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5. INTRODUCCIÓN DEL TURISMO

5.1 Análisis del sector

ANTEPASSADO COMUM

Depois da discussão que precede, ainda que resumida seja, podemos con- cluir que os descendentes modificados de uma espécie qualquer se desenvolvam tanto melhor quanto a sua estrutura é mais diversificada e podem assim apoderar- se de lugares ocupados por outros seres. Examinemos agora como estas vanta- gens resultantes da divergência dos caracteres tendem a atuar, quando se combi- nam com a seleção natural e com a extinção.

O diagrama atrás mencionado pode auxiliar-nos a compreender este assun- to bastante complicado. Suponhamos que as letras A a L representem as espécies de um gênero rico no país que habita; suponhamos, além disso, que estas espé- cies se assemelham, em graus desiguais, como acontece ordinariamente na natu- reza; é isto que indicam, no diagrama, as distâncias desiguais que separam as letras. Disse um gênero rico, porque, como vimos no segundo capítulo, mais es- pécies variam em média num gênero rico do que num gênero pobre, e que as es- pécies variáveis dos gêneros ricos apresentam um maior número de variedades. Vimos também que as espécies mais comuns e as mais espalhadas variam mais

do que as espécies raras cujo habitat é restrito. Suponhamos que A representa uma espécie variável comum muito espalhada, pertencendo a um gênero rico no seu próprio país. As linhas pontuadas divergentes, de comprimento desigual, par- tindo de A, podem representar os seus descendentes variáveis. Supõe-se que as variações são muito pequenas e da mais diversa natureza; que não aparecem si- multaneamente, mas muitas vezes após longos intervalos de tempo, e que não persistem também durante períodos iguais. Só as variações vantajosas persistem, ou, por outros termos, fazem o objeto da seleção natural. É então que se manifes- ta a importância do princípio das vantagens que resultam da divergência dos ca- racteres; porque este princípio determina ordinariamente as variações mais diver- gentes e mais diversas (representadas por linhas pontuadas exteriores), que a seleção natural fixa e acumula. Quando uma linha pontuada atinge uma das linhas horizontais e o ponto de contato é indicado por uma letra minúscula, acompanha- da de um número, supõe-se que se acumulou uma quantidade suficiente de varia- ções para formar uma variedade bem definida, isto é, tal como se julgaria dever indicar numa obra sobre a zoologia sistemática.

Cada um dos intervalos entre as linhas horizontais do diagrama podem re- presentar mil gerações ou mais. Suponhamos que após mil gerações a espécie A produziu duas variedades bem definidas, isto é, a1 e m. Estas duas variedades encontram-se geralmente colocadas em condições análogas àquelas que deter- minaram variações nos seus antepassados, tanto quanto a variabilidade seja por si mesmo hereditária; por conseqüência, tendem também a variar, e ordinariamen- te do mesmo modo que os seus antepassados. Ademais, estas duas variedades, sendo apenas formas levemente modificadas, tendem a herdar vantagens que tornaram o seu protótipo A mais numeroso do que a maior parte dos outros habi- tantes do mesmo país; participam também das vantagens mais gerais que torna- ram o gênero a que pertencem os seus antepassados um gênero rico no seu pró- prio país. Ora, todas estas circunstâncias são favoráveis à produção de novas va- riedades.

Se estas duas variedades são variáveis, as suas variações mais divergen- tes persistirão ordinariamente durante as mil gerações seguintes. Após este inter-

valo, pode supor-se que a variedade a1 produziu a variedade a2, a qual, graças ao princípio da divergência, difere mais de A do que a variedade a1. Pode-se su- por também que a variedade m1 produziu, no fim do mesmo lapso de tempo, duas variedades: m2 e s2, diferindo uma da outra, e diferindo mais ainda da origem co- mum A. Poderíamos continuar a seguir estas variedades passo a passo durante um período qualquer. Algumas variedades, após cada série de mil gerações, terão produzido uma só variedade, mas sempre mais modificada; outras produzirão du- as ou três variedades; outras, enfim, nada produzirão. Assim, as variedades, ou os descendentes modificados da origem comum A, aumentam ordinariamente em número, revestindo caracteres cada vez mais divergentes.

O diagrama representa esta série até à décima milésima geração, e, sob forma simples e resumida, até à décima milésima quarta.

