4.1 FRA DET IDEELLE TIL PRAKSIS
4.1.8 Alternativer undervisningsmetoder enn å fokusere på enkelt eleven
A Villa Siqueira, hoje conhecida como balneário ou praia do Cassino, foi por sucessivas décadas, uma espécie de salão ao ar livre destinado ao deleite da elite local309 e de outras partes do Estado310 e do Brasil e também de países vizinhos311. Não podemos afirmar que o balneário fez parte apenas dos veraneios das elites, mas sim que foi um local planejado para as elites e que também recebeu outros segmentos sociais devido as constantes mudanças em sua administração, pois os acionistas visando o lucro perceberam que loteando o local e vendendo terrenos menores, construindo casas geminadas e mobiliadas, abaixando o preço de diárias do hotel Casino e dos camarotes a beira mar e o preço das passagens de trem poderiam atrair um número maior de turistas. Dessa forma, a Villa Sequeira, além de receber as elites foi o palco de diversas camadas sociais e, que neste ambiente representaram suas maneiras de interação social e de sociabilidade, elevando a estação de banhos a um local para os lazeres, onde as pessoas iam para se divertir, passear, tomarem seus banhos e até quem sabe encontrar a cura para as enfermidades.
Segundo o memorialista Daoiz de La Rocha, a Villa Sequeira foi o primeiro balneário marítimo do Brasil. Para ele, o acesso era "básico" pela facilidade de acesso pela estrada de ferro. A necessidade da construção de um hotel não ficava atrás, pois os primeiros veranistas
309“Frequentavam a estação de banhos do Cassino, no final do século XIX e início do XX, o diretor-gerente da
Companhia Carris Urbanos Antônio Cândido Sequeira, Comendador Antônio da Costa Corrêa Leite, Comendador A. J. Pinto da Rocha, Antônio M. Lemos Junior, Coronel Francisco Antônio Lopes, Capitão Evaristo dos Anjos Sandim, Albino Cunha da fábrica Moinho Rio-Grandense, os comerciantes Manoel Carlos de Lima Torres, Rosalvo d’Azevedo, W. A. Preller, Arnaldo José Pereira, os médicos, Dr. Carlos A. C. Laudares, Dr. M. Affonso Reis. Entre os acionistas do balneário encontramos também: Albino Cunha da “Moinhos Rio-Grandense”, os Rheingantz, da fábrica de tecidos ‘Rheingantz’, os comerciantes Alfredo Moutinho, José Francisco Cezar ‘loja de vestuário do Cezar’, João L. Vianna que vendia secos e molhados por atacado no balneário”. Diário do Rio Grande, 30/10/1890.
310“Da cidade vizinha vieram ontem de passeio a esta cidade alguns excursionistas de Bagé, cavalheiros da
primeira sociedade bajeense, acompanhadas das Exmas. Famílias”. Diário do Rio Grande, 18/11/1890. “Um
moço de Porto Alegre descreveu as impressões da sua temporada a banhos, no ano passado, na Mangueira. O
Diário o achou um propagandista da estação balnear: “Hoje já se encontra por ali muita vida, muita animação, muito ruído. Nos dias calmosos e serenos vê-se grande número de moças que estão acomodadas com as famílias em pequenas vivendas, correndo a cavalo na areia fina, que reluz polvilhada de sol. Enchem a grande paisagem nua e solitária com a luz dos seus olhares brilhantes e com a frescura de rosa das suas cetinosas faces. Com os vestidos de amazonas, as travessas gentis galopam destemidas soltando gritinhos agudos de expansiva vivacidade para assustarem as aves, que ruflando as asas fogem em debandada. A chegada dos vagões que fazem viagem de manhã e de tarde e sempre repletos de povo é uma festa de regozijo, um contentamento comunicativo, trocam-se beijos estalados e ‘shke-kands’ afetuosos. A água salgada é a grande panaceia da moda, todos querem experimentá-la por luxo ou por gosto, por necessidade ou por pandega. A um cura, a outro alivia, mal não consta que tenha feito a ninguém”. Diário do Rio Grande, 15/01/1891.
