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An AML framework

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4. Anti-money laundering strategies, and corruption as an impediment to their implementation

4.1 An AML framework

Embora o contato com os economistas tenha se dado com dificuldades, precisando usar três formas de constatação, respectivamente: e-mail, virtual e presencialmente, a amostra se mostrou de razoável significância, passível de críticas. O ano que se obteve mais respostas foi o de 2011, com 35% das informações.

Outro resultado obtido para qualificar o economista egresso foi o gênero, 65% dos entrevistados são do sexo masculino.

Para a pesquisa, os dados quanto à área de atuação dos entrevistados também foram satisfatórios. 55% (28 pessoas) não se desviaram da área de economia e estão seguindo a profissão; 54% destes, em números absolutos 15 economistas, estão cursando apenas uma pós-graduação na área e ainda não entraram no mercado de trabalho. O interessante é que além desses, existem aqueles que estão apenas trabalhando efetivamente sem cursar um mestrado nem especialização e ainda, aqueles que estão fazendo os dois concomitantemente. Outro resultado importante da pesquisa diz que desses 15 economistas que estão se dedicando somente a uma pós-graduação, a metade pretende seguir carreira acadêmica. Podemos concluir com esse resultado que a academia é um grande atrativo para os recém-formados.

Os resultados comprovaram que 35% (18 economistas) se desviaram para outras áreas. Para estes economistas visualizam-se dois rumos: somente estão empregados em outra área ou, além de empregados, estão se especializando nesta profissão que não economia. A divisão nestes rumos é quase igualitária. Não existiu nenhum entrevistado que estivesse cursando somente uma pós-graduação em outra área, mostrando que não faz sentido terminar uma graduação em economia, aqui nesta pesquisa, e sem estar empregado, resolver se especializar em outra área, até então por ele também desconhecida dentro do mercado de trabalho. As áreas procuradas citadas foram: financeira, marketing, gestão, direito, tecnologia da informação, logística e engenharia de produção. A grande motivação para fazer uma pós- graduação nessas áreas é o desejo de ter um crescimento profissional fora da carreira acadêmica, o que mostra que algumas pessoas não têm interesse na academia.

As conclusões que são tiradas a respeito do local de trabalho, setor que o empregado atua e tempos de empregabilidade são: os locais de trabalho abordados pela pesquisa são diversos, independente de estarem ou não seguindo a profissão. Os economistas atuantes na área de economia estão empregados mais no setor público enquanto para os desviandos é de igual número com o setor privado. Os economistas atuantes demoraram no máximo 2 anos (24 meses) para empregar-se enquanto que para os que não estão no exercício da profissão o

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tempo máximo decorrido foi de 36 meses.

Os economistas atuantes na área de economia, dentro do mercado de trabalho, utilizam muitos dos conhecimentos aprendidos no curso de graduação e reconhecem o quanto o curso foi importante para hoje possuírem uma grande base. A pesquisa possibilitou não só analisar aqueles que estão dentro da área de economia, objeto de pesquisa deste trabalho, como também aqueles que se desviaram. Portanto, não descartou nenhuma informação relevante dos entrevistados que por vários motivos explanados na seção de resultados não lograram êxito. E dessa forma, foi perceptível o grande interesse desses indivíduos enquanto consumidores do produto: educação superior em economia, de ver mudança na grade curricular do curso de forma a abranger disciplinas e aulas mais práticas, tão importantes para o mercado de trabalho.

Concluiu-se também a insatisfação desses profissionais que não atuam como economista em relação à profissão, comprovando assim que só estão satisfeitos com ela aqueles que hoje a exercem e estão com uma remuneração entre os níveis médio e alto. A baixa valorização do profissional de economia intimida esses profissionais a terem estímulos e reforços para continuar na área. Alguns acabam abandonando sonhos e ingressando em outras áreas por não terem tido oportunidades. Comprovando a teoria behaviorista, o ambiente nesse caso não deu o estímulo necessário para reforçar o comportamento.

Em geral, a maioria dos entrevistados está satisfeito com o investimento realizado, independente de que área esteja ou se está apenas em casa estudando para concursos. Afirmam que não foi em vão, ao reconhecerem que o tempo não foi perdido, mas quando se pergunta se caso tivessem uma nova chance de cursar um ensino superior, se escolheriam economia, mesmo alguns daqueles que disseram estar satisfeito com o curso não o fariam. Neste caso, estão visando as dificuldades que existem hoje para exercer a profissão.

Como resultado geral, foi percebível que embora com dificuldades, a área de economia é um grande atrativo para quem quer seguir esta carreira. Essa afirmativa se confirma ao perceber a satisfação com a profissão daqueles que hoje a exercem como economistas ativos e ao ver-se os maiores percentuais em economistas atuando na área e/ou cursando uma pós- graduação em economia. Comprovando assim a teoria behaviorista.