Não pretendo dizer, claro está, que esta série seja tão regular como o é no diagrama, posto que tenha sido representada de forma bastante irregular; não pre- tendo dizer também que estes progressos sejam incessantes; é muito mais prová- vel, pelo contrário, que cada forma persista sem alteração durante longos perío- dos, pois que é de novo submetida a modificações. Não pretendo dizer tampouco que as variedades mais divergentes persistam sempre; uma forma média pode persistir durante muito tempo e pode, ou não, produzir mais do que um descen- dente modificado. A seleção natural, com efeito, atua sempre em razão dos luga- res vagos, ou daqueles que não estão perfeitamente ocupados por outros seres, e isto envolve relações infinitamente complexas. Mas, em regra geral, quanto mais os descendentes de uma espécie qualquer se modificam com relação à conforma- ção, tanto mais probabilidades têm de se apoderar dos lugares e tanto mais a sua descendência modificada tende a aumentar. No nosso diagrama, a linha de des- cendência é interrompida em intervalos regulares por letras minúsculas com nú- meros, indicando as formas sucessivas que se tornaram suficientemente distintas para que se reconheçam como variedades; diga-se de passagem que estes pon- tos são imaginários e que poderiam ter-se colocado não importa aonde, deixando intervalos assaz longos para permitir a acumulação de uma soma considerável de variações divergentes.

Como todos os descendentes modificados de uma espécie comum e muito espalhada, pertencendo a um gênero rico, tendem a participar das vantagens que deram ao antepassado a preponderância na luta pela existência, multiplicam-se ordinariamente em número, ao mesmo tempo em que os seus caracteres se tor- nam mais divergentes; este fato é representado no diagrama por diferentes ramos divergentes que partem de A. Os descendentes modificados dos ramos mais re- centes e mais aperfeiçoados tendem a tomar o lugar dos ramos mais antigos e menos aperfeiçoados, e por isso a eliminá-los; os ramos inferiores do diagrama, que não chegam até às linhas horizontais superiores, indicam este fato. Em qual- quer caso, sem dúvida, as modificações produzem-se numa só linha de descen- dência, e o número de descendentes modificados não aumenta, posto que a soma das modificações divergentes tenha aumentado. Este caso seria representado no diagrama se todas as linhas partindo de A fossem levantadas, à exceção das que partissem de a1 até a10. O cavalo de corrida inglês, e o cão de caça inglês evi- dentemente divergem lentamente da sua origem primitiva da forma que acabamos de indicar, sem que algum deles produzisse ramos ou novas raças.

Suponhamos que, após dez mil gerações, a espécie “A” tenha produzido três formas: a10, f10 e m10, que, divergindo em caracteres durante gerações su- cessivas, chegaram a diferir grandemente, mas talvez desigualmente umas das outras e da origem comum.

Se supusermos que a soma das alterações entre cada linha horizontal do diagrama é excessivamente pequena, estas três formas serão apenas variedades bem definidas; mas temos somente que supor um maior número de gerações, ou uma modificação um pouco mais considerável em cada grau, para converter estas três formas em espécies duvidosas, ou em espécies bem definidas. O diagrama indica pois os graus por meio dos quais as pequenas diferenças, separando as variedades, se acumulam a ponto de formar as grandes diferenças que separam as espécies. Continuando a mesma marcha durante um maior número de gera- ções, o que indica o diagrama sob uma forma condensada e simplificada, obtemos oito espécies, a14 a m14, descendentes todas de A. É assim, creio eu, que as es- pécies se multiplicam e que os gêneros se formam.

É provável que, num gênero rico, mais de uma espécie deva variar. Supus, no diagrama, que uma segunda espécie produziu, por uma marcha análoga, após dez mil gerações, quer duas variedades bem definidas, w10 e z16, quer duas es- pécies, segundo a soma de alterações que representam as linhas horizontais. De- pois de catorze mil gerações, supõe-se que seis novas espécies, n14 a z14 foram produzidas. Num gênero qualquer, as espécies que já diferem muito umas das outras tendem ordinariamente a produzir o maior número de descendentes modifi- cados, porque são eles que têm mais probabilidades de se apoderar de novos lu- gares e muito diferentes na economia da natureza. Também escolhi no diagrama a espécie extrema A e uma outra espécie quase extrema I, como as que têm vari- ado muito, e que têm produzido novas variedades e novas espécies. As outras nove espécies do nosso gênero primitivo, indicadas pelas letras maiúsculas, po- dem continuar, durante períodos mais ou menos longos, a transmitir aos descen- dentes os caracteres não modificados; isto é indicado no diagrama por linhas pon- tuadas que se prolongam mais ou menos longe.