311 “Dizem de Montevidéu: A estação de banhos de mar trouxe a esta capital de toda a parte inúmeros
visitantes, entre os quais distintas famílias portenhas, cuja presença comunica a esta cidade extraordinária animação e alegria”. Diário do Rio Grande, 21/01/1890.
deveriam acorrer com certeza à estação de banhos e teriam lá "comodidades de um centro de lazer". O nome Casino foi atribuído a uma das atrações que encontrava-se no hotel. Daoiz escreve que,
Casino com um "s" era palavra italiana e significava casa de reuniões, leitura, lazer em variados sentidos, mas principalmente de jogo. Embora o objetivo principal do hotel fosse oferecer serviços de hospedagem e refeições, os jogos, que a lei não proibia naquela época, estava na programação dos empreendedores, que dotaram de amplas dependências o magnífico hotel. Não tardou que a nova localidade, desde logo chamada Villa Sequeira, em homenagem ao notável empreendedor, Antônio Cândido Sequeira, nascido em Rio Grande a 24/09/1846 tornasse conhecida como Casino312
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Entre o período da construção do estabelecimento no final do século XIX e as primeiras décadas do século XX, começaram a serem construídas, longo da Avenida Rio Grande, as "belas" vivendas conhecidas como chalets. Estas residências, comentadas por nós no segundo capítulo, eram casarões caracterizados por possuírem alpendres debruados de madeira pacientemente recortada, grandes janelões e avarandado ao redor. Geralmente possuíam belos jardins, onde se encontravam variados tipos de plantas e espécies de árvores. Foram construções sólidas, algumas sobreviveram mais de um século, podendo ser vistas no balneário, outras devido à especulação imobiliária deram espaço a prédios de apartamentos, postos de gasolina e local para a instalação de parque de diversão e quiosque de bebidas. Anexo 7: Imagens de chalets e residências existentes em 2011.
Figura 72 - A "Villa Francisca" é uma das poucas construções que ainda se encontra na Avenida Rio Grande. Data do início do século XX, seu estilo germânico e seu tamanho demonstram a riqueza de seus proprietários. Está situada ao lado da Igreja Jesus, Maria, José (terreno que foi doado pela família Osório para a construção de uma capela no final do século XIX). Foi propriedade da família Osório de Pelotas e por sucessivas décadas a tradicional família pelotense desfrutou de seus veraneios na Villa Sequeira. Arquivo da Prefeitura Municipal de Rio Grande.
Após um ano de administração da estação de banhos da Mangueira, a Empresa de Bonds Suburbanos da Mangueira foi incorporada pela Companhia Estrada de Ferro Rio Grande- Costa do Mar e, esta por sua vez passou a ser a empresa concessionária do balneário. No ano de 1895 devido a problemas financeiros a Companhia Estrada de Ferro Rio Grande-Costa do Mar foi adquirida pela Companhia Viação Rio-Grandense313. Segundo relatório da Companhia Estrada de Ferro, a empresa parou seu tráfego em junho de 1893 e devido ao seu precário estado financeiro enfrentou uma série de dificuldades que originaram um novo
313 Sobre a Companhia Viação Rio Grandense, Fortunato Pimentel elaborou um histórico: “Esta empresa da
cidade de Rio Grande teve o nome de Companhia Carris urbanos. Em dezembro de 1891 foi incorporada a Estrada de Ferro-Rio Grande a Costa do Mar. Em fevereiro de 1894 tomou o nome de Companhia Viação Rio Grandense. A 28 de maio de 1900, tendo sido por ela vendida a Companhia Southern Brazilian Estrada de Ferro Rio Grande a Bagé o trecho de estrada de ferro denominado Estrada de Ferro Rio Grande Costa do mar, ficou a Companhia Viação Rio Grandense limitada ao serviço dos Carris Urbanos na cidade do Rio Grande para o serviço de passageiros e cargas (nos bondes) e ao serviço da Estação Balnear na Costa do Mar. De um quadro publicado pelo gerente da Companhia no relatório apresentado à Assembleia Geral dos acionistas em 31 de agosto de 1900 consta o capital de 626:100$000, tendo fundo de acionistas na importância de 437:199$920 rs”. PIMENTEL, Fortunato. Aspectos Gerais do Município de Rio Grande. Porto Alegre: Of. Graf.
