1. MARC TEÒRIC
1.2 Els hàbits saludables
1.2.1 Alimentació
As hachuras são indicadas para evidenciar as áreas de corte maciças, elas se constituem em linhas finas, equidistantes e traçadas a 45° em relação aos contornos ou aos eixos de simetria da peça, conforme indicadas na figura 50.
Figuras 50 – Representações de hachuras
O espaçamento entre as hachuras deverá variar com o tamanho da área a ser hachurada, quando a área a ser hachurada for muito grande pode-se colocar as hachuras acompanhando apenas no contorno da peça, conforme mostra a figura 51.
Figuras 51 – Representações do espaçamento de áreas hachuradas
Quando os elementos possuírem espessura muito pequena, peças delgadas são representadas em preto, com filetes brancos separando as partes contíguas, ilustrado na figura 52.
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As Hachuras representam o tipo de material do componente, conforme mostrado na figura 53.
Figuras 53 – Representações de hachuras para vários materiais
Deve-se observar que não serão hachuradas nos Desenhos Técnicos as superfícies cortadas de reforços ou nervuras, braços de engrenagens, polias ou volantes, dentes de engrenagens, rebites, pinos, eixos quando cortados no sentido longitudinal, chavetas e parafusos, conforme demonstram figuras 54 a 59.
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Figuras 55 – Representação do reforço não hachurado
Figuras 56 – Desenho de engrenagem com braço
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Figuras 58 – Elementos não hachurados: rebites, pinos, eixos cortados no sentido
longitudinal, chaveta e parafusos
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1.16 – A Cotagem do Desenho Técnico
Todo elemento a ser construído em qualquer segmento da tecnologia deve ser dimensionado, a cotagem é o sistema normalizado para apresentar as informações métricas nos desenhos técnicos.
As dimensões devem definir as características geométricas do objeto, através de valores do tamanho, posição e valores angulares de todos os detalhes que compõem a forma espacial do elemento a ser representados. O sistema de cotagem deve não apenas informar valores métricos de construção, mas também priorizar precisão exigida a cada detalhe, levando a uma sequência de fabricação e construção.
Os elementos construídos ou fabricados podem ser obtidos pela remoção de materiais ou adição de elementos ou pelos dois processos, conforme pode-se visualizar na figura 60.
Figura 60 – Ilustração da fabricação de um elemento por remoção em (a) e por adição em (b)
A cotagem se faz através das linhas de chamadas e linhas de cotas, conforme mostra a figura 61, o valor numérico da cota, no Desenho Técnico expressa em milímetro, deve ser posicionado sempre acima da linha de cota, quando esta for horizontal, e sempre à esquerda da linha de cota quando esta estiver na vertical, porém sem tocar na linha de cota. As linhas de cotas devem distanciar uma das outra em no mínimo 10 mm.
A linha de chamada não deve tocar nos contornos da peça, recomenda-se um afastamento de aproximadamente 2 mm e devera transpor a linha de cota também em aproximadamente 2 mm.
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Figura 61 – Disposição dos elementos da cotagem e da cota
A Cotagem segundo a norma NBR 10126, é feita pela representação gráfica no desenho da característica do elemento, através de linhas, símbolos, notas e valor numérico numa unidade de medida, que no Desenho Técnico Mecânico é o milímetro.
A cotagem pode ser funcional, quando for essencial para a função do objeto ou local, cotagem não funcional, quando não for essencial para funcionamento do objeto, auxiliar dada somente para informação. A cotagem auxiliar não influi nas operações de produção ou de inspeção; é derivada de outros valores apresentados no desenho ou em documentos e nela não se aplica tolerância, A figura 62 ilustra os tipos de cotas.
Figura 62 - Tipos de cotas, (F) Funcional, (NF) Não Funcional e Auxiliar
A cotagem deve ser localizada na vista ou corte que represente mais claramente o elemento.