Mas, durante a marcha das modificações, representadas no diagrama, um outro dos nossos princípios, o da extinção, deve ter gozado um papel importante. Como, em cada país bem provido de habitantes, a seleção natural atua necessari- amente, dando a uma forma, que faz o objeto da sua ação, algumas vantagens sobre outras formas na luta pela existência, produz-se uma tendência constante entre os descendentes aperfeiçoados de uma espécie qualquer para suplantar e exterminar os seus predecessores e a sua origem primitiva. É preciso lembrar, com efeito, que a luta mais viva se produz ordinariamente entre as formas que estão mais próximas umas das outras, em relação aos hábitos, constituição e es- trutura. Por conseqüência, todas as formas intermediárias entre a forma mais anti- ga e a forma mais moderna, isto é, entre as formas mais ou menos aperfeiçoadas da mesma espécie, assim como a espécie origem própria, tendem ordinariamente a extinguir-se. É provavelmente da mesma maneira para muitas das linhas colate- rais completas, vencidas por formas mais recentes e mais aperfeiçoadas. Se, con- tudo, o descendente modificado de uma espécie penetra em qualquer região dis- tinta, ou se adapta rapidamente a qualquer região absolutamente nova, não se

encontra em concorrência com o tipo primitivo e ambos podem continuar a existir. Se se supuser, pois, que o nosso diagrama representa uma soma considerável de modificações, a espécie A e todas as primeiras variedades que produziu, terão sido eliminadas e espalhadas por oito novas espécies, a14 a m14; e a espécie I por seis novas espécies, n14 a z14.

Mas podemos ir mais longe ainda. Supusemos que as espécies primitivas do gênero de que nos ocupamos se assemelham entre si mas em graus desi- guais; é o que se apresenta muitas vezes na natureza. A espécie A está então mais próxima das espécies B, C, D do que das outras espécies, e a espécie I está mais próxima das espécies G, H, K, L do que das primeiras. Supusemos também que estas duas espécies, A e I são muito comuns e muito espalhadas, de tal maneira que deviam, no princípio, possuir algumas vantagens sobre a maior par- te das outras espécies pertencentes ao mesmo gênero. As espécies representati- vas, em número de catorze para a décima quarta geração, têm provavelmente herdado algumas destas vantagens; e são, além disso, modificadas, aperfeiçoa- das de diversas maneiras, em cada geração sucessiva, de forma a melhor adap- tar-se aos numerosos lugares vagos na economia natural do país que habitam. É pois muito provável que tenham exterminado, para substituí-los, não somente os representantes não modificados das origens mães A e I, mas também algumas espécies primitivas mais próximas destas origens. Por conseqüência, devem ficar na décima quarta geração muito poucos descendentes das espécies primitivas. Podemos supor que uma espécie somente, a espécie F, sobre as duas espécies E e F, as menos próximas das duas espécies primitivas A e I, pode ter tido descen- dentes até esta última geração.

Assim como o indica o nosso diagrama, as onze espécies primitivas são daqui em diante representadas por quinze espécies. Em razão da tendência diver- gente da seleção natural, o valor da diferença dos caracteres entre as espécies a14 e z14 deve ser muito mais considerável que a diferença que existia entre os indivíduos mais distintos das onze espécies primitivas. Demais, as novas espécies estão aliadas entre si de uma maneira muito diferente. Nos oito descendentes de A, os indicados pelas letras a14, q14 e p14, são muito próximos porque são ramos

recentes de a10; b14 e f14, tendo divergido num período muito mais antigo de a3, são, até certo ponto, distintos destas três primeiras espécies; e enfim o14, e14 e m14 são muito próximas umas das outras; mas, como divergem de A no começo mesmo desta série de modificações, estas espécies devem ser bastante diferen- tes das outras cinco, para constituir sem dúvida um subgênero ou um gênero dis- tinto.

Os seis descendentes de I formam dois subgêneros ou dois gêneros distin- tos. Mas como a espécie primitiva I diferia muito de A, porque se encontrava qua- se na outra extremidade do gênero primitivo, as seis espécies descendentes de I, devido apenas à hereditariedade, devem diferir consideravelmente das oito espé- cies descendentes de A; demais, supusemos que os dois grupos têm continuado a divergir em direções diferentes. As espécies intermediárias, e é isto uma conside- ração muito importante, que ligam as espécies originais A e I, foram todas extin- tas, à exceção de F, única que deixou descendentes. Portanto, as seis novas es- pécies descendentes de I, e as oito espécies descendentes de A, deverão ser classificadas como gêneros muito distintos, ou mesmo como subfamílias distintas.

É assim, creio eu, que dois ou muitos gêneros derivam, após modificações, de duas ou de muitas espécies de um mesmo gênero. Estas duas ou muitas es- pécies origens derivam também, por seu turno, de qualquer espécie de um gênero anterior. Isto está indicado, no nosso diagrama, por linhas pontuadas colocadas por baixo das letras maiúsculas, linhas convergindo em grupo para um só ponto. Este ponto representa uma espécie, o suposto predecessor dos nossos subgêne- ros e dos nossos gêneros. É útil parar um instante a considerar o caráter da nova espécie F14, que, temo-lo suposto, não divergiu muito, mas conservou a forma de F, quer com algumas pequenas modificações, quer sem qualquer alteração. As afinidades desta espécie com as outras catorze novas espécies devem ser neces- sariamente muito curiosas. Derivada de uma forma situada pouco mais ou menos a igual distância entre as espécies origens A e I, que supomos extintas e desco- nhecidas, deve apresentar, até certo ponto, um caráter intermediário entre o dos dois grupos descendentes da mesma espécie. Mas, como o caráter destes dois grupos é continuamente desviado do tipo origem, a nova espécie F14 não constitui

um intermediário imediato entre eles; constitui, contudo, um intermediário entre os tipos dos dois grupos. Ora, cada naturalista pode lembrar, sem dúvida, casos aná- logos.

