12 Different approaches for installation of barriers
12.3 Install or repair annulus barrier- No Coiled Tubing
12.4.4 Abrasive cutting tool
menor em 18 °C.
Em 18 e 28 ºC, o ganho de peso foi menor do que em 33
°C (Manuscrito 1). Parcialmente corroborada
87 A influência da salinidade e temperatura foi mais evidente em alguns comportamentos,
aparentemente não sendo tão marcante ou mesmo presente nos demais. Entre os resultados
encontrados, destacamos:
Salinidades e temperaturas da água mais baixas parecem reduzir a alimentação de camarões L. vannamei juvenis. Encontramos que a alimentação e o índice de enchimento
do trato digestivo foram reduzidos em 18 °C (escuro). Mesmo assim, a resposta à presença do
alimento registrada pela latência de consumo do alimento ou da muda foi menor nessa
temperatura (claro e escuro). Quanto à salinidade, a alimentação dos camarões foi menos
frequente em 2 ppm (escuro). Além disso, encontrou-se um índice de enchimento do trato
digestivo mais baixo e uma menor latência de consumo em 2 ppm (escuro) (Lima & Arruda,
não publicado). Isso indica que o cultivo de L. vannamei em 18 °C e 2 ppm é mais prejudicial
ao animal, com implicações diretas no comportamento alimentar desses animais, o que pode
resultar em menor crescimento. Além disso, a alimentação menos frequente em 18 °C e 2
ppm parece influenciar o início do consumo do alimento ou muda, uma vez que a latência de
consumo foi menor nessas condições.
Deve-se ressaltar ainda, que a aclimatação de L. vannamei à salinidade de 2 ppm foi
difícil, uma vez que a mortalidade foi bastante elevada em tal condição. Para manter os
animais vivos, essa aclimatação precisou acontecer bem lentamente, numa proporção
aproximada de 4-5 ppm a cada 24 h. Dessa forma, acredita-se que há um custo extremamente
grande para que os animais consigam se manter em 2 ppm. Isso deve ocorrer porque no
ambiente natural desses animais, a salinidade da água dificilmente chegará a valores tão
baixos.
Li et al. (2007) também encontraram uma menor sobrevivência e um crescimento
88 (1995) observaram que o consumo do alimento por camarões L. vannamei foi menor em 20 e
23 °C, respectivamente.
Houve predomínio das atividades que requerem um menor gasto energético nas salinidades e temperaturas extremas: 2 e 50 ppm e 18 e 33 °C. A inatividade foi
preponderante na salinidade mais baixa (2 ppm – fases de claro e de escuro) e menor temperatura (18 °C – fase de escuro), enquanto que o enterramento foi maior em 50 ppm e 18 °C (claro) e 33 °C (escuro).
O rastejamento também foi menor nas salinidades e temperaturas extremas: 2 e 50
ppm (escuro) e 33 °C (escuro). Entretanto, a salinidade da água não foi um fator determinante
para a natação dos camarões, visto que não foram encontradas diferenças nessa atividade
entre as salinidades testadas. Por outro lado, a atividade natatória foi influenciada pela
temperatura da água, sendo mais frequente em 18 °C (fase de escuro). Tanto o rastejamento
como a natação são atividades relacionadas com o deslocamento dos camarões e,
consequentemente requerem mais energia para sua realização. Visto que a alimentação foi
menos frequente em 18 °C, a maior atividade natatória nessa temperatura pode ser
considerada um indicativo de estresse.
Villarreal et al. (2003) observaram que os camarões cultivados em 55 ppm ficaram em
geral letárgicos. A diminuição na atividade de camarões nas temperaturas mais baixas
também foi observada por Ocampo et al. (2000), com camarões Farfantepenaeus
californiensis se apresentando letárgicos em 19 °C. Além disso, Fox et al. (2001) verificaram
que em temperaturas abaixo de 25 °C, L. vannamei tende a se enterrar. Em nossa pesquisa, o
enterramento elevado, bem como a redução no rastejamento em 33 °C (escuro) indicam que
embora essa temperatura aparentemente não seja tão prejudicial para os camarões, os animais
89 crescimento dos camarões foi favorecido em 33 °C, uma vez que o ganho de peso e a taxa de
crescimento específico foram mais elevados nessa temperatura.