Nos Desenhos de detalhes devem usar a mesma unidade (por exemplo, milímetro) para todas as cotas sem o emprego do símbolo. Se for necessário, para evitar mau entendimento, o símbolo da unidade predominante para um determinado desenho deve ser incluído na legenda. Onde outras unidades devem ser empregadas como parte na especificação do desenho (por exemplo, N.m. para torque ou kPA para pressão), o símbolo da unidade apropriada deve ser indicado com o valor.
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Devem-se indicar os sinais da Tabela 02, antes dos valores das cotas, quando necessários para complementar as informações de cotagem.
Tabela 02 – Sinais de cotagem
Deve-se cotar somente o necessário para descrever o objeto ou produto acabado. Nenhum elemento do objeto ou produto acabado deve ser definido por mais de uma cota. Exceções podem ser feitas:
a) onde for necessário a cotagem de um estágio intermediário da produção (por exemplo: o tamanho do elemento antes da cementação e acabamento);
b) onde a adição de uma cota auxiliar for vantajosa.
Não especificar os processos de fabricação ou os métodos de inspeção, exceto quando forem indispensáveis para assegurar o bom funcionamento ou intercambiabilidade.
A cotagem funcional deve ser escrita diretamente no desenho, Ocasionalmente a cotagem funcional escrita indiretamente é justificada ou necessária, a Figura 63 mostra o efeito da cotagem funcional escrita indiretamente. Neste caso da cotagem não funcional deve ser localizada de forma mais conveniente para a produção e inspeção.
39 A seguir são apresentados os Sistemas de Cotagem.
a) Cotagem em Cadeia ou Série, mostrado na figura 64.
Figura 64 – Cotagem em cadeia
b) Cotagem por face de referência, conforme demonstrados nas figuras 65 e 66.
Figura 65 – Cotagem por face de referência
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c) Cotagem por linhas básicas, ilustrada nas figuras 67 e 68.
Figura 67 – Apresentação apenas da Cotagem por linha básica de referências
Figura 67 – Apresentação da Cotagem por linha básica de referências d) Cotagem em Paralelo, vista na figura 68.
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e) Cotagem aditiva exemplificadas nas figuras 69 e 70
Figura 69 – Cotagem aditiva
Figura 70 – Cotagem aditiva em duas dimensões
f) Cotagem aditiva por coordenadas, mostrada na figura 71.
Figura 71 – Cotagem aditiva por coordenadas g) Cotagem de elementos esféricos, mostrados na figura 72
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h) Cotagem de diâmetros, demonstrados na figura 73
Figura 73 – Cotagem de diâmetros i) Cotagem de raios, mostrados na figura 74
Figura 74 – Cotagem de raios
j) Cotagem de ângulos, a figura 75 mostra exemplos de cotagem de ângulos.
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k) Cotagem de chanfros, exemplificados na figura 76.
Figura 76 - Exemplos de cotagem de chanfros
l) Cotagem de arcos, feita pela corda, comprimento ou ângulo, mostrado na
figura 77.
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As figuras a seguir apresentam exemplos de cotagem típicas aplicadas em Desenho Técnico.
Figura 78 – Representação de um Detalhe em escala ampliada
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Figura 80 – Cotagem de elemento utilizando-se a própria linha de cota com referência
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As Figuras 82, 83, 84 e 85, ilustram a representação esquemática de estruturas metálicas e respectivas cotas.
Figuras 82 – Desenho esquemático de uma estrutura
Figuras 83 – Desenho esquemático de um detalhe de união em uma estrutura
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Figuras 85 – Desenho esquemático de detalhes de uniões em uma estrutura
Figuras 86 – Desenho representando elementos acoplados.
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Figuras 88 – Desenhos com elementos simétricos
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Lista de Exercícios - 01
Desenhe as perspectivas dadas em projeções ortogonais com todas as informações necessárias para a fabricação.
Exercício 01 Exercício 02
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