Para os gestores da instituição, cabe ressaltar a importância de aprofundar essa pesquisa e olhar mais adiante o que acontece com esses profissionais fora da Universidade, pois graduação é o início de uma carreira profissional. O curso precisa ser tratado de forma mais coerente com o que o mercado de trabalho espera. O investimento com xerox, lanches, passagens é pequeno diante do tempo que se dedica a uma graduação. Preparar esses

estudantes para o mundo profissional lá fora, independente de eles seguirem a carreira acadêmica ou não, é uma responsabilidade da universidade. Só estarão satisfeitos com a profissão aqueles que conseguirem lograr êxito ao sair do curso, e esse êxito somente acontecerá se estiverem bem mais preparados e valorizados.

Na Figura 3, observa-se informações quanto a satisfação com a profissão de economia de acordo com os economistas que exercem atividades na área.

Figura 3 – Considerações quanto à satisfação com a profissão de economia em relação aos economistas que exercem atividades na área.

Fonte: Elaboração própria baseada em questionário.

A Figura 4 apresenta as informações quanto a satisfação com a profissão de economia de acordo com os economistas desviados.

Figura 4 – Considerações quanto à satisfação com a profissão de economia em relação aos economistas desviados.

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REFERÊNCIAS

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clientes. Economia & Pesquisa (Araçatuba). Araçatuba- SP, v.5, n.5, p. 141-147, 2003.

CHAUVEL, Marie Agnes. A satisfação do consumidor no pensamento de marketing. Disponível em <http://pt.scribd.com/doc/55496292/A-SATISFACAO-DO-CONSUMIDOR-

NO-PENSAMENTO-DE-MARKETING>. Acesso em: 15 Maio 2012.

FERREIRA, Vera Rita de Mello. Psicologia econômica: origens, modelos, propostas. São Paulo: Tese de doutorado USP 2007.

HARZEM, Peter; MILES,Thomas Richard. Conceptual issues in operant psychology. Chicheste: John Wiley e Sons, 1978.

KELLER, Fred Simmons; SCHOENFELD, William Nathan. Princípio de psicologia. São Paulo: EPU, 1966.

PINHEIRO, Roberto Meireles; CASTRO, Guilherme Caldas e outros. Comportamento do

consumidor e pesquisa de mercado. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.

RICHARD, Gerson. Excelência no atendimento a clientes: mantendo seus clientes por

toda a vida. Rio de Janeiro: Editora Qualymark, 2001.

ROSSI, Paulo Egydio; BRAGA, Sérgio Pereira. A Satisfação dos clientes em relação aos

serviços prestados por um organismo de Inspeção veicular. Revista Administração On

Line – FECAP - Volume 5 No 3, p 11-25 jul/ago/set2004.

SANTOS, José Alex Soares. Teorias da aprendizagem: Comportamentalista, Cognitivista

e humanista. Revista Científica Sigma. Instituto de Ensino Superior do Amapá. v.2, n.2.

abr./mai./jun. 2006. Macapá: IESAP, 2006.

SANTOS, Maria Juliana dos. Maketing pessoal como ferramenta no desenvolvimento de

equipes na área de vendas. 2009.Disponível em: <http://amigonerd.net/trabalho/45475-

marketing-pessoal-como-ferramenta-no>. Acesso em: 23 de Maio de 2012.

ANEXO

ANEXO A – Questionário de satisfação 1. Ano de conclusão da Graduação em Economia/UFC: _______ 2. Gênero:

( ) masculino ( ) feminino 3. Está empregado como economista?

( ) sim ( ) não, porque:

_____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________

_____________________________________________________________________ 4. Está realizando alguma pós-graduação?

________________________________________ Em que área?

_____________________________________________________________ Sua escolha de pós-graduação se deveu a que motivo?

( ) carreira acadêmica ( ) realização pessoal

( ) crescimento profissional fora da carreira acadêmica ( ) não obteve êxito na procura de emprego

( ) outro (especificar)

_____________________________________________________ 5. Observação: caso a resposta seja não, pule para a questão de número 13. 6. Local de trabalho: ____________________________________________ 7. Colocação da profissão:

setor público: ( ) municipal ( ) estadual ( ) federal

setor privado (empresa): _________________________________________________ 8. Após a conclusão da graduação em economia, quanto tempo decorreu-se para empregar-

se? ___________________

9. Durante seu curso de graduação, que estimulo(s) foi(ram) decisivo(s) para seu atual emprego? _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________

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10. De acordo com a sua qualificação, você considera sua remuneração:

( ) alta ( ) média ( ) baixa

11. O seu emprego tem alguma relação com a profissão de economista? Descreva.

_____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ 12. Qual(is) conhecimento(s) de economia você usa em seu emprego?

_____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ 13. Quais são suas dificuldades profissionais?

_____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ 14. Você está satisfeito com o investimento realizado em seu ensino superior em

economia? Por quê?

_____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ _____________________________________________________________________ 15. Se você tivesse a chance de escolher novamente um curso superior, você escolheria

economia?

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