Oficiais, 1944, p. 275.
acordo com a Companhia Carris Urbanos314. Em outubro do ano de 1893, o balneário necessitava de ajustes, pois encontrava-se desprovido de funcionários para a estação vindoura. À Companhia Southern Brazilian Railway ficou tratada a manutenção e o tráfego dos trens e as instalações (hotel Casino e restaurantes e os camarotes e barracas a beira mar) do balneário foram abertas para concorrência de arrendatários para a execução destes serviços.
Um dos fatores negativos da estação balnear referia-se a alimentação dos banhistas na década de 1890. A falta de pessoal apto para o preparo de refeições e as dificuldades enfrentadas pelo transporte deixavam os banhistas sem poder realizar as refeições. Frente a este sério problema, a Estrada de Ferro Rio Grande-Costa do Mar recorreu à administração do hotel Internacional, e as pessoas treinadas reformularam o cardápio dos restaurantes da Villa Sequeira bem como organizaram meios de preparar e abastecer as despensas dos estabelecimentos.
A partir do ano de 1893, a Companhia passou a vender quadras de terrenos, medindo "50 metros de frente e 100 metros de fundo" pelo valor de seiscentos mil réis, obrigando o comprador a edificar, em um período de dois anos uma casa ou vivenda, não podendo o valor ser inferior a cinco contos. Oferecia 25% de desconto no valor de fretes para o material de construção e passagem gratuita pelo período de cinco anos. Ao final da estação de 1893/1894 achavam-se vendidas dezessete quadras, sendo que em três já encontravam-se casas, em outras três em princípio de construção e as demais estavam sendo limpos os terrenos. Anexo 8. Panfleto dos leilões 1913-1914-1915.
Ela por sua vez, no ano de 1909 foi liquidada em função de graves dificuldades financeiras, tendo sido o seu patrimônio arrematado por um particular, o Coronel Augusto Cezar de Leivas, antigo frequentador daquela estação, que pagou um valor equivalente a 80 contos de réis. Ele em 1914 já promovia um grande leilão de terras na Praia do Cassino do Rio Grande-Villa Sequeira, quando ampliou o loteamento em cinco quadras de cada lado do eixo inicial.
Pouco tempo depois, em 1917, a planta do balneário sofreu um novo reordenamento, passando a aparecer naquela paisagem duas grandes plazas, e o restante da área foi ocupado pelo Coronel Leivas com atividades pecuárias.
314 Relatório da Diretoria da Companhia Carris e Estrada de Ferro – Costa do Mar, apresentado em
No início da década de 1920, o Coronel Augusto Cezar de Leivas vendeu parte de seu patrimônio à Sociedade Anônima Companhia Balnear Atlântica, empresa então constituída com o objetivo principal de
exploração da praia balnear, no Oceano Atlântico, bem como todos os negócios que para tal fim sejam necessários ou convenientes, tais como o Cassino, para diversões e jogos, hotel, restaurante, armazém, leitaria, serviços hidráulicos, elétricos, higiênico e de viação e todos os mais que por sua ligação com o objeto da mesma Companhia, sejam fontes de renda para ela e bem estar e conforto para os veranistas.Fomentará também a edificação, arruamento, arborização embelezamento na Villa e desenvolverá os meios de transporte e de locomoção, de modo a torná-la aprazível. Poderá ainda explorar os jogos de azar, habilitando-se para isso, consoante as leis e regulamentos que vigorarem 315
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Tendo então transferido a concessão dos bens imóveis, móveis, utensílios semoventes, direitos, ações e privilégios, à dita Companhia, avaliados em duzentos e cinquenta e seis contos de réis, o Coronel continuou proprietário de extensas áreas de terra que, posteriormente, passaram a ser exploradas, para fins de loteamentos, por ele e pelos seus descendentes.
