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Access to expertise, skills and problem-solving capacities

3.2 W HY DO PRIVATE COMPANIES COLLABORATE WITH UNIVERSITIES ?

3.2.2 Access to expertise, skills and problem-solving capacities

CLINICAS ADMISSOES

Identificação da Clínica Número de Controle de Câncer HC Descrição da Clínica Número seqüencial da avaliação ( 0 ... 8 ) Sigla da Clínica Endereço - Logradouro do paciente SAME responsável p/ prontuários Endereço - número

Código Fosp de Clínica Endereço - complemento Endereço - município

DIAGNÓSTICOS Endereço - UF (Estado) Código de diagnóstico CID 10 Endereço - CEP Descrição do diagnóstico CID 10 Endereço - bairro Código do diagnóstico CID-O correspondente Naturalidade - município

grupo Naturalidade - UF

Tipo do diagnóstico (T=Topografia

M=Morfologia) Naturalidade - país Naturalidade - CEP

ESTADOCIVIL Procedência - município Código do Estado Civil Procedência - UF Descrição do Estado Civil Procedência - país Código Fosp correspondente Procedência - CEP

Telefones do paciente

NÃO TRATAMENTO Código do Estado Civil Codigo do motivo para não tratamento Código da Situação ocupacional descrição do motivo para não tratamento Código CID-10 da histologia do tumor

Código CID-10 da topografia do tumor

PAISES Data da primeira consulta " no HC " Codigo do país Tratamento do tumor prévio ao HC

Nome do país Nome do outro tratamento prévio não previsto nacionalidade Tabagismo (s/n/?)

Código do país na tabela do IBGE Etilismo(s/n/?)

Tipo de sintoma (Sintomático, Assintomático, Ignorado)

QUALIDADE DE SOBREVIDA Data de início dos sintomas (quando paciente sintomático) código da qualidade de vida Tipo de tumor (Primário, Recidiva, Ignorado)

descrição da qualidade de vida Data de início dos sintomas (quando paciente sintomático ) Recidiva de tumor não tratado no HC

RECURSOS AUXILIARES Principal recurso auxiliar não microscópico utilizado Código do Grupo Étnico Idade em anos na data do diagnóstico

Descrição do Grupo Étnico Metástase encontrada no período de admissão Código CID-10 da histologia da metástase

SAMES Tratamento(s) inicial(is) no HC Identificação do SAME Data da cirurgia HC

Descrição do SAME Data da Radioterapia HC Telefone Data da Quimioterapia HC contato (pessoa) Data da Hormonioterapia HC

Data do TMO no HC

SITUAÇÃO DO PACIENTE Data da Imunoterapia HC Data de outro tratamento HC

Código da situação ocupacional Nome de outro tratamento curativo realizado no HC Descrição da situação ocupacional Razão para a não realização do tratamento no HC

Estado da doença ao final do tratamento

UNIDADES DA FEDERAÇÃO Data de óbito

Sigla da Unidade da Federação (UF) Data do preenchimento da ficha Nome da Unidade da Federação Identificação do médico Região Unidade da Federação

(N,NE,S,SE,CO) Data da digitação Identificação do digitador

- Principais Entidades e Atributos definidos (continuação)

PACIENTES DEPARTAMENTOS

Identificação do departamento

Matrícula do paciente no HC (rghc) Nome do departamento Nome do paciente Código do departamento Data de nascimento Localização

Sexo SAME responsável pelo prontuário

Etnia Data da ativação

Data do óbito Data da inativação Endereço - Logradouro Observação

Endereço - número

Endereço - complemento ETNIA

Endereço - município Código do Grupo Étnico Endereço - UF (Estado) Descrição do Grupo Étnico

Endereço - CEP Código do Grupo Étnico FOSP equivalente

Endereço - bairro

Naturalidade - município PROFISSIONAIS

Naturalidade - UF Identificação (matrícula) do profissional Naturalidade - país Forma de tratamento

Naturalidade - CEP Nome do profissional

Procedência - município Sigla principal Conselho de Categoria Profissional Procedência - UF Número no Conselho Profissional

Procedência - país e-mail Procedência - CEP Telefones

Telefones do paciente Identificação do Departamento de lotação Código do Estado Civil Data da ativação