Supusemos, até ao presente, que cada linha horizontal do diagrama repre- sentava mil gerações; mas cada uma poderia representar um milhão de gerações, ou mesmo mais; cada uma poderia mesmo representar uma das camadas suces- sivas da crosta terrestre, na qual se encontram os fósseis. Tornaremos a insistir neste ponto, no nosso capítulo sobre a geologia, e veremos então, creio eu, que o diagrama lança alguma luz sobre as afinidades dos seres extintos. Estes seres, posto que pertençam ordinariamente às mesmas ordens, às mesmas famílias ou aos mesmos gêneros que os que existem hoje, apresentam muitas vezes contudo, numa certa medida, caracteres intermediários entre os grupos atuais; podemos compreender isto tanto melhor que as espécies existentes viviam em diferentes épocas afastadas, quando as linhas de descendência tinham divergido menos.

Não vejo razão alguma que obrigue a limitar apenas à formação dos gêne- ros a série de modificações que acabamos de indicar. Se supusermos que, no di- agrama, a soma das alterações representada por cada grupo sucessivo de linhas pontuadas divergentes é muito grande, as formas a14 a p14, b14 e f14, o14 a m14 formarão três gêneros muito distintos. Teremos também dois gêneros muito distin- tos descendendo de I e diferindo muito consideravelmente dos descendentes de “A”. Estes dois grupos de gêneros formarão assim duas famílias ou duas ordens distintas, segundo a soma das modificações divergentes que se supõe represen- tada pelo diagrama. Ora, as duas novas famílias ou as duas novas ordens, des- cendem de duas espécies pertencendo a um mesmo gênero primitivo, e pode su- por-se que estas espécies descendem de formas ainda mais antigas e mais des- conhecidas.

Temos visto que, em cada país, são as espécies pertencentes aos gêneros mais ricos que apresentam as mais das vezes variedades ou espécies nascentes. Poder-se-ia parar aqui; com efeito, a seleção natural atuando somente sobre os indivíduos ou sobre as formas que, devido a certas qualidades, sobrepujam as outras na luta pela existência, exerce principalmente a sua ação sobre os que pos-

possuem já certas vantagens; ora, a extensão de um grupo qualquer prova que as espécies que o compõem herdaram algumas qualidades possuídas por um ante- passado comum. Também a luta para a produção de descendentes novos e modi- ficados se estabelece principalmente entre os grupos mais ricos que tentam multi- plicar-se. Um grupo numeroso prevalece sobre um outro grupo considerável, re- duzindo-o em número e diminuindo assim as suas probabilidades de variação e aperfeiçoamento. Num mesmo grupo considerável, os subgrupos mais recentes e mais aperfeiçoados, aumentando sem cessar, apoderando-se a cada instante de novos lugares na economia da natureza, tendem constantemente também a su- plantar e destruir os subgrupos mais antigos e menos aperfeiçoados. Enfim, os grupos e os subgrupos pouco numerosos e vencidos acabam por desaparecer. Se lançarmos os olhos para o futuro, podemos predizer que os grupos de seres organizados que são hoje ricos e dominantes, que não estão ainda rompidos, isto é, que não sofreram ainda a menor extinção, devem continuar a aumentar em nú- mero durante longos períodos. Mas que grupos acabarão por prevalecer? É o que ninguém pode prever, porque sabemos que muitos grupos, outrora desenvolvidís- simos, são hoje extintos. Se nos ocuparmos de um futuro ainda mais remoto, pre- diremos que, por causa do aumento contínuo e regular dos maiores grupos, um conjunto de pequenos grupos deve desaparecer completamente sem deixar des- cendentes modificados, e que, por conseguinte, muito poucas espécies vivendo numa época qualquer devem ter descendentes depois de um lapso de tempo con- siderável. Terei de voltar a este ponto no capítulo sobre a classificação; mas pos- so ajuntar que, segundo a nossa teoria, poucas espécies muito antigas devem ter representantes na época atual; ora, como todos os descendentes da mesma es- pécie formam uma classe, é fácil de compreender como sucede que haja tão pou- cas classes em cada divisão principal dos reinos animal e vegetal. Posto que pou- cas das mais antigas espécies tenham deixado descendentes modificados, toda- via, em antigos períodos geológicos, a Terra pode ter sido quase tão povoada co- mo é hoje de espécies pertencendo a muitos gêneros, famílias, ordens e classes.