Segundo os registros que encontramos, o Cassino já contava, na década de 1920, com aproximadamente 90 prédios, entre residências, hotéis, pousadas e apartamentos e uma população de veranistas que alcançava duas mil pessoas. Além da via férrea, havia sido aberta uma estrada rodoviária que ligava Rio Grande à estação balnear. Esta estrada foi asfaltada na década de 1940 através de um trabalho conjunto entre a Sociedade Rio-Grandense de Estradas de Rodagem, formada por pessoas que possuíam automóveis, proprietários de bens no Cassino, comerciantes e industriais, e a municipalidade, que acordaram a execução do projeto de asfaltamento.
Segundo Fortunato Pimentel é magnífica a rodovia Rio Grande-Cassino, a melhor praia de mar do sul do Brasil. Esta rodovia tem pavimentação asfáltica 316.
315 Estatutos da Companhia Balnear Atlântica de 25/11/1921. Rio Grande.
316 “A rodovia Rio Grande-Cassino possui extensão total de 18km e foi construída com a técnica moderna. É
Segundo o memorialista Daoiz de La Rocha, o asfalto veio do México e o DAER com a Prefeitura o aplicaram desde o Parque até a Avenida Rio Grande317, constituindo-se na primeira rodovia a receber pavimentação asfáltica no Rio Grande do Sul.
Nesta altura, o transporte entre a cidade e o balneário já era feito através de ônibus, serviço explorado pela Prefeitura Municipal. No final da década de 40, porém, a Empresa Karam de Pelotas passou a concorrer na prestação deste serviço. Após alguns impasses e conflitos gerados pela concorrência, a autarquia dos serviços de transportes coletivos do município de Rio Grande acabou por adquirir a empresa.
O crescimento verificado na década de 1940 esteve ligado, certamente, a oferta de grandes loteamentos denominados de vilas. A instalação de energia elétrica deu-se neste período. Já nos anos 50, o vetor de crescimento se deu através do projeto de diversos loteamentos318 como o Cidade Balneário Cassino, e outros empreendimentos similares como os loteamentos Stella Maris, Princesa do Sul, Querência e Boa Vista I, entre outros. Além dos loteamentos, começaram a surgir grandes condomínios, como o edifício Ibajé, o primeiro sob este regime, seguido pelos condomínios Brasília e Lido, assim como o condomínio Atlântico, empreendimento que foi construído em anexo ao Hotel Atlântico, formado por 105 apartamentos.
Em função de concepções urbanísticas vigentes à época, buscou-se criar um cinturão verde ao redor de traçado urbano do balneário bem como dota-lo de comodidades, de recreação, estacionamento, logradouros de distribuição e centralização, áreas reservadas para construção de hotéis, clube e parques.