O comportamento de camarões L. vannamei juvenis é influenciado pelo ciclo claro/escuro do período de 24 h, com os animais exibindo maior atividade na fase de escuro.
A natação e o rastejamento foram mais frequentes na fase de escuro, independente da
salinidade ou temperatura em que os animais foram mantidos. A alimentação também foi
preponderante na fase de escuro, não havendo variações entre as fases apenas em 2 ppm, 18 e
33 °C, condições em que os camarões se alimentaram menos. Por outro lado, o enterramento
foi maior na fase de claro em todas as salinidades e temperaturas testadas. Apenas a
inatividade não variou em relação às fases do período de 24 h, sendo frequente tanto no claro
como no escuro nas salinidades e temperaturas avaliadas.
Esses resultados são coerentes com o padrão apresentado pela maioria dos camarões
peneídeos, os quais são ativos à noite e se enterram durante o dia (Fuss 1964; Hindley 1975;
Moctezuma & Blake 1981; Wassenberg & Hill 1994).
A contagem total dos hemócitos (THC) é modificada em função da salinidade e da temperatura da água em que os camarões são cultivados. A THC de L. vannamei foi menor
em 2 e 50 ppm, bem como em 18 °C.
Uma vez que a diminuição da THC ocorre em animais mantidos sob condições
estressantes (Perazzolo et al. 2002), pode-se sugerir que os camarões em 2 e 50 ppm e 18 °C
estavam expostos a um nível maior de estresse, que provocou alterações no comportamento
alimentar e na inatividade desses animais, especialmente na salinidade e na temperatura mais
baixa. Camarões L. vannamei mantidos nessas condições estão, consequentemente, mais
susceptíveis às doenças e predação.
Além da contagem total dos hemócitos (THC) ao final dos experimentos para
90 contagem dos hemócitos seria feita durante os primeiros cinco dias de cultivo de L. vannamei,
realizando a extração da hemolinfa a cada 24 h, para posterior comparação do número de
hemócitos a curto e longo prazo. Entretanto, a transferência direta dos animais para as
salinidades ou temperaturas testadas (choque salino ou térmico) provocou a mortalidade dos
animais já nas primeiras 24 h, impossibilitando a continuidade deste experimento.
Procuramos, então, aclimatar os animais às condições desejadas de salinidade (2, 30 e 50
ppm) e temperatura (18, 28 e 33 °C) conforme foi feito para o experimento de 30 dias.
Entretanto, dessa forma, não foram encontradas diferenças significativas no número de
hemócitos ao longo dos primeiros cinco dias de cultivo. Isso provavelmente ocorreu porque
os camarões já foram se adaptando às novas condições de salinidade e de temperatura durante
o processo de aclimatação. Dessa forma, tal comparação não pode ser realizada.
De uma forma geral, com esse trabalho procurou-se mostrar a importância da etologia
aplicada como uma ferramenta que pode contribuir para melhoria do manejo praticado nas
fazendas de cultivo de camarão, particularmente em função dos principais fatores abióticos:
salinidade e temperatura da água. Ferramentas simples e de fácil aplicação nos locais de
cultivo, como a observação da distribuição das atividades ao longo das fases do ciclo de 24 h,
em particular o enterramento e o comportamento alimentar; através da análise do índice de
enchimento do trato digestivo e da THC podem ajudar na identificação de animais saudáveis e
estressados, podendo reduzir a mortalidade e prevenir doenças, sendo isso vantajoso tanto
para o animal como para os produtores de camarão.
Indicativos de estresse foram observados a partir do comportamento exibido por
camarões L. vannamei juvenis em relação à salinidade e temperatura da água, encontrando-se
que salinidades e temperaturas muito baixas ou elevadas foram mais críticas para o cultivo
dessa espécie. Nessas condições foram observadas modificações na sobrevivência,
91 avaliação do estresse através da THC dos camarões permitiu a obtenção de resultados mais
concretos, de modo que tanto aspectos do comportamento como da imunidade dos camarões
foram relevantes. Assim, sugere-se que o cultivo de L. vannamei juvenis seja realizado em
salinidades mais próximas àquelas do ambiente natural e temperaturas mais elevadas, de
modo que o bem estar desses animais seja favorecido, o que vai consequentemente contribuir
92
13 - REFERÊNCIAS
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