldo Tavares \2.0); Raul Veip (3.");Alvaro Iliniz (2;"1: Fntnci..:-o C.nlo.rino (I."): Geraldo Ma"in. 11."): Otávio Kdly (1.°): Abilio
Alves Sou ... (I.·); Teófllo de Casiro 11.°); Mi&utl do Rosário (2."): Marcial de Oliveiro. 12.");
SêrJÍO Pin. (l."); Alveo C_o (l."); C""";lio Uma [l."): João Sanehe. U."). J ... de Montes (l.O): Franeisco Marcondes «(.0): 8crn...-dillo Melo ( •. 0); Raul Fernande. ( •. 0): Poncc ok Leon U.O): Alvaro Rocha 15.°); Mário de Paula (5."): Erne.to Rc ... ndc (5.°): Ad�io Monleiro (5.°1:
Ari Foote ... 11e (S."): c Neo.tor A",oll ( •. o\.
32. Nes.., ... nlido i JCnjli<:aliva. tkn�nc", fe," por Eugenio PinIO: " ... 01 'nIC"' ... partidi-
rios dos divcnos municlpios do c .. 1do orienlam_ ... em .-crva. nâo.dc ,""o!'do com ° iote"" '" imedialo do eleitor ou do ... u ",,,,tocaI . ... pO' OCntimentOl de OUI .. ordem '1ue primam sobre
O ,nle",SK pecuniário, qual seja • p,.;Aio poI,tica. OU OI JaçOl tk soiMlaricda<lc ut_iccidos
dtnlro das panidária •. ·• V�. Ano,ó, d" A URJ. 19011. ""', .... de 25 de "",lembro. p.
175.
ll. Ver carta de AmakIo T.v • ..,. a Nilo de 5/1 1/ 1907. Arquivo Nilo Pcçanha.
).4. Para ""'" descrição rnroi. delalhada de ... queo.!io. de� 11.1 �poca " 0 CIoIlO ronlliu.· cional fluminense" . ver Roben Ru."",II. Nó/o P�ranh" ",.J f1�"'ó"�,,u poIó1in /l1J89.1911/. p.
IlO-l:l6.
H. Ver Joseph Lo"". O ",i<H>alismo ,,,,«Iw. p. 141 c $<!p.
l6. Ver Albeno Vcnincio Filho. ··C.rlot Peixoto e o Jardim de lnlincõo··. e Edpl" Caro"". A N�p,;IHHê(j Vd/U; (� .... Iu,';" po/ótica). p. 228 e ""I'>.
17. Ver Afonso Arinos de Mello Fno""o. Um "",dó"a da R�p,;lHica: AI'';'';'' d, Md/a F'a"�o , .�� um".,. (Nova ABullar). p. 469 . sea<.
18. Idem Ib .. p. 478.
311. V .... A"ai, da ALERJ. 1908. se, .... de 2 de "" .mbro. p. 46.
40. Ver di""u,"", de Mário de ","ula. A,..." da At.ERJ. 1908.4Cuio de 31 de acosto. p. 29.
41. V.r di..,,,"",, de Mardal de Olivei",. A"ai. da ALERJ. 190& . ... de 1.° de "'I.mbro.
p. 3�.
42. O;.se""" sim &O �uerimento: Arnaldo Tnon:s. Emcoto R.""nde. Franc:ioca Soare. Bu·
lhõe. Carvalho. EUFnio Pinlo. lri""u Sodrê. Álvaro Dini.r.. A"nljo Pinheiro. Bernardino M.lo. Raul Macedo. Frlln<ÍOCO Canlarino. GcnJdo Manins. Abruo "''''' •• Teófilo de Caslro. Jólio
OIivkr. NUlO< AocoIi. Cao.!' Ribeiro. Sou .. �io. Marcial de OIivei .... SérJio Pitla. Faria SouIO. Joio s"r.:he •. Bernardino Fno""o. SIlvio Ran8'"1. Ventu", de Albuquc:rque e F.monde. J�n;or. R .... I Fernande •. tider opOSidoni1la. nio vOlou. Ver Anais da ALEJU. 1908. seuio de
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pIonoção de libnos le�lei •. como istnçio cios imp)Stos de Ílnp'JnlÇ;;,o de maquinaria. AI 001",.
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�4. O;KUrao de Ari Font�n�I"'. A�ai.r da ALf:RJ. 19011 .... são de lO de .. I�mbro. p. 207. 4$. E.ta acu5ação aparco::� em vári<>s disc:ursos. Ver principalmenle O do depu� Ari Fonle·