317 Entrevista dada ao Informativo Rio Grande. 1990.
318 Na pesquisa realizada no jornal Rio Grande, observamos que projetos de loteamentos no balneário Cassino
eram noticiados em forma de publicidade, a partir da década de 1950, ocorrendo um aumento na instalação de novos loteamentos e como exemplos: “Balneário Olimpo, implantado em 08/09/1954, (publicidade publicada em 16/12/1950; Praia Olimpo – Cidade Balneária – A Nova Morada dos Deuses – O futuro recanto da Elite Sul Brasileira, situada no local mais privilegiado para o intercâmbio turístico internacional – Distrito do Cassino. Avenidas asfaltadas e arborizadas terão água – luz – força e telefone. Ordene a presença de um agente, conheça o mais completo plano de loteamento à beira-mar. Vendas somente em Porto Alegre); Balneário Stela Maris – Pedro Lourival Costa, implantado em 20/03/1949, possuindo 804 lotes, 70 quadras a 3 km do centro do Cassino; Praia Monte Carlo, 03/07/1958, 907 lotes; Balneário Princesa do Sul – Carlos George Lawson e Outra, implantado em 16/01/1956, 545 lotes; Balneário Querência – CNMC Ltda., implantado em 1953, 2542 lotes, 84 lotes; Loteamento dos funcionários da prefeitura, implantado em 04/02/1959, 310 lotes e 22 quadras; Loteamento El Aduar (Pedro Lourival Costa e outros), 21/05/1952, 4752 lotes e 316 quadras; Loteamento Boa Vista I (Antônio Giudice), implantado em 03/09/1954, 73 lotes e 4 quadras; Cidade Balneária do Cassino – Augusto Otero e O., implantado em 15/07/1958, 11.188 lotes e 355 quadras”. Rio Grande, década de 1950.
Em meados dos anos 60 verificou-se, em áreas sobre a faixa de Marinha, o surgimento de construções modestíssimas, quase um favela, ocupada por uma população pobre que recorreu a "vida" no balneário pelo baixo custo de seus terrenos.
Foi neste mesmo período que se deu a desativação da linha férrea que ligava a cidade a praia de banhos, o que se justificou, segundo a Companhia, em função dos déficits recorrentemente apresentados na exploração deste serviço.
Segundo Alice E. Ximendes, na década de 1970 a prefeitura de Rio Grande por meio de um Decreto Federal obteve a cessão da área dos terrenos de Marinha e acrescidos situados ao longo do litoral do balneário Cassino, sob o regime de aforamento319.
Um acordo foi firmado perante a Delegacia do Serviço do Patrimônio da União do Rio Grande do Sul em 10/04/1974, devendo a área cedida,
ser objeto de um plano básico de urbanização daquela praia, podendo ser dividida em porções ou lotes destinados à instalação de logradouros públicos, hotéis, terminais turísticos, sociedades recreativas e entidades de esportes, legalmente constituídas, estação rodoviária, e a construção de prédios residenciais ou de veraneio, desde que não exceda, neste último caso, cada lote, a área máxima de (quinhentos) 500 m², exceto se a urbanização daquela área vier a exigir a necessidade de serem estabelecidos lotes maiores320
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A partir dos anos 70, a situação do balneário Cassino foi se transformando. Deixou de ser um lugar exclusivo para a prática dos banhos e do lazer, e passou a ter uma população residente representada por comerciantes, aposentados, estudantes e, mais recentemente, por contingentes economicamente ativos, destacando-se professores universitários, funcionários públicos e comerciantes com atividades na zona urbana da sede distrital.
Estas mudanças mais recentes viabilizaram-se em função da melhoria dos serviços e equipamentos urbanos e de abastecimento, pelo aumento de fluxo de veículos diário entre a sede e o balneário e pela quase inexistência de uma estrutura de emprego própria.
319 XIMENDES, Alice Elias. Balneário Cassino - Os terrenos de Marinha e a criação da Autarquia - ABC.
Monografia (Especialização). Curso de Pós-Graduação em História do Rio Grande do Sul. Rio Grande, 2010.
Neste contexto, foi criada a Autarquia do Balneário Cassino, com o fim de regularizar e comercializar os terrenos de Marinha, compromissando-se em investir os recursos da venda no próprio Balneário; e também a Associação Comercial do Cassino; foram construídos equipamentos comunitários (Corpo de Bombeiros, Brigada Militar, Delegacia de Polícia, Creche e o Posto de Saúde) e o Terminal Rodoviário.