Código da Situação ocupacional Data da inativação

Observação

REQUISICÕES senha

Identificação do SAME requisitado para fornecer o

prontuário

Data da requisição do prontuário ao SAME SEXO

Código do sexo

Data da chegada do prontuário Descrição do sexo

Status do registro de requisição Código do sexo FOSP equivalente

TUMORES SITUAÇÃO OCUPACIONAL

Número de Controle de Câncer HC Código da situação ocupacional Id. Matrícula HC do paciente Descrição da situação ocupacional Data do diagnóstico do câncer

ClÍnica de atendimento do paciente TUMORES_AVALIACOES

Número registro hospitalar de cancer - FOSP Número de Controle de Câncer HC Status do registro Número seqüencial da avaliação ( 0 ... 8 )

Descrição do tumor

Data prevista para avaliação médica via prontuário

ADMISSOES_METASTASES Data do preenchimento da ficha Código CID-10 da histologia da metástase Identificação do médico Código CID-10 da topografia da metástase Data da digitação da ficha

Obsercação ref. prontuário

- Principais Entidades e Atributos definidos (continuação)

SEGUIMENTOS

Número de Controle de Câncer HC Número seqüencial da avaliação (0 ... 8) Data da última informação

Fonte da última informação

Estadiamento clínico (T) após a admissão Estadiamento clínico (N) após a admissão Estadiamento clínico (M) após a admissão Estadiamento cirúrgico (T) após a admissão Estadiamento cirúrgico (N) após a admissão Estadiamento cirúrgico (M) após a admissão Estadio resultante

Topografia da metástase pulmão Topografia da metástase pleura Topografia da metástase figado Topografia da metástase linfonodos Topografia da metástase encéfalo Topografia da metástase pericardio Topografia da metástase retroperitoneo Topografia da metástase ossos Topografia da metástase suprarenal Topografia da metástase meninges Topografia da metástase outros Data da última informação Situação atual do paciente Data do óbito

Data da liberação Qualidade de sobrevida Data do preenchimento da ficha Identificação do médico Data da digitação Identificação do registrante

6.2.2.b Análise de Funções

Relação dos problemas/necessidades existentes

à Dificuldades no controle de quais prontuários devem ser requisitados para análise a partir das listas com os anatomopatológicos.

à Não se consegue determinar quais prontuários foram requisitados e quais foram entregues ou não.

à Não há controle quanto à quantidade de vezes que um prontuário é requisitado a determinado SAME.

à As telas dos programas antigos não são ergonômicas quanto aos requisitos de interface usuário x programa.

à Falta de programação ativa de quando se deve realizar o registro de informações relativas aos seguimentos dos tumores.

à Falta imposição de qualidade no registro sistêmico das informações tanto em nível cadastral como de seguimento, isto em decorrência de que o meta- dados do sistema do RHC do HC-FMUSP foi pensado e programado sem levar em conta os padrões estabelecidos pela FOSP (Fundação Oncocentro de São Paulo), pois ambos programas foram feitos em épocas distintas.

à Exigência relacionada à consistência das informações do RHC é insuficiente quando focamos na “integração” entre sistema RHC do HC-FMUSP e o sistema da FOSP.

à A integridade referencial implementada no desenho do Banco de Dados é insuficiente para permitir e garantir veracidade e integridade dos dados registrados no RHC e possivelmente repassados para a FOSP.

à A difícil leitura do meta-dados e sua conseqüente difícil utilização visando a extração selecionada de dados, prejudica de forma significativa os pesquisadores e a elaboração de relatos e indicadores gerenciais, estratégicos e programáticos.

Situação Pretendida

à Definir a estrutura de dados (meta-dados) dentro de critérios acadêmicos, usando métodos como a normalização dos dados (formas normais), objetivando dessa forma a diminuição de redundâncias, a facilidade da “leitura” do meta- dados do RHC por usuários devidamente autorizados e também a compatibilidade dos modelos de dados do RHC do HC-FMUSP com o Registro de Câncer da FOSP.

à Diminuir a entropia observada nos processos de prospecção, registro e publicação de informações do RHC.

à Quanto ao sistema a ser utilizado: criação de modelo híbrido em que dois sistemas/aplicativos (RHC-FMUSP e FOSP) se complementam de tal forma a permitir que a redundância de trabalho seja diminuída substancialmente.

à Aspectos ESTRUTURAIS devem ser relevados de forma significativa, isto implica num investimento significativo no desenho de Banco de Dados.

à Aspectos CONJUNTURAIS são importantes de serem observados dentro dos limites aceitáveis no contexto tecnológico do momento e “com um olho” nas perspectivas futuras de ferramental de informática e a longevidade do sistema.

6.2.2.d Modelagem de Dados

6.2.2.e Modelagem de Processos