Existe um conjunto de critérios de qualidade de aplicação transversal, isto é, os mesmos critérios são válidos para os departamentos de Talho, Peixaria, Charcutaria, Frutaria e Legumes e Bacalhau, como se demonstra na Tabela 1.
De uma forma geral, os critérios de qualidade comuns aos departamentos fornecem informações sobre tudo o que envolve o alimento perecível em exposição, e possui capacidade de interferir na qualidade deste grupo de géneros alimentícios.
Tabela 1: Critérios de qualidade comuns aos vários departamentos presentes nas Check lists, respectivas formas de apresentação dos resultados e material de suporte.
APRESETAÇÃO GERAL
CRITÉRIOS RECOLHA DE DADOS MATERIAL DE SUPORTE
Identificação facilmente visível
Os dados são representados pelo número de unidades de produtos que não cumprem esta condição.
Decreto-Lei nº 560/99 de 18 de Dezembro
Relativo à aproximação das legislações dos Estados Membros respeitantes à rotulagem, apresentação e publicidade dos géneros alimentícios destinados ao consumidor final.
Identificação completa (legal)
Os dados são representados pelo número de unidades de produtos que não cumprem esta condição.
Preço bem visível Os dados são representados pelo número de unidades de produtos que não cumprem esta condição.
Decreto-Lei nº 138/90, de 28 de Abril, alterado pelo Decreto-Lei n.º 162/99, de 13 de Maio
Diploma legal que regula a indicação dos preços de venda. Distribuição uniforme
por todo o balcão
Os dados são representados pelo número de dias em que se encontram como: Sim ou Não.
Silva, 2007.
Código de Boas Práticas. Boas Práticas de Higiene e de Fabrico: Compra e Recepção de Mercadorias Alimentares. Higienização geral do
equipamento
Os dados são expressos pelo número de dias em que se encontram como: Não Aceitável, com sujidade facilmente detectada pelo consumidor; Aceitável, sem sujidade, mas com vidro baço ou equipamento sem brilho; e Muito Bom, vidro transparente, equipamento reluzente.
Regulamento (CE)
nº852/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril de 2004.
Relativo à higiene dos géneros alimentícios.
Código de Boas Práticas da Distribuição Alimentar da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).
Tabela 1 (continuação): Critérios de qualidade comuns aos vários departamentos presentes nas Check lists, respectivas formas de apresentação dos resultados e material de suporte.
APRESETAÇÃO GERAL
CRITÉRIOS RECOLHA DE DADOS MATERIAL DE SUPORTE
Organização geral do equipamento
Os dados são expressos pelo número de dias em que se encontram como: Não Aceitável, géneros alimentares desorganizados, não cumprindo regras evidentes de apresentação; Aceitável, adequada distribuição dos produtos, embora passe uma sensação de ligeira desorganização ao consumidor; e Muito Bom, apresentação cuidada dos géneros alimentícios e transmissão de sensação de organização ao consumidor.
Regulamento (CE)
nº852/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril de 2004.
Relativo à higiene dos géneros alimentícios.
Código de Boas Práticas da Distribuição Alimentar da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED). Forma de apresentação dos produtos ao consumidor
Os dados são expressos pelo número de dias em que se encontram como: Não Aceitável, forma de apresentação que destaca o que de menos bom tem o produto; Aceitável, neutro, não realça o que tem de bom nem o que tem de menos bom; e Muito Bom, destaca o que as qualidades do produto, tornando-o apelativo ao consumidor.
Critério apoiado na experiência no terreno.
Presença de produtos promocionais divulgados através de folhetos publicitários
Os dados são representados pelo número de unidades de produtos promocionais inexistentes e pelo número de produtos promocionais de difícil identificação.
Critério apoiado na experiência no terreno.
Rotulagem em língua portuguesa
Os dados são representados pelo número de unidades de produtos com o rótulo em língua estrangeira.
Decreto-Lei nº 560/99 de 18 de Dezembro
Relativo à aproximação das legislações dos Estados Membros respeitantes à rotulagem, apresentação e publicidade dos géneros alimentícios destinados ao consumidor final.
Sujidade nas embalagens
Os dados são representados pelo número de unidades de produtos que apresentam conspurcações nas embalagens.
Código de Boas Práticas da Distribuição Alimentar da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED). Integridade das embalagens
Os dados são representados pelo número de embalagens que estavam violadas ou danificadas.
Silva, 2007.
Código de Boas Práticas. Boas Práticas de Higiene e de Fabrico: Compra e Recepção de Mercadorias Alimentares. Exposição em
refrigeração
Os dados são representados pelo número de unidades de produtos alimentares que se encontrava à temperatura ambiente, com recomendação expressa no rótulo de conservação em local refrigerado.
Regulamento (CE)
nº852/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril de 2004.
Relativo à higiene dos géneros alimentícios.
Tabela 1 (continuação): Critérios de qualidade comuns aos vários departamentos presentes nas Check lists, respectivas formas de apresentação dos resultados e material de suporte.
APRESETAÇÃO GERAL
CRITÉRIOS RECOLHA DE DADOS MATERIAL DE SUPORTE
Sobrecarga dos equipamentos (linha de reposição máxima - linha de carga - não deverá ser
ultrapassada)
Os dados são representados pelo número de dias em que se encontram como: Sim ou Não.
Código de Boas Práticas da Distribuição Alimentar da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED). Silva, 2007.
Código de Boas Práticas. Boas Práticas de Higiene e de Fabrico: Compra e Recepção de Mercadorias Alimentares. Data limite de consumo e margem temporal para utilização dos produtos
Os dados são representados pelo número de unidades de produtos alimentares, em três grupos distintos: fora do prazo de validade, no último dia do prazo de validade e no penúltimo dia do prazo de validade.
Decreto-Lei nº 560/99 de 18 de Dezembro
Relativo à aproximação das legislações dos Estados Membros respeitantes à rotulagem, apresentação e publicidade dos géneros alimentícios destinados ao consumidor final.
Reembalamento de produtos alimentares pelos departamentos
Os dados são representados pelo número de embalagens com características óbvias de reembalamento, detectadas pelo rótulo.
Critério apoiado na experiência no terreno.
Percepção de “frente cheia”
Os dados são representados pelo número de centímetros, reflectindo a área física sem produtos alimentares.
Critério apoiado na experiência